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sexta-feira, 7 de março de 2014

Como sabotar uma nação

Por Bill Muehlenberg


Será que as nações vagueiam até ao declínio, estagnação e degeneração? Ou será que esse processo é estimulado por aqueles que de modo activo buscam formas de minar e subverter uma nação? Quanto mais nós entendemos a forma de agir dos grupos activistas dos grupos subversivos, mais nos apercebemos que a segunda hipótese desempenha um papel importante nisto tudo. De facto, o estudante de História aprende que embora as nações normalmente entrem em declínio a partir do seu interior, esse processo é amplificado e acelerado por grupos que operam de forma decidida para implementar as suas agendas sociais radicais.

Eu já escrevi sobre figuras importantes deste processo, tais como Antonio Gramsci e a Escola de Frankfurt, e já examinei a forma como o Marxismo cultural continua a avançar tranquilamente no dias de hoje, trabalhando incessantemente para minar, subverter, e eventualmente suplantar o Ocidente livre.

Embora o Muro de Berlim tenha caído em 1989, e isso tenha criado a imagem de que o comunismo havia chegado ao fim, não foi isso que aconteceu. Os Marxistas mais dedicados, hoje em dia chamados de "progressistas", continuam a trabalhar nos seus planos anti-Ocidente. E eu não estou a falar de conspirações super secretas, visto que a sua agenda é simplesmente uma lista de objectivos que têm que ser cumpridos, e nós não temos que escavar muito para descobrir que objectivos são esses. Na verdade, eles têm sido bem directos ao revelarem publicamente quais são os seus objectivos. Vez após vez, eles informaram-nos do que eles tentam atingir, e a forma como eles esperam atingir esses objectivos. E embora muitas destas admissões possam ter soado demasiado fantasiosas no momento em que elas foram escritas, olhando para trás em retrospectiva, apercebemo-nos duma realidade mais sóbria e sombria.

Vale a pena olhar para alguns dos desejos presentes na lista dos radicais. Como exemplo, por volta de 1963 apareceu na "US Congressional Record" uma lista de 45 objectivos para aqueles determinados em derrubar os EUA. Esta lista teve como base um livro mais antigo escrito por um analista do FBI.

Eis aqui então uma dúzia desses objectivos. É preciso levar em conta que este material foi reunido há meio século atrás. O aspecto mais importante a ser notado é quanto da agenda já foi realizada.
Capturar um ou os dois partidos Americanos.

Usar decisões técnicas dos tribunais para enfraquecer as instituições Americanas alegando que as suas actividades violam os direitos civis.

Controlar as escolas. Usá-las como cintos de transmissão para a propaganda socialista e comunista. Amolecer os currículos. Obter o controle das associações de professores. Escrever os livros escolares de acordo com a vontade partidária.

Obter o controle de todos os jornais estudantis.

Usar as manifestações estudantis para fomentar protestos contra programas ou as organizações que estão sob ataque Comunista.

Infiltrar a imprensa. Obter o controle 1) das instituições que avaliam os livros, 2) da escrita editorial e 3) das posições onde são feitas as politicas sociais.

Obter o controle de posições-chave na rádio, na TV e na indústria cinematográfica.

Continuar a desacreditar a cultura Americana degradando todas as formas de expressão artística.

Eliminar todas as leis que governam a obscenidade qualificando-as de "censura" e também de "violação da liberdade de expressão e liberdade de imprensa".

Destruir os padrões culturais em torno da moralidade promovendo a pornografia e a obscenidade nos livros, nas revistas, no filmes, na rádio e na TV.

Apresentar o homossexualismo, a degeneração e a promiscuidade como "normal, natural e saudável."

Infiltrar as igrejas e substituir a revelação religiosa por uma religião "social". Desacreditar a Bíblia e colocar ênfase na necessidade de maturidade intelectual que não precisa de "muletas religiosas".

Eliminar a oração ou qualquer momento de expressão religiosa nas escolas, alegando que isso viola o princípio da "separação da igreja com o estado."

Desacreditar a Constituição Americana qualificando-a de inadequada, antiquada e desajustada com as necessidades modernas - um impedimento para a cooperação entre as nações numa base mundial.

Desacreditar os Pais Fundadores da América, apresentando-os como aristocratas egoístas que não tinham qualquer tipo de preocupação com o "homem comum." 

Desmerecer todas as formas de cultura Americana e desencorajar o ensino da história dos EUA alegando que ela é apenas uma pequena parte do "quadro completo".

Desacreditar a família como uma instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio fácil.

Colocar ênfase na necessidade de educar as crianças longe da influência negativa dos pais. Atribuir preconceitos, bloqueios e atrasos mentais à repressora influência dos pais.

Há alguma coisa mencionada nesta lista que não esteja a ser observada a decorrer perante os nossos olhos, tanto nos EUA como no resto do mundo ocidental? Aqueles que estão determinados em destruir o nosso estilo de vida afirmaram que o queriam fazer, e cumpriram. No entanto, nós, tal como uma nação de cordeiros, nem nos apercebemos que isto está a ocorrer - e está a ocorrer duma forma total e bem rápida. Uma vez que a maior parte desta subversão ocorre nos bastidores, ou está a ser feita sob o manto de várias tendências tais como a justiça social, nós nem nos apercebemos que estamos a perder tudo.

Para além destes planos, há outros planos bem claros que poderiam ser mencionados aqui. Por exemplo, já antes disto, Joseph Stalin havia dito:
A América é um corpo saudável e a sua resistência é assenta sobre três pilares: o patriotismo, a moralidade e a vida espiritual. Se conseguirmos fragilizar estas três áreas, a América entrará em colapso a partir do seu interior.

A menos que algo nos tenha escapado, estas três áreas têm estado sob intenso ataque por parte dos radicais durante os últimos 50 anos. Parece que estes activistas têm um plano, estão a operar segundo esse plano, e estão a ser bem sucedidos. E muitos outros já falaram de desmantelar os EUA e o Ocidente livre e substituí-los com os seus utópicos esquemas colectivistas e estatizantes.

Dado que tantas pessoas já falaram claramente do que tencionam fazer, porque é que tão poucos estão cientes disso, e agindo em conformidade? Esta é, sem dúvida, a pergunta mais importante do momento. Porque é que permitimos que nos guiassem como se fôssemos ovelhas para o matadouro? Porque é que nos tornamos tão inconscientes, tão mal informados e tão descuidados? Porque é que somos tão apáticos em relação a estas forças que operam dia e noite para destruir aquilo que nós tanto estimamos?

Até nós respondermos a estas questões, e respondermos o mais rapidamente possível, não podemos esperar que a civilização Ocidental permaneça por muito mais tempo. E se por acaso ela cair no esquecimento, sendo substituída por um novo totalitarismo, só nós é que seremos os culpados.

Para aqueles que querem explorar melhor estes assuntos, recomendo o novo DVD com o nome de "Agenda", onde se discute esta guerra onde estamos envolvidos, e o que podemos fazer para reverter as coisas.

Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/

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