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segunda-feira, 6 de abril de 2015

O multiculturalismo como um projeto de morte (Excertos de “A Urgência de Sermos Charlie”)

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Chegamos quase a R$ 9.000,00 na campanha de crowdfunding para o lançamento de “A Urgência de Sermos Charlie”. Ou seja, já passamos da metade do caminho faz algum tempo. Aqui segue o link para continuarmos a campanha e a divulgação!
Abaixo os excertos já publicados:
E agora mais um excerto, do capítulo 4, que fala sobre o multiculturalismo europeu:
E como vai indo o multiculturalismo? Muito bem, obrigado. No mesmo sentido em que um crocodilo vindo em sua direção vai indo “muito bem, obrigado”. Se você alguma vez já se perguntou por que algumas pessoas falam do multiculturalismo com asco, sigamos pelo mesmo blog Perigo Islâmico para ver que há razão para isso. O texto “Multiculturalismo floresce por toda a Europa”[i], lança outra observação relevantíssima antes de jogarmos o multiculturalismo (um dos principais frutos do politicamente correto) na arena:
Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu “sucesso”. Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.
Por assimilação entende-se que os imigrantes devem aderir às normas do país que os recebe, não de seus países originais. Ao invés disso, os multiculturalistas adotam a noção falida de que se você tentar fazê-las se assimilar à nossa cultura deve ser chamado de “islamofóbico”. O padrão, obviamente, se manifestará apenas se estivermos diante de um islâmico, que não é obrigado a cumprir as regras. Se isso tudo soa insano é porque de fato é. Então comecemos com uma avaliação do “caso de sucesso” do empreendimento multiculturalista, de acordo com as dicas daquele blog.
Na Grã Bretanha[ii], na área do Tower Hamlets do Oeste de Londres (também conhecida como “A República Islâmica de Tower Hamlets”), clérigos maometanos normalmente lançam ameaças contra mulheres que se recusam a usar a burca. As estradas foram invadidas por cartazes com frases como: “Você acabou de entrar numa área controlada pela Sharia. As leis islâmicas estão em operação”. Em Luton, os maometanos foram acusados de levar a cabo uma “limpeza étnica”, ao assediarem os cristãos, fazendo com que muitos deles se mudassem para fora das áreas muçulmanas. Em West Midlands, dois cristãos foram acusados de “crimes de ódio” ao distribuírem panfletos bíblicos em uma área predominantemente muçulmana de Birmingham[iii]. Em Leytonstone, o extremista maometano Abu Izzaden interrompeu o discurso público do Secretário da Habitação John Reid dizendo: “Como você se atreve a vir para uma área islâmica?”[iv]. Decididamente uma cena oferecendo um impecável retrato da pusilanimidade européia dos dias de hoje. Se você acha que a Inglaterra, um dos berços do Iluminismo (a da versão muito mais racional e lúcida, em comparação ao Iluminismo francês), seria hoje reconhecida por sua razão, pode tirar o cavalinho da chuva.
Na França, várias vizinhanças muçulmanas agora são consideradas zonas “no-go” pela polícia local. Uma zona “no-go” é aquela onde quem não é muçulmano não é louco de entrar, a não ser que esteja protegido por escolta policial. Hoje existem 751 zonas “no-go”, chamadas de “zonas urbanas sensíveis” pelos batalhões do politicamente correto[v]. Hoje 5 milhões de maometanos vivem em zonas “no-go”. Nessa parte, o governo da França já não controla mais nada. Por medo de serem acusadas de “islamofobia”, as autoridades “travam”. Por isso, quando várias mesquitas começam a proferir “Alá é o maior” por megafones e autofalantes, as queixas públicas reclamando do barulho não são atendidas pela polícia. O que leva os franceses a tolerar este tabefe na cara?
Na Bélgica, o problema é semelhante. Em Bruxelas, onde 20% da população é muçulmana, várias vizinhanças já se transformaram em zonas “no-go”. Quem se atrever a entrar nelas pode levar pedradas nos cornos. No distrito de Kuregen, a polícia tem que patrulhar a região com dois carros: o primeiro para fazer o serviço de patrulha e o segundo para evitar que o primeiro seja atacado. Típica zona de guerra urbana. No distrito de Molenbeek, a polícia recebeu ordens de não tomar café ou comer sanduíches em público durante o mês islâmico do Ramadã. Caso contrário, a situação para eles ficará tão segura quanto fazer barba durante um terremoto.
Na Alemanha, em entrevista dada ao Der Westen, o comissário de polícia Bernhard Witthaut comentou que os imigrantes islâmicos estão impondo zonas “no-go” por todo o país em ritmo impressionante[vi]. O entrevistador perguntou: “Existem áreas urbanas – por exemplo, em Ruhr – distritos e blocos de casas que são áreas ‘no-go’, significando que elas não podem mais ser protegidas pela polícia?”. A resposta de Witthaut:
Todo comissário de polícia e ministro interiorano irá negar isso. Mas é claro que nós sabemos onde podemos ir com o carro de polícia e onde, mesmo inicialmente, apenas com o transporte de pessoal. A razão é que nossos colegas não podem mais se sentir seguros entrando lá em duplas, e temem se tornar eles próprios vítimas de crimes. Nós sabemos que estas existem. É ainda pior: nestas áras, os crimes não resultam em punição legal. Eles são abandonados à sua própria sorte. Apenas nos piores casos nós, da polícia, conseguimos descobri algo a respeito. O poder do estado está completamente fora da equação nestes lugares.
Precisa mais? Pois saiba que na Itália, os muçulmanos normalmente ocupam a Piazza Venezia para suas rezas de sexta-feira. Na Bolonha é normal que muçulmanos ameacem bombardear a catedral de San Petronio[vii]. Motivo: ela exibe uma pintura de 600 anos ilustrando o Inferno de Dante, mostrando Maomé atormentado no inferno. Parece que o método multiculturalista mostrou-se tão útil quanto um lápis branco. Mas não pense nos políticos italianos que deixaram isso acontecer como pessoas estúpidas. Melhor pensar neles como pedras inteligentes.
E a Suécia? Ah, o paraíso na terra. Pois lá existem várias áreas de Malmo (com mais de 25% de muçulmanos) que também são zonas “no-go” para não-muçulmanos. Malmo, onde o distrito de Rosengaard é descrito como multi-étnico, assistiu vários carros serem bombardeados por muçulmanos[viii]. Neste distrito, 80% dos homens estão desempregados.
Parece realmente inacreditável o que está se passando com a Europa, mas os fatos estão aí. Não podemos fechar os olhos para eles. É por isso que o blogueiro europeu (que vive em Portugal) lança novamente seus comentários ao mesmo tempo indignados e lúcidos:
Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e apropagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.
A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica – tanto da esquerda como da direita – que os traiu.
É bom lembrar que não falamos aqui de uma “falha de projeto”. Estamos diante de um projeto executado conforme o previsto.
[i] “Multiculturalismo floresce por toda a Europa”. Blog Perigo Islâmico, 17/07/2012.
Fonte: http://lucianoayan.com/2015/04/05/o-multiculturalismo-como-um-projeto-de-morte-excertos-de-a-urgencia-de-sermos-charlie/

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