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terça-feira, 1 de maio de 2012

Comércio quer poder contratar policiais para fazer segurança

Giselle Almeida


A Casa Civil estadual confirmou, por meio de sua assessoria, que vai analisar a proposta de alteração do texto do Programa Estadual de Integração da Segurança (Proeis), como noticiado ontem pela coluna "Extra, extra!". O pedido, feito pelo Sebrae, pela Fecomércio e por representantes de shopping centers, reivindica que policiais de folga possam ser contratados para garantir a segurança de estabelecimentos comerciais.
— Atualmente nem a indústria nem o comércio podem contratar policiais de forma direta, mas a indústria tem um intermediário para isso, a Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin), que é um órgão do governo. O comércio não. A ideia é que se abra uma brecha no estatuto da Codin ou que seja criado um outro órgão para isso — explica o deputado estadual Pedro Fernandes (PMDB), que encaminhou a proposta para o governador Sérgio Cabral na última sexta-feira.
Segundo o legislador, a demanda inicial seria de 400 policiais nas ruas da capital. Este número deve ser ampliado para atender todo o estado.
— Isso é bom para os shoppings, que vão oferecer à clientela uma segurança maior, aos consumidores, aos moradores da região, ao batalhão da área, que vai ter reforço, e ao policial, que vai ter uma renda extra legalizada — diz Fernandes.
Coordenador do Proeis, o coronel Odair Lopes Junior considera a proposta válida, se sustentada judicialmente:
— Respeitando-se o horário mínimo de descanso do policial, ele poderá completar a renda de forma honesta e poderá ser amparado pela legislação em caso de acidente.

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