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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Outra doença mortal atinge homossexuais

Autoridades de saúde se esforçam para dissipar o temor de uma epidemia nacional

A relação homossexual está se tornando cada vez mais perigosa.

Garth Kant
Autoridades de saúde estão alertando gays sexualmente ativos sobre o surto de uma meningite bacteriana potencialmente mortal em Los Angeles e Nova York.
A doença infectou 22 pessoas em Nova York e levou sete a morte desde 2010. Autoridades de saúde em Los Angeles estão realizando testes para verificar se o tipo de bactéria que está infectando os gays é o mesmo que atinge Nova York.
A fundação local AIDS Healthcare Foundation (AHF), conhecida por oferecer gratuitamente serviços de prevenção e tratamento de HIV, passou a oferecer também a vacina contra meningite depois que um homossexual de West Hollywood foi diagnosticado com morte cerebral na última sexta-feira.
O advogado de 33 anos Brett Shaad morreu uma semana após começar a sentir os sintomas.
Brett Shaad: depois de uma farra homossexual, fulminado por uma doença mortal
As autoridades suspeitam que ele foi exposto à meningite bacteriana em uma festa que aconteceu em Palm Springs no fim de semana de 30 de março. A festa atrai homossexuais de todo o país.
O jornal New York Daily News está chamando a doença de uma ameaça de DST, embora os Centros de Controle e Prevenção de Doenças não classifiquem a meningite bacteriana como uma doença sexualmente transmissível.
O que eles afirmam é que a doença não pode ser transmitida por contatos casuais, mas “Algumas bactérias podem ser transmitidas pela troca de secreções respiratórias e da garganta (por exemplo, o beijo)”.
Segundo reportagem do canal KTLA, a morte de Shaad, advogado residente em West Hollywood, causou alerta.
“Não estamos dizendo que neste momento temos um surto em Los Angeles”, explica Michael Weinstein, presidente da fundação AHF ao KTLA. “Mas sabemos que a doença é séria, é mortal e pode se espalhar de maneira relativamente fácil”.
Uma reportagem da Associated Press noticiou que Shaad foi para a sala de emergência na quarta-feira, e na quinta-feira estava em estado de coma.
Os sintomas da doença costumam aparecer dentro de três a sete dias depois da exposição. Dentre os sintomas estão febre, torcicolo, náusea, dor de cabeça, vômito, aumento de sensibilidade à luz e estado mental alterado, geralmente de confusão.
O vereador John Duran, de West Hollywood, disse que foram espalhados avisos.
“Para muitos dos membros mais jovens da comunidade, de 35 para baixo, essa é a primeira vez que perderam um amigo jovem e saudável”, Declarou Duran. “Muitos de nós que temos mais de 40 estamos vivendo um déjà vu, tendo vivido a epidemia de AIDS”.
Enquanto isso, especialistas de saúde estão tentando minimizar o alerta de uma epidemia “entre homossexuais”.
“Isso não é uma doença transmissível principalmente pelo contato sexual. Ela se espalha por gotículas respiratórias, o que significa que você pode estar sentado tendo uma conversa prolongada com alguém e espalhar a doença sem ter tido relação sexual”, argumenta o Dr. Parveen Kaur, da AHF.
Kaur afirma que geralmente, de 100 casos, haverá de 10 a 15 fatalidades, e mais ou menos a mesma proporção terá sequelas como perda de audição, redução da capacidade mental ou outros problemas.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Another killer disease striking homosexuals
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