quarta-feira, 5 de junho de 2013

NOSSOS IMPOSTOS A SERVIÇO DA DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL E DO CRISTIANISMO NO BRASIL (CONFORME AGENDA COMUNISTA)

papa parada gay 2013

POLÍCIA....CADEIA PARA ESSES DESORDEIROS, REBELDES, DISCRIMINADORES, DESAFETOS AOS PAIS, Romanos 1 versos 18 em diante!

Intolerante, eu?

Mulheres nuas, cartazes ofensivos e beijos homossexuais à porta da igreja. Esse foi o saldo da Marcha das Vadias realizada no dia 25, em Florianópolis-SC.
 
Na última semana, muitos cristãos foram às ruas do Rio de Janeiro levar palavras de fé, paz e alegria durante a Marcha Para Jesus, de um modo bem diferente, grupos feministas também foram às ruas deixar sua mensagem, a grande diferença na “Marcha das Vadias e Vagabundas” estava na enorme disposição de homens e mulheres em chocar a tudo e todos.
 
Mulheres de seios à mostra pedindo respeito, gays se beijando a porta de uma igreja evangélica exigindo tolerância, cartazes com desenhos e frases obscenas clamando por “justiça”. A marcha, que começou em frente à Catedral da cidade terminou no templo da Igreja Universal do Reino de Deus de Florianópolis.
 
Não é a primeira vez isso ocorre. Em 2012, o mesmo grupo foi à porta da mesma igreja, pixaram paredes e penduraram cartazes ofensivos, mesmo assim, nada foi feito, nem mesmo se viu nos grandes meios de comunicação. Manifestações deste nível deixam clara a sua mensagem, a de que aqui tudo pode, pois estão acima da lei, mesmo que a Constituição Brasileira garanta “o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias” (artigo 5.o, inciso VI).
Por favor, caro leitor, antes de se manifestar, pense bem! Se você acha qualquer um desses fatos absurdos, não comente absolutamente nada, porque você corre o grande risco de ser chamado de intolerante. Sim! Não importa quantos amigos, vizinhos ou familiares gays você tenha, não importa se nunca os desrespeitou, nem mesmo o quão gentil sempre foi.
Não importa se sempre tratou mulheres com respeito. Neste momento, se discorda de qualquer uma de suas reivindicações você entra no permanente rol dos “machistas, homofóbicos, conservadores, reacionários e intolerantes do país”.
O Brasil tem sido leniente com o adestramento dos novos padrões de conduta impostos por grupos aparentemente frágeis, com lutas aparentemente justas, que conseguem inverter até mesmo os padrões morais, afinal de contas, agora, intolerante é o que defende a família, a vida e a liberdade de expressão.
 
Legal é desfilar nu pelas ruas, com frases abortistas e ofensivas pelo corpo, invadir uma igreja e xingar quem pensa diferente. Ora, os críticos que desculpem, melhor mesmo é ser intolerante.
Por Renata Carvalho
Fonte Fé em Jesus

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Parada gay registra protestos contra o pastor Marco Feliciano e papa Francisco; “Nós somos muitos e não somos fracos”, diz Jean Wyllys

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 3 de junho de 2013 

Parada gay registra protestos contra o pastor Marco Feliciano e papa Francisco; “Nós somos muitos e não somos fracos”, diz Jean Wyllys
A 17ª edição da Parada Gay em São Paulo contou com público abaixo do esperado e presença de políticos, artistas e protestos contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e o papa Francisco.
Cartazes com frases como “Fora Feliciano” estavam presentes em todo o percurso da passeata, e no discurso de representantes do movimento LGBT, houve protestos contra o que os ativistas gays classificam de “fundamentalismo religioso”. 
Os organizadores do evento anunciaram que o público esperado era de 4 milhões de pessoas(QUE FURO), e ao final do evento, anunciaram que devido a chuva, a quantidade de participantes havia sido de 3 milhões(FURADO NOVAMENTE). A Polícia Militar não anunciou dados referentes medição de público.
O jornal Folha de S. Paulo publicou estatística do instituto Datafolha, que mediu a quantidade de participantes pelo segundo ano seguido, e chegou à conclusão que a quantidade de presentes diminuiu em relação ao ano anterior.
Segundo o Datafolha, 220 mil pessoas participaram da Parada Gay ontem, contra 270 mil de 2012. A queda representa uma redução de 18,5% de participantes.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi um dos que mais abordaram o tema, segundo informações do site Surgiu. “Nós somos muitos e não somos fracos”, disse o ex-BBB, que estava num trio elétrico acompanhado da ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT-SP); o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT); e do governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB).
Haddad, conhecido por ser o ministro da Educação que liberou a elaboração do kit gay, afirmou que o evento era uma maneira de se posicionar contra o preconceito: “Existe amor em São Paulo. Vamos lutar contra toda forma de intolerância. Viva São Paulo na luta pela liberdade”.
Haddad polemizou ao comparar as bandeiras homossexuais com as levantadas pelo cristianismo ao longo do tempo: “Assim como os homossexuais, os judeus, os cristãos, os negros e as mulheres já tiveram que defender seus direitos ao longo da história”, afirmou. “Quem não compreende isso terá que se render aos fatos. O ser humano nasceu para ser livre e será livre”, disse o prefeito.
O estilista José Roberto Fernandes, 62 anos, fantasiou-se de papa Francisco para protestar contra a forma como a Igreja Católica se posiciona a respeito do tema: “Sou católico e acredito que a igreja deveria se abrir mais ao que está acontecendo. Fiz uma homenagem ao Papa. Meus amigos argentinos dizem que ele é um tanto radical à nossa causa. Quero ir para o Rio de Janeiro na Jornada da Juventude, mas não assim. Senão seria excomungado”, disse à reportagem do portal Terra.
A cantora Daniela Mercury, que recentemente assumiu um relacionamento homossexual, foi uma das que mais atraíram a atenção dos participantes do evento. Ao cantar a música “Qualquer maneira de amor vale a pena”, de Milton Nascimento, Daniela protestou contra o pastor Marco Feliciano por sua postura contrária ao casamento gay: “Feliciano, qualquer maneira de amor vale a pena”, disse, segundo informações do G1.
O presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT), Fernando Quaresma, aproveitou para criticar o Congresso Nacional e também os parlamentares da bancada evangélica: “Enquanto o Judiciário faz justiça, o Congresso se omite e o fundamentalismo religioso tem prevalecido na Casa. O Estado é laico e lugar de religião é na igreja”.
Entretanto, apesar do clima de debate político no evento, as críticas feitas por quem discorda da bandeira dos ativistas gays se estenderam sobre todos os aspectos da Parada Gay. O jornalista Reinaldo Azevedo repudiou o uso das questões envolvendo o pastor Marco Feliciano como “espantalho” por parte dos organizadores.
“Até ontem, os jornais falavam que eram esperadas 3,5 milhões de pessoas na Parada Gay de São Paulo. Apareceram, segundo os critérios técnicos adotados pelo Datafolha para medir concentração de público, 220 mil — 50 mil a menos do que em 2012. E olhem que se tentou, de todos os modos, usar a figura do pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, como o espantalho que é chamariz. Sabem como é, estava frio, garoando… A cobertura da imprensa, inclusive das TVs, fazia crer que o número aloprado divulgado pela organização do evento estava certo: 5 milhões de pessoas!!! Vale dizer: a turma multiplicou o público presente por quase… 23 vezes. Terá sido só o frio?”, ironizou.
Sobre o baixo público no evento, Azevedo seguiu ironizando em sua dura crítica: “Pode ter sido certo enfaro, não é? Até dos gays não sindicalizados podem estar um pouco cansados. A imprensa brasileira, a paulistana em especial, vive numa parada gay permanente. E sempre tratando a questão em tom militante. A “causa”, hoje, foi adotada pelo establishment. O Supremo, contrariando a Constituição, reconheceu a união civil. O CNJ, numa decisão escandalosamente inconstitucional, decidiu obrigar os cartórios a fazer casamento — Luiz Fux alegou um dito erro formal e recusou uma liminar contra a decisão”, escreveu, em sua coluna na revista Veja.
Confira imagens da Parada Gay:
protesto feliciano parada gay 2
protesto feliciano parada gay 1
papa parada gay 2013
Manifestante fantasiado de papa Francisco em protesto à postura da Igreja Católica sobre a homossexualidade
fernando haddad - jean wyllys - marta suplicy - parada gay 2013
jean wyllys - marta suplicy - parada gay 2013
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
via defesahetero.org 
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terça-feira, 4 de junho de 2013

Polícia Militar de Xapuri realizou as Operações Saturação e Arrastão

No último final de semana, dias 28/05, 29 e 30, a Polícia Militar de Xapuri realizou as Operações Saturação e Arrastão, respectivamente.


A “Operação Saturação” foi realizada no dia 31, sexta-feira, nos Bairros Laranjal, Pantanal, Aeroporto e Hermínio de Melo.


A Operação faz parte de um rol de ações da Polícia Militar desenvolvida em todo o Estado do Acre e tem por objetivo estabelecer pontos fixos de abordagem e policiamento nos locais onde a incidência de crime é mais elevado.
 
 
Nesses locais são feitas busca pessoal e vistoria em pessoas e/ou coisas suspeitas. Durante a Operação várias pessoas foram abordadas.

A "Operação Arrastão" foi realizada nos dias 01 e 02, sábado e domingo, nos Bairros Laranjal, Centro, Aeroporto, Constantino Melo e Pantanal.

A Operação visa combater o tráfico nos pontos quentes da Regional por um período determinado. É uma ação que faz parte das metas operacionais impostas pela Secretária Estadual de Segurança Pública firmados através do “Pacto Pela Paz”.
 
A Operação Saturação transcorria dentro da normalidade até as 23h quando a guarnição de serviço foi surpreendida por uma cena inusitada em um bar localizado na rua 17 de novembro, os policiais se depararam com duas pessoas realizando ato sexual, um homem e uma mulher em cima de uma mesa de bilhar (sinuca). Ao chegarem ao local, encontraram o homem deitado por sobre a mulher, onde a mesma estava em estado de "coma" alcóolico e seminua. A Polícia Militar acionou o SAMU  para encaminhar a cidadã ao PS e conduziu o cidadão para a Delegacia de Polícia para procedimentos de praxe.


OPERAÇÃO ARRASTÃO

OPERAÇÃO ARRASTÃO
OPERAÇÃO SATURAÇÃO

OPERAÇÃO SATURAÇÃO

 

 

AVISO

AVISO

INFORMAMOS À POPULAÇÃO XAPURIENSE QUE DURANTE A REALIZAÇÃO DO ANIVERSÁRIO DO BAIRRO DA SIBÉRIA QUE DAR-SE-A NOS DIAS 06, 07, 08 E 09 DE JUNHO O FUNCIONAMENTO DA BALSA SE FARÁ DA SEGUINTE FORMA:

ATÉ ÀS 22:00 HORAS - TRAVESSIAS DE VEÍCULOS E PEDESTRES

APÓS AS 22:00 HORAS - TRAVESSIAS APENAS DE PEDESTRES

APÓS 00:00 HORAS ATÉ ÀS 05:00 HORAS TRAVESSIAS APENAS DE PEDESTRES DE HORA EM HORA, OU SEJA, 00:00 FARA UMA TRAVESSIAS, 01:00 OUTRA E ASSIM POR DIANTE.

PARA OS CASOS ESPECIAIS SERÃO ABERTA CONCESSÕES

INFORMAMOS QUE TAIS MEDIDAS VISAM RESGUARDAR OS PEDESTRES E OS PRÓPRIOS CONDUTORES DE VEÍCULOS

CMDO DA 2º CIA PM DE XAPURI

TRÁFICO DE DROGAS









Na madrugada de sábado, dia 01 de junho ao ano em curso, uma guarnição da Polícia Militar prendeu em flagrante delito a nacional I.S.S de 18 anos de idade pela prática de tráfico de drogas.
 
Consta do Boletim de Ocorrência Policial Militar que por volta das 00:01 horas da madrugada a guarnição da polícia militar, comandada pelo SGT Abade tendo como patrulheiros os SGTs Giocondo e Gondim e o soldado Lunardi, flagraram a cidadã recebendo uma quantia de R$120,00 para o pagamento de substância entorpecente que segundo a autora trata-se de cocaína. Ao receber o dinheiro ela entrou em sua residência e saiu rapidamente com algo nas mãos. Ao receber o capacete de um outro cidadão ela pôs o que havia nas mãos em seu bolso e saiu com ele sendo abordados logo em seguida ocasião em que foi encontrado 04 (quatro) papelotes de entorpecente envolto em saco plástico branco. Ao realizar varredura nas proximidades foi localizado mais 01 (um) papelote de substância entorpecente e R$296,00 em notas variadas.
 
A autora foi conduzida a Delegacia de Polícia Civil juntamente com os papelotes com drogas e o dinheiro onde possivelmente será autuada em flagrante delito pelo crime de tráfico de entorpecente.
 
Parabéns aos policiais militares que realizaram a prisão da cidadã infratora pois, por menor que seja a quantidade de drogas apreendida,  a sua capacidade de destruição social e familiar é imensurável.
 
A Polícia Militar continuará com as ações repressivas contra o tráfico de drogas, mesmo com as dificuldades que se apresentam pelo caminho.

Um terço dos brasileiros fumantes deixou o vício após restrição à publicidade de cigarros

Dados fazem parte de levantamento inédito feito no país. Segundo o estudo, a maioria da população, fumantes ou não, apoia medidas antifumo

Cigarro: Leis anti-fumo têm impacto positivo sobre a saúde da população em um período de um ano
Cigarro: Levantamento aponta que, nos últimos 20 anos, um em cada três brasileiros deixou de fumar (Thinkstock)
 
Um em cada três brasileiros fumantes abandonou o vício entre 1989 e 2010 após a adoção de medidas restritivas de propaganda no país, incluindo a adoção de avisos sobre os riscos de fumar nas embalagens. É o que revela uma pesquisa inédita feita em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro com 1.830 pessoas. O levantamento ainda mostrou que a maioria da população é a favor de medidas mais rigorosas para combater o tabagismo: 92% dos não fumantes e 89% dos fumantes entrevistados concordam que o governo deveria fazer mais para combater o vício. 

Ainda de acordo com o estudo, quando indagados se produtos do tabaco deveriam ter controle maior, 83,1% dos fumantes entrevistados afirmaram que sim. "Os números deixam claro que a população é muito receptiva", diz a coordenadora do estudo, Mary MacNally.


Batizado de relatório da Política Internacional do Controle do Tabaco (ITC), o trabalho é fruto de uma parceria entre a Universidade de Waterloo, no Canadá, o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), a Fundação do Câncer, a Aliança de Controle do Tabagismo (ACTbr), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab).

A primeira etapa da análise foi feita em 2009. Depois, foram analisadas as respostas dos participantes no fim de 2012 e neste ano. A pesquisa identificou também queda na percepção de propaganda de cigarro. Em 2009, 42,8% dos fumantes relatavam que o marketing do cigarro era frequente ou muito frequente. Na entrevista mais recente, porém, esse número caiu para 22,6%. O mesmo fenômeno foi notado no grupo de não fumantes. Além disso, quase metade dos entrevistados afirmou ser favorável à adoção de uma embalagem "genérica" do cigarro: todos com a mesma cor, sem desenhos e logotipos. 
(Com Estadão Conteúdo)

Fonte:  http://veja.abril.com.br/noticia/saude/um-terco-dos-brasileiros-deixou-de-fumar-apos-restricao-a-publicidade-de-cigarros

domingo, 2 de junho de 2013

PROJETO CANGURU NOS BAIRROS









Sábado dia 01 de Junho terminou no bairro Constantino Melo Sarkis o projeto Canguru, iniciando-se a próxima etapa no bairro  Laranjal também aos sábados. crianças não percam, será marcante na sua vida.

Jesus disse: Vinde a mim todas as criancinhas porque delas é o reino dos céus
.         Mateus 19:14
 Fonte: http://avivamentorosa.blogspot.com.br/

sábado, 1 de junho de 2013

Marxismo: a máquina assassina

Escrito por R. J. Rummel
communism-kills.jpg
Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar da humanidade que deve ser aprendida com este horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: ninguém jamais deve usufruir de poderes ilimitados.

Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas do Leste Europeu, muitas pessoas passaram a crer que o marxismo, a religião do comunismo, está morto.  Ledo engano.  O marxismo está vivo e vigoroso ainda em muitos países, como Coréia do Norte, Cuba, Vietnã, Laos, em vários países africanos e, principalmente, na mente de muitos líderes políticos da América do Sul.  

No entanto, de extrema importância para o futuro da humanidade é o fato de que o comunismo ainda segue poluindo o pensamento e as ideias de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.

De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — muito mais sangrenta do que a Inquisição Católica, do que as várias cruzadas e do que a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo foi sinônimo de terrorismo sanguinário, de expurgos seguidos de morte, de campos de prisioneiros e de trabalhos forçados, de deportações, de inanição dantesca, de execuções extrajudiciais, de julgamentos "teatrais", e de genocídio e assassinatos em massa.

No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.  Para se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 35 milhões de pessoas.   Ou seja, quando marxistas controlam estados, o marxismo é mais letal do que todas as guerras do século XX combinadas, inclusive a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã. (N. do Editor: Além destes 110 milhões de mortos, não vejo motivo para excluir dentre as vítimas do comunismo os 336 milhões de abortos forçados que o governo chinês, com um orgulho macabro, admitiu recentemente ter realizado entre 1971 e 2010. Isso leva o número de vítimas à casa dos 450 milhões de seres humanos. E levando-se em conta que a legalização do aborto é obra intelectual e política dos comunistas não só na China, como no resto do mundo, não me parece um exagero afirmar que o marxismo matou mais de meio bilhão de pessoas, ou, no mínimo, abriu o precedente cultural e jurídico para que mais algumas dezenas de milhões de fetos fossem assassinados nas últimas décadas. Ver também nota de Graça Salgueiro ao fim do artigo.)
E o que o marxismo, o maior de todos os experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres à custa deste sangrento número de vidas humanas? Nada de positivo.  Ele deixou em seu rastro apenas desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.

O Khmer Vermelho — comunistas cambojanos que governaram o Camboja por quatro anos — fornece algumas constatações quanto ao motivo de os marxistas acreditarem ser necessário e moralmente correto massacrar vários de seus semelhantes.  O marxismo deles estava em conjunção com o poder absoluto.  Eles acreditavam, sem nenhuma hesitação, que eles e apenas eles sabiam a verdade; que eles de fato construiriam a plena felicidade humana e o mais completo bem-estar social; e que, para alcançar essa utopia, eles tinham impiedosamente de demolir a velha ordem feudal ou capitalista, bem como a cultura budista, para então reconstruir uma sociedade totalmente comunista.  

Nada deveria se interpor a esta realização humanitária. O governo — o Partido Comunista — estava acima das leis. Todas as outras instituições, normas culturais, tradições e sentimentos eram descartáveis.

Os marxistas viam a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, contra a exploração, contra o imperialismo e contra a desigualdade — e, como em uma guerra real, não-combatentes também sofreriam baixas. Haveria um necessariamente alto número de perdas humanas entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os "sabotadores", os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras.  Assim como em uma guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na Segunda Guerra Mundial.  Para os marxistas no governo, o objetivo de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.

A ironia é que, na prática, mesmo após décadas de controle total, o marxismo não apenas não melhorou a situação do cidadão comum, como tornou as condições de vida piores do que antes da revolução.  Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-33, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e da China (aproximadamente 30 milhões de mortos em 1959-61).  No total, no século XX, quase 55 milhões de pessoas morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas — dentre estas, mais de 10 milhões foram intencionalmente esfaimadas até a morte, e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.

O que é espantoso é que esse histórico fúnebre do marxismo não envolve milhares ou mesmo centenas de milhares, mas milhões de mortes. Tal cifra é praticamente incompreensível — é como se a população inteira do Leste Europeu fosse aniquilada. O fato de que mais 35 milhões de pessoas fugiram de países marxistas como refugiados representa um inquestionável voto contra as pretensões da utopia marxista. [Tal número equivale a todo mundo fugindo do estado de São Paulo, esvaziando-o de todos os seres humanos.]
Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar da humanidade que deve ser aprendida com este horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: ninguém jamais deve usufruir de poderes ilimitados.

Quanto mais poder um governo usufrui para impor as convicções de uma elite ideológica ou religiosa, ou para decretar os caprichos de um ditador, maior a probabilidade de que vidas humanas sejam sacrificadas e que o bem-estar de toda a humanidade seja destruído. À medida que o poder do governo vai se tornando cada vez mais irrestrito e alcança todos os cantos da sociedade e de sua cultura, maior a probabilidade de que esse poder exterminará seus próprios cidadãos.

À medida que uma elite governante adquire o poder de fazer tudo o que quiser, seja para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como é o caso dos marxistas de hoje, para implantar aquilo que acredita ser certo e verdadeiro, ela poderá impor seus desejos sem se importar com os custos em vidas humanas. O poder é a condição necessária para os assassinatos em massa. Quando uma elite obtém autoridade plena, várias causas e condições poderão se combinar para produzir o genocídio, o terrorismo, os massacres ou quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam serem necessários. No entanto, o que tem de estar claro é que é o poder — irrestrito, ilimitado e desenfreado — o verdadeiro assassino.

Nossos acadêmicos e intelectuais marxistas da atualidade usufruem um passe livre. Eles não devem explicações a ninguém e não são questionados por sua defesa de uma ideologia homicida. Eles gozam de um certo respeito porque estão continuamente falando sobre melhorar as condições de vida dos pobres e dos trabalhadores, suas pretensões utópicas. Porém, sempre que adquiriu poder, o marxismo fracassou miserável e horrendamente, assim como o fascismo. Portanto, em vez de serem tratados com respeito e tolerância, marxistas deveriam ser tratados como indivíduos que desejam criar uma pestilência mortal sobre todos nós.

Da próxima vez que você se deparar com marxistas ou com seus quase equivalentes, os fanáticos esquerdistas, pergunte como eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cento e dez milhões de seres humanos que sua fé absolutista provocou, bem como o sofrimento que o marxismo criou para as outras centenas de milhões de pessoas que conseguiram escapar e sobreviver.


Nota da jornalista Graça Salgueiro:

Todos os anos Cuba realiza uma média de 100 mil abortos, alguns deles forçados e sem o conhecimento da mãe, pois existe uma substância nos fetos que serve para fazer uma medicação para doenças neurológicas graves, como os males de Parkinson e de Alzheimer, e cuja patente é cubana. Anualmente chegam à ilha milhares de estrangeiros em busca desse tratamento, o que significa MUITOS dólares e euros entrando legal e abundantemente nos cofres dos Castro. Daí o incentivo ao aborto. Há alguns anos, assisti a um vídeo no qual uma moça contava que estava grávida e fora fazer a consulta do pré-natal. Quando o médico disse que ela "precisava abortar porque estava correndo sérios riscos".  No vídeo, ela contava chorando que não sentia absolutamente NADA e que queria muito ter seu bebê.

 
R.J. Rummel, professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, é o mais aclamado especialista mundial em democídio, termo que ele cunhou para se referir a assassinatos cometidos por governos.  Escreveu o livro Death by Government, leitura obrigatória para qualquer pessoa que queira se inteirar das atrocidades cometidas por governos.  Ao todo, Rummel já publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.

Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.
via midia sem mascara

Universidade Federal de Ouro Preto abriga “Centro de Difusão do Comunismo”

Que as universidades brasileiras se converteram nas últimas décadas em centros de propagação das ideologias e mitologias da esquerda é fato que hoje ninguém mais ignora. O que muita gente não sabe é que a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) abriga, oficialmente, um “Centro de Difusão do Comunismo”.

Não é piada, não. Vejam aqui.

O Centro de Difusão do Comunismo (CDC) está vinculado ao curso de Serviço Social da UFOP, e desenvolve (ou desenvolvia até 2012), sob a coordenação do Prof. André Luiz Monteiro Mayer, dois projetos de extensão: a Liga dos Comunistas e a Equipe Rosa Luxemburgo. O primeiro (que tem, ou teve, apoio do CNPq) se apresenta como um “núcleo de estudo e pesquisa sobre o movimento do real, referenciado à teoria social de Marx e à tradição marxista”; e o segundo como um grupo “de Debate e Militância Política Anticapitalista”.

Não se trata, portanto, de um centro destinado a estudar o comunismo. O CDC existe para difundi-lo. Seu objetivo é “lutar por uma sociedade para além do capital!”
A Liga dos Comunistas da UFOP possui, é claro, um Manifesto, que termina assim:

A Liga dos Comunistas vem manifestar a sua radical opção: desejamos a morte das relações sociais impostas pelo capital; lutaremos pela sua ruína e superação com todas as armas que forem possíveis; e esperamos poder contribuir com a emancipação humana, rumo a outro modelo de sociedade "para além do Capital", no qual as relações sociais serão construídas para atender as necessidades básicas, material e espiritual, do ser social.
Morte ao Capital!

O problema é que, em vez do Capital -- que continua aí, firme e forte, colocando a cervejinha gelada nos botecos de Ouro Preto e alimentando os Andrés Luízes da vida --, o que os comunistas mataram foi gente de carne e osso. Uns 100 milhões, mais ou menos, só no séc. XX.
Agora deem uma olhada no currículo do Prof. André Luiz Monteiro Mayer (dados informados pelo próprio):

Militante Comunista. Doutor em Serviço Social pela UFRJ (Concentração em Teoria Social). Professor do Curso de Serviço Social da UFOP. Coordenador do Programa: Centro de Difusão do Comunismo (CDC-UFOP) com quatro ações vinculadas: (...) Tem experiência na área de assessoria aos movimentos sociais e nas seguintes áreas de ensino: teoria social, pesquisa, serviço social (projeto pedagógico). Debate principalmente os seguintes temas: capital, relações sociais, reificação, comunismo, serviço social (fundamentos teórico-metodológicos da vida social).

Pelas aulas que dá e pela militância que desenvolve na UFOP -- uma universidade pública, mantida com dinheiro de impostos pagos por toda a população --, o Prof. André Mayer recebe, de acordo com o Portal da Transparência, R$ 8.839,53 por mês.

Professores dizem que aluno drogado é o principal fator de violência nas escolas. Mandem o resultado para Dilma, FHC, Paulo Texeira e a Comissão Brasileira Sobre Drogas e Democracia

A Apeoesp, o sindicato dos professores da rede estadual de ensino, que tem um neurônio petista e o outro também, fez uma pesquisa sobre a violência nas escolas. Deve ser parte da sua campanha contra o governo do estado, o PSDB, o capitalismo, a privatização do ensino, a propriedade privada, sei lá eu… De todo modo, existe, é evidente, violência nas escolas país afora. E é coisa grave! O resultado, já falo a respeito, não é nada surpreendente.

Os dados deveriam ser enviados à presidente Dilma Rousseff, cujo governo patrocinou, na semana passada, um seminário em favor da descriminação de todas as drogas; deveriam ser enviados ao deputado Paulo Teixeira (SP), um dos capas-vermelhas do PT, que quer discriminação total das drogas e acha que quem for flagrado com uma quantidade suficiente para até DEZ DIAS de consumo não pode ser incomodado; deveriam ser enviados, claro!, ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele é o principal responsável por ter conferido credibilidade aos liberacionistas: “Se até o FHC é a favor…”. Deveriam ser enviados à tal Comissão Brasileira Sobre Droga e Democracia, com seu incrível nefelibatismo… Aliás, a página dessa entidade na Internet limitava-se, até outro dia, a tratar a questão como matéria de política pública, ligada à segurança e à saúde. Na semana passada, havia lá o texto (sobre um ator) que fazia claramente a apologia da maconha.

Os dados deveriam ser enviados, enfim, a todos os “pensadores” que usam o discurso da medicalização do vício para liberar a droga e, assim, produzir ainda mais viciados… A sistema de saúde no Brasil passaria a girar em torno desse eixo. O que essa turma pretende, na prática, é tornar a droga disponível a cada esquina, a preços bem mais baratos, claro!, e jogar o ônus de sua escolha — CONTRA A VONTADE DO POVO — no sistema público de saúde.
Leiam trecho de reportagem da Folha . Volto depois.

A presença das drogas no ambiente escolar é o principal motivo apontado por professores da rede estadual de ensino de São Paulo para a criação de situações de violência dentro da escola. A constatação é de pesquisa divulgada ontem pela Apeoesp (sindicato estadual dos professores). Em 42% dos casos, os entrevistados disseram que o aluno sob efeito de drogas foi a razão que motivou a violência. Em seguida, com 29%, estão as ações do tráfico de drogas e alunos sob efeito de álcool como as motivadores.

O levantamento, realizado pelo instituto Datapopular, ouviu 1.400 professores, por telefone, em 167 cidades paulistas entre janeiro e março deste ano e tem margem de erro de 2,61%. A pesquisa indicou também que 84% dos entrevistados disseram ter tido conhecimento de algum caso de agressão dentro da escola onde trabalham, e 44% dos professores pesquisados afirmam ter sofrido algum tipo de agressão (física, verbal ou assédio) no ambiente escolar.
(…)

Voltei
 
Outro dia, um desses que andam com a cabeça nas nuvens, embora tenha se mostrado um empirista empedernido, mandou pra cá um comentário duro, exigindo que eu demonstrasse que a descriminação acarretaria uma elevação do consumo. Ele não quer que eu prove nada. Ele está mentindo — talvez até para si mesmo. Ele é da turma que pretende:
 
a: acabar com qualquer abordagem repressiva aos consumidores de drogas;
b: diminuir (e, no limite, acabar) com a interdição social que ainda resiste em relação a elas;

c: oferecer tratamento público e gratuito para os que eventualmente se tornaram “dependentes” e quiserem se livrar do vício;

Depois de tudo isso, ele quer que seja eu a provar que haverá elevação do consumo… Santo Deus! Essa gente acha que nas periferias — na pobreza, enfim —, puxa-se um fuminho com a mesma ligeireza, graça e manemolência com que se acende um baseado em Higienópolis, Vila Nova Conceição, Moema, Vila Madalena, Ipanema, Copacabana, Leblon ou Botafogo. O médico que foi detido com um floresta de maconha no apartamento, no Rio, foi tratado em certos veículos quase como um poeta. A cara da pobreza é diferente!

A estupidez militante
 
Aí a estupidez militante resolve pensar: “Tá vendo? Mesmo com as drogas proibidas, a gente tem esse resultado…”. Sim, é verdade! E aí, então, esses gênios resolvem criar condições para aumentar a circulação das ditas-cujas. A tese é a seguinte: se, com menos drogas circulando, temos isso, quem sabe com mais? É um modo de pensar.

Venham cá: por que se instituiu a tal Lei Seca para motoristas? Por que existe a restrição à venda de álcool para menores? Aqui perto da minha casa mesmo, numa dessas lojas de conveniência de postos de gasolina, já vi a lei sendo fraudada. Um rapaz maior de idade entrou, comprou meia dúzia de latinhas de cerveja e distribuiu depois para os amigos, provavelmente menores. Por que ninguém vem a público, nesses dois casos, para afirmar que as medidas repressivas são ineficazes?

Ineficazes para “resolver” o problema podem ser, mas não inúteis. Elas têm a eficácia possível. Uma coisa é certa: sem elas, a situação seria pior. A existência de uma lei não impede que um crime aconteça ou que um grupo de pessoas deixe de correr riscos e mesmo de pôr terceiros em risco. Mas certamente age como fator de inibição.

Os lobistas da liberação das drogas foram hábeis em inverter, vamos dizer assim, o ônus da prova. Eles é que teriam de provar que elevar a exposição da sociedade brasileira às drogas não acarretará um aumento do consumo; eles é que querem mudar a lei. Eles é que têm de apelar a alguma instância secreta do conhecimento para justificar que, quanto mais droga circulando (e mais barata), menor será o consumo.

A Comissão Brasileira Sobre Drogas e Democracia conta com gente sem dúvida sábia em sua área de atuação. Estão lá, por exemplo, o brilhante economista Edmar Bacha e o banqueiro Pedro Moreira Salles. A comissão defende a descriminação, mas, que eu saiba, continua favorável à repressão ao tráfico. Eu continuo a aguardar um ensaio de Bacha e Salles demonstrando que o estímulo à demanda não provocará a) ou uma elevação da oferta b) ou a explosão da inflação no setor. Em qualquer caso, o traficante sairia ganhando. Se conseguir suprir a demanda, mantendo sua margem, vai expandir o negócio porque poderá reinvestir o lucro crescente na própria atividade. Se não conseguir, restará elevar os preços, mantendo fixos os custos. Nesse caso, ganhará ainda mais dinheiro vendendo o mesmo. Resta a alternativa improvável de que a lei da oferta e da procura não funcione para o mercado de drogas. Mas eu posso esperar por esse ensaio e a história do pensamento econômico também.

No momento, a Comissão deveria é dar uma resposta aos professores de São Paulo, tentando explicar que a descriminação das drogas minimizaria o problema da violência. Noto, para encerrar mesmo, que os professores apontaram como o maior problema o aluno sob efeito de drogas, não o aluno traficante!

Por Reinaldo Azevedo
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/professores-dizem-que-aluno-drogado-e-o-principal-fator-de-violencia-nas-escolas-mandem-o-resultado-para-dilma-fhc-paulo-texeira-e-a-comissao-brasileira-sobre-drogas-e-democracia/