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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A investida pró-pedofilia da esquerda

ESCRITO POR MATT BARBER
 Muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).

Alegações chocantes feitas por Michael Egan, que quando era menino atuou no filme “X-Men,” contra Bryan Singer, diretor e produtor descaradamente gay desse filme, estão chocando Hollywood. Mas a reação tem sido silêncio relativo. Digo “silêncio relativo” porque, a menos que ele seja um padre católico, o falso discurso da esquerda relativista é que um homem gay é sempre a vítima e nunca o vitimador.

Apesar disso, esse episódio recente mais uma vez colocou sob os holofotes a ligação há muito tempo já provada entre o estilo de vida homossexual (inclusive o movimento homossexual) e a pedofilia — uma ligação que, apesar das negações dos progressistas ao contrário, está escondida diante dos olhos de todos.
Egan entrou com uma ação legal contra Singer e várias outras figuras famosas de Hollywood por frequentes estupros homossexuais contra ele e outros meninos em várias farras à beira da piscina com “twinks” (em inglês, meninos “gostosões”) quando Egan tinha 15 anos e Singer tinha 32. (No linguajar LGBT, “twinks,” também chamados de “galinhas,” são meninos menores de idades que homens gays adultos muito buscam para sexo.)
De forma assustadora, as afirmações de Egan espelham as de seu ex-colega, também menino ator, Corey Feldman, que de modo semelhante alegou no ano passado que tais estupros homossexuais são abundantes, e até fazem parte do sistema, em Hollywood.
Mas será que essas alegações são de fato chocantes? Lamentavelmente, o peso esmagador da evidência indica que os estupros proliferam também muito além de Hollywood.
Com certeza, nem todos os homossexuais são pedófilos. No entanto, um número excessivamente desproporcional deles são. Não escrevo isso para ser insensível, “odioso,” intolerante ou “homofóbico.”
São “apenas fatos, meus senhores e senhoras.”
Considere, por exemplo, um estudo publicado na revista esquerdista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) envolvendo mais de 200 pedófilos e pederastas condenados. O estudo revelou que “86 por cento dos criminosos contra meninos se descreviam como homossexuais ou bissexuais.” Isso demonstra, como comenta Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família, que “homens homossexuais ou bissexuais têm uma probabilidade aproximadamente 10 vezes maior de estuprar crianças do que homens heterossexuais.”
Isso faz sentido perfeito quando complementado com outro estudo de 2001 na mesma publicação revisada por especialistas. Esse estudo revelou que quase metade de todos os homens que se identificam como gays e que participaram da pesquisa foram estuprados por um pedófilo homossexual quando eram meninos: “46 por cento dos homens homossexuais e 22 por cento das mulheres homossexuais relataram ter sido estuprados por um indivíduo do mesmo sexo. Isso contrasta com apenas 7 por cento dos homens heterossexuais e 1 por cento das mulheres heterossexuais que relataram ter sido estuprados por um indivíduo do mesmo sexo.”
A conexão entre estupros homossexuais e “identidade gay” é inegável. Embora evidentemente nem todos os homens e mulheres que se identificam como gays estuprem crianças, ou foram estuprados quando crianças, a realidade comprovada é que uma percentagem assustadoramente elevada deles estupra e foi estuprada. Como com a maioria das formas de estupro, o ciclo é tanto circular quanto vicioso. “Nascido desse jeito?” Nem tanto. “Criado desse jeito?” Lamentavelmente, assim parece.
Mas de igual preocupação é o fato de que muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).
Por exemplo, veja Peter Tatchell, ativista de “igualdade de casamento.” “GoodAsYou,” blog ligado ao grupo homossexual GLAAD, ardorosamente descreve Tatchell como um “famoso ativista britânico de direitos.” Ele é “um dos líderes mais amplamente respeitados do movimento LGBT internacional,” esguicha um dos comentaristas do blog.
Eis o que o “amplamente respeitado” e “famoso ativista de direitos” Tatchell pensa do estupro contra crianças. Ele escreveu o seguinte no The Guardian, um dos principais jornais da Inglaterra:
“A natureza positiva de alguns relacionamentos sexuais entre crianças e adultos não é confinada às culturas não-ocidentais. Vários de meus amigos — gays e heteros, homens e mulheres — tiveram sexo com adultos desde a idade de 9 até os 13 anos. Nenhum deles sente que foi estuprado… É hora da sociedade reconhecer a verdade de que nem todas as relações sexuais envolvendo crianças são indesejadas, abusivas e prejudiciais.”
Ou recorde Kevin Jennings, o ministro do presidente Obama responsável pela segurança das escolas e fundador da organização homossexual extremista GLSEN.
Escreveu o jornal Washington Times acerca de Jennings em 2009:
“Um aluno de 15 anos de escola secundária contou a um professor que ele estava tendo relações homossexuais com um ‘homem mais velho.’ No mínimo, ocorreu estupro legal. A Fox News noticiou que o professor violou uma lei estadual que exigia que ele denunciasse o abuso. Esse ex-professor, Kevin Jennings, é o ministro do presidente Obama responsável pela segurança das escolas.”
“Nesse único caso em que o senhor Jennings teve uma chance real de proteger um adolescente de um predador sexual, ele não só não fez o que a lei exigia, mas também chegou ao ponto de incentivar o relacionamento.”
Jennings mais tarde mentiu sobre o encontro até que apareceu um áudio dele se gabando disso. “Olhei para o rapaz,” gracejou ele, “e disse, ‘Sabe, espero que você saiba usar uma camisinha.’”
Entretanto, esse padrão de abuso homossexual e facilitação de tal abuso por parte do movimento LGBT não é novidade.
Veja Harry Hay, o herói de Jennings. Hay é considerado o fundador do moderno movimento homossexual dos Estados Unidos. Entre outras coisas, ele tem sido honrado como um “ícone” no “Mês da História LGBT” pela comunidade de ativistas homossexuais dos EUA.
O que não é de surpreender é que Hay era um entusiasta do estupro contra crianças e ávido apoiador da entidade pedofílica Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos, cuja sigla é NAMBLA. Em 1983, ao dar o discurso principal num evento da NAMBLA, Hay disse o seguinte:
“Parece-me que na comunidade gay as pessoas que deveriam estar protegendo a NAMBLA de ataques são os pais e amigos de gays, pois se os pais e amigos de gays são verdadeiramente amigos de gays, eles saberiam a partir de seus filhos gays que o relacionamento com um homem mais velho é precisamente o que garotos de 13, 14 e 15 anos mais precisam do que qualquer outra coisa no mundo.”
Ou veja o caso de Harvey Milk, o mártir LGBT que era um predador sexual que se sabia tinha cometido vários estupros legais contra um adolescente que tinha fugido de casa. Qual foi a punição que Milk recebeu? O governo de Obama recentemente deu-lhe como recompensa um selo postal honorário dos correios americanos.
Será que eu sou o único que está conseguindo ver que existe um padrão aqui? Será que a deusa da “tolerância” realmente deixou o mundo completamente cego e louco?
Se esse padrão continuar, e se essas alegações contra Bryan Singer se comprovarem como verdadeiras (as provas indicam que podem muito bem ser), aposto que ele vai terminar com sua própria estrela na Calçada da Fama em Hollywood e será o próximo palestrante principal na festa de gala anual da Campanha pelos Direitos Humanos [o principal grupo homossexual dos EUA].
Aposto também que, em ambos os casos, logo estaremos vendo mais entusiastas do “sexo intergeracional saindo do armário.”
Bem-vindo ao fundo do buraco, consequência de uma longa decadência.
Tradução: www.juliosevero.com
VIA MSM

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