Carregando...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Hamas: 25 fatos por 25 anos

Escrito por SIMON PLOSKER
Grande parte dos meios de comunicação deu cobertura aos acontecimentos em Gaza, onde Khaled Meshal, líder do Hamas, comemorou os 25 anos de sua organização terrorista.

O que o Hamas está realmente celebrando? Seguem os 25 fatos para que você se lembre:

1. O Hamas tem o seu nome baseado em um acrônimo que significa “Movimento Islâmico de Resistência”, em árabe.

2. O Hamas se recusa a reconhecer o direito de existência do Estado de Israel como uma nação independente e soberana, e é totalmente oposto a qualquer acordo ou negociação que reconheça tal direito de existir. No início de seu estatuto, há uma citação atribuída a Hassan al-Bana, o fundador da Irmandade Muçulmana, que diz: “Israel surgirá e continuará a existir até que o islamismo o apague, assim como apagou o que veio antes”.

3. O Hamas está comprometido com a jihad (guerra santa). Seu estatuto expressa a importância da jihad como o principal meio para o Movimento Islâmico de Resistência (Hamas) atingir seus objetivos. Uma jihad intransigente deve ser travada contra Israel. A jihad é o dever pessoal de todos os muçulmanos.

4. O Hamas é uma organização anti-semita. De acordo com seu estatuto, o povo judeu tem apenas características negativas e planeja tomar posse do mundo. O estatuto usa mitos extraídos do anti-semitismo europeu clássico e do anti-semitismo de base islâmica.

5. O estatuto do Hamas inclui mitos anti-semitas extraídos dos Protocolos dos Sábios de Sião (mencionados no Artigo 32), com respeito ao controle judeu sobre a mídia, a indústria cinematográfica e a educação (Artigos 17 e 22). Os mitos são constantemente repetidos para apresentar os judeus como sendo responsáveis pela Revolução Francesa e pela Revolução Russa e por todas as guerras locais do mundo: “Nenhuma guerra acontece em nenhum lugar sem que os judeus estejam por detrás dela” (Artigo 22). O estatuto demoniza os judeus e os descreve como pessoas que se comportam brutalmente, da mesma forma como os nazistas tratavam as mulheres e as crianças (Artigo 29).

6. O Hamas é o ramo palestino local da Irmandade Muçulmana, que recentemente tomou o controle do governo do Egito.

7. O Hamas é designado como uma organização terrorista por Israel, pelos Estados Unidos, pelo Canadá, pela União Europeia e pelo Japão.

8. Embora membros da comunidade internacional tenham proposto tratar as alas política e militar do Hamas como entidades separadas, a infraestrutura do Hamas coloca a ala política no comando da ala militar. Como declarou o fundador do Hamas, sheikh Ahmad Yassin, em 1988: “Não podemos separar a asa (ala) do corpo. Se o fizermos, o corpo não conseguirá voar. O Hamas é um corpo”.

9. O primeiro ataque suicida do Hamas aconteceu em 16 de abril de 1993, quando um homem-bomba suicida detonou o carro que estava dirigindo no entroncamento de Mehola, perto de Beit El.

10. No dia 27 de janeiro de 2002, a primeira mulher-bomba suicida palestina, Wafa Idris, explodiu-se na rua Jaffa, no centro de Jerusalém, matando uma pessoa e ferindo cerca de outras 100. O Hamas reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

11. O Hamas tem sido responsável por muitos atos terroristas apavorantes, inclusive pelo bombardeio suicida no Park Hotel na cidade costeira de Netanya, em meio ao sêder da Páscoa, com 250 convidados. O Hamas reivindicou a autoria do ataque no qual 30 pessoas foram mortas e 140 ficaram feridas, 20 das quais seriamente.

12. Em dezembro de 2011, o Hamas “celebrou” seu 24º aniversário, ostentando o fato de ter matado 1.365 “soldados sionistas” desde 1987. O Hamas não faz diferenciação entre soldados israelenses e civis israelenses.

13. O Hamas obteve um mandato de quatro anos na presidência do Conselho Legislativo Palestino em 2006, mas permanece no cargo indefinidamente.

14. Em junho de 2007, o Hamas tomou o controle da Faixa de Gaza através de um golpe violento, matando inúmeros palestinos, alguns dos quais sendo empurrados abaixo de altos prédios em Gaza. A Cruz Vermelha estimou que, pelo menos, 118 pessoas foram mortas e mais de 550 foram feridas durante a luta na semana de 15 de junho.

15. Os membros do Hamas usam crianças palestinas como escudos humanos quando realizam ataques contra soldados israelenses.
16. No dia 16 de abril de 2001, o Hamas lançou seu primeiro foguete contra Israel a partir de Gaza.

17. Desde o início de 2012, mais de 1.800 lançamentos de foguetes foram  identificados contra o território israelense.

18. O Hamas deliberadamente alveja civis israelenses, atirando foguetes indiscriminadamente, enquanto se esconde em meio à sua própria população civil, o que é um “duplo crime de guerra”.

19. O Hamas é um grupo sunita, embora seu patrocinador principal ao longo dos anos tem sido o Irã xiita.

20. O Irã ajuda e suporta financeiramente o Hamas das seguintes maneiras: transferindo enormes somas de dinheiro ao governo do Hamas na Faixa de Gaza e ao movimento do Hamas; treinando ativistas do Hamas em habilidades militares; contrabandeando armamento para a Faixa de Gaza, inclusive foguetes de longo alcance recentemente usados para atacar cidades de Israel; transmitindo conhecimento técnico-operacional usado para fabricar e melhorar as armas em posse do Hamas, inclusive aumentando o poder de destruição dos Dispositivos Explosivos Aperfeiçoados e de foguetes construídos localmente e usados para atacar Israel.

21. O orçamento anual do Hamas foi estimado em torno de US$ 70 milhões, de acordo com o Conselho de Relações Exteriores.

22. De modo rotineiro, o Hamas informa erroneamente seus seguidores. Recentemente, Khaled Meshal alegou falsamente ao público palestino que o Hamas havia destruído a casa de Ehud Barak em Tel Aviv. Na verdade, Israel destruiu a casa do primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh.

23. Embora o Hamas tenha reclamado de falta de produtos na Faixa de Gaza, ele tem se concentrado no contrabando de milhares de foguetes para aquela área.

24. O Hamas e o Fatah têm realizado conversações de reconciliação intermitentemente desde 2008, mas ainda não chegaram a um acordo sustentável.

25. “A Palestina, do rio ao mar, do norte ao sul, é nossa terra. Nem uma polegada pode ser concedida. A libertação da Palestina, de toda a Palestina, é um dever, um direito e um objetivo. A guerra santa e a resistência armada são o caminho real e correto para a libertação e a recuperação  dos direitos” – Khaled Meshal, falando nas “celebrações” do 25º aniversário do Hamas.


O Hamas não está interessado na paz nem em fazer concessões a Israel – os fatos falam por si mesmos.

Do www.honestreporting.com
Tradução: www.beth-shalom.com.br
Publicado na revista Notícias de Israel - www.beth-shalom.com.br
via mídia sem máscara

Nenhum comentário:

Postar um comentário