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quinta-feira, 12 de março de 2015

Ato contra Dilma contará com apoio da polícia

Grupos armam protestos em todo o país contra a presidente Dilma Rousseff
Grupos armam protestos em todo o país contra a presidente Dilma Rousseff
Os grupos que convocaram o protesto contra a presidente Dilma Rousseff no domingo (15) definiram, junto com a Polícia Militar, que não farão passeata na região da Avenida Paulista, em São Paulo.
Até segunda-feira (9), havia atos confirmados em 32 cidades no Brasil, além de Boston, nos Estados Unidos, e Sidney, na Austrália, segundo levantamento do Movimento Brasil Livre.
Em uma reunião realizada no Centro de Operações da corporação nesta segunda-feira (9), as entidades Vem para a Rua, Movimento Brasil Livre, Revoltados Online e Intervencionistas Independentes decidiram que, por causa das diferenças nas reivindicações, cada uma se concentrará em uma área específica da avenida, sem se movimentar.
O objetivo é evitar eventuais conflitos entre os integrantes de cada grupo e barrar a presença de vândalos. Com o ‘panelaço’ ocorrido em pelo menos doze cidades do país contra o pronunciamento de Dilma em cadeia nacional de rádio e TV, os movimentos elevaram a estimativa de adesão no ato de 100.000 para 200.000 manifestantes.
“Será uma manifestação pacífica como sempre foi os movimentos de direita. Visamos à participação da família nos atos e repudiamos a participação de qualquer grupo que promova a desordem e a violência. Não haverá qualquer movimentação fora da [Avenida] Paulista por problemas de logística e espaço. Não haverá arruaceiros”, enfatizou Rubens Nunes, do Movimento Brasil Livre (MBL).
De acordo com as lideranças dos movimentos e a PM, haverá pelo menos três pontos de concentração entre a Rua da Consolação e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Cada grupo levará um ou dois caminhões de som e se diferenciará entre si por meio de roupas e bandeiras características.
Por exemplo, o MBL, que pede o impeachment da presidente Dilma pelas vias institucionais e tem como cores características o laranja e o azul, se reunirá no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). O Vem para a Rua, que não defende o impeachment, mas a renúncia voluntária da presidente, ficará na região da Rua Pamplona – eles se identificam por camisas da seleção brasileira ou de cor amarela. O Revoltados Online, que já chegou a pedir intervenção militar em atos anteriores, se concentrará na altura do número 900, em frente à sede da Petrobras em São Paulo – eles têm como uniforme camisetas pretas com a inscrição “impeachment já” e uma faixa presidencial.
Elogiando a disposição dos grupos em se reunir com a Polícia Militar para informar o itinerário da manifestação, o coronel da PM Reynaldo Zychan mandou um recado à população: “Quem tem vontade de realizar qualquer ato de violência, por favor fique em casa no dia 15″.
Sem informar o número de agentes ou estratégias específicas para lidar com eventuais distúrbios, o coronel afirmou que a PM mobilizará o “efetivo suficiente” para evitar qualquer tipo de depredação. “A presença de todos esse grupos [na reunião] dá mostras de que a intenção deles é que o protesto ocorra de forma pacífica e ordeira, de tal forma que consigam expressar suas bandeiras, respeitando o direito de todos”, concluiu Zychan.
Fonte: Veja
via verdadegospel

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