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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

COM OS MILITARES FUNCIONA: "Modelo de escola gerida pela PM beneficia Amazônia e Nordeste"


Segundo informou O Globo, de 2011 para 2013 a escola estadual Prof. Waldocke Fricke de Lyra deu um salto no IDEB. Nos anos iniciais do ensino fundamental, a média subiu de 3,3 para 6,1. Nos demais, aumentou de 3,1 para 5,8, enquanto o índice de reprovação caiu de 15,2% em 2012 para zero no ano passado. 

A melhoria no desempenho apareceu também nas Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas. Órfã de pai aos 8 anos, Jennyfer da Silva Veloso, hoje com de 16, levou o bronze e uma menção honrosa na competição. Ela foi aprovada em primeiro lugar no vestibular da Universidade Estadual do Amazonas, onde começou a cursar matemática este ano.
Ela conta a dificuldade que encontrou para se adaptar por ocasião da transição da escola para o regime militar e se lembra do primeiro dia da mudança. Ela estava com o cabelo pintado, usava piercing no nariz e tinha franja. Os alunos foram levados para a quadra, onde lhes foi explicado o regulamento. Segundo ela, “explicaram tudo. Tive de tirar o esmalte e prender a franja”.
Com o tempo, prossegue, foi se acostumando e percebendo que, “aqui, realmente o que importa é o conhecimento, e não a aparência”. A escola melhorou muito com o novo modelo.
Outro medalhista foi Yuri Macedo, que garantiu a primeira medalha de ouro. Tímido, o garoto de 13 anos, aluno do 8º ano, falou da felicidade dos pais — a mãe, dona de casa e o pai, vendedor em uma fábrica de sorvetes — com a conquista. Entre os colegas, a sua popularidade de “aluno olímpico”, aumentou.
Maria do Rosário de Almeida Braga, de 54 anos, diz que é uma das poucas educadoras que continuaram no colégio depois que a PM assumiu o controle: “Aqui só fica professor que quer trabalhar. Há exigências para o aluno e para o professor. Mas o retorno é muito grande, inclusive financeiro”.
A escola Raimundo Nogueira, no conjunto Ajuricaba de Manaus, também adotou o modelo das escolas administradas pela Polícia Militar. O assédio de traficantes aos alunos, casos de violência contra os estudantes no entorno da escola e até ameaças sofridas pelos professores faziam parte dos relatos de insegurança envolvendo a escola.
Por meio de parceria entre a Secretaria da Educação e a Polícia Militar, o programa-piloto Educando com Segurança busca incentivar a disciplina e oferecer as condições ideais para o processo de ensino-aprendizagem no ambiente escolar.
Com o aval dos pais e professores, a escola passou a adotar uma cartilha com as mesmas regras dos colégios da Polícia Militar: formação antes de entrar na sala de aula, Hino Nacional e hasteamento da bandeira, rigidez no horário de entrada e cobrança maior quanto à participação dos pais no dia-a-dia da escola. 
Somam-se às atividades cívicas palestras de motivação e prevenção às drogas, apoio às atividades culturais e esportivas extraclasse, formação de grupo de escoteiro e de percussão.
Quantas crianças estão sendo estragadas, talvez para sempre, por falta de coragem dos responsáveis em pôr ordem na educação no Brasil? É claro que o coro dos direitos humanos, das ONGs e da esquerda católica não gosta da ordem nem de disciplina, preferindo a pastoral de meninos de rua, supostamente mais “democrática” e “cristã”...
Poderão eles até tentar frustrar essa iniciativa. Mas não valeria a pena dar um chega para lá nessa filosofia distorcida e prejudicial para as novas gerações?
 
          ( * ) Luis Dufaur é escritor e colaborador da ABIM
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM) via http://defesa-hetero.blogspot.com.br/

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