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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Campeonato juvenil


Provavelmente, dado que a divulgação não tem sido lá essas coisas, muita gente não deve estar sabendo. É claro que muitos outros sabem, mas preferem ignorar. O certo, porém, é que está rolando, desde o dia 2 deste mês de junho, o campeonato acreano de futebol sub 18, com todos os jogos no campo da Federação, o Florestão, e com a participação de oito equipes.

Na verdade o campeonato começou com nove equipes. Uma delas, entretanto, no caso o Acreano, do município de Rodrigues Alves, lamentavelmente, resolveu desistir da disputa. Tomou uma lapada de três a zero para o Vasco, na estreia, e depois simplesmente sumiu do mapa, sem dar nenhuma satisfação aos organizadores. Fugiu, evaporou, escafedeu-se!

Até aqui já foram jogadas dez partidas. Pra variar, o Independência foi quem tomou a maior goleada: sete a um para o Amax, do município de Xapuri. Aliás, a bem da informação, o Independência, comandado pelo Adriano, que é treinador de goleiros do profissional do Rio Branco, tomou duas goleadas. Essa aí que eu citei e depois um quatro a zero do Atlético.

Mas não se diga que o Tricolor não tem pretensão de reagir na competição. Tem sim. Prova disso é que no seu terceiro compromisso, sábado passado, contra o Vasco da Gama, treinado pelo doutor Illimani Suares, sapecou três a um em cima dos garotos do time da Cruz de Malta. E de virada. Fato que, imagino, transforma o placar em mais emblemático.

O detalhe interessante nessa vitória do Independência foram as declarações diametralmente opostas de duas pessoas envolvidas na disputa. Pelo lado do Vasco, dizia o Joraí Salim, ao fim do jogo: “Se eu perco para o Independência, vou empatar com quem?” Já o Adriano, técnico do Tricolor, dizia: - Se eu perder para o Joraí, nunca mais mexo com futebol!

Independente, porém, de quem não pode perder pra quem, o certo e que tem muitos garotos bons de bola dando sopa por aí e que, sendo bem acompanhados nesse período de formação, logo estarão à disposição das principais equipes do nosso futebol. Tem menino com futebol de gente grande que já poderá até ser aproveitado nos profissionais em 2013.

Por último, para fechar essa crônica de hoje, devo registrar que uma coisa me incomoda nesse certame juvenil: o horário dos jogos. Em dia de rodada dupla, a partida preliminar começa às 14 horas (13h de antigamente, né?). Os meninos jogam sob um sol de rachar qualquer cocuruto. Um calor desgraçado. A maioria, aparentemente, sem nenhuma proteção para a pele.

Como o Florestão já abrigou vários jogos noturnos, eu fico me perguntando quais seriam os motivos para submeter os adolescentes a tão rigoroso castigo. Seria para torná-los bronzeados, como se eles morassem em alguma região litorânea? Seria para fazê-los desistir da carreira de jogador de futebol? Ou seria apenas para economizar energia? Hein?

fonte: grande area.com

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