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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Conforme previsto, saiu o texto transformando bandido que tentou roubar a moto em "vítima da sociedade"

Vocês viram o vídeo que compartilhei aqui ontem, com o vagabundo que tentou roubar a moto de um cidadão de bem e levou dois pipocos de um policial. Pois então... como já esperávamos, a esquerda caviar já está se utilizando do acontecido como combustível para alimentar seus geradores de parlapatices. Nossas previsões erraram apenas a fonte do chorume. Imaginávamos que Leonardo Sakamoto fosse aparecer com algum de seus compêndios de mendacidades, publicados pelo grupo Folha em espaços jornalísticos que deveriam conter artigos. Parece que o nipo-beócio perdeu a hora.

Conforme foi especulado, a pérola foi produzida sim, mas por outra pena. O autor é aquele gordinho mentecapto que fez um vídeo (junto com outro deficiente intelectual conhecido no mundo do sub entretenimento oligofrênico pela alcunha de PC Siqueira) definindo esquerda e direita com a propriedade de uma criança de 3 anos de idade, criada por um pai marxista-leninista que espanca o filho sempre que esse pede uma Coca Cola. Por mais infeliz que esse vídeo tenha sido, o sujeito ainda possuía, dentro de si, muita idiotia clamando por ser externada.

Para dar vazão a esse ímpeto, a sub celebridade (que grassou e fez dinheiro pongando na fama que PC Siqueira alcançou graças à empresa americana capitalista exploradora malvadona MTV) cometeu um texto de quatro laudas no qual ele afirma que o marginal que levou os tiros teve uma vida difícil, tendo sido vitimado pela desigualdade social e mimimi mimimi mimimi ("Joãozinho tinha só uma certeza na vida, a de que o mundo era injusto. Aprendeu desde cedo que moleque de pé no chão não pode ter o que os outros meninos tem"). A velha conversinha furada de sempre. A leitura só é aconselhada, se o leitor puder arcar com o prejuízo de tero próprio coeficiente de inteligência diminuído na razão de 10 pontos por parágrafo. Quem quiser tentar, faça-o por conta e risco próprios.

Mesmo atingindo os píncaros da jumentice, graças à fama conquistada através de uma empresa integrante do conglomerado midiático ultra-fundamentalista-de-extrema-zaguilhão-dirita, a ladainha marxista de décima quinta categoria (sim, eles conseguem realizar a façanha de piorar o próprio Marx) repercutiu em meia dúzia de zumbis stalinistas alienados pelo méqui e pelos meios de comunicação (entre o quais, oh!, a própria MTV), fazendo com que o energúmeno alcançasse seu objetivo: o de posar de bom moço, politizado e preocupado com as "questões sociais". Sucesso que com certeza lhe renderá alguma vantagem absconsa oriunda do interior da mesma máquina estatal que paralisa a atividade produtiva e usurpa a riqueza criada pelo povo brasileiro, condenando-o à pobreza e fazendo crescer cada vez mais a parte da população obrigada a sobreviver de bolsas-esmola. 

Em um país com uma extensão de terra tão grande, na qual não há terremotos, tornados nem nenhum outro tipo de desastre natural, o único motivo para a haver tanta pobreza é o fato da população ser sufocada pelos impostos escorchantes cobrados para manter a boa vida dos bandidos (Tanto os de colarinho branco, no caso, a Nomenklatura mensaleira petista; como seus apadrinhados da ralé, que contam a cada dia com mais benesses, a exemplo da bolsa-bandidagem e do salvo conduto para praticar os mais atrozes crimes, sempre recebendo o beneplácito, tanto da justiça aparelhada pelo Partido, como dos formadores de "oepeneão", a exemplo do autor do texto aqui comentado. 

Essas pessoas são os principais responsáveis pela situação surreal que é mandar o bandido que tomou os tiros para ser internado em um hospital público-gratuito-e-de-qualidade e, em seguida, enviar a conta do tratamento e reabilitação dele para o cidadão produtivo pagador de impostos e pacífico que cumpre a lei e não pôde usar o hospital pelo qual paga tão caro, já que quando pleiteou uma das escassas vagas do mais do que precário sistema de saúde mantido pela gestão centralizada estatal, essa estava ocupada por um marginal utilizando-a para se recuperar e poder retornar a atormentar a vida de quem trabalha para continuar pagando a conta do circo. 

Ou seja, graças a semianalfabetos alçados à condição de "intelectuais" pela sociedade do espetáculo, seguiremos assistindo a essa tragicomédia na qual a produção de riqueza é estrangulada por um Estado infestado de apologetas de ideias nefastas, cujas tentativas de implementação geraram um custo de (contando somente as vítimas diretas dos chamados "expurgos") mais de 100 milhões de vidas ceifadas. Tais ideias espalharam morte, destruição, pobreza, calamidade e fome por onde quer que tenham passado, mas, não obstante essas mazelas, continuam seduzindo multidões com a promessa do "almoço grátis" e abrindo caminho para que seus proselitistas alcancem os postos do alto dos quais enviam os rebanhos para o abatedouro.
Para ler esse comentário no blog em que o texto comentado foi publicado, clique aqui.
 

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