sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Natal é o Aniversário de Jesus
Julio Severo
Natal
é o Aniversário de Jesus. Nessa data, planeje uma visita a um orfanato ou asilo
de velhinhos para levar um presente e uma Bíblia. Se possível, convide um deles
para um almoço. Se em sua igreja ou comunidade há uma viúva pobre que estará só
neste Natal, convide-a para um almoço. Se a sua possibilidade é ajudar presidiários,
identifique os que aceitaram o Evangelho e lhes dê um ânimo. Essa é a
comemoração de Natal que agrada Jesus! Dê este presente de Natal para Ele!
Fonte: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
A possibilidade de recomeçar...
“Volte ao
você ouviu e creu no princípio;
retenha-o
firmemente e volte-se para Mim outra vez.[...]”
Apocalipse 3:3 - Viva
Depois de algum tempo caminhando com Deus, assim como ocorre em outros
relacionamentos, é possível que a rotina e o desânimo tomem conta dos
nossos corações, de tal forma que nos perdemos na nossa busca diária por
uma intimidade com o Pai.
Em situações assim, retornar às raízes é a melhor maneira de reconstruir
nosso relacionamento com o Senhor. Voltar às nossas origens, recordar
como e onde tudo começou, rever quem éramos e confrontar aquele estado
com o nosso estado atual, depois de tantas experiências vividas com
Jesus.
Certamente, após verificarmos as circunstâncias que nos levaram a
afastar do Senhor, ou que esfriaram nossa fé e intimidade com Ele, e ao
refletirmos sobre quem éramos sem Ele e em quem Jesus nos (trans)formou,
uma novidade de vida plena e transbordante em amor e gratidão
simplesmente transbordará em nossos corações.
Acontece que, quando confrontamos nosso estado caído e infeliz com o
estado de quem tem experimentado a graça de Deus, dia após dia,
inevitavelmente, sentimos o desejo de regressar para os braços Dele. Um
arrependimento muito grande e sincero vem nos relembrar o quanto nós
precisamos do Senhor.
Coisa gloriosa para um cristão é ter a possibilidade de recomeçar em
Deus, e retomar seu lugar de filho num relacionamento íntimo e sincero
com Ele! Coisa gloriosa para nós é termos a certeza da Sua doce
presença, esperando nosso regresso, mesmo quando nós nos afastamos Dele!
Esfriamento, tristeza, medos, frustrações, preocupações, rotina... Nada
disso pode ser mais imperativo em nossos corações do que a certeza do
amor e do cuidado de Deus por nós. Nada disso pode ser maior que nossa
fé e entrega a Ele. Pois nada disso pode ser comparado à imensidão de
quem Deus é e do que Ele faz (e ainda fará) em nossas vidas.
Portanto, se nossa condição hoje é de filhos cujo amor pelo Pai Eterno
tem se esfriado, é de adoradores cuja adoração tem se perdido, é de
amigos cuja distância tem nos afastado do Senhor, voltemos ao nosso
primeiro amor! Regressemos ao nosso passado, olhemos para trás, vejamos o
quanto já caminhamos e quanto Deus tem feito a diferença em nossas
vidas.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Participe da Campanha "Adote um Bandido"
Extra:
Sensacional performance do deputado federal/ delegado Éder Mauro, "levando Lula preso",
durante as manifestações do dia 13/12, em Belém, contra o (des) governo da petralhada.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Nova Série de Artigos: Guerra Muito Fria
Quando estudamos a Segunda Guerra Mundial, o foco da História
normalmente é o expansionismo da Alemanha nacional-socialista e o seu
“III Reich”. No entanto, os interesses expansionistas da URSS na
Europa são pouco estudados nas escolas brasileiras. Este artigo tem o
objetivo de suprir esta carência, oferecendo um material que possa
“fechar a lacuna” de conhecimento historiográfico do aluno brasileiro
sobre o tema.

Abordaremos o expansionismo soviético na Europa Setentrional,
especificamente nas regiões do Báltico e da Finlândia, bem como as
guerrilhas de resistência que perduraram nas regiões ocupadas até meados
dos anos 1950. Não abordaremos o expansionismo soviético na Europa
Oriental, onde vigorou uma política de criação de Estados-satélite, em
contraposição às ações soviéticas na Finlândia e nos estados bálticos,
caracterizada pela invasão, ocupação e anexação de territórios.
O nome “Guerra Muita Fria” é uma referência à Guerra Fria
(1947-1991). Apesar da Guerra Fria ser tradicionalmente estudada como um
conflito diplomático que inicia após a Segunda Guerra, esta perspectiva
sobrepõe a visão dos europeus ocidentais e americanos à dos europeus
orientais, para quem o conflito diplomático entre o Ocidente e União
Soviética começa muito antes. Isto se tornará mais claro quando
estudarmos os precedentes da “Guerra Muito Fria” e o seu desenvolvimento
antes, durante e após a Segunda Guerra Mundial.
O nome também diz respeito às características climáticas da região
onde os conflitos aconteceram – a costa leste do Mar Báltico – e onde
predomina o clima subártico, neva muito e as temperaturas no
inverno podem cair abaixo de 0 ºC.
Interessado? Então fique atento às nossas atualizações e permaneça
conosco no ano que vem para a estréia da série de artigos. Enquanto
isso, você pode ler mais sobre a Segunda Guerra Mundial na nossa série
anterior “A Guerra de Três Lados”:
- A Guerra de Três Lados – Parte I (Europa Setentrional)
- A Guerra de Três Lados – Parte II (Balcãs)
- A Guerra de Três Lados – Parte III (Ásia Oriental e Sibéria)
- A Guerra de Três Lados – Parte IV (Índia e Sudeste Asiático)
- A Guerra de Três Lados – Parte Final (Resumo)
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