quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Frutos da Pornografia - Bonecas Sexuais Humanas II - Ainda duvida da capacidade deles? - PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS!

 

NOSSOS TEMORES SE CONFIRMARAM. ELAS EXISTEM! RESULTADO DE NÃO HAVER CONTROLE SOBRE OS DESEJOS SEXUAIS DOENTIOS. AVISO: PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS!

Antes de ler o artigo, para não pensar que estamos viajando, olha isso aqui: "Anatoly Moskvin, o maníaco das bonecas" Clique aqui para ler.

Agora leia o artigo sobre as Bonecas Humanas Sexuais. A montagem foi feita com fotos retiradas do perfil "Deep Web" localizado no Facebook. Acesse aqui.

"As bonecas sexuais humanas são geralmente crianças, compradas de famílias miseráveis em países onde a população vive na extrema pobreza. Elas são vendidas pelos “Dolls Makers”, que são dezenas de grupos que fazem parte desse comércio sádico e sujo, e compradas por milhares de dólares que variam entre 30 e 40 mil.

acredita-se que são levadas à centros cirúrgicos clandestinos e transformadas em bonecas vivas que não apresentam resistência às perversões sexuais dos seus donos, Seus membros, braços e pernas, são amputados e substituídos por próteses de silicone, As cordas vocais são retiradas e os dentes arrancados e trocados por próteses de borracha. Todo o procedimento dura de duas à três semanas e só é iniciado após a “boneca” ter sido encomendada, e ainda viria com uma espécie de manual de instruções, dizendo como alimentá-la e realizar as demais necessidades básicas humanas para a sobrevivência, já que dependeria do dono para tudo a partir daí. A estimativa de vida seria reduzida há um ano após o inicio dos procedimentos cirúrgicos.

Um caso que ficou famoso aqui na surface web foi o da “Lolita Slave Toys”. Um membro do 4chan que se dizia Hacker, publicou no Fórum um Printscreen do endereço da Onion (um site da Deep web)com a forma de entrar nele. O site era apenas uma imagem com um texto explicando o que era e como comprar a “boneca”. Com a popularidade do post o Dolls Maker provavelmente notou que foi descoberto e limpou tudo o que tinha a respeito do anúncio, antes que o FBI fosse tomar um chá das 7 com ele, outros Dolls Makers já foram descobertos por Hackers, mas ao que parece é que escaparam…" (Click aqui para continuar a leitura)

Acompanhem aqui uma negociação para comprar uma. Segue o Print retirado do Facebook: 
  

Nota do Blog: 
Algumas pessoas disseram que não deveriamos publicar isso para não estimular aos Psicopátas. Apresentamos nosso argumento.  Estamos denunciando um crime contra a Humanidade que precisa ser investigado e punido. Através da Internet a Polícia tem conseguido, através da P2 - Serviço de Inteligência -, desvendar muitos crimes e o Jornalismo investigativo e Policial tem ajudado na maioria dos casos. Temos do nosso lado ligações com autoridades das Polícias Civil, Militar e a Federal e estas por sua vez, com a Polícia Internacional, a INTERPOL.

Um leitor no Facebook afirmou a respeito das bonecas: "aquilo que é descrito não se sustenta por mera impossibilidade fisiológica e econômica." De fato, não se sustenta por "Muito tempo", o texto afirma que elas tinha vida em torno de um ano. Lembrando que há muita gente grande ligada a corporações com ideologia Neo-Nazista, especialmente no leste Europeu e partes do EUA, que financiam tais experimentos. Isso era comum na época de Hitler. Os judeus que o digam. 

Meu papel, como Jornalista, é divulgar fatos locais ou internacionais que sejam do interesse da grande maioria. E isso o é. Afinal, se tal movimento chegar por aqui, não será por falta de aviso e alerta para as autoridades já irem monitorando e acompanhando os possíveis adeptos e criminosos de tal prática. Claro que tem gente grande por trás da internet tentando desinformar ou descredibilizar essas notícias afim de não serem pegas. As tais pagam muito bem para seus agentes removerem as suas pistas. 

Com certeza, aqueles que gostam de praticar esse crime sob pretexto de "sexo sádico ou escravo", irão se sentir ameaçados com esse postagem e partirão para tentarem desacreditar o post. Contudo, investiguem primeiro o perfil dos que assim fizerem e desconfiem logo se eles foram "Ativistas LGBTs".

Fonte:  resistenciacristaj.blogspot.com.br

POLÍCIA MILITAR DE XAPURI REALIZA OPERAÇÃO SATURAÇÃO E BOEMIA

A 2º Cia de Polícia Militar de Xapuri realizou durante o último final de semana, dias 02, 03 e 04, as Operações Saturação, Boemia e Saturação, respectivamente.

No dia 02 e 04, sexta-feira e domingo, a PM realizou a Operação Saturação que tem como principal objetivo o estabelecimento de pontos fixos de abordagem e policiamento nos pontos quentes de violência e criminalidade com foco na redução dos indicadores de violência e criminalidade do município. A operação foi realizada nos Bairros Laranjal, Pantanal, Constantino Melo, Hermínio e Centro. Durante a operação, várias pessoas foram submetidas à busca pessoal nos pontos de abordagem e durante o policiamento.

Já no dia 03, domingo, foi realizado a Operação Boemia que tem como principal objetivo a vistoria de estabelecimentos comerciais como bares, casas noturnas e supermercados que vendem bebidas alcoólicas  com foco na verificação de menores em situação de risco, apreensão de entorpecentes, apreensão de armas de fogo e armas brancas dentre outras ações. A operação foi realizada por agentes do FUREPOL de Rio Branco com apoio da guarnição da Polícia Militar. Durante a operação foram vistoriados 18 estabelecimentos comerciais dentro os quais 13 estavam funcionando de forma irregular e todos foram notificados a regularizarem suas situações dentro de prazos estabelecidos, caso contrário serão multados. 

A PM de Xapuri continuará realizando essas operações durante todo o ano de 2013 conforme planejamento operacional da corporação.











quarta-feira, 7 de agosto de 2013

FIM DA FAMÍLIA TRADICIONAL

“Meu coração está em paz, não tenho arrependimentos” – Parte 2

Daniel*, Isaac* e os outros 16 jovens cristãos foram presos injustamente, sem acusações formais. Eram "culpados" até que provassem o contrário. Mas, diferentemente do esperado, eles não desanimaram em sua fé. "Nós decidimos que o nosso propósito, nestas circunstâncias, era falar e viver o nome de Jesus"
Parte 2.jpg

A quinta-feira tornou-se um dia de oração e jejum para a salvação dos detentos. Encontrar a forma mais eficaz de abordar os muçulmanos, em particular, tornou-se o objetivo dos cristãos. Alcançar isso significava que tinham de confiar apenas no Espírito Santo para colocar as palavras certas em suas bocas. Os cristãos foram em frente e começaram a convidar os presos para suas reuniões. Vários responderam de modo favorável.

Os cânticos de louvor podiam ser ouvidos por todo o prédio. A ousadia e a paciência dos rapazes ficavam cada dia mais fortes, e milagres aconteciam. O testemunho do doente que foi curado espalhava-se rapidamente. Logo, mais espectadores se aproximavam para ouvir o Evangelho de Jesus. Os cristãos trouxeram uma presença solidária naquele lugar, que normalmente oferecia tão pouca esperança. Incapaz de compreender como esses cristãos poderiam permanecer bons, apesar da hostilidade e resistência obstinada que enfrentavam, alguns muçulmanos começaram a fazer perguntas sobre a fé deles.

"Um dia, um companheiro de cela muçulmano perguntou-me por que eu era sempre gentil e não respondia duramente às suas provocações. Eu respondi: Meu Deus é um Deus de amor que ama todas as pessoas. Ele é aquele que permite amar o amigo e o inimigo incondicionalmente," compartilha Isaac. "Por meio do Espírito Santo, que nos fortalece, perseveramos e compartilhamos o evangelho com todos", acrescentou Daniel.

Cerca de vinte muçulmanos entregaram suas vidas a Cristo. Alguns fizeram isso secretamente, mas outros estavam ansiosos por ouvir mais e, abertamente, juntavam-se às reuniões devocionais de quinta-feira. A conversão dos não cristãos, especialmente os muçulmanos, à fé cristã, desagradava alguns detentos e carcereiros muçulmanos fanáticos. Guardas tentavam convencer os cristãos a negarem sua fé em troca de sua liberdade. Quando isso não funcionava, as agressões tornavam-se mais severas. Quando os cristãos ficavam doentes, lhes eram negados os cuidados médicos.
Um muçulmano irado decidiu resolver o assunto com suas próprias mãos. Ele defecou em um Alcorão, colocou a prova no pátio e culpou os cristãos. Os cristãos negaram veementemente as acusações. Mas os muçulmanos ficaram tão indignados com o ato profano que os guardas não quiseram ouvir qualquer motivo. 
Impiedosamente açoitaram os cristãos pela ação.

Ainda assim, os cristãos mantiveram-se firmes e recusaram-se a aceitar a responsabilidade pelo crime. Inflexíveis para encontrar o culpado, os muçulmanos ameaçaram abrir fogo para forçar o culpado vir à tona. Para controlar a situação explosiva, uma equipe de investigadores foi levada para interrogar todos os prisioneiros. O infrator foi exposto e cobrado em conformidade.

Em maio deste ano, depois de serem presos por 27 meses, oito dos jovens cristãos, finalmente pagaram a fiança. Eles agora podiam compartilhar como a sua prisão tornou-se um grande testemunho da fidelidade e do poder de Deus em suas vidas. Eles esperavam agressão física dos presos radicais islâmicos. Em vez disso, vinte muçulmanos vieram a Cristo. O Senhor os protegeu e os manteve em pé. Deu-lhes favor e os usou para levar a mensagem de vida eterna em Jesus para os condenados.

"Nenhum de nós nunca pensou em negar a nossa fé, ao invés disso, demos glória a Deus. Podemos declarar, sem dúvidas, que Deus nunca vai deixar nem abandonar seus filhos," disse Daniel. "Quando eu me encontrei no meio de meus inimigos, redescobri quão magnífico é Jesus Cristo. Eu fiquei em um quarto com membros do grupo radical islâmico Boko Haram, mas o Senhor me protegeu de suas mãos agressivas e de sua zombaria. Toda vez que meu coração ficava chateado, sua voz suave me confortava. 
Oferecia a Deus toda a honra por ter me permitido compartilhar o amor de Cristo na prisão. Foi um lindo milagre ver 20 homens entregando suas vidas a Cristo. Meu coração está em paz, eu não tenho arrependimentos por passar dois anos atrás das grades," disse Isaac.

Representantes da Portas Abertas visitaram os cristãos na prisão em várias ocasiões para incentivá-los e tranquilizá-los através de orações. Outros dez jovens ainda esperam ser libertados.

Pedidos de oração
  • Agradeça ao Senhor por esses cristãos perseguidos e por todos aqueles que vieram a Cristo através do testemunho deles. 
  • Ore para que Deus fortaleça e ministre aos novos cristãos através do seu Espírito Santo.
  • Peça por graça contínua de Deus para os outros dez cristãos que ainda estão presos. Ore para que eles recebam a justiça em breve.
*Nomes trocados para a segurança dos cristãos.
 Leia a primeira parte desse relato aqui.

Fonte: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/08/2636335/

GERAÇÃO ESTADO-DEPENDENTE

Por Jordanio Ribeiro

Que tipo de sociedade queremos para o Brasil?

Toda sociedade possui uma cultura ou lógica existencial capaz de desenvolver sinapses cerebrais em seus indivíduos – meio que automaticamente, uma vez que é assim que a vida individual se insere e passa a fazer sentido na coletividade – predispondo-os a se sobressaírem no desenvolvimento de certas características peculiares.

Assim, é “natural” que uma geração nascida numa sociedade beligerante desenvolva atributos e habilidades próprios de guerreiros. Numa sociedade assim os covardes certamente virariam párias! Do mesmo modo, espera-se que uma criança sul-coreana se torne um cientista, pois naquele país há uma política de Estado clara e séria (há não muito tempo implantada) de desenvolvimento educacional e tecnológico.

Nessa mesma toada assistimos hoje no Brasil a construção de uma sociedade de vagabundos: uma “Geração Estado-Dependente”. (Nota: vagabundo aqui, não primeiramente no sentido de delinquente segundo o jargão policial, mas sim como qualificação do preguiçoso que não valoriza o mérito pessoal, que não se esforça para estudar e trabalhar visando a seu próprio progresso)

O “BOLSISMO” – implantado na esfera federal no governo do PSDB e intensificado no governo do PT, que numa jogada eleitoreira oportunista usurpou sua paternidade e maternidade – é o pai e a mãe dessa “Geração Estado-Dependente”. O próprio ex-presidente Lula vaticinou seu nascimento quando logo no início do seu primeiro mandato em visita ao nordeste do país disse mais ou menos isso: “antigamente, quando chovia o sertanejo corria, pegava sua enxada e ia plantar seu feijão, sua macaxeira... mas, com essas bolsas-esmola, ninguém quer mais isso, pois sabe que receberá um vale-isso, um vale-aquilo”.

Antes que os monopolistas da justiça e bem social universal comecem a berrar, quero deixar claro que sou favorável sim! a certas medidas assistencialistas pontuais destinadas de fato aos pobres, porém o que se assiste hoje é a uma descarada compra de votos oficializada através dos inúmeros programas sociais. (O perfil dos beneficiários do Bolsa-Família foi ilustrado por aquela senhora no Ceará que no contexto da boataria do fim do Bolsa-Família disse mais ou menos isso em entrevista: “eu fui depositar o dinheiro na poupança do meu esposo, como faço todo mês, e como eu já estava lá na lotérica aproveitei pra ver o meu bolsa-família, daí consegui sacar dois meses juntos”. Vamos lá: a verdade é que a gente poupa o que excede à satisfação das necessidades básicas)

Sim, diga-se de propósito: sou contra o tal do “passe-livre”. “Não existe almoço grátis”. Ônibus, combustível, motoristas... não caem do céu. Alguém tem que pagar por isso. Lógico, também sou contra a máfia “empresas de ônibus x políticos”, sou contra a tarifa elevada e a péssima qualidade do serviço prestado (sim, uso transporte público numa média de 50% dos meus deslocamentos para o trabalho, e não tenho gratuidade), sou contra também políticos vagabundos. (Nota: vagabundo aqui, primeiramente no sentido mesmo de delinquente, segundo o jargão policial) Mas, vamos combinar: se diante da satisfação de um DESEJO dos mais idiossincráticos, como por exemplo, o cidadão querer se deslocar da Augusto Montenegro para a Praça da República, afim de curtir um bom e velho rock’n roll, o Estado estiver obrigado a levá-lo e trazê-lo gratuitamente, o que esse mesmo cidadão esperará desse mesmo Estado diante de NECESSIDADES básicas suas, como alimentação e moradia? Ora, ora... se é meu direito ter meus DESEJOS satisfeitos pelo “Estado-Babá”, por qual lógica não seria meu direito também a satisfação de minhas NECESSIDADES por esse mesmo “Estado-Babá”?

O meu desejo é que o Brasil, primeiramente, garanta o direito natural à vida por não mais permitir que seus cidadãos sejam assassinados, pois essa é uma das razões fundamentais da existência do Estado (no Brasil são cerca de 50 mil assassinatos por ano ou 20,4 assassinatos por 100 mil habitantes – a ONU considera estado de violência epidêmica taxas acima de 10 mortes violentas por 100 mil habitantes). Depois, meu desejo é que o Brasil cumpra sua obrigação constitucional de prover educação que capacite e qualifique seus cidadãos para tocarem suas próprias vidas com dignidade, formando assim uma sociedade que trabalha e tem condições de pagar, inclusive, pelo seu próprio “pão e circo”.
jordanio ribeiro – Perito Criminal
jorda10@gmail.com
 

O vale-crime de Francisco Bosco

Escrito por Felipe Moura Brasil |
bosco
Os criminosos, por piores que sejam, só prejudicam suas vítimas diretas. O discurso feito por gente como Bosco contra a sociedade nos maiores jornais do país legitima a ação de todos os criminosos.

A PM pergunta: “Quem está tentando saquear lojas está reivindicando um país melhor?” Francisco Bosco, colunista do Globo, responde:
"(...) quem está tentando saquear lojas está, precisamente, reivindicando um país melhor. E eles nos representam. São os únicos que realmente nos representam."

Bosco tem razão. Os vândalos saqueadores de lojas representam os intelectuais saqueadores da moralidade. Os primeiros são a ação dos pensamentos dos segundos.

Exemplo didático dos segundos, Bosco chega até a falar em nome dos primeiros:
“(...) aqueles que passam ao real (os ‘vândalos’) na verdade não querem isso, não querem falar a ‘linguagem’ da PM. Esse é apenas o último recurso que resta quando os recursos da realidade são todos falseados.
Bosco sabe o que os vândalos querem. Bosco garante que vandalizar é seu último recurso. Sempre que os vândalos precisarem de um porta-voz, já sabem que podem procurar por Francisco Bosco no jornal O Globo, na editoria de saques. Só não sei se vão querer falar a sua linguagem e “passar ao real”.
Para o colunista, “a única atitude que pode tirar as pessoas das ruas e acabar com essas passagens ao real é uma atitude efetiva, vinda do Estado, na realidade”.

Isto significa que ou o Estado faz o que os vândalos exigem ou eles continuam vandalizando, com a chancela moral de Francisco Bosco.

Acusado de “defender” e “incitar a violência”, ele ainda repetiu a sua tese revolucionária, digna de uma Nina Capello, do Movimento Passe Livre (ao comunismo), quando se explicou a um leitor:

“é justamente por achar isso um horror que estou dizendo que a única resposta possível para acabar com a violência (...) está no estado, e não é em forma punitiva, e sim transformadora.”

Preciso repetir também o que isto significa? Ou só a parte de achar um horror aquilo que ele mesmo justifica; aquilo para o que ele mesmo não quer punição?

Para uma segunda leitora, ele afirmou que não estava "incitando a violência", apenas dizendo as 3 coisas que me dou ao trabalho de comentar abaixo, porque este é o meu último recurso quando os recursos dos intelectuais são todos falseados:

“1) em certas condições só se transforma a realidade com essas intervenções no real (não há processos revolucionários feitos na base da palavra, apenas);”

Se alguém tiver alguma dúvida sobre quais são as “certas condições”, favor consultar as Leis de Bosco na versão atualizada da Constituição bosco-brasileira. Ou qualquer manual para jovens revolucionários que queiram transformar o mundo junto com ele.

“2) não se vai resolver essa questão da violência nas ruas com a legitimação da ordem (no caso, isso significa autorizar a pm a incorrer em todo tipo de ilegalidade para acabar com as manifestações vandalizantes);”

Nas Leis de Bosco – já estão com elas à mão aí? –, a legitimação da ordem significa autorizar a PM a incorrer em todo tipo de ilegalidade. Enquanto as ilegalidades da PM são condenáveis – e servem até para questionar o seu papel de manutenção da ordem –, as ilegalidades dos vândalos são justificáveis e servem para se exigir do Estado a transformação desejada.

“3) é claro que eu preferiria obter transformações estruturais sem as injustiças e as confusões decorrentes dessas passagens ao real (que não é o mesmo que ‘passar ao ato’), mas isso não me parece possível, justamente.”

É claro que Bosco preferiria não legitimar moralmente o crime, mas você sabem: em “certas condições”, não lhe parece possível evitá-lo... (Ainda mais se um dos partidos à frente das "manifestações" é o PSOL de Marcelo Freixo, para quem Bosco fez campanha e tudo.)

A propósito: a violência, que já tinha virado “intervenções no real”, virou agora “injustiças e confusões decorrentes dessas passagens ao real”. Eis aí a linguagem e o método bosqueanos: primeiro você fala que os vândalos “nos representam”, que lutam por um país melhor, que estão apelando ao seu “último recurso” (e conquista assim a plateia vândala, que repassa seu texto por aí com uma alegria danada, segura de que está representando o país de maneira legítima); se alguém o acusar de defender ou incitar a violência, você, em vez de retirar o que disse, transforma a violência numa outra coisa cada vez mais vaga, distante, encoberta por mil e um eufemismos e malabarismos verbais, deixando claro que você mesmo a considera um horror. É o suficiente para que a plateia bocó, incapaz de entender o que você escreveu, SINTA que você é bonzinho e não quer a violência – sem atinar que não se trata de uma questão de querer ou de achar um horror, e nem mesmo de defendê-la ou incitá-la, mas de LEGITIMÁ-LA em “certas condições”, o que você em momento algum deixou de fazer. (Qualquer pessoa que frequente ou recomende uma academia de ginástica sabe que é possível endossar um ato ao mesmo tempo que se considera este mesmo ato um horror, não é mesmo? Sigamos.)

Para um terceiro leitor, Bosco ainda tentou se explicar de novo:

“em primeiro lugar eu não defendi a violência, apenas expus a sua dimensão política,”

Bosco é assim: transforma a violência em ato político e legitima o ato político de violência.

“que havia sido anulada pela pergunta retórica da pm.”

A única dimensão que havia sido “anulada” nisso tudo era a da “retórica” de Bosco, que agora exponho aqui aos meus leitores.

“e essa dimensão política não é ‘apropriada para democracia’, como vc faz parecer que eu disse, mas forçada a se colocar para que haja democracia”

A violência, que virou “dimensão política”, é “forçada” a se colocar, segundo as “condições”, conforme já vimos (e ainda veremos), das famosas Leis de Bosco.

“(sem resultados até agora, e essa é uma crítica que me pode ser feita).”

Bosco deixa você criticá-lo pela falta de resultados do vandalismo. Pela defesa dele, não, ok?

“reconheço ainda que meu texto tinha uma ambiguidade que hoje eu teria preferido esvaziar (refiro-me sobretudo à última frase).”

A última frase é aquela que diz que os saqueadores “são os únicos que nos representam”. Só um “reconhecimento” falseado para fazer de uma frase tão unívoca uma “ambiguidade”. Mas é preciso entender Francisco Bosco: se já é difícil reconhecer um erro quando você tem certeza de que não acredita mais naquilo que disse, imagine quando você ainda insiste em dizê-lo de outras formas, não é mesmo? Era esperar demais de Francisco Bosco que ele “esvaziasse” o texto inteiro.

“e reconheço tb pertinência em algumas das críticas que me foram feitas.”

Reconhecer pertinência genericamente, sem dizer quais críticas foram pertinentes, em quais pontos e por quê, é puro jogo de cena para posar de bom moço (mui tolerante), enquanto se reafirma tudo que havia sido dito, com malabarismos cada vez mais vexaminosos.

“seja como for, já voltei ao assunto e esclareci minha posição.”

Esclareceu nada. Reafirmou dissimuladamente a posição, repudiando todas as críticas concretas contra ela. Posição que não é de hoje, como já veremos.

“só um comentário de má-fé, como esse seu, para desconsiderar isso.”

Só um comentário que faz jus à recomendação leninista “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”, como este de Francisco Bosco, para acusar de má-fé o comentário do leitor indignado e ainda posar de vítima por ele não ter levado em conta o seu suposto esclarecimento, como se Bosco em algum momento tivesse deixado de legitimar moralmente o crime.

Ele ainda escreveu este trecho como introdução à resposta aos dois primeiros leitores:

“o meu post original (...) argumenta com toda a clareza em favor de uma solução dada na realidade (por meio de medidas do estado, e não da pm), e não na continuação dos confrontos violentos”

É claro que Bosco havia sido claro ao defender que a "solução" tem de vir das medidas do Estado. O que ele finge não perceber são as consequências lógicas do que defende.

Se ele diz que a única atitude cabe ao Estado e que ela não tem de ser punitiva, mas transformadora – ao mesmo tempo que diz que os vândalos “nos representam”, que lutam por um país melhor, que estão apelando ao seu “último recurso” –, está dizendo que os vândalos não devem ser punidos e que não cabe a eles parar de vandalizar, mas ao Estado fazer com que parem, atendendo às suas reivindicações. Se isto não é a legitimação moral dos crimes dos vândalos (como uma forma de chantagear o Estado através da violência), Bosco é Madre Teresa de Calcutá.

Agora vejam se Madre Teresa diria tais coisas:

“(...) o fundamental aqui é lembrar que essa violência é a resposta real à violência real sofrida pelo povo. Por isso eram inúteis, e até ridículos, os pedidos de 'sem violência', de manifestantes de classe média aos manifestantes da periferia.”

Como diria o ex-senador americano Daniel Patrick Moynihan: “Você tem direito a desenvolver uma opinião própria, não fatos próprios.” Bosco inventa que os vândalos (que ele chama de manifestantes) eram da periferia e aqueles que lhes pediam paz (o que ele acha ridículo) eram de classe média, quiçá do tipo que não sabe a dor que é sofrer a opressão estatal... Os amantes da luta de classes têm dessas coisas: moldam os fatos para caber na sua teoria. Que importa afinal se os terroristas foram arregimentados pelos militantes ou até contratados por eles para aterrorizar, sempre com a ajuda dos delinquentes de classe média que adoram um quebra-quebra, sendo que muitos de todos eles tinham folha corrida e tudo? Para quem está acostumado a legitimar crime de pobre, nada como inventar que os autores do crime que se quer legitimar são pobres. Assim fica mais fácil diluir a culpa por toda a sociedade e impedir que eles sejam responsabilizados.

Só não sei por que usar de tanto malabarismo para fingir que não disse o que disse. Advogar intelectualmente em favor de saqueadores não é nada para quem advogou intelectualmente em favor de Nem, da Rocinha, quando ele foi preso em 2011, alegando que o traficante foi “impelido à criminalidade” como tantos outros “jovens, quase todos pretos” em função das condições, desigualdades, humilhações e todas aquelas coisas que nunca fizeram a maioria dos pobres recorrer ao crime, porque, felizmente, não são leitores do Globo.

Não preciso refutar linha a linha daquele texto – em cujo trecho mais memorável ele dizia que a fala de Nem “mesmo que ela seja forjada, é autêntica; mesmo que seja mentirosa, é verdadeira” – porque Renato Pacca já fez isto na ocasião, como se pode ler aqui, de modo que, antes de acrescentar outras análises, apenas lhe corrijo um detalhe: onde Pacca diz que “O artigo [de Bosco] é quase uma justificativa do banditismo”, esqueçam o “quase”, ok?

Como escreveu o filósofo Olavo de Carvalho – com quem Bosco deveria ter umas aulinhas – muito antes disso, em 2006:

“Na escala individual a pobreza só pode ser justificação direta e determinante do crime em exemplos excepcionais e raros – tão excepcionais e raros, na verdade, que em todo país civilizado a lei os isenta da qualificação mesma de crimes. São os chamados ‘crimes famélicos’ – o desnutrido que rouba um frango, ou o pai sem tostão que furta um remédio para dar ao filho doente. Em todos os demais casos, a pobreza, se está presente, é um elemento motivacional que, para produzir o crime, tem de se combinar com uma multidão de outros, de ordem cultural e psicológica, entre os quais, é claro, a persuasão pessoal de que delinqüir é a coisa mais vantajosa a fazer nas circunstâncias dadas.

Quando o hábito da delinqüência se espalha rapidamente numa ampla faixa populacional, é claro que, antes dele, essa persuasão se tornou crença geral nesse meio, reforçando-se à medida que as vantagens esperadas eram confirmadas pela experiência e pelo falatório. Ora, é de conhecimento público que, entre a mesma população pobre, por exemplo das favelas cariocas ou da periferia paulistana, duas crenças opostas se disseminaram concorrentemente nas últimas três décadas: de um lado, o apelo do crime; de outro, a fé evangélica. Numa população uniformemente pobre, o número de evangélicos praticantes que delinqüem é irrisório. Basta esse fato para provar que a correlação entre pobreza e crime é uma fraude, um sofisma estatístico da espécie mais intoleravelmente suína que se pode imaginar.


Nenhuma ação humana é determinada diretamente pela situação econômica, mas pela interpretação que o agente faz dela, interpretação que depende de crenças e valores. Estes, por sua vez, vêm da cultura em torno, cujos agentes criadores pertencem maciçamente à camada letrada, como por exemplo os bispos evangélicos e os cientistas sociais. Os bispos ensinam que, mesmo para o pobre, o crime é um pecado. Os cientistas sociais, que os criminosos, agindo em razão da pobreza, são sempre menos condenáveis do que os ricos e capitalistas que (também por uma correlação geral mágica) criaram a pobreza e são por isso os verdadeiros culpados de todos os crimes. Essas duas crenças disputam a alma da população pobre. Não é preciso dizer qual delas estimula à vida honesta, qual à prática do crime.


Nos bairros mais miseráveis e desassistidos, qualquer um pode fazer esta observação direta e simples: as pessoas de bem repetem o discurso dos bispos, os meliantes o dos cientistas sociais (...). Quando, do alto das cátedras, esses senhores pregam a doutrina de que a pobreza produz o crime, não estão cometendo um inocente erro de diagnóstico. Estão ocultando, com maior ou menor consciência, a colaboração ativa que eles próprios, por meio dessa mesma doutrina, dão ao crescimento irrefreado da criminalidade.”


Francisco Bosco, aplicando a Nem e aos vândalos o discurso dos cientistas sociais, tanto em sua coluna no Globo quanto em sua página no facebook, oculta, sabe-se lá com que grau de consciência, a sua própria colaboração ativa ao crescimento da criminalidade.

De resto: 
Legitimar moralmente os crimes falando em termos genéricos das condições de pobreza e opressão é fácil e, sem dúvida, comove muitas criancinhas, sobretudo as universitárias. Quero ver é estipular de uma vez por todas a condição-limite abaixo da qual o crime é justificável e justo, sendo a culpa do “sistema” e da “sociedade”, e acima da qual é injustificável e injusto, sendo a culpa do próprio indivíduo que o comete. Qual é a linha divisória entre aqueles que merecem o vale-crime e os que não merecem? Se Francisco Bosco me disser, eu publico seu texto no meu blog.

Tenho algumas perguntinhas para ajudar:

Qual é o limite da renda mensal que moralmente autoriza alguém a cometer crimes? Há quanto tempo é preciso estar nessa faixa? Só ela basta para tanto? Ou é preciso combiná-la com humilhações sofridas pelo Estado, pela polícia, pela extrema direita fascista e pela classe média que a Marilena Chaui odeia? Como se pontuam essas coisas? Quem as verifica? As violências sofridas nas mãos dos demais criminosos supostamente pobres contam ou não contam pontos? Dizer-se vítima de preconceito é o suficiente, ou é preciso comprovar as perdas e danos? Os negros e gays têm mais direitos ao vale-crime do que os brancos? Diga-me: um adolescente rico que tenha sofrido estupros do pai ou do padrasto ou de quem quer que seja também está moralmente autorizado a cometer crimes, ou a riqueza o desqualifica? Quem está mais autorizado: o riquinho estuprado, que, sei lá, ainda perdeu a mãe, assassinada por um traficante em um legítimo ato de crueldade, ou um pobre que nunca sofreu abusos sexuais e cujos pais vão muito bem, obrigado?

Como tantos outros colunistas, o sr. Bosco jamais esclareceu esses pontos; jamais escreveu as Leis de Bosco. O motivo é simples: se o fizer, deixará clara a sua colaboração ativa para o crescimento da criminalidade, uma vez que os cidadãos aptos a receber o vale-crime conforme as condições descritas sentir-se-ão mais à vontade do que já sentem muitos deles para cometer seus crimes.

Por isso é melhor apelar genericamente ao sentimentalismo da plateia bocó do que esclarecer as premissas do próprio discurso. Ninguém quer lançar luz sobre a confusão da qual se beneficia.

Já imaginou Francisco Bosco tendo de responder por aqueles que tentariam a todo custo preencher os requisitos necessários para obter o vale-crime ou por aqueles que usariam quem os preenchesse para cometer os crimes em seu lugar, como os bandidos adultos já fazem com os menores de 18 anos, que não podem ficar presos por mais de três? Ora, para que tanta dor de cabeça se ele pode justificar tudo sem se comprometer com nada do que diz, não é mesmo?

Só um leitor muito inocente ou de má-fé pode enxergar aqui uma simples divergência ideológica entre mim e Bosco. Não é preciso ser conservador, de direita, reacionário ou qualquer coisa que o valha (até o esquerdista Miguel do Rosário reprovou a legitimação bosqueana da delinquência no caso das manifestações) para entender que Bosco – consciente ou não, admitindo ou não – é um impostor intelectual, um falsificador da realidade, um porta-voz voluntário da bandidagem, um garoto-propaganda do PSOL, um revolucionário gramsciano da pior espécie, que contribui para a inversão completa dos valores na sociedade, enquanto posa de bom moço com sua linguagem afetada cheia de "intervenções no real".

Os criminosos, por piores que sejam, só prejudicam suas vítimas diretas. O discurso feito por gente como Bosco contra a sociedade nos maiores jornais do país legitima a ação de todos os criminosos e ainda contribui para retirar os freios morais de todos aqueles que apenas pensam em cometer crimes.

Muito mais importante do que a pergunta da PM é a seguinte:

Quem está tentando, como Bosco, saquear a moralidade do país está reivindicando um país melhor?

Felipe Moura Brasil, colunista do Blog do Pim e colaborador do Mídia Sem Máscara, responde:

– Claro que não. 

Fonte: midia sem mascara

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Pastor cego com Unção

Revolução cultural para baixinhos

Escrito por Camila Hochmüller Abadie
Vivemos em uma época em que a nova moda é desconstruir os velhos contos e reescrevê-los, esvaziando-os totalmente dos ensinamentos morais e espirituais que auxiliavam no desenvolvimento, manutenção e fortalecimento das virtudes características da cultura judaico-cristã.

Super Why

Iludem-se aqueles que imaginam que as cartilhas e livros governamentais são os únicos materiais nocivos dos quais nossas crianças precisam ser protegidas. Sim, neles há toda sorte de erros, de concepções ideológicas travestidas de "fatos", estímulos às drogas, ao desenvolvimento prematuro da sexualidade, entre outras coisas. No entanto, nossos adversários são bem mais espertos do que isso e seus braços são bem mais longos também.
 
Não raras vezes vejo pais e mães comemorando o interesse dos filhos em livrinhos infantis. Dizem, aliviados, que os filhos gostam de ler, que pegaram gosto pela coisa, que serão estudiosos e por aí vai. O problema é que poucas vezes os pais têm o mesmo entusiasmo para averiguar o tipo de conteúdo presente nos livrinhos e a respectiva mensagem que eles transmitem. Tal imprudência é mais ou menos o mesmo que deixar a criança entregue à TV, alegando que, afinal de contas, trata-se de um inofensivo canal de TV a cabo infantil.

Os engenheiros sociais sabem que juntamente com a influência dos pais (cada vez menor, dado o esfacelamento das famílias e as altíssimas cargas horárias de atividades que as crianças cumprem, hoje em dia, fora do cuidado e da supervisão familiar), a influência exercida sobre o imaginário infantil através das histórias, desenhos, fábulas e até músicas será decisiva para a construção do tipo de "cidadão" desejável. Não por acaso vivemos em uma época em que a nova moda é desconstruir os velhos contos e reescrevê-los, esvaziando-os totalmente dos ensinamentos morais e espirituais que auxiliavam no desenvolvimento, manutenção e fortalecimento das virtudes características da cultura judaico-cristã. 

Como exemplos concretos daquilo a que me refiro, citarei apenas dois casos, dos mais óbvios dentre muitos outros e mais sutis:

Super Why é um desenho exibido no Discovey Kids Brasil, um canal de TV a cabo voltado para o público da primeira infância, desde bebês até crianças por volta dos seis anos de idade. Sob o pretexto de ensinar novas palavras às crianças, expandindo seu vocabulário, o Super Why reescreve os contos clássicos, tais como "O lobo mau" e "João e o pé de feijão", alterando-lhes por completo o sentido. No episódio, por exemplo, do lobo mau, que é a representação alegórica do pedófilo, é transformado na raposa legal, de modo que todo o desenrolar da trama original é adulterado, e, portanto, a moral da história, que pretendia alertar as meninas para os perigos das conversas com homens desconhecidos, é perdida. 
The night dad went to jail
Lançado em 2011, nos EUA, o livrinho acima, cuja tradução do título poderia ser "A noite em que papai foi para prisão", faz parte de uma série chamada Life's Challenges, da CapstoneComo vocês podem imaginar, a proposta do livro é bastante explícita em sua intenção de ajudar as crianças a lidar com problemas reais e cada vez mais comuns nas famílias (se você não se chocou com o que acabei de escrever, por favor, faça soar o alarme). A obra, bem como a série da qual faz parte, não receberam, até onde pude averiguar, tradução para a língua portuguesa, mas se não o receberam, certamente apontam para uma nova tendência e para um novo nicho do mercado editorial infantil. Já pensaram no quão úteis podem ser historinhas como "O dia em que mamãe virou prostituta", "Quando meu irmão tornou-se um dependente químico" e coisas semelhantes?

Em outras palavras, não basta apenas que as crianças adquiram o hábito da leitura ou assistam a programações pretensamente selecionadas de acordo com a idade em que estão. Não. É preciso que adquiram o hábito da leitura lendo boas obras, preferencialmente mais antigas e clássicas, as quais ainda transmitem a riqueza do patrimônio imaginativo e cultural sobre o qual se assenta o Ocidente. Investindo em obras desse tipo, que geralmente encontram-se disponíveis em sebos a preços bem mais em conta do que os últimos lançamentos editoriais, bem como investindo em brinquedos e jogos que realmente estimulem a imaginação e a participação das crianças, não haverá tanto tempo nem tanto desejo de programas de TV. Além disso, é preciso que tenhamos sempre claro que, assim como a qualidade daquilo que comemos afetará nossa saúde física, assim também a qualidade daquilo que lemos, assistimos e ouvimos repercutirá sobre nossa saúde psíquica, moral e espiritual. Os engenheiros socias sabem muito bem disso. Mas e nós, pais e mães brasileiros?

Camila Hochmüller Abadie é mãe, esposa e mestre em filosofia. Edita o blog Encontrando Alegria.
via midia sem mascara

sábado, 3 de agosto de 2013

Good Morning, Obama!

vadiasIMAGENS MACABRAS como essa podem ser instrumento do bem, se compreendidas. Ofendem, escandalizam, agridem, mas – sobretudo – educam. Já há algum tempo que a única ocupação de muita gente, no país, consiste em protestar contra certo ‘estado de coisas’: político, cultural, ético, religioso.

Criminosos ou simplesmente idiotas, os manifestantes – bárbaros redivivos – passaram a fazer parte do cenário urbano. Contamos com eles todos os dias, todas as semanas, a partir das 18h. Exigem tudo: de tarifas grátis a casamento gay; do fim da corrupção política ao fim da Igreja Católica; ora exigem mais estado, ora exigem estado nenhum. 

Todos diferentes entre si e, a um só tempo, todos rigorosamente semelhantes. Como títeres demoníacos, só lhes interessa destruir, vandalizar, incendiar, profanar. É evidente aos olhos de quem não seja mau caráter ou irreparavelmente burro que a intenção desses grupos não é aquela declarada em amistosas entrevistas. 

Ateus militantes, gays e feministas radicais não querem o reconhecimento jurídico de sua condição, nem mesmo proteção às liberdades de expressão e consciência. Eles querem destruir uma civilização e colocar outra coisa qualquer no lugar. 

Imagens como essa servem como exemplo e como lembrete. Não se pode debater com monstros assim. Não se pode capitular, não se pode transigir, não se pode aceitar que a bestialidade satânica de canalhas como esses, miseráveis, almas deformadas cuja única vocação na vida parece ser a de exibir suas sordidezes em praça pública, seja considerada meio legítimo de atividade política. Definitivamente, não. Eles sabem o quão simbolicamente violento foi o ato. Eles sabiam que aquilo não seria entendido como 'arte', mas como a afronta que de fato foi.
Eles não são adversários intelectuais. Eles não são atores numa discussão pública racional. Eles não são agentes mais radicais dentro de outros tantos movimentos pacíficos e razoáveis. Eles são a conseqüência lógica desse ativismo.

Eu lhes agradeço do fundo da alma pelo favor que me fazem. Gosto de saber quem são meus inimigos, e eu nunca tive tanta certeza disso. Muito prazer, senhoras e senhores: sou seu mais fiel inimigo. Contem sempre comigo.

*
Os parágrafos acima, sobre a sacrílega e – não nos esqueçamos – criminosa manifestação das vadias foram RETIRADOS PELO FACEBOOK por conta de denúncias acerca de seu ‘caráter ofensivo e de incitação ao ódio’. Eu, obviamente, como bom cidadão observante das leis correntes, REPUBLIQUEI O TEXTO, sem a imagem. Agora, no blog, torno a anexar a imagem. 

Mas essa é a liberdade que nos exigem, entenderam? É a liberdade de não denunciar, de não reagir, de não discordar. Um crime é um crime é um crime. Mas dizer que o crime é crime, pelo jeito, isto sim é sério. Estamos perdendo a possibilidade mesma do debate público, e a linguagem já não serve mais para descrever as coisas, mas para acobertá-las. 

Há quem pense que eu exagero e escreva: “Opinião interessante”. Interessante é a pasmaceira, a sonsice, a preguiça moral que acomete uns e outros. A linguagem ideológica é exatamente isso: dizer as coisas ‘para não dizê-las’. Dizer as coisas com a intenção de escondê-las. 
Se é com a linguagem que descrevemos (e pensamos) a realidade, a deterioração dessa linguagem e seu uso politicamente correto provocam uma espécie de esvaziamento semântico. Depois de não muito tempo, as palavras não passam de sons carentes de sentido. Feito isso, basta ‘recarregar’ os signos com os significantes/significados que interessem e está feito: um crime não é um crime. Dizer que um crime é crime é que passa a ser ‘o’ crime. 

A situação é gravíssima, e só mesmo dois tipos de pessoas podem alegar desconhecimento: os canalhas e os... canalhas. Ignorância já não se justifica mais. O tempo da ignorância já passou.


Publicado no site Ad Hominem.
via midia sem mascara

Jovem é assassinada por lésbica após recusar namoro

Imagem: Reprodução (Internet)
Bianca Mantelli Pazinatto, de 18 anos, foi assassinada por duas adolescentes

Um assassinato comoveu os moradores da cidade de Jataí, em Goiás. A polícia encontrou nesta terça-feira (30) o corpo de uma jovem de 18 anos que estava desaparecida desde a manhã desta segunda. De acordo com a polícia, a estudante Bianca Mantelli Pazinatto foi esquartejada por duas adolescentes, uma de 16 e outra de 17 anos.

Segundo o delegado Regional da Policia Civil André Fernandes, Bianca desapareceu por volta da 9h30 da segunda. O corpo da vítima foi localizado no quarto da casa de uma das vítimas, embaixo da cama da jovem. Segundo a polícia, crime foi premeditado e ocorreu no interior da residência, que fixa no Setor Granjeiro.

O corpo foi encontrado revestido por sacos plásticos e com as mãos amarradas para à frente. Segundo a polícia, a intenção das duas era retirar o corpo da casa e queima-lo em um bairro afastado do centro da cidade. As duas adolescentes confessaram o crime e alegaram que a motivação foi passional.

Ainda segundo a polícia, uma das menores queria ter um relacionamento amoroso com Bianca, mas a vítima não queria, o que teria motivado as duas a planejar o crime. Na residência, foi apreendido um caderno com anotações sobre o assassinato, uma faca suja de sangue e uma mochila com outros objetos que teriam sido utilizados no assassinato.

“Esse homicídio a princípio foi motivado por uma questão de passionalidade. Nós iremos pegar maiores detalhes, mas é um crime que não se justifica. Conseguimos a informação com o aparelho celular da vítima, e viemos até aqui (casa da suspeita). Uma das autoras é muito fria, agiu com frieza. O crime foi todo planejado”, disse o delegado.

As duas adolescentes estão apreendidas no complexo de delegacia da policia civil de Jataí, e devem ser transferidas para um centro de apreensão de menores infratores na capital do estado. A pena máxima para menores que praticaram o crime pode ser de três anos de reclusão.

Fonte: Verdade Gospel