quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Militares, ‘profetas,’ comunistas e outros suspeitos: Qual é a solução para o Brasil?

Só um genuíno arrependimento nacional pode abrir o Brasil para o Deus que salva em todas as áreas — inclusive política.
Julio Severo
Na década de 1930, a Alemanha democrática estava em profunda crise econômica. Os comunistas aproveitaram a democracia e a crise para tentar vencer as eleições. Como única opção contra a ameaça comunista, surgiu no cenário político Adolf Hitler, que acabou atraindo o apoio de muitos direitistas, inclusive líderes luteranos. O que ninguém queria ver é que, apesar de ele ser a única ‘oposição’ política ao comunismo soviético, ele também era socialista. O Partido Nazista era o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista. Na Alemanha, o remédio ficou pior do que a doença.
A Igreja da Alemanha, em sua grande parte, não compreendeu que a opção eleitoral entre comunistas e Hitler não era escolher um, mas recorrer a Deus num arrependimento nacional. Nem os comunistas nem Hitler era solução. Só Deus era.
A Igreja da Alemanha também não compreendeu que precisava assumir uma postura forte contra a propaganda antijudaica de Hitler, que pintava os judeus como ‘conspiradores’ comunistas, inclusive usando opiniões expressas de Martinho Lutero contra os judeus.
O desespero anticomunista levou à tragédia hitleriana e ao Holocausto. A solução acabou ficando pior do que o problema.
Não havia solução política eleitoral. Só um arrependimento nacional poderia ajudar.
Para Hitler, que era antijudeu, ficou fácil ele e seu radicalismo serem uma opção anticomunista para a direita alemã. A União Soviética, que estava espalhando seu comunismo ao mundo, tinha judeus em elevados postos em seu governo e no temível Exército Vermelho. O papel dos judeus no comunismo soviético só fortalecia a propaganda nazista contra “conspirações judaicas.” Para Hitler, combater o comunismo soviético equivalia a combater os judeus e vice-versa.
A presença forte dos judeus no governo e sustentação da União Soviética era prova de que os judeus eram tão falíveis quanto os luteranos alemães. Se a escolha humana dos luteranos alemães era entre Hitler e os comunistas soviéticos, a escolha dos milhares de judeus russos era entre o governo do czar, que os perseguia violentamente, ou apoiar revoluções marxistas violentas que derrubariam o czar e instaurariam um governo que desse liberdade igual aos judeus.
De fato, nas primeiras décadas o regime soviético deteve as perseguições aos judeus e lhes deu oportunidades iguais de emprego e direitos. Embora a situação dos judeus tivesse melhorado muito, o regime soviético não era a solução política de Deus para eles e para a Rússia.
Só Deus era a verdadeira solução, mas a Igreja da Rússia não tinha visão para ver a importância da questão da perseguição aos judeus. Não era necessário se criar uma União Soviética para proteger os judeus e seus direitos. Tudo o que era necessário era a Igreja compreender seu papel e agir, chamando a nação ao arrependimento.
A Igreja na Rússia não socorreu os judeus, e o desespero levou os judeus a optar pela “solução” comunista soviética. A solução acabou ficando pior do que o problema.
Não havia solução política. Só um arrependimento nacional poderia ajudar.
No Brasil, não é diferente. Na última eleição presidencial, havia duas opções políticas. Um dos partidos ameaçava estabelecer os infames conselhos populares, que seguem o modelo soviético. O outro partido, que aparentava ser oposição para quem queria ser enganado, acabou criando, no seu maior reduto político do Brasil — o Estado de São Paulo —, os mesmos conselhos populares socialistas. Pior: a agenda homossexual tirânica socialista avançou nesse reduto sem quase nenhuma oposição. Socialismo engomadinho de um lado e socialismo metalúrgico do outro.
Não havia solução política eleitoral. Só um arrependimento nacional poderia ajudar.
Até mesmo os que diziam crer em visões, profecias e arrependimento caíram no redemoinho político, apoiando como “solução para o Brasil” um candidato socialista verde que acreditavam ser credenciado pelo fato de que escapou de um acidente de avião — fato interpretado por eles como “sinal de Deus.”
Sinal de Deus? O fato de uma pessoa ter escapado de um acidente é evidência suficiente de que ela é uma escolhida de Deus e tem um chamado político de Deus? Houve 27 tentativas de assassinar Adolf Hitler, que — recordemos — tinha apoio de muitos católicos e luteranos. Havia exceções. O Rev. Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano, participou de movimentos que visavam matar Hitler. Os movimentos fracassaram e Bonhoeffer acabou num campo de concentração, sendo torturado e morto.
O corajoso coronel católico Claus von Stauffenberg tentou matar Hitler várias vezes. Num voo com Hitler, ele estava com uma bomba, para se matar e levar junto o ditador nazista. Mas a bomba não acionou. Na última tentativa, no quartel-general “Toca do Lobo,” a bomba funcionou, matando vários militares de alta patente. Mas Hitler saiu vivo, e condenou a torturas e morte Stauffenberg e seus colaboradores. Hitler via sua sobrevivência aos vários atentados como ‘milagres’ e ‘evidência’ de que havia um plano e chamado maior para a vida dele.
Hitler experimentou 27 desses ‘sinais’ e ‘milagres,’ mas nunca houve nenhum plano ou chamado de Deus realizado na vida dele.
No caso brasileiro, os ‘profetas’ achavam que tinham a mesma abundância de ‘sinais’ e ‘milagres.’ Mas suas profecias de ‘solução’ não se cumpriram. Só um genuíno arrependimento nacional poderia ajudar.
E agora? O desespero chegou a tal ponto que alguns direitistas chegaram a recorrer ao Obama. De ameaça socialista para os EUA, Obama passou para ‘solução’ contra o governo socialista do Brasil! O mesmo desespero político, que deixou cegos os luteranos da Alemanha e os judeus da Rússia, cegou muitos brasileiros.
Com documentos que o governo de Obama entregou ao governo de Dilma, a Comissão Nacional da ‘Verdade’ pôde concluir com significativa rapidez seus ‘trabalhos,’ incriminando os militares e inocentando os criminosos comunistas.
Não havia esperança política em Obama. Só um genuíno arrependimento nacional poderia ajudar.
Os militares poderiam ser a única solução? É inegável a importância deles na década de 1960 salvando o Brasil de uma ameaça comunista. Mas, excetuando esse papel fundamental, eles não representaram em outros aspectos um governo ideal. Em 1979, no governo militar de Ernesto Geisel, o Brasil abriu as portas para uma representação oficial da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Brasília. Foi a primeira vez em sua história que o Brasil deu apoio ao terrorismo islâmico, um ato que deveria chocar todo brasileiro decente.
O Brasil sob governo militar tem também um histórico de votações hostis a Israel na ONU. O motivo é simples: a indústria militar brasileira tinha um mercado próspero em países muçulmanos do Oriente Médio. O Brasil fornecia material bélico para as guerras e lutas islâmicas daquela região. Para agradar a esses clientes instáveis e raivosos, os militares brasileiros precisavam desagradar Israel, inclusive permitindo em Brasília um escritório da OLP, organização terrorista muçulmana responsável pelo massacre de muitos homens, mulheres e crianças de Israel.
Podemos então louvar os militares por terem livrado o Brasil da ameaça comunista. Mas no que eles erraram contra os judeus, eles não merecem nenhum louvor.
Mesmo assim, desesperados, muitos brasileiros preferem uma solução militar. Outros, no mesmo desespero, apelam para o socialismo engomadinho ou verde ou qualquer outra coisa que lhes sirva de tábua de salvação.
Qual é então a solução para o desespero político de milhões de brasileiros?
Pergunte aos judeus da Rússia, que fizeram sua solução política contra as perseguições antijudaicas: A União Soviética.
Pergunte aos luteranos e católicos da Alemanha, que fizeram sua solução política contra a ameaça comunista soviética e a ‘ameaça’ judaica: Adolf Hitler.
O desespero político pode levar a soluções políticas que resultam em tragédias. Provas históricas não faltam.
Mas o arrependimento traz a visitação de Deus.
Só um genuíno arrependimento nacional pode abrir o Brasil para o Deus que salva em todas as áreas — inclusive política.
Leitura recomendada:

O peso da mão estatal


“Apontar algum inconveniente que a economia de mercado não foi capaz de eliminar não quer dizer que o socialismo ou o intervencionismo sejam viáveis ou desejáveis.” (Mises)

Não são poucas as pessoas que, mesmo com algum conhecimento de economia, defendem inúmeras medidas intervencionistas por parte do governo. Alegam que o mercado é imperfeito, ignorando que o Estado é formado por homens também. Constatar imperfeições no mercado não é prova de que intervenções são bem-vindas. O político não é um santo homem iluminado. Será, então, que essas intervenções atingem seus objetivos reais? Será que elas melhoram a situação?

Em primeiro lugar, é de fundamental importância procurar analisar uma política intervencionista por suas conseqüências como um todo; não apenas por seus efeitos de curto prazo, mas também no longo prazo. Parece bastante óbvio isso, mas impressiona a quantidade de gente que ignora tal recomendação. Sem uma análise mais criteriosa, fica complicado determinar a causalidade dos fatos. Assim, muitas vezes uma intervenção estatal gera benefícios imediatos enquanto seus resultados maléficos irão surgir apenas com o tempo. Uma visão míope poderá concluir que a intervenção era desejada, sem se dar conta que as conseqüências nefastas no futuro tiveram causa atrás, na intervenção. Isso é muito comum, mesmo entre economistas.

O funcionamento de uma economia de mercado exige complexos cálculos racionais, sempre através da especulação, já que o ser humano não tem conhecimento prévio do futuro. Até mesmo a formação de estoques é uma especulação calcada em dados disponíveis no mercado hoje, com o empresário esperando uma melhora dos preços para poder vender seus produtos depois, em vez de “liquidar” os estoques logo a preços menores. Em uma economia socialista, com planejamento estatal e sem os meios de produção privados, tal cálculo é inviável, ou praticamente impossível. Isso ficou claro na União Soviética, cujo Gosplan tentava administrar os preços de milhares de produtos. Como aconselha Mises, “quem não for capaz de formar a sua própria opinião quanto ao difícil e essencialmente técnico problema do cálculo econômico numa sociedade socialista deveria se abster de falar sobre o assunto”. Nunca conseguiram refutar com argumentos os economistas austríacos sobre tais pontos, mas adoram pregar soluções milagrosas através da fé.

No capitalismo, onde a economia funciona livremente, são os consumidores, e não os empresários, que determinam o que deve ser produzido. Por isso a economia de mercado é chamada de democracia dos consumidores. Estes determinam, através de uma votação diária, quais são as suas preferências. E aquele que atender melhor os consumidores será o empresário bem sucedido. Não é porque existem destilarias que as pessoas bebem uísque; é porque as pessoas bebem uísque que existem destilarias. Atender as demandas do povo é a função das empresas. A competição livre entre elas é a garantia do melhor atendimento. Não há como escapar das inexoráveis leis do mercado. A alternativa é depositar em uma pequena cúpula de políticos poderosos as escolhas, jogando todo o resto da população na escravidão.

Por isso, a “função social” de uma empresa é justamente buscar o lucro. Se o indivíduo busca satisfazer seu próprio interesse num contexto de respeito à propriedade privada e às trocas efetuadas no mercado, estará fazendo o que a sociedade espera que ele faça. Não é da benevolência do açougueiro que esperamos carne, mas da busca de seus próprios interesses. Um laboratório que distribuísse remédios de forma altruística, iria à falência, e nenhum remédio novo surgiria. Alguns dizem que “no longo prazo estaremos mortos”, e pela falsa visão de riqueza estática, defendem apenas uma melhor distribuição dela. De fato, seguindo tal “lógica”, estaremos todos mortos mesmo! É da busca dos interesses particulares de cada um que temos nossas demandas atendidas no mercado. Produzir o melhor produto possível ao menor preço viável é a “função social” das empresas.

Quando o governo adota medidas restritivas, acaba favorecendo os produtores, enquanto uma política que não interfere no funcionamento do mercado favorece os consumidores. Nossas oligarquias locais foram protegidas com medidas restritivas no passado, em nome do “nacionalismo”, sempre à custa do consumidor brasileiro. Uns poucos aliados do governo ganham, todo o resto perde. O brasileiro era obrigado a comprar carroças a preços de Ferrari.

Da mesma forma, medidas de controle de preços provocam uma redução de produção porque impossibilitam o produtor marginal de produzir com lucro. Com o nobre objetivo de limitar a alta de preços, o governo consegue apenas esvaziar as prateleiras, como vimos em todas as nações socialistas. O salário mínimo é outra intervenção similar, impedindo que trabalhadores dispostos a trabalhar por menos tenham empregos. A conseqüência é o aumento do desemprego. A natureza é dura, mas as leis de mercado não podem ser alteradas por papel e caneta do governo.
São infinitas as formas de intervenção estatal. Taxar mais pesadamente as rendas maiores é muito comum, mas apenas impede a formação de capital eliminando a tendência de aumentar a produtividade marginal da mão-de-obra, que por sua vez aumenta os salários. Um sistema tributário que servisse aos verdadeiros interesses dos assalariados deveria taxar apenas a parte da renda que estivesse senso consumida, e não a que estivesse sendo poupada ou investida.

De fato, a economia de mercado recompensa aquele capaz de servir bem os consumidores. Mas isso não causa nenhum dano a estes, só os beneficia. Apenas uma pequena minoria faz uso da liberdade de criação artística e científica, mas todos ganham com ela. Quem tem luz elétrica, forno, geladeira, carro, computador, ar condicionado, roupas, remédios, sabe bem disso. Infelizmente, como alerta Mises, “o fanatismo impede que os ensinamentos da teoria econômica sejam escutados, a teimosia impossibilita qualquer mudança de opinião e a experiência não serve de base a nada”. E assim ficamos sem todas as vantagens potenciais da mão invisível do mercado, que acaba prejudicada pelo peso da mão visível do Estado.

Texto presente em “Uma luz na escuridão”, minha coletânea de resenhas de 2008.
via blog do rodrigo constantino

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A investida pró-pedofilia da esquerda

ESCRITO POR MATT BARBER
 Muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).

Alegações chocantes feitas por Michael Egan, que quando era menino atuou no filme “X-Men,” contra Bryan Singer, diretor e produtor descaradamente gay desse filme, estão chocando Hollywood. Mas a reação tem sido silêncio relativo. Digo “silêncio relativo” porque, a menos que ele seja um padre católico, o falso discurso da esquerda relativista é que um homem gay é sempre a vítima e nunca o vitimador.

Apesar disso, esse episódio recente mais uma vez colocou sob os holofotes a ligação há muito tempo já provada entre o estilo de vida homossexual (inclusive o movimento homossexual) e a pedofilia — uma ligação que, apesar das negações dos progressistas ao contrário, está escondida diante dos olhos de todos.
Egan entrou com uma ação legal contra Singer e várias outras figuras famosas de Hollywood por frequentes estupros homossexuais contra ele e outros meninos em várias farras à beira da piscina com “twinks” (em inglês, meninos “gostosões”) quando Egan tinha 15 anos e Singer tinha 32. (No linguajar LGBT, “twinks,” também chamados de “galinhas,” são meninos menores de idades que homens gays adultos muito buscam para sexo.)
De forma assustadora, as afirmações de Egan espelham as de seu ex-colega, também menino ator, Corey Feldman, que de modo semelhante alegou no ano passado que tais estupros homossexuais são abundantes, e até fazem parte do sistema, em Hollywood.
Mas será que essas alegações são de fato chocantes? Lamentavelmente, o peso esmagador da evidência indica que os estupros proliferam também muito além de Hollywood.
Com certeza, nem todos os homossexuais são pedófilos. No entanto, um número excessivamente desproporcional deles são. Não escrevo isso para ser insensível, “odioso,” intolerante ou “homofóbico.”
São “apenas fatos, meus senhores e senhoras.”
Considere, por exemplo, um estudo publicado na revista esquerdista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) envolvendo mais de 200 pedófilos e pederastas condenados. O estudo revelou que “86 por cento dos criminosos contra meninos se descreviam como homossexuais ou bissexuais.” Isso demonstra, como comenta Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família, que “homens homossexuais ou bissexuais têm uma probabilidade aproximadamente 10 vezes maior de estuprar crianças do que homens heterossexuais.”
Isso faz sentido perfeito quando complementado com outro estudo de 2001 na mesma publicação revisada por especialistas. Esse estudo revelou que quase metade de todos os homens que se identificam como gays e que participaram da pesquisa foram estuprados por um pedófilo homossexual quando eram meninos: “46 por cento dos homens homossexuais e 22 por cento das mulheres homossexuais relataram ter sido estuprados por um indivíduo do mesmo sexo. Isso contrasta com apenas 7 por cento dos homens heterossexuais e 1 por cento das mulheres heterossexuais que relataram ter sido estuprados por um indivíduo do mesmo sexo.”
A conexão entre estupros homossexuais e “identidade gay” é inegável. Embora evidentemente nem todos os homens e mulheres que se identificam como gays estuprem crianças, ou foram estuprados quando crianças, a realidade comprovada é que uma percentagem assustadoramente elevada deles estupra e foi estuprada. Como com a maioria das formas de estupro, o ciclo é tanto circular quanto vicioso. “Nascido desse jeito?” Nem tanto. “Criado desse jeito?” Lamentavelmente, assim parece.
Mas de igual preocupação é o fato de que muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).
Por exemplo, veja Peter Tatchell, ativista de “igualdade de casamento.” “GoodAsYou,” blog ligado ao grupo homossexual GLAAD, ardorosamente descreve Tatchell como um “famoso ativista britânico de direitos.” Ele é “um dos líderes mais amplamente respeitados do movimento LGBT internacional,” esguicha um dos comentaristas do blog.
Eis o que o “amplamente respeitado” e “famoso ativista de direitos” Tatchell pensa do estupro contra crianças. Ele escreveu o seguinte no The Guardian, um dos principais jornais da Inglaterra:
“A natureza positiva de alguns relacionamentos sexuais entre crianças e adultos não é confinada às culturas não-ocidentais. Vários de meus amigos — gays e heteros, homens e mulheres — tiveram sexo com adultos desde a idade de 9 até os 13 anos. Nenhum deles sente que foi estuprado… É hora da sociedade reconhecer a verdade de que nem todas as relações sexuais envolvendo crianças são indesejadas, abusivas e prejudiciais.”
Ou recorde Kevin Jennings, o ministro do presidente Obama responsável pela segurança das escolas e fundador da organização homossexual extremista GLSEN.
Escreveu o jornal Washington Times acerca de Jennings em 2009:
“Um aluno de 15 anos de escola secundária contou a um professor que ele estava tendo relações homossexuais com um ‘homem mais velho.’ No mínimo, ocorreu estupro legal. A Fox News noticiou que o professor violou uma lei estadual que exigia que ele denunciasse o abuso. Esse ex-professor, Kevin Jennings, é o ministro do presidente Obama responsável pela segurança das escolas.”
“Nesse único caso em que o senhor Jennings teve uma chance real de proteger um adolescente de um predador sexual, ele não só não fez o que a lei exigia, mas também chegou ao ponto de incentivar o relacionamento.”
Jennings mais tarde mentiu sobre o encontro até que apareceu um áudio dele se gabando disso. “Olhei para o rapaz,” gracejou ele, “e disse, ‘Sabe, espero que você saiba usar uma camisinha.’”
Entretanto, esse padrão de abuso homossexual e facilitação de tal abuso por parte do movimento LGBT não é novidade.
Veja Harry Hay, o herói de Jennings. Hay é considerado o fundador do moderno movimento homossexual dos Estados Unidos. Entre outras coisas, ele tem sido honrado como um “ícone” no “Mês da História LGBT” pela comunidade de ativistas homossexuais dos EUA.
O que não é de surpreender é que Hay era um entusiasta do estupro contra crianças e ávido apoiador da entidade pedofílica Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos, cuja sigla é NAMBLA. Em 1983, ao dar o discurso principal num evento da NAMBLA, Hay disse o seguinte:
“Parece-me que na comunidade gay as pessoas que deveriam estar protegendo a NAMBLA de ataques são os pais e amigos de gays, pois se os pais e amigos de gays são verdadeiramente amigos de gays, eles saberiam a partir de seus filhos gays que o relacionamento com um homem mais velho é precisamente o que garotos de 13, 14 e 15 anos mais precisam do que qualquer outra coisa no mundo.”
Ou veja o caso de Harvey Milk, o mártir LGBT que era um predador sexual que se sabia tinha cometido vários estupros legais contra um adolescente que tinha fugido de casa. Qual foi a punição que Milk recebeu? O governo de Obama recentemente deu-lhe como recompensa um selo postal honorário dos correios americanos.
Será que eu sou o único que está conseguindo ver que existe um padrão aqui? Será que a deusa da “tolerância” realmente deixou o mundo completamente cego e louco?
Se esse padrão continuar, e se essas alegações contra Bryan Singer se comprovarem como verdadeiras (as provas indicam que podem muito bem ser), aposto que ele vai terminar com sua própria estrela na Calçada da Fama em Hollywood e será o próximo palestrante principal na festa de gala anual da Campanha pelos Direitos Humanos [o principal grupo homossexual dos EUA].
Aposto também que, em ambos os casos, logo estaremos vendo mais entusiastas do “sexo intergeracional saindo do armário.”
Bem-vindo ao fundo do buraco, consequência de uma longa decadência.
Tradução: www.juliosevero.com
VIA MSM

10 questões que todo evolucionista tem que saber responder

Por Kirk Hastings
1) Porque é que a ciência diz que a vida evoluiu de matéria sem vida mas por outro lado declara que a geração espontânea é impossível?
2) Segundo o neo-Darwinismo, porque é que as coisas se vão tornando mais ordenadas e mais complexas com o passar do tempo, mas tudo o resto no universo eventualmente
descende rumo à desordem e ao caos?

3) Porque é que a ciência demonstra que todas as espécies animais têm limites rigorosos em torno do quanto que eles (ou o seu ADN) se pode alterar, mas os neo-Darwinisras insistem que, desde que haja tempo suficiente, os animais se podem modificar para qualquer coisa?
4) Se, segundo o neo-Darwinismo, nós mais não somos que uma combinação arbitrária de matéria, energia e processos aleatórios – sem qualquer inteligência, direcção ou propósito por trás – e os nossos cérebros mais não são que órgãos físicos que evoluíram de modo aleatório a partir de matéria sem vida, e os nossos pensamentos mais não são que processos eléctricos/químicos que se originaram por acaso, então como é que alguém pode confiar no que eles chamam de “pensamentos racionais” de modo a que estes correctamente lhes indiquem a veracidade do que quer que seja?
5) Porque é que uma coisa tão complexa como a consciência racional dos indivíduos mais elevados se deu ao trabalho de “evoluir”, quando animais inferiores, plantas, insectos, bactérias e outros micróbios sobrevivem e se reproduzem muito bem sem ela?
6) Segundo a evolução neo-Darwiniana, não existe nenhum Criador (isto é, não existe Autoridade Suprema no Universo). Então, essencialmente, não existe mais nada para além da sobrevivência, interesse próprio, e a opinião pessoal egoísta. Não podem existir coisas moralmente “certas” ou o “erradas”, e não podem existir coisas como a “justiça” ou a “equidade”. As coisas ou são ou não são. Segundo o neo-Darwinismo, todos os padrões morais devem ser, essencialmente, nada mais que lixo filosófico, e todos nós temos que ter o direito de fazer o que bem entendermos (violar, assassinar, mentir, roubar, intimidar, etc) para podermos sobreviver e nos reproduzir. Ou não?
Porque7) Se a evolução neo-Darwinina está certa, então porque é que a vida evoluiu? A matéria simples e a energia não precisam disso para continuar a existir e a funcionar, e as formas de vida biológica têm uma tempo de vida relativamente curto – vivendo, morrendo e deixando de existir. Segundo as regras da evolução, a vida é altamente ineficiente e totalmente desnecessária para a contínua existência do universo. De forma geral, a complexidade só serve para complicar a “sobrevivência”. Então porque é que a evolução busca e/ou favorece o tipo de existência menos eficaz que existe no universo?
8) Se a vida realmente evoluiu, então porque é que ela evoluiu para além das ervas daninhas, formigas e baratas, que se encontram melhor equipadas para a reprodução e para a sobrevivência?
9) Se todo o “objectivo” da evolução neo-Darwiniana é a complexidade acrescida, a reprodução, e a sobrevivência contínua, então porque é que todas as formas de vida lentamente morrem, gastam-se e desaparecem passado um período de tempo relativamente curto? Isto faz da evolução algo sem sentido visto que está a falhar de maneira séria naquele que é o seu “objectivo”.
10) Se a evolução neo-Darwiniana está correcta, e nós nada mais somos que um simples efeito de processos aleatórios sem qualquer objectivo ou propósito, então porque é que nos deveríamos preocupar com a sobrevivência – quer seja como indivíduos ou como raça? Porque é que nós simplesmente não cometemos suicídio em massa o mais rapidamente possível de modo a que toda a dor e o sofrimento deste mundo acabem o mais rapidamente possível – especialmente se levarmos em conta que nós iremos eventualmente morrer? Se nós iremos eventualmente morrer, porque não morrer agora?
Fonte http://bit.ly/Y7gVUn
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“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que Eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.”
~ ~ João 4:14
http://darwinismo.wordpress.com/2014/10/25/10-questoes-que-todo-evolucionista-tem-que-saber-responder/

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Famílias brasileiras querem legalização da educação escolar em casa

Julio Severo
Um grupo de famílias fez uma viagem de 12 horas para estar em Brasília, a capital do Brasil, para comparecer a uma votação no Congresso Nacional sobre a educação escolar em casa. A votação foi adiada, mas a presença dessas famílias e seus filhos tocou muitos deputados.
Famílias que educam em casa no Congresso Nacional
Essas famílias, que estavam sendo patrocinadas pela ANED (Associação Nacional de Educação Domiciliar), prometem estar em Brasília de novo na próxima quarta-feira, quando haverá uma possível nova votação.
Deputados aderindo às famílias que educam em casa
O atual governo brasileiro é controlado pelo socialista Partido dos Trabalhadores, e é hostil à educação escolar em casa. O governo passado do PSDB, do marxista Fernando Henrique Cardoso, era similarmente hostil.
A oposição ideológica do Partido dos Trabalhadores nos faz recordar do Partido dos Trabalhadores na Alemanha uns 80 anos atrás. Aliás, esse era o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista da Alemanha, também conhecido como Partido Nazista, que proibiu a educação escolar em casa na Alemanha na década de 1930. Depois da proibição, o ditador nacional socialista Hitler disse: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo.”
A lei de Hitler que proibiu a educação escolar em casa está em vigor na Alemanha ainda hoje. A Alemanha, que tolera muitos tipos de práticas e costumes muçulmanos radicais de seus imigrantes islâmicos, tem mostrado intolerância radical para com toda prática de educação em casa de pais cristãos.
A Alemanha está longe de um dos fundadores mais importantes da moderna língua alemã, Martinho Lutero, que disse: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens.”
Sobre o governo brasileiro, por que ele deveria imitar a conduta do governo alemão contra os pais cristãos? Sobre a presidente Dilma Rousseff, que era admiradora da União Soviética, por que ela deveria manter a lei que proíbe a educação escolar em casa? Por que o governo dela deveria perseguir os pais cristãos que educam os filhos em casa de um modo cristão?
A União Soviética não mais existe. Na Rússia de hoje a educação escolar em casa é legal. Em minha reunião pró-vida e pró-família em Moscou dois meses atrás, um dos mais proeminentes líderes da educação escolar em casa no mundo me disse que a Rússia tem vários currículos de educação em casa. Na Rússia de hoje, não é crime educar os filhos em casa. Por que no Brasil é?
A CBN News, do Pat Robertson, noticiou que a Rússia “é uma das nações mais livres para educar os filhos em casa.”
“Temos completa liberdade de educar em casa na Rússia, em termos de legalidade,” disse Pavel Parfentiev, líder pró-família na Rússia.
“A Federação Russa é mais ou menos uma campeã de direitos humanos nessa área específica. Por isso, é evidente que penso que a Rússia é um bom exemplo para a Alemanha e Suécia onde os adeptos da educação em casa são perseguidos,” disse ele para a CBN News.
Se Dilma admirava muito a velha Rússia, por que ela deveria admirar menos a nova Rússia? Ela deveria permitir a educação escolar em casa e até imitar uma lei russa que proíba a propaganda gay para proteger as crianças.
Ela não deveria imitar a Alemanha, que pratica intolerância para com os pais cristãos que educam os filhos em casa, mas tolera de forma extrema os radicalismos islâmicos.
Dilma deveria fazer uma viagem a Rússia e aprender lições básicas de liberdade, proteção e escolhas educacionais para as crianças.
Ela deveria proibir a propaganda homossexual, não a educação escolar em casa, para crianças e adolescentes.
Versão em inglês deste artigo: Brazilian Families Want Legal Homeschooling
Leitura recomendada:

No Brasil de Dilma Existem Super Seres Humanos Com Poderes Ilimitados: Com coroas de espinhos, ativistas gays se beijam em frente à igreja

Duas mulheres criticaram a relação entre política e religião defendendo a união homossexual
Duas mulheres criticaram a relação entre política e religião defendendo a união homossexual
Duas ativistas do movimento feminista Bastardxs fizeram uma “protesto” m frente à Igreja Católica da Candelária, no Centro do Rio de Janeiro, promovendo um beijaço gay.
Não levando em conta a Constituição, que afirma ser crime escarnecer publicamente de objeto utilizado no culto religioso, Sara Winter, ex-integrante do Femen, e Bia Spring estavam com os seios à mostra com falsas coras de espinhos e unidas por uma cruz feita de papelão com a inscrição LGBT (movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).
O protesto em frente a uma igreja católica servia para criticar a participação de cristãos na política. “Há uma grande quantidade de candidatos e políticos eleitos que estão diretamente envolvidos com instituições religiosas, sobretudo cristãs, que tanto atrasam o desenvolvimento de nossa política, principalmente com relação aos direitos reprodutivos da mulher e também às políticas públicas voltadas para o público LGBT”, disse Sara ao jornal ‘O Dia’.
A jovem também afirmou que protestava contra as declarações do candidato Levy Fidelix sobre as relações homoafetivas. Durante um debate com outros presidenciáveis o candidato falou frases como “dois iguais não fazem filho”, “aparelho excretor não reproduz” ao dizer que, se eleito, não autorizaria o casamento gay.
Fonte: Gospel Prime
via verdadegospel

A histeria do “estado laico”

ESCRITO POR PERCIVAL PUGGINA
O totalitarismo, para cujo porto estamos sendo levados pelo nariz, não pode conviver com sistemas de valores que não sejam ditados pelo Estado.

Virou moda invocar a laicidade do Estado para desqualificar opiniões, religiões e igrejas. É o tipo de coisa que só acontece no Brasil, país em que presidentes da República se atrapalham com rudimentos de português e matemática. Fosse o pensamento prática frequente entre nossa elite, tais invocações à laicidade do Estado seriam rechaçadas pelo que de fato são: ensaios totalitários visando a calar a boca da maioria da população.

A leitura dos preceitos que os constituintes de 1988 incluíram em nossa Carta Magna sobre o tema esclarece, acima de qualquer dúvida, que eles desejavam, nesse particular, limitar a ação do Estado e não das pessoas, suas religiões e igrejas, como agora, maliciosamente, lendo a carta pelo seu avesso, alguns pretendem fazer crer. Enfaticamente, a CF determina ser "inviolável a liberdade de consciência e de crença", que "ninguém será privado de direitos por motivo de crença" e que o Estado não pode estabelecer ou impedir cultos.
Não são as opiniões de indivíduos ou, mesmo, de figuras públicas em que se perceba inspiração religiosa que violam a Constituição, mas as tentativas de os silenciar, de os privar do direito de expressão, aos brados de "Estado laico! Estado laico!". Não, senhores! Foi exatamente contra essa pretensão que os constituintes ergueram barreiras constitucionais. Disparatado é o incontido e crescente desejo que alguns sentem de inibir a opinião alheia, para que possam - veja só! - falar sozinhos sobre determinados temas. E são tantos os desarrazoados neste país que poucos percebem o tamanho da malandragem.
Leigos ou religiosos, ateus ou agnósticos, detentores de mandato ou jurisdição, podem e devem ouvir suas consciências ao emitirem seus votos ou decisões. Talvez estejamos habituados a líderes que escolhem princípios como gravatas (ou echarpes) e estranhemos quem os tenha, bons e sólidos. A laicidade impõe limites ao Estado, não aos cidadãos!
Eu tenho o direito de emitir conceitos, com base religiosa ou não, fundados na cultura gaúcha ou tupiniquim, na doutrina marxista ou liberal, sem que desajuizados pretendam me calar. Essa minha liberdade tem garantia constitucional. E há dispositivos específicos para assegurá-la no que se refira às convicções religiosas e suas consequências. A histeria a esse respeito escancara não só recusa ao contraditório, mas também vocação totalitária. Por quê? Porque como bem se sabe, o totalitarismo, para cujo porto estamos sendo levados pelo nariz, não pode conviver com sistemas de valores que não sejam ditados pelo Estado e que ante ele não rastejem. É a esse mostrengo que andam chamando "Estado laico". Ele não é isso.

Publicado no jornal Zero Hora.
via msm

Viva o Comunismo/Socialismo: Coreia do Norte admite ter campos de concentração para ‘reformar’ cidadãos

Oficial do Ministério do Exterior nega que governo tenha campos de prisioneiros, mas ‘centros de trabalho’
Oficial do Ministério do Exterior nega que governo tenha campos de prisioneiros, mas ‘centros de trabalho’
A Coreia do Norte admitiu publicamente pela primeira vez a existência de campos de concentração para controlar e “reformar” cidadãos com linhas que diferem do regime de Kim Jong-un. Um oficial do Ministério do Exterior e representante de Pyongyang na ONU negou diante de jornalistas que o governo tenha campos de prisioneiros, mas centros “de trabalho para reformar” os detidos.
De acordo o oficial, esses locais de detenção são onde as pessoas “verificam a sua ideologia e refletem sobre seus atos imorais.” Até agora, essa foi a única resposta ao relatório elaborado há meses pela ONU com denúncias de execuções, desaparecimentos e tortura no país. O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidos constatou violações “sérias, generalizadas e sistemáticas” na Coreia do Norte e documentou a crueldade a que foram submetidos mais de 24 milhões de pessoas.
Para especialistas da ONU, o reconhecimento desses campos de concentração por parte do governo norte-coreano é um avanço na luta para acabar com a repressão do regime. Imagens capturadas por imagens de satélite confirmam a existência de grandes extensões de terra, conhecidas como “Zonas de Controle”, onde milhares de pessoas estariam presas por motivos políticos ou ideológicos. A maioria dos que entram, nunca conseguem sair,
Os campos de concentração na Coreia do Norte são um dos maiores mistérios do sistema repressivo da Coreia do Norte. Eles teriam sido criados nos anos 60 por Kim Il-sung, fundador da nação, expandido por seu filho Kim Jong-il e mantido por seu neto e atual líder, Kim Jong-un. No total, há 16 campos, seis deles dedicados exclusivamente a presos políticos. Especialistas estimam que há de 120 mil a 200 mil pessoas nesses locais.
Apesar da forte segurança, alguns prisioneiros arriscam suas vidas para escapar dos campos e, através de seus depoimentos, é possível conhecer algumas das atrocidades que lá ocorrem: todos os tipos de tortura física e psicológica, testes de armas químicas nos internos e trabalho forçado.
Fonte: O Globo
via verdadegospel