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quarta-feira, 30 de julho de 2014

MST: invasão de propriedades produtivas como profissão. Ou: A seita marxista no campo


A revista Veja desta semana traz uma excelente reportagem sobre a ousadia do MST que, com o apoio de um grupo ligado ao PT, resolveu retomar a invasão de fazendas produtivas. Eis como Robson Bonin começa seu texto:
MST Veja
A empresa Araupel, uma das maiores indústrias de reflorestamento da região, que emprega um quarto da força de trabalho na cidade, corre o risco de fechar as portas. Um grupo de criminosos armados com facões e foices ocupou o local e se recusa a sair. Ao contrário: torce para que a polícia venha fazer cumprir a decisão da Justiça de reintegração de posse, para reagir, o que traria dividendos políticos em ano eleitoral: o governador do Estado é tucano.
O líder dos invasores, que atende pelo apelido de Cabeludo, é filho de assentados e descobriu na invasão de propriedades uma “profissão” – lucrativa, por sinal. É o dono de um supermercado que vende produtos aos assentados, e não esconde seu desejo de estrangular a empresa porque ela “exporta para os Estados Unidos”.
Em entrevista à Veja, seu autoritarismo vem à tona quando diz que a empresa tem direito de produzir celulose, mas em outro lugar: “Se ela quer plantar madeira para exportar para os Estados Unidos, que faça isso em outro lugar”. Quem decide? Ele, o Cabeludo, Danilo Ferreira, “dono do pedaço” e ditador autoproclamado.
Como o próprio criminoso reconhece, o MST é “tipo uma religião”. É sim: uma seita marxista, retrógrada, criminosa, que vive das verbas públicas, ou seja, do dinheiro dos nossos impostos. O PT, sob o comando do ministro Gilberto Carvalho, alimenta esse cordão umbilical há anos, fomentando o crime no campo (e agora nas cidades também, com o MTST, do mimado Guilherme Boulos, “filósofo” da USP).
A legião dos sem-terra vive da renda de programas sociais, como o Bolsa Família, o que retira gente do mercado de trabalho – trabalho de verdade, não invasão de propriedade alheia. A dona de um dos principais restaurantes da região invadida confessa: “Meu garçom, que ganhava 1.100 reais aqui, pediu a conta e está lá acampado agora. Como o governo dá de tudo para essa gente, por que trabalhar, né?”
De fato: nesse Brasil comandado pelo PT, em que o mérito é punido e a vagabundagem, o crime e a choradeira pública são premiados, por que trabalhar, não é mesmo?
Rodrigo Constantino

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