“Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança as
universidades, pois sabia que sempre se orgulharam de sua devoção por causa da
verdade. Mas as universidades foram amordaçadas. Então, confiei nos grandes
editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade. Mas, do mesmo
modo que as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em
poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho
às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes eu nunca havia
experimentado um interesse particular pela Igreja, mas agora sinto por ela um
grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a valentia e a
constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral.”
[Albert Einstein, judeu alemão, Prêmio Nobel de Física, na Revista
norte-americana TIME, em 23 de dezembro de 1940. Einstein teve que fugir da
Alemanha nazista e foi acolhido nos EUA na universidade de Princeton]
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Perseguição Vermelha na China
As mulheres são obreiras do Centro
Guanai (Caring) e da Igreja Meilin. O único homem do grupo é membro da
Igreja Associação Jovens da Paz.
Quando a esposa de Cao foi até a
delegacia de polícia na manhã seguinte, cerca de oito horas depois, foi
informada de que não poderia ver o marido.
Cao ama o Senhor apaixonadamente e
queria contar aos outros sobre a graça salvadora do Senhor e as Boas
Novas do Reino do Céu, mesmo que isso custasse ser odiado por outros e
sofrer perseguição. Ele aceitou de bom grado esta punição injusta por
compreender a Verdade de Deus e a missão do Pai de salvar as almas
perdidas.
De acordo com os últimos relatórios recebidos pela agência de notícias China Aid (Ajuda à China, em tradução livre), todos os detidos já foram liberados.
Segundo Portas Abertas, é importante
lembrar que, com a aproximação do Natal, a perseguição do governo aos
cristãos deve aumentar. “Devemos orar para que os cristãos chineses
respondam com sutileza, e continuem servindo fielmente. Para que diante
da perseguição, não tenham medo e não recuem, de modo que conquistem a
vitória nesta batalha espiritual”, orienta o ministério.
Crescimento em meio a perseguição
Centenas
de cristãos na China foram detidos num domingo, em 2011, quando
tentavam realizar um culto. Eles eram membros da Shouwang, uma das
maiores igrejas protestantes não registradas, em Pequim
Apesar dos nomes dos novos líderes
chineses terem sido anunciados oficialmente este mês, esse processo
começou há cinco anos, quando Xi e Li foram ungidos como os sucessores
de Hu Jintao e Wen Jiabao, nessa ordem. Todos os anos em decorrência
serviram de preparação para que, no tempo determinado, eles possam
assumir os postos da liderança do segundo país mais poderoso do mundo.
Há pouco espaço para qualquer mudança
significativa repentina na política da China. O que mais se espera de
uma nova liderança é que mantenha a continuidade, já que todas as
alterações políticas essenciais – com planejamento de longo prazo – são
tomadas por consenso, e, portanto, nenhum indivíduo tem o poder de tomar
uma decisão importante isoladamente.
No que diz respeito à liberdade
religiosa, é provável que a atitude do governo chinês quanto ao
crescimento “sem controle” de igrejas casa se mantenha inalterada nos
próximos anos. O movimento é composto por igrejas “não-oficiais” que
operam fora das áreas controladas pelo governo, como o Movimento
Patriótico das Três Autonomias e o Conselho Cristão da China.
Isso explica porque a Igreja Shouwang –
que começou como um estudo bíblico caseiro, em 1993, cresceu e tornou-se
uma das maiores congregações casa em 2007 – está sendo perseguida pelas
autoridades. A igreja possui um piso na Torre de Tecnologia e Daheng
Science na área noroeste de Beijing Zhongguancun (distrito tecnológico
da China), mas as autoridades impediram o uso da propriedade para
cultos. A igreja tem se reunido em um parque por mais de um ano, apesar
de esporádica prisão e detenção de seus membros durante os cultos.
Resistência
Polícia chinesa usa de violência para tentar conter o avanço do Evangelho no país
No início deste mês, sete cristãos de uma igreja doméstica na província de Henan foram acusados de participar de atividades de Shouters (Gritadores,
em tradução livre), um grupo fundado em 1960, nos Estados Unidos, que
foi proibido, em 1980, pelo governo chinês, de cultuar a Deus, segundo a
organização China Aid.
Autoridades se opõem até mesmo às
igrejas oficiais que procuram resistir aos movimentos do governo.
Recentemente foi negada a permissão para um protesto público contra o
despejo planejado, supostamente ilegal, e a demolição de uma propriedade
da igreja pelos desenvolvedores imobiliários, de acordo com informação
da China Aid em 26 de novembro.
Ryan Morgan, gerente regional para o Sudeste Asiático do International Christian Concern,
disse: “Nossa única escolha é adorar de forma ilegal e enfrentar a
ameaça de assédio, detenção, tortura e prisão. Dezenas de milhões de
cristãos na China sofrem com isso hoje. No entanto, as igrejas chinesas
parecem ser fortes o suficiente para continuarem a crescer tanto em
número quanto em profundidade espiritual em face à perseguição”.
Fonte: texto do site verdade gospel
Fonte: texto do site verdade gospel
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Jornalista denuncia: Brasil tem o maior escândalo de direitos humanos do mundo
Após produzir documentário ganhador de prêmio na TV, repórter e escritor retorna ao Brasil em defesa da vida dos índios de tribos isoladas.
O jornalista australiano Paul
Raffaele presente na audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no dia
29 de novembro, na quinta-feira. Ele manifestou repúdio com o que chama de
tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos isoladas.
![]() |
| Paul Raffaele |
Por duas semanas o jornalista e
escritor premiado esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma
TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a
exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.
Há 50 anos Raffaele visita tribos
isoladas em dezenas de países, mas enfatiza que ainda não havia se deparado com
nada parecido com o que encontrou no Brasil. Ele discorda da política da FUNAI
– Fundação Nacional de Assistência ao Índio - e do governo brasileiro em manter
as tribos indígenas isoladas da civilização. Dessa forma, ele entende que o
Brasil concorda e aprova essa, que é uma das piores violações dos direitos
humanos do mundo.
Paul também aponta que a FUNAI e
governantes negam que exista infanticídio nos dias de hoje; informação que ele
contesta com veemência, uma vez que testemunhou esse costume sendo aceito,
incentivado e praticado especialmente entre os Suruwahá.
O senador Magno Malta, quem
requereu a audiência, apóia o princípio que a cultura é sempre menor que a
vida, e que toda defesa à morte é injustificável.
Membros do ministério público, do
Conselho Nacional de Justiça e parlamentares vendo a grandeza e gravidade do
assunto afirmaram que, debates irão acontecer dentro de seus respectivos
órgãos, para o desenvolvimento de projetos e politicas que possam levar
cidadania a tribos indígenas isoladas.
Nós da redação lembramos que
artigos publicados na internet e revistas impressas fizeram, tempos atrás
declarações difamatórias e desqualificativas do trabalho da JOCUM, chegando até
mesmo a classificar a presença nas tribos indígenas dos missionários de
“nefasta”. E ainda, o absurdo de associar o infanticídio entre os Suruwahá e a
missão JOCUM, conhecida e respeitada há décadas no Brasil e internacionalmente
por seus esforços voluntários na esfera da evangelização urbana e
transcultural. É sabido que a prática em abandonar na floresta, enterrar vivas
ou envenenar as crianças nascidas deficientes, gêmeas e mesmo filhas de mães
solteiras, faz parte da tradição cultural não só da tribo Suruwahá, mas de
várias outras etnias.
A JOCUM esteve entre os índios
justamente pra combater essa violação, mas acabou sendo proibida de atuar sob a
alegação de interferência cultural indevida. Os mesmos veículos de notícia,
tempo após a verdadeira expulsão dos missionários divulgaram tendenciosamente
que com a saída da JOCUM (Jovens com Uma Missão), suicídio e mortes haviam
cessado. Para quem conhece o trabalho desta missão e o contexto real da atuação
da FUNAI na causa indígena, sabe que só pode existir interesses políticos por
esse desserviço. Paul Raffaele, ouvido com exclusividade por nossa reportagem
declarou que, “os índios gostam e pedem a volta dos missionários, para que
ouçam mais sobre o amor de Deus e o evangelho, mas os funcionários da FUNAI,
dizem que não, que eles (missionários) devem sair. Paul concluiu perguntando:
-” Afinal, quem são os verdadeiros caciques; os índios ou funcionários da
FUNAI?
Confira no vídeo abaixo a
declaração completa de Raffaele.
Fonte:
Portal
Fé em Jesus
Divulgação:
www.juliosevero.com
Leitura
recomendada:
Diretora
da JOCUM no Brasil ataca ativismo cristão contra o PLC 122 e o “casamento”
homossexualCRIANÇAS INDÍGENAS ENTERRADAS VIVAS
‘Casamento gay é ameaça à família’, diz papa Bento 16
Este ano, o papa fez dedicação aos
valores tradicionais da família face aos recentes esforços de
legalização do casamento gay em lugares como França e Grã-Betanha.
“As pessoas disputam a ideia que eles
têm uma natureza, dada a eles por sua identidade corporal, que serve
como um elemento de definição do ser humano”, disse o papa. “Eles negam
sua natureza e decidem que isso não é algo previamente dado a eles, mas
que eles o fazem para eles mesmos”.
Neste
domingo, milhares de pessoas marcharam na manifestação ‘Let People
Vote’ (Que o Povo Vote) em Manhattan, Nova York, contra o primeiro dia
de casamentos legalizados entre homossexuais na cidade
As declarações causaram protestos por
parte de grupos de ativistas gays na praça de São Pedro. Ativistas gays
na Itália também criticaram o papa, chamando os seus comentários de
“absurdo, perigoso e totalmente fora da realidade”.
Para a igreja, os atos homossexuais são
“intrinsecamente desordenados”, embora os homossexuais devem ser
tratados com amor e dignidade.
Entretanto, a questão do casamento gay,
vai além de um problema de homossexualidade. Para o Vaticano ele ameaça o
alicerce da sociedade, que é a família, formada por um homem, uma
mulher e seus filhos.
O papa afirma que ir contra o casamento
gay é uma maneira de defender a humanidade. “Qualquer um que defender
Deus está defendendo o homem”.
Fonte: verdade gospel
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O Aniversariante de 25 de dezembro
Julio Severo
A
família dEle não era rica nem pertencia à realeza, mas Ele deixou uma impressão
de realeza no mundo.
Durante
30 anos, Ele aprendeu, com sua família, o ofício de carpinteiro. Com o que Ele
tinha, não tirando do que os outros tinham, Ele lutou para trazer transformação
para as pessoas no mundo.
Sem ter
nenhum cargo político e nenhuma aspiração política, ele atraia e liderava
multidões. Suas parábolas, com simplicidade, traziam promessas, inspiração e esperança.
Ele dava lições sem possuir nenhum diploma universitário, mas todas as
universidades juntas nunca alcançaram nem ensinaram nem muito menos
transformaram tantos alunos.
Ele
ajudava os pobres sem usar programas governamentais de assistência. Ele os ajudava
com os recursos do Pai, não com recursos tirados de outras pessoas.
Ele
curava os doentes sem usar nenhum sistema público de saúde. Ele os curava com a
misericórdia do Pai, não com a pretensa misericórdia do Estado.
Ele
alimentava os famintos sem usar bolsas-família do governo.
Para
onde quer que fosse, Ele atraia multidões, que pareciam comícios, mas Ele nunca
usou essas aglomerações para promover políticos e suas políticas. Pelo
contrário, sabendo da influência dEle sobre o povo e como Ele não aceitava
nenhuma aliança política, os políticos queriam matá-Lo.
Mas Ele não
tinha medo deles, chegando a chamar um poderoso governante de “raposa”, termo
que significava indivíduo maligno e oportunista.
Durante
três anos, Ele exerceu Seu ministério renunciando à Sua profissão de
carpinteiro, e Ele nunca fez menção de pedir verbas governamentais para Ele ou
Seu ministério, que era voltado aos pobres de espírito. Sem pedir nem depender
de nenhuma assistência governamental, Ele completou todo o trabalho que
precisava ser feito.
Ele
nunca viajou de jatinho particular. Na maioria das vezes, Ele andava a pé, e só
em raríssimas ocasiões Ele andou de jumento.
Quando O
prenderam por uma acusação falsa, nenhuma autoridade governamental apareceu
para defender os direitos humanos dEle. E se a prisão dEle tivesse ocorrido
hoje, os direitos humanos teriam sido usados contra Ele, por ter libertado
mulheres da “profissão do sexo”, um cobrador de impostos e outros pecadores.
Ele foi
preso por prometer e fazer coisas que os políticos prometem, mas nunca fazem.
Apesar
de totalmente inocente, Ele não proferiu murmurações no tribunal.
Ele não
tinha advogado, nem se importava com a influência dos que O estavam julgando,
pois Ele sabia que no final há um Supremo Juiz diante do qual todos, juízes e
políticos, terão de prestar contas.
O
tribunal O condenou por falsos crimes e O sentenciou à morte, tudo porque Ele
mudou corações e mentes de multidões com um grupo de apenas 12 homens. Ele foi
condenado por ódio e inveja religiosa e política.
A morte
dEle, mais do que qualquer política governamental, trouxe esperança e redenção
para milhões de oprimidos. Diferente das ideologias que derramam o sangue de
milhões, Ele derramou Seu próprio sangue por milhões.
Nunca
antes houve um homem como Ele.
Por mais
de dois mil anos, o mundo e suas ideologias têm tentado deturpar, sequestrar, corromper
e até apagar a memória e os princípios de compaixão, ajuda e sabedoria dEle.
No mundo
inteiro, os seguidores dEle são hoje centenas de milhões, que estão sofrendo
ódio e inveja política e religiosa, em países comunistas e muçulmanos, que
condenam os cristãos a torturas, prisão e morte, e nos próprios países
ocidentais, que atacam o Cristianismo e seus seguidores com leis politicamente
corretas que protegem a liberdade de expressão de islâmicos, comunistas,
abortistas e gayzistas, mas deixam os cristãos sem amparo.
Mais e
mais, países ocidentais que têm fortes tradições cristãs estão impondo, em nome
da diversidade e pluralidade, o aparelhamento do Estado ao islamismo, ao
homossexualismo e — e no Brasil — às religiões afro-brasileiras, enquanto o
Aniversariante não pode ser lembrado no seu próprio aniversário. Os governos
ocidentais têm cada vez mais banido a menção oficial do nome dEle no dia 25 de
dezembro.
É claro
que eles lembram aos cristãos que deve haver uma separação entre religião e
Estado. Essa separação é necessária, pois quem matou Jesus, por ódio e inveja,
foi exatamente a religião e o Estado. Aliás, o Estado precisa se separar de
toda ideologia de ódio e inveja, inclusive o feminismo, o abortismo e o
gayzismo.
Mas o
Estado e seus políticos precisam de Deus. Do contrário, o ódio, a inveja e a
corrupção sempre reinarão e o Estado sempre fará uma aliança com qualquer
ideologia ou religião politicamente correta contra Ele e seus seguidores.
No
Natal, vamos nos lembrar do Aniversariante, que nasceu para prometer as bênçãos
de redenção, socorro e provisão do Pai para toda a humanidade e morreu para
garantir o cumprimento.
Adaptado
de: The Perfect Conservative
Fonte: www.juliosevero.com
domingo, 23 de dezembro de 2012
Nenhum motorista no Acre foi multado até a manhã deste sábado pela nova Lei Seca
22 de dezembro de 2012 - 10:29:11
Salomão Matos
Da redação de ac24horas, com informações da Folha de São Paulo
salomao.matos@gmail.com
Com a nova Lei Seca em vigor desde ontem (21), que prevê multa de até R$ 1.915,40, para quem for flagrado dirigindo sob o efeito de álcool, nenhum motorista no Acre foi multado até a manhã deste sábado (22), segundo informou a Policia Rodoviária Federal, que deu início ontem a Operação Fim de Ano.
A proposta na nova Lei aprovada pelo Senado, torna válidos novos meios para identificar um condutor alcoolizado, além do bafômetro.
Entre os meios que passam a ser aceitos para comprovação da embriaguez estão o depoimento do policial, vídeos, testes clínicos e testemunhos. Essa parte da lei depende ainda de uma regulamentação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e a previsão é que isso seja publicado nos próximos dias.
O agente de trânsito poderá ainda se valer de qualquer outro tipo de prova que puder ser admitida em tribunal.
Antes da mudança, era considerado crime dirigir sob a influência de drogas e álcool –a proporção é de 6 dg/L (decigramas por litro) de sangue-, mesmo sem oferecer risco a terceiros, e o índice só poderia ser medido por bafômetro ou exame de sangue.
Como ninguém é obrigado legalmente a produzir prova contra si mesmo, é comum o motorista se recusar a passar por esses exames, ficando livre de acusações criminais.
Além disso, a interpretação da lei vigente feita em março pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) dizia que só bafômetro e exame de sangue valiam como prova. Na prática, isso enfraqueceu a lei seca.
Com a nova regra, o limite de 6 dg/L se torna apenas um dos meios de comprovar a embriaguez do motorista. O crime passaria a ser dirigir “com a capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou outra substância psicoativa que determine dependência”.
Ao condutor será possível realizar a contraprova, ou seja, se submeter ao bafômetro ou a exames de sangue para demonstrar que não consumiu acima do limite permitido pela legislação.
Ficam mantidas a suspensão do direito de dirigir por um ano para quem beber qualquer quantidade e o recolhimento da habilitação e do veículo.
FONTE: WWW.AC24HORAS.COM
Nova “Lei Seca” aplica doze multas e prisões de motoristas que dirigiam embriagados nas BRs 317 e 364 no Acre
23 de dezembro de 2012 - 8:48:47
Salomão Matos
Da redação de ac24horas
salomao.matos@gmail.com
Na operação conjunta Álcool Zero realizada pelas Policia Rodoviária Federal e Militar na noite de ontem (22), ao menos doze pessoas foram flagradas dirigindo sob o efeito de álcool e todos foram enquadrados na nova Lei Seca que prevê multa de até R$ 1.915,00.
Segundo o patrulheiro PRF, Marcelo, que participou das abordagens, houveram várias situações atípicas, onde alguns motoristas sequer tinham condições de estar ao volante dado o estado elevado de embriagues.
“Nesses casos -, disse o patrulheiro -, os motoristas que se recusaram a fazer o teste do bafômetro, além da multa, tiveram os seus veículos apreendidos e foram levados presos para a Delegacia Central de Flagrantes.
Ainda durante a operação, foi registrado a apreensão de um menor de idade que além de dirigir sem habilitação, no teste do bafômetro ficou comprovado que o mesmo havia ingerido bebida alcoólica.
As operações Álcool Zero e Fim de Ano, que tiveram início no dia 21, segundo o PRF Marcelo, vão continuar até o dia 6 de Janeiro de 2013 nas rodovias federais e no perímetro urbano de Rio Branco.
FONTE: WWW.AC24HORAS.COM
EM 2011, ACRE GASTOU MAIS DE R$ 1,1 MILHÃO COM VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO
22 de dezembro de 2012 - 11:50:50
Luciano Tavares – da redação de ac24horas
lucianotavares@ac24horas.com
Sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, a Lei 12.760 que torna mais rígida a chamada “Lei Seca”. A lei autoriza exame clínico, vídeos e fotografias como meios de provas para confirmar a embriaguez do motorista.
A meta é diminuir a embriaguez ao volante para reduzir o número de acidentes. Dados do Ministério da Saúde revelam que no Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortalidade, tornando-se, portanto, uma questão de saúde pública.
Nesta sexta-feira, 21, o Ministério da Saúde divulgou os dados dos acidentes no transito por estados em 2011, e a quantidade de óbitos em 2010.
Somente em 2010, 42.844 pessoas perderam a vida no trânsito e outras milhares ficaram com seqüelas decorrentes dos acidentes.
No Acre morreram vítima do transito em 2010, 134 pessoas.
Já em 2011, no Acre, foram 905 internações por causa dos acidentes de trânsito. Os gastos da saúde pública com esses pacientes no ano passado no estado foram de R$ 1.112.681,86 (um milhão, cento e doze mil, seiscentos e oitenta e um reais e oitenta seis centavos).
Na região Norte, o Acre gastou mais que os estados do Amazonas, Amapá, Roraima e Tocantins.
De acordo com o portal do Ministério da Saúde, no mês de setembro foram autorizados mais R$ 12,8 milhões para os 26 estados e o Distrito Federal aplicarem no Vida no Trânsito. No total, já foram liberados R$ 27,7 milhões para investimentos no projeto.
FONTE. WWW.AC24HORAS.COM.BR
sábado, 22 de dezembro de 2012
Cristianismo: mãe da liberdade política
Andrew
Sandlin
“A
liberdade não tem subsistido fora do cristianismo.” Lord Acton
A força política mais libertadora
na história da humanidade tem sido o cristianismo (Jo 8.36). O cristianismo
ramificou-se do tronco da religião hebraica piedosa do Antigo Testamento, e a
antiga nação hebraica (antes da era dos reis [1Sm 8]) foi sem dúvida a
sociedade mais libertária na história da humanidade. O cristianismo herdou da
fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente,
que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de
governo civil. A ordem política nunca é suprema.
1. O Mundo Antigo
O cristianismo destruiu a unidade
do antigo mundo pagão. A fonte dessa unidade era o Estado, geralmente
identificado com a própria sociedade, no topo do qual estava um grande líder
político, um rei ou imperador, que pensava ser um deus ou semelhante a deus. A
unidade do antigo mundo pagão consistia na divinização da ordem temporal na
forma do Estado.
Mas o cristianismo reconhecia
“outro rei” (At 17.7). Embora não por meios anarquistas, os primeiros cristãos
reconheciam que nenhuma autoridade terrena, especialmente autoridade política,
poderia ser suprema, pois somente a autoridade de Deus é suprema.
Ao esclarecer a cristologia (a
doutrina de Jesus Cristo) ortodoxa, o Concílio de Calcedônia (451 a.C.) lançou
o fundamento da liberdade ocidental. Apenas Jesus Cristo é divino e humano,
plenamente Deus e plenamente Homem, a única ligação entre céu e terra. Ele é o
único Mediador divino-humano. Essa decisão repudiava dramaticamente toda
divinização da ordem temporal. Nenhum Estado, nenhuma igreja, nenhuma família,
poderia ser Deus ou semelhante a Deus.
Esse reconhecimento colocou o
cristianismo patrístico em rota de colisão com a política clássica. Os
primeiros cristãos foram perseguidos de maneira selvagem, não porque adoravam a
Jesus Cristo, mas porque recusavam adorar ao imperador romano. As sociedades
politeístas encorajam a adoração de divindades. Elas resistem à exclusão de
todas as divindades, particularmente o Estado, excetuando-se a Divindade
verdadeira, o Deus da Bíblia.
2. O Mundo Medieval
No mundo medieval, a Igreja Latina
tornou-se uma força de compensação na sociedade, verificando e limitando a
autoridade do Estado. De fato, na maior parte do tempo, o tamanho e a força da
igreja excederam em muito a de qualquer Estado em particular. Lord Acton estava
correto ao sugerir que a prática da liberdade política no Ocidente surgiu, em
grande parte, a partir deste conflito medieval Igreja-Estado. Em adição, o
mundo medieval, a despeito dos seus muitos defeitos, apoiou uma grande medida
de liberdade política ao promover várias instituições humanas além da igreja
que alegavam fidelidade ao homem: a família, a confraria, o senhor feudal, e
assim por diante. Isso significou que o Estado tinha de compartilhar sua
autoridade com outras instituições igualmente legítimas. Nenhuma instituição
humana pode exercer autoridade suprema.
3. O Mundo Moderno
As limitações constitucionais do
poder político, das quais surgiu a prática de democracias constitucionais dos
séculos 18 e 19, começaram na Inglaterra cristã com a Carta Magna. A Inglaterra
também realizou o primeiro ataque bem sucedido contra a doutrina maligna do
direito divino dos reis durante a Revolução Puritana na primeira metade do
século 17; e em 1688-89, durante a Gloriosa Revolução de Guilherme e Maria, ela
colocou o último prego no caixão desta ameaça permanente à liberdade política.
A fundação dos Estados Unidos foi a maior experiência em liberdade política
daquele tempo, e ela funcionou conscientemente com base em certas premissas
distintamente cristãs.
Os Fundadores, por exemplo,
reconheceram a doutrina bíblica do pecado original e da depravação humana, e
portanto criaram um sistema de governo civil que dividiu a tomada de decisão
entre vários ramos e que não outorgou muito poder a nenhum ramo do governo
civil. Segundo, eles argumentaram que o papel do governo civil é assegurar os
direitos de “vida, liberdade e felicidade”, com os quais Deus, como Criador,
dotou todos os homens. Em terceiro lugar, reconhecendo a doutrina bíblica de
que o governo civil deveria proteger as minorias (Ex 23.9), eles elaboraram uma
constituição à qual juntaram uma Declaração de Direitos, inibindo assim o
surgimento de uma tirania resultante de uma rápida mudança política segundo o
capricho da opinião democrática.
A liberdade política como refletida
na separação de poderes, bem como nas fiscalizações e contra balanços; o papel
do Estado em proteger a vida, liberdade e propriedade; e a proteção
constitucional dos direitos das minorias – todos estes foram legados do
cristianismo ao mundo moderno.
4. A que ponto chegará o Ocidente?
Hoje o Ocidente definha sob a
violência do aborto e eutanásia, a praga do homossexualismo, a pobreza do
materialismo, a coerção do socialismo, o domínio da educação “pública”, o caos
do ativismo judicial, e a injustiça do racismo e sexismo impostos. Essas
tiranias são todas o resultado direto do abandono do cristianismo bíblico. O
mundo ocidental tem aceitado crescentemente a proposta daquele primeiro
político liberal moderno, Jean Jacque Rousseau: o Estado emancipará você da
responsabilidade para com todas as instituições humanas não coercivas, como a
família, igreja e os negócios, se apenas você submeter-se à coerção do Estado.
O homem moderno está disposto a negociar a sua responsabilidade para com a
família, igreja e os negócios, trocando-a por submissão a uma ordem política
crescentemente coerciva e violenta. Estamos retornando ao mundo pagão clássico,
no qual o Estado coercivo é o princípio unificador de tudo na vida.
Os regimes políticos mais cruéis,
violentos e assassinos na história da humanidade tem sido os não-cristãos ou
anti-cristãos: o humanismo pagão primitivo dos antigos Egito, Babilônia,
Pérsia, Grécia e Roma, e o humanismo secular sofisticado da França revolucionária,
União Soviética, China Vermelha, Alemanha Nazista, Itália Fascista, e outros
estados seculares modernos. O humanismo é e sempre será uma receita para o
terror e tirania políticos.
A única esperança para o retorno da
liberdade política e da sociedade livre que ela promove é um retorno ao
cristianismo bíblico e ortodoxo. O cristianismo não é meramente uma matriz na
qual a liberdade política floresce; ele é o único fundamento sobre o qual se
pode construir uma sociedade livre.
Traduzido
por Felipe Sabino de Araújo Neto e revisado por Jazanias Oliveira do site: www.lewrockwell.com
Publicado
em português no site Monergismo.
Divulgação:
www.juliosevero.com
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