Natal
é o Aniversário de Jesus. Nessa data, planeje uma visita a um orfanato ou asilo
de velhinhos para levar um presente e uma Bíblia. Se possível, convide um deles
para um almoço. Se em sua igreja ou comunidade há uma viúva pobre que estará só
neste Natal, convide-a para um almoço. Se a sua possibilidade é ajudar presidiários,
identifique os que aceitaram o Evangelho e lhes dê um ânimo. Essa é a
comemoração de Natal que agrada Jesus! Dê este presente de Natal para Ele!
retenha-o
firmemente e volte-se para Mim outra vez.[...]”
Apocalipse 3:3 - Viva
Depois de algum tempo caminhando com Deus, assim como ocorre em outros
relacionamentos, é possível que a rotina e o desânimo tomem conta dos
nossos corações, de tal forma que nos perdemos na nossa busca diária por
uma intimidade com o Pai.
Em situações assim, retornar às raízes é a melhor maneira de reconstruir
nosso relacionamento com o Senhor. Voltar às nossas origens, recordar
como e onde tudo começou, rever quem éramos e confrontar aquele estado
com o nosso estado atual, depois de tantas experiências vividas com
Jesus.
Certamente, após verificarmos as circunstâncias que nos levaram a
afastar do Senhor, ou que esfriaram nossa fé e intimidade com Ele, e ao
refletirmos sobre quem éramos sem Ele e em quem Jesus nos (trans)formou,
uma novidade de vida plena e transbordante em amor e gratidão
simplesmente transbordará em nossos corações.
Acontece que, quando confrontamos nosso estado caído e infeliz com o
estado de quem tem experimentado a graça de Deus, dia após dia,
inevitavelmente, sentimos o desejo de regressar para os braços Dele. Um
arrependimento muito grande e sincero vem nos relembrar o quanto nós
precisamos do Senhor.
Coisa gloriosa para um cristão é ter a possibilidade de recomeçar em
Deus, e retomar seu lugar de filho num relacionamento íntimo e sincero
com Ele! Coisa gloriosa para nós é termos a certeza da Sua doce
presença, esperando nosso regresso, mesmo quando nós nos afastamos Dele!
Esfriamento, tristeza, medos, frustrações, preocupações, rotina... Nada
disso pode ser mais imperativo em nossos corações do que a certeza do
amor e do cuidado de Deus por nós. Nada disso pode ser maior que nossa
fé e entrega a Ele. Pois nada disso pode ser comparado à imensidão de
quem Deus é e do que Ele faz (e ainda fará) em nossas vidas.
Portanto, se nossa condição hoje é de filhos cujo amor pelo Pai Eterno
tem se esfriado, é de adoradores cuja adoração tem se perdido, é de
amigos cuja distância tem nos afastado do Senhor, voltemos ao nosso
primeiro amor! Regressemos ao nosso passado, olhemos para trás, vejamos o
quanto já caminhamos e quanto Deus tem feito a diferença em nossas
vidas.
O amor certamente arderá em chamas irreprimíveis, o desejo e a
disposição de buscar por Ele incontidamente voltarão a nos convidar a
cada instante para uma caminhada rumo à eternidade, onde a Sua presença
será tudo o que precisamos e tudo o que mais queremos.
Quando estudamos a Segunda Guerra Mundial, o foco da História
normalmente é o expansionismo da Alemanha nacional-socialista e o seu
“III Reich”. No entanto, os interesses expansionistas da URSS na
Europa são pouco estudados nas escolas brasileiras. Este artigo tem o
objetivo de suprir esta carência, oferecendo um material que possa
“fechar a lacuna” de conhecimento historiográfico do aluno brasileiro
sobre o tema.
Abordaremos o expansionismo soviético na Europa Setentrional,
especificamente nas regiões do Báltico e da Finlândia, bem como as
guerrilhas de resistência que perduraram nas regiões ocupadas até meados
dos anos 1950. Não abordaremos o expansionismo soviético na Europa
Oriental, onde vigorou uma política de criação de Estados-satélite, em
contraposição às ações soviéticas na Finlândia e nos estados bálticos,
caracterizada pela invasão, ocupação e anexação de territórios.
O nome “Guerra Muita Fria” é uma referência à Guerra Fria
(1947-1991). Apesar da Guerra Fria ser tradicionalmente estudada como um
conflito diplomático que inicia após a Segunda Guerra, esta perspectiva
sobrepõe a visão dos europeus ocidentais e americanos à dos europeus
orientais, para quem o conflito diplomático entre o Ocidente e União
Soviética começa muito antes. Isto se tornará mais claro quando
estudarmos os precedentes da “Guerra Muito Fria” e o seu desenvolvimento
antes, durante e após a Segunda Guerra Mundial.
O nome também diz respeito às características climáticas da região
onde os conflitos aconteceram – a costa leste do Mar Báltico – e onde
predomina o clima subártico, neva muito e as temperaturas no
inverno podem cair abaixo de 0 ºC.
Interessado? Então fique atento às nossas atualizações e permaneça
conosco no ano que vem para a estréia da série de artigos. Enquanto
isso, você pode ler mais sobre a Segunda Guerra Mundial na nossa série
anterior “A Guerra de Três Lados”:
O
ensino bíblico que Deus é a fonte de toda criação e que todas as coisas
têm sua origem em e dependem de Deus (Salmos 24:1). Soberania significa
que Deus está em tudo e sobre tudo.
Soberania Criativa.
Deus é o Senhor da criação, a fonte de todas as coisas, que trouxe o
mundo à existência e que guia Sua criação para um fim significativo. A
criatividade de Deus não é resultado do acaso ou da aleatoriedade. Ela
contém a promessa e o propósito que Deus pretende.
Soberania Moral.
A soberania de Deus, Sua autoridade sobre a criação, é fundamentada na
natureza essencial de Deus que é moral. Deus deve ser obedecido, não
simplesmente porque Ele é poderoso, mas porque Ele é justo (Salmos
50:6). Deus julga Sua criação na base de Seu profundo caráter moral. Ele
é tanto a fonte de toda criação como de toda bondade.
Soberania Transcendente.
A soberania de Deus é transcendente, além de nossa completa compreensão
(Isaías 6:1). Deus é separado de Sua criação e trabalha de maneiras que
os seres humanos nem sempre entendem. A transcendência está intimamente
relacionada à santidade de Deus, Sua pureza moral excelente e Seu
caráter distintivo essencial.
Soberania com um Propósito.
A soberania de Deus segue em direção a um fim particular, um propósito
específico (Filipenses 2:13). O propósito de Deus é trazer Sua criação –
toda a Sua criação – à plenitude e realização, à comunhão com Ele:
“Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2 Coríntios
5:19). O reino de Deus é o fim em direção ao qual Deus move a Sua
criação.
Soberania e Liberdade.
A soberania divina não significa que tudo que ocorre no mundo é a
vontade de Deus. Deus criou um mundo em que a liberdade é uma
possibilidade real. Sua vontade permissiva torna possível a liberdade
humana e as leis da natureza. Esta liberdade significa que a soberania
deve sempre ser distinta da “sorte” ou do “destino,” a crença que tudo
que ocorre no mundo foi predeterminado, programado de antemão, por Deus.
Essa visão, levada a extremos, torna os seres humanos peões ou
marionetes de um universo mecânico em que todas as escolhas são feitas
de antemão e onde a liberdade não é possível. Todavia, o Evangelho
sugere que os seres humanos encontram liberdade genuína, não em fazer
tudo que eles querem, mas em se submeterem à vontade soberana de Deus, à
regra e ao reino de Deus em suas vidas individuais e coletivas. A
soberania de Deus envolve a auto-limitação de Deus a fim de que Sua
criação possa também escolher a liberdade nEle.
Soberania e Providência.
Deus guia, sustenta, ama, e anseia ter comunhão com Sua criação. Ele se
revela como um pai amoroso e relacionado com a humanidade. Ele “tomou
sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores” (Isaías
53:4). Deus escolheu participar da história humana para cuidar dos
seres humanos em suas forças e fraquezas. “Sabemos que todas as coisas
concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados
segundo o seu propósito” (Romanos 8:28). Aqueles que pertencem a Deus
não serão isentos do sofrimento; eles não serão poupados da decadência
que a vida traz a todas as pessoas. O povo de Deus pode, entretanto,
encontrar recursos espirituais e força para perseverar em tempos de
dificuldades. O Deus soberano do universo escolheu identificar com Sua
criação na cruz de Cristo. Não há maior exemplo de Seu cuidado de Sua
criação.
A
velha lei cristã que nos ensina a tratar com respeito, cortesia e amabilidade
as pessoas é uma regra irredutível de conduta individual, uma regra que não
possui flexibilidade ou brechas que permitam interpretações deturpadas. Trata-se de um axioma básico para que toda a
cooperação social e coexistência humana seja pacífica e produtiva. Com efeito, trata-se de um alicerce
indispensável para toda e qualquer civilização que queira prosperar.
No
entanto, é inegável que estejamos, de maneira inconsciente e gradativa, solapando
a rigidez deste alicerce. E tal
procedimento já vem ocorrendo há várias décadas, de modo que aquele
outrora robusto alicerce hoje se tornou apenas um pequeno toco não mais capaz de
sustentar com vigor as relações inter-humanas e a toda a vida social.
É
verdade que a lei do amor ao próximo ainda fundamenta grande parte de nossas
relações individuais diretas. Dentro de
nossas famílias, praticamos — ou ao menos nos esforçamos para praticar — este
mandamento. Em nossas relações diretas
com nossos parentes próximos e até mesmo com nossos vizinhos, nos esforçamos
para não infligir nenhum dano sobre eles e suas famílias. Uma relação amistosa e cordial ainda é algo
mais frequente do que uma relação maliciosa e destrutiva. Em todas as nossas interações sociais, sejam
elas associações econômicas ou quaisquer outras relações casuais, basicamente
respeitamos os direitos e a liberdade de nosso semelhante.
Mas
tudo isso se altera quando entra em cena o estado. Ou, colocando de outra forma, tudo isso se
altera quando vemos no estado uma
ferramenta legítima para a imposição e a consecução de nossas demandas.
Com o estado, somos indivíduos transfigurados. Somos outros.
Com este organismo político, não há espaço para a lei do amor ao
próximo; não há espaço para a cortesia, para o respeito e para a
amabilidade. Quando agimos utilizando o
estado para atender às nossas demandas políticas, agimos de uma maneira que um
indivíduo minimamente escrupuloso jamais sonharia em agir em suas relações
inter-humanas diretas. Não há espaço para
a cortesia e para o respeito ao próximo quando fazemos do estado o sistema
canalizador de nossas demandas.
Considere
os seguintes exemplos.
Como
pais, não pensamos em coagir nosso vizinho para que ele contribua para a
educação de nossos filhos.
Porém, como membros de um organismo político, recorremos à tributação
com o intuito de coagi-lo a financiar a educação de nossos
filhos, de modo que eles tenham "educação pública, gratuita e de
qualidade". De quebra, isso faz com que
nos sintamos "liberados" das nossas obrigações morais e pessoais para com
nossos próprios filhos. Alguém que
quisesse propositalmente criar uma sociedade de pais indolentes e negligentes
dificilmente teria uma ideia melhor.
Como
seres humanos, não pensamos em surrupiar nosso vizinho de toda a sua poupança e
aposentadoria. Porém, como seres
políticos, defendemos que o valor delas seja brutalmente reduzido por
políticas governamentais de aumentos de gastos, de crédito fácil e de
empréstimos subsidiados para pessoas e empresas de que gostamos. Como
indivíduos, não pensamos em encarecer
artificialmente aqueles produtos que nosso vizinho mais pobre consegue
comprar. Como membros do corpo político, consideramos perfeitamente
normal obrigá-lo a pagar mais caro por meio de políticas governamentais
de desvalorização
cambial e de imposição de tarifas de importação, as quais visam a
proteger
aquelas empresas ineficientes pelas quais temos alguma preferência.
Como
pessoas caridosas, jamais pensaríamos em atacar a herança de uma viúva e de
seus órfãos, e jamais pensaríamos em coagi-los para que eles nos colocassem
como co-herdeiros. Como membros do corpo
político, podemos obrigá-los a repassar boa parte de sua herança para nós por meio de um imposto sobre heranças.
Como
indivíduos, não pensamos em extrair, por meio da violência ou da ameaça
de
violência, nenhuma fatia da riqueza ou da renda do nosso vizinho rico.
Porém, em nossa vida política, estranhamente
passamos a nos sentir livres e moralmente desimpedidos para exigir
que boa
parte de sua renda seja confiscada por meio de impostos (e que esse
dinheiro seja utilizado da maneira como aprovamos).
Como
empreendedores, não cogitamos obrigar nossos concidadãos que vivem
em outras partes do país a nos auxiliar em nossos empreendimentos locais; como
participantes do sistema político, obrigamo-los a nos ajudar a alcançar nossos
objetivos econômicos por meio de subsídios, repasses obrigatórios e outras
contribuições governamentais.
Dois parâmetros distintos de moralidade
Se homens malvados e
violentos tentassem confiscar os ativos físicos do nosso vizinho (como
um imóvel, por exemplo), nós corajosamente sairíamos em sua defesa. Se
ele porventura ferisse ou até mesmo matasse um de seus agressores,
iríamos absolvê-lo de qualquer acusação criminosa por ter agido em
legítima defesa.
No entanto, se este mesmo vizinho, por ter se
recusado a ter seus bens confiscados pelo estado por não ter pagado
devidamente seus impostos, viesse a ferir ou até mesmo a assassinar em
legítima defesa um "representante do estado" que foi à sua propriedade
para confiscá-la, iríamos condená-lo por ter se recusado a abrir mão de
parte de sua riqueza e por consequentemente ter privado o governo de
utilizá-la para financiar aqueles programas de que gostamos. E com toda
a nossa fúria e desejo de vingança, defenderíamos que ele fosse jogado
em uma penitenciária e por lá ficasse "por um bom tempo".
Utilizamos
dois padrões distintos de moralidade para mensurar nossos feitos e atitudes. Somos rápidos e severos para condenar os
delitos que nosso vizinho comete. Mas
somos incapazes de julgar com a mesma severidade nossas próprias ações quando
estas são efetuadas por meio do sistema político.
Condenamos
um vizinho quando este comete roubo, sequestro, assassinato, esbulho, fraude e usurpação contra nossos semelhantes.
No entanto, somos incapazes de fazermos um auto-julgamento quando
defendemos que o governo confisque a riqueza alheia por meio de impostos, sequestre
aqueles indivíduos que não "pagaram devidamente" esses impostos, assassine
aqueles indivíduos que oferecerem resistência a este sequestro,
reduza a
poupança e o poder de compra da população por meio da impressão de
dinheiro
(falsificação) e da restrição de compras de bens estrangeiros bons e
baratos (tarifas de importação), estatize ou assuma forçosamente o
controle majoritário de empresas
privadas, e usurpe por meio de regulamentações e burocracias o direito
de
indivíduos exercerem atividades econômicas que concorram com as empresas
favoritas do governo.
Duas almas em nosso peito
Condenamos
um indivíduo por desconsiderar suas promessas, seus acordos e seus contratos, e
nos esforçamos para fazê-lo cumprir suas obrigações contratuais por meio de
ações judiciais e de outros meios legais ao nosso dispor. Mas prontamente condescendemos com práticas
governamentais que desprezam promessas e até mesmo os mais básicos mandamentos
éticos. Podemos até mesmo chegar ao
cúmulo de nos simpatizarmos com políticas explicitamente ilegais e condenar
aqueles que são prejudicados por elas e que agiram em legítima defesa para se proteger.
A
realidade é que temos duas almas em nosso peito: uma que procura fazer o que é
moral e eticamente certo, e outra que renega a própria existência de padrões
morais e éticos. A humanidade já pagou,
está pagando e ainda irá pagar um enorme preço por ter rejeitado os mais
básicos princípios cristãos do respeito, da cortesia e do amor ao próximo na esfera
da ação política, a qual só faz crescer.
O preço foi, é e será pago na forma de escravidão, guerras e crescentes tensões
sociais.
“Não posso aceitar o princípio de que devemos julgar o papa e o rei, ao contrário de outros homens, com uma presunção favorável segundo a qual eles são incapazes de fazer o mal. Inversamente, a presunção deve ser desfavorável em relação aos detentores do poder… O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente.” Lord Acton
"Depois de ver o sinal miraculoso que Jesus tinha realizado, o povo começou a dizer:
"Sem dúvida este é o Profeta que devia vir ao mundo".
Sabendo Jesus que pretendiam proclamá-Lo rei à força,
retirou-Se novamente sozinho para o monte."
João 6:14-15 - NVI
Quando nós prontificamos a agradar a todas as pessoas que amamos, o máximo que conseguimos é nos frustrar e desagradar a nós mesmos. Inevitavelmente, culpa e tristeza sorriem e convidam, com gestos suaves e sutis: "Venha, minha doce menina! Mergulhe nesse abismo de insuficiência existencial, pois é tudo o que te resta..."
Temos de levar à risca aquele ensinamento de Pedro, quando nos instruiu: "Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os Seus passos" (1Pedro 2.21). Esse sofrimento também está ligado à intenção de ser verdadeiro e ser incompreendido, de amar e não ser correspondido, de estar certo e ser injustiçado, de fazer o bem e ser rejeitado.
Nem sempre agradamos quem amamos, mas quem amamos nem sempre é sensível o suficiente para entender que não amor não é suficiente para sustentar qualquer relacionamento. É necessário compreender que o silêncio, as particularidades, uma certa privacidade, um pouco de renúncia, um pouquinho de distância, mudança de planos, falar a verdade ainda que faça doer... tudo isso faz parte de um relacionamento saudável, seja ele amoroso, familiar, fraternal, ou mesmo intrapessoal.
Jesus foi o Homem extraordinário que foi, precisamente porque Ele nunca quis, sequer, tentar ser o que os outros queriam fazer Dele.
Precisamos ser firmes nas nossas decisões, mas flexíveis em revê-las sempre que necessário, sem deixar que nossos melhores valores se percam. Precisamos ter uma identidade que revele que somos filhos de Deus, mas precisamos protegê-la a todo custo, ainda que isso signifique desagradar alguém.
Não importa o que outras pessoas pensem de nós ou queiram que sejamos. Importa o que Deus, nosso Pai Eterno, pensa a nosso respeito e o que Ele quer quer sejamos. Porque Ele, somente Ele, sabe bem quem somos nós por dentro. E só Ele sabe bem como trabalhar em nós, de forma que sejamos cada vez mais completos, felizes e santos.
A melhor e mais inteligente maneira de se tornar alguém plenamente satisfeito e realizado, é sendo quem somos diante de um Deus que, em vez de nos acusar e diminuir, amorosamente nos corrige quando erramos ou, simplesmente, vibra quando seguimos Seus exemplos e fazemos o que é certo.
“É uma grande hipocrisia recusar uma realidade que está diante de nós”
(Nicolas Sarkozy, sobre o multiculturalismo)
Pensem em
um povo que abandonou suas bases, seus lastros, mas que não apenas
colocou de lado tudo o que havia de singular, alto e belo de sua
cultura, mas desprezou, criminalizou, odiou.
Há 100 anos, em 1915, nenhuma alma na Terra poderia prever que a Europa,
a conquistadora do mundo, o berço da Civilização que mais progrediu e
se expandiu na humanidade, com uma literatura pujante, uma alta cultura
invejável e descobertas, em todas as áreas, importantíssimas para a
humanidade, estaria em um estado tão deplorável quanto hoje. Há um
século a Europa vivia dos louros, de suas conquistas de séculos
passados, mas também plantava sementes negras em um solo fértil.
O
racionalismo, racismo, irracionalismo, materialismo, socialismo,
cientificismo, entre outras nefastas ideias tiveram um amplo espaço na
Europa na primeira metade do século XX, mas tais sementes sombrias ainda
eram o que eram: sementes. Algumas, como a eugenia, derivada do racismo
científico, cresciam rápidas e fortes, porém a própria ciência
ocidental, além da filosofia e teologia, fez essa erva daninha minguar
depois de um tempo. Todavia, outras sementes demoraram a crescer:
oriundas do racionalismo exacerbado e do irracionalismo niilista, tais
sementes brotaram e cresceram nas sombras e só deram frutos quase 100
anos depois, no final do século XX. Foi na década de 90, há mais de 20
anos em alguns locais (em alguns países só tiveram uma ampla força no
final da década em questão, ou até mesmo no início do Terceiro Milênio,
há menos de 20 anos), que os frutos vieram ao mundo político com toda a
sua força: o multiculturalismo do progressismo.
A culpa de a
Europa estar em plena queda, com sua cultura quase morta e necrosada,
não é dos milhares de imigrantes, tampouco de terroristas presentes no
meio desses imigrantes. A culpa é do europeu. As consequências das
políticas progressistas, tão amadas e defendidas pelos europeus, foram
grandes em termos de abrangência: colocaram a maioria, ou uma grande
quantidade (depende do país) da população europeia com o pensamento
guinado para o progressismo.
O
multiculturalismo se tornou pauta quase que prioritária na política
europeia. Quem discordava não estava apenas errado, mas também se
tornava criminoso, era racista, xenofóbico,
preconceituoso, nazista. Com a taxação e a segmentação, os que pensavam
de modo diferente e divergiam das visões e políticas multiculturalistas,
se embasando na lógica da realidade, se viram sem terreno para debater,
sem espaço para se expressar. O primeiro assassinato que o
multiculturalismo fez, e faz, foi das tradições europeias, foi o do
pensamento verdadeiramente crítico e da verdadeira tentativa de diálogo.
Não dariam a chance de pessoas mais conservadoras dialogarem, o que
acelerou mais ainda o declínio da cultura europeia.
Antes mesmo
das grandes levas de imigrantes assentarem suas culturas nas grandes
cidades europeias, o progressismo estragava a cultura europeia. Os
pensamentos antirreligioso, sofista, irracionalista, utilitarista,
feminista e libertino ceifavam a alta cultura europeia nas academias e
universidades décadas antes de políticas progressistas serem amplamente
implementadas; foi no campo de produção mais alto e conceituado da
Europa que começou seu gradual declínio: nas universidades. A cultura
europeia, que determinou todo o sistema de economia, produção, bancário,
político, diplomático, universitário, bélico, midiático e jurídico do
mundo se via enfraquecida por si mesma, optando por denegrir o passado e
enaltecer um futuro “melhor”, em nome de um suposto progresso.
Em nome do
“progresso” a taxa de natalidade europeia caiu. Não se via mais virtude
em ter filhos, mas sim desvantagens. A cultura era incapaz de fazer o
básico para sua sobrevivência: incentivar a manutenção do número
populacional; a inaptidão de conservar suas singularidades e virtudes,
em comparação com outras culturas, se mostrou com muita força e efeito
na tendência desconstrucionista, destruindo certezas, antes absolutas,
da cultura da Europa. Agora não existia povo mais civilizado ou menos
civilizado, sociedades inferiores ou superiores em seus hábitos,
sistemas, ensinos, leis e tradições. Todos eram iguais, semelhantes. Todos deveriam se curvar para o grande coração pintado no paredão rosa do progressismo. E se alguém discordasse? Argumentum ad Hitlerum, reductio ad Nazium,
isto é, esse alguém seria posto em paralelo com Hitler e a história do
nazismo. Todos os seus argumentos seriam reduzidos a comparações
estapafúrdias e falaciosas ao nazismo.
A Europa se
tornou um pedaço molenga de gelatina. A cultura se esterilizou de tal
modo que quase todas as ligações com as antigas virtudes e conquistas
europeias se tornaram algo distante, como se fossem pertencentes a um
mundo alienígena. Desde então, leis absurdas se colocaram contra as
tradições, e a boa moral, existentes. O feminismo, por exemplo, tomou
força, conseguindo cada vez mais campo político e adeptos, podendo fazer
passeatas com atentado ao pudor sem medo de represálias, invadindo
igrejas, quebrando ícones religiosos, urinando em altares, afrontando
padres, monges, bispos ou qualquer indivíduo que usasse da coerência
para ser contra as proposições feministas – e pior: ano passado, quando
invadiram a Catedral Notre-Dame de Paris, ativistas feministas foram expulsas pelos vigias da catedral. O que a justiça francesa fez? Não apenas absolveu as feministas, como também condenou aqueles que tentaram interromper a manifestação e o vilipêndio à fé católica, multando em 300 a 1000 euros os vigias que impediram a barbárie. A Europa contemporânea não apenas tenta ter um monopólio de discurso, mas também age judicialmente contra quemtenta se defender do “progresso”.
A barbárie
multiculturalista iria se degenerar em totalitarismos e discriminações
massivas contra tudo o que era tradicional sozinha. O politicamente
correto existente no âmago do progressismo tem tendências totalitárias, e
mesmo se não existissem imigrantes em massa dentro do território
europeu, os bárbaros iriam corromper o Ocidente de dentro para fora;
contudo, dadas as circunstâncias internacionais, os bárbaros, agora,
invadem mais uma vez o Ocidente, e de modo “pacífico”.
Ao “lado”
da Europa existe uma civilização antiga e com crenças e valores
próprios, sem a maioria das bases que o Ocidente teve em sua formação. É
a Civilização do Islã, embasada, principalmente, em um único livro, O Livro,
o Corão. O mundo muçulmano não se assemelha ao mundo cristão. Suas
leis, costumes e preceitos morais são, em geral, baseados na palavra de
seu livro sagrado, e de modo diferente da Bíblia, onde existe um amplo
espaço para interpretações, indagações e mudanças de leituras – Santo
Agostinho, no fim da Antiguidade, já afirmava que não teria como saber o
que eram os “seis dias” descritos no Livro do Gênesis para a Criação,
ou seja: o santo não considerava as palavras da Bíblia como literais, ou
totalizantes para definir o significado correto do que se queria passar
no texto –, pois o texto bíblico é inspirado, enquanto o Corão foi ditado para
Maomé. Embora, dentro do islã, existam vertentes que admitam
interpretações diferentes do Corão, elas são bem mais brandas que no
cristianismo. As duas religiões, ambas construtoras de Civilizações, são
muito diferentes para serem comparadas.
Como o
Ocidente tem, como uma de suas bases, a Bíblia e sua moral, a cultura
ocidental não consegue sair muito de seu alicerce, mesmo que o odeie
como ocorre no progressismo multicultural. O multiculturalismo foi
proposto como uma ação contra a discriminação de outras culturas
inseridas dentro de Estados. Ela nasce no Ocidente – e tem um moralismo
que seria impossível de ser conseguido sem a moral
cristã –, em meio à preocupação de querelas internas dentro de
sociedades, que ameaçassem a Democracia e o Estado de Direito, tentando
integrar as diversificadas culturas dentro dos Estados. Com o tempo,
infelizmente, o multiculturalismo mostrou sua natureza paradoxal.
Para apoiar
todas as culturas existentes em um país, o multiculturalismo está
condenado a se contradizer para conseguir ser, no mínimo, efetivo em sua
meta. É preciso diminuir a cultura nativa – de preferência a Ocidental,
sempre – em prol das demais. O propagador do multiculturalismo não
nota, porém, que o próprio multiculturalismo é uma cultura que tenta se impor sobre a predominante, precisando ser a dominadora para
ter sua real “eficácia”. Tal paradoxo é estrondoso, pois o
multiculturalismo não consegue ser aquilo que propõe: múltiplo, mas sim
um emaranhado de propostas com flertes hegemônicos. Há outra
contradição: culturas que, se forem realmente respeitadas, irão inibir outras culturas, pois a inibição e o domínio de outra cultura é uma característica intrínseca de certas culturas, logo, apoiar todas as culturas seria, também, dar apoio ao extermínio de algumas.
Como todo
paradoxo, o problema do multiculturalismo é insolúvel. Ele precisaria
ser abandonado para que as dificuldades que ele criou fossem apagadas
com as décadas, contudo os europeus se recusam a abandoná-lo. A Europa
não se endireita, e prefere investir em políticas claramente fracassadas
em relação às leis de imigração. Como a mentalidade do povo do Ocidente
Europeu, em geral, absorveu o progressismo, a própria cultura das
massas nativas se recusa a enxergar o próprio erro com relação às demais
culturas.
Sequer
enxergam os males que a cultura multiculturalista faz em suas próprias
sociedades. Não veem, e nem fazem questão de ver, que o multicultural
não aceita as próprias culturas europeias. O caso das feministas em
Notre-Dame deixa bem claro que até mesmo a antiga cultura da Justiça, e
do uso da razão no sistema jurídico, está sendo posta de lado em nome da
voz das “oprimidas”. Não são apenas as senhoras que vão para a missa as
prejudicadas. Todos são.
Mas a maior ameaça, além da destruição da própria cultura, é a infiltração de outras culturas na Europa, culturas superiores às
dos europeus. Superiores não pelo fato de serem tolerantes, de
conquistarem grandes proezas na filosofia e na ciência, não; mas ao
menos a cultura muçulmana se sabe conservar e manter a renovação, e
crescimento, do número de seus indivíduos. Qualquer cultura que é
incapaz de, no mínimo, renovar seu número populacional é uma cultura
moribunda; por mais que tenha alcançado grandes conquistas e
contribuições, é uma cultura sem futuro, fadada a desaparecer. Culturas
precisam de crianças.
O
multiculturalismo abriu os portões para o islã, religião de um hábito
expansionista e dominador. O já comentado paradoxo permitiu que outras
culturas, muitas vezes nocivas, proliferassem dentro do Ocidente como
corvos proliferam em um milharal desprotegido; não adianta comparar o
mundo muçulmano com o nosso, pois suas bases são diferentes, eles não
pensam como nós, não haverá aculturação. Os bárbaros, mais uma vez,
invadem o Ocidente, só que agora sem resistência. Depois dos recentes
atentados em Paris, que mataram mais de 100 pessoas, uma das primeiras
preocupações da grande mídia foi a “reação da direita nacionalista”.
Isso: uma das primeiras preocupações não foi com o crescente afluxo de
imigrantes que, como a malvada direita avisou, seria perigoso; a
primeira inquietação dos iluminados progressistas foi para com aqueles
que não estavam fazendo nada.
Um dia
depois dos atentados, um grupo corajoso e são de franceses se reuniu e
foi feito um pequeno protesto contra o número absurdo de imigrantes em
Paris. Resultado? Uma massa de pessoas maior os expulsou em nome da
“paz”, do amor e do acolhimento aos estrangeiros: os mesmos motivos que
levaram os terroristas a terem cidadania francesa ou se infiltrarem na
França com grande facilidade. O mesmo motivo que gerou o sangue no chão
de Paris.
É um tempo
sombrio para a Europa. Não é culpa dos imigrantes que o atentado em
Paris tenha ocorrido, mas sim dos próprios europeus, que abandonaram e
desprezaram suas crenças e valores antigos – seria um cenário
infinitamente mais seguro para os europeus se sua cultura fosse mais
forte. Poderia haver até mais imigrantes na Europa que agora, porém o
perigo da mudança brusca de cultura seria menor, e possivelmente, em
casos críticos como o da Síria, onde existe uma alta chance da
infiltração de terroristas nas grandes massas de refugiados, a Europa
sequer teria permitido o grande fluxo de refugiados, optando por ajudar
povos menos perigosos; não tenho muitas esperanças para a cultura
europeia agora. Eles se recusam a ter filhos, a voltar para suas
tradições, enfim, se recusam a deixar sua cultura viva.
O islã só
esta fazendo o que lhe é normal, e nada mais, seja por meios violentos
ou por uma infiltração pacífica. Os europeus perderão suas
nacionalidades, seus idiomas, seus hábitos, seus monumentos, suas
crenças. E o primeiro a sorrir quando tudo isso ocorrer, possivelmente
não será um soldado do Estado Islâmico, ou um muçulmano que ficaria
agradecido por não ver mais mulheres fazendo nudismo em praças públicas,
mas a primeira pessoa a sorrir, provavelmente, deve ser uma professora
em alguma faculdade, ministrando suas últimas aulas antes da Sharia ser
um fato, tendo um saboroso e grande sorriso amarelo na boca, pensando:
“Conseguimos. Integramos “todos” em nossa cultura!”.
…
Mas… Quem
sabe? Em 1915 ninguém jamais poderia prever o nosso presente. Será que
em 2015, da mesma forma, seria errado cogitar um futuro muçulmano para a
Europa? Tudo depende única e exclusivamente dos europeus.
Fonte do texto: http://www.institutoliberal.org.br/autor/hiago-rebello/
Edinho Silva é o ministro da Secretaria de Comunicação Social da
Presidência da República. Em outras palavras, a missão dele é trabalhar
para que a imagem de Dilma não seja abalada na imprensa. Em encontro com
empresários, Silva jogou na sociedade a culpa pela corrupção petista: “Evidente
que tivemos erros, como penso que outros partidos também cometeram
erros. As instituições são reflexos da sociedade. O PT reproduziu erros
que são erros da sociedade.“
Acima, ilustradas pelo talento de Roberto Alvarez, 10 pérolas de Reagan que se aplicam perfeitamente ao Brasil atual. Via: http://roberto-menezes.blogspot.com.br/2015/11/ronald-reagan.html
Na URSS, os poderosos e ricos Lênin e Stalin e os miseráveis camponeses russos e ucranianos (milhões morreram de fome para sustentar a elite comunista, houve até canibalismo)
Na China, o poderoso e rico Mao e os miseráveis camponeses chineses (milhões morreram de fome para sustentar o regime comunista chinês, houve até canibalismo)
No Camboja, o poderoso Pol Pot causa um dos maiores genocídio contra os miseráveis cambojanos, cerca de 25% da população foi dizimada.
Em Cuba, os poderosos e ricos irmãos Castro vivem como reis, enquanto os cubanos vivem na maior miséria.
Na Venezuela, Maduro come do bom e do melhor, enquanto a população cada vez mais miserável passa pela maior escassez de alimentos e outros produtos básicos.
No Brasil, Lula e toda elite comunista estão ricos, enquanto a população começa a sentir o bafo miserável da escassez socialista.
(Do blog do ANON, o subversivo do século XXI)
via http://roberto-menezes.blogspot.com.br/2015/11/o-comunismo-para-os-miseraveis.html