segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Abismo moral
A roubalheira na Petrobras é a conexão entre sua banda podre, saqueadores privados e criaturas do pântano da " velha política"
A presidente da República reafirma sua confiança na presidente da Petrobras. Dilma Rousseff acredita que Graça Foster não participou nem mesmo tinha conhecimento da bilionária roubalheira que se instalou na estatal, destruindo a credibilidade e o valor de mercado da companhia. A oposição diz que Dilma mantém Graça no cargo como sua própria linha de defesa, para que a culpa pelos colossais desvios de recursos ou mesmo pela omissão em coibi-los não transborde para o Palácio do Planalto. Afinal, como presidente do Conselho de Administração da empresa, ministra de Minas e Energia e depois presidente da República, Dilma precisaria de um dique de contenção contra o escândalo.
A empatia, a boa-fé e principalmente o acaso tornaram essa defesa de Graça por Dilma um episódio compreensível para mim. É que Almir Barbassa, diretor financeiro da Petrobras, foi meu colega da turma de mestrado em Economia. Dificilmente poderia Dilma fazer de Graça como pessoa uma melhor avaliação do que fiz de Barbassa à época. Apesar de nossa convivência de menos de dois anos e de não termos mais nos encontrado, acredito ainda em minha avaliação quanto à sua boa índole. Se não forem desonestos, Dilma Rousseff, Graça Foster e Almir Barbassa estariam desinformados e seriam, portanto, despreparados para o cumprimento de suas responsabilidades? Teriam sido enganados por uma conspiração entre a banda podre da estatal, grupos de saqueadores privados e as criaturas do pântano da "velha política"?
"Esses fenômenos não são acidentais. Há um enorme abismo moral entre regimes estatizados e uma sociedade aberta. Agindo em nome de um grupo com nobres ideais, os mais inescrupulosos se libertam das restrições morais e chegam ao topo, pois os fins justificam os meios. Como é o líder supremo que estabelece os fins, seus instrumentos não devem exercer suas próprias convicções morais. Precisam estar, acima de tudo, incondicionalmente comprometidos com a figura do líder. Seus auxiliares devem ser literalmente capazes de tudo, sem quaisquer ideias sobre certo e errado. É o fim da verdade e a destruição da moral", registrava Friedrich von Hayek, em seu clássico "O caminho da servidão" (1944), dedicado com muita compreensão e sem ironia "aos socialistas de todos os partidos".
via http://www.averdadesufocada.com/index.php/corrupo-notcias-94/12088-291214-abismo-moral
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
French L. Arrington - A Doutrina da Apostasia no Antigo Testamento
Embora
o Antigo Testamento descreva Deus como o soberano Senhor, ele não
compromete a afirmação da liberdade e responsabilidade humana. No Antigo
Testamento, cada um do povo de Deus era livre para rejeitar Sua graça. O
comportamento de uma pessoa não era previamente ordenado por Deus. Era
sua própria decisão que determinava se ele era contado entre os justos
ou entre os ímpios.
Quando
um indivíduo escolhia afastar-se de Deus e rejeitar a divina graça,
Deus removia Sua presença e bênçãos. Muitos retrocederam e cometeram
apostasia no Antigo Testamento. A ira ou as bênçãos de Deus eram
inevitáveis, dependendo da resposta do Seu povo a Sua graça. Deus
ansiava que Seu povo apóstata retornasse a Ele com um coração
quebrantado e contrito. O Antigo Testamento indica que Ele estava sempre
disposto a abrandar Seu julgamento com misericórdia e perdão, se eles
se aproximassem dele em sincera confissão e genuíno arrependimento.
O
ensino do Antigo Testamento é rico e variado. A partir de sua
orientação geral, nós podemos tirar algumas conclusões sobre o assunto
da segurança do povo de Deus.
1. O Antigo Testamento não oferece nenhum suporte para a doutrina da segurança eterna incondicional.
Tal doutrina é irreconciliável com o teor de todo o Antigo Testamento.
Apesar da palavra de Deus ao Seu povo infiel por meio de Seu servo
Jeremias, eles continuavam em seus maus caminhos; mas para
assegurar-lhes que ainda havia tempo para arrependimento, o profeta
dizia-lhes que Deus estava casado com um povo apóstata (Jr 3:14). Deus
continuou misericordioso e não quis rejeitá-los totalmente como Seu
povo. Os justos que se afastavam de Deus e voltavam para o pecado eram
responsabilizados e morreriam em seus pecados se não se arrependessem.
(Ez 33:13). A crença “uma vez salvo, sempre salvo” não tem suporte no
Antigo Testamento.
2. A escolha de Israel por Deus para ser Seu povo não era garantia de segurança eterna.
Às vezes é afirmado pelos profetas que o arrependimento era possível, e
que a destruição poderia ser evitada (Os 14:2), mas outras vezes a
oportunidade para arrependimento havia passado (Amos 3:2; 8:2; Is 1:3;
2:6; 5:13, 25). Apesar de ser o povo escolhido de Deus, eles não podiam
escapar das consequências de seus pecados e responsabilidade pelo que
faziam.
3. O Antigo Testamento não ensina que Deus determina antecipadamente as ações de um indivíduo.
A mão de Deus era vista em muitos eventos, mas as próprias ações de um
indivíduo determinavam o curso de sua vida e futuro, incluindo seu
destino eterno. Não há indicação de que Deus tenha um plano
predeterminado para a vida de cada pessoa.
4. A obediência a Deus e a Sua lei é incontestavelmente importante.
Esta obediência era desenvolvida e sustentada pela graça divina e não
era medida pela perfeição e uma rígida conformidade com a lei. O que
Deus esperava era fidelidade. A salvação de Israel era condicionada à
obediência, que demonstrava o desejo de alguém agradar a Deus e
fidelidade à aliança. A graça possibilitava esse tipo de vida.
5. De acordo com o Antigo Testamento, as pessoas são capazes de responder à oferta de perdão de Deus e Sua ameaça de julgamento.
Deus permanecia livre para mudar Suas decisões pronunciadas e ajustar
Sua conduta conforme a resposta de Seu povo. As coisas não eram
predeterminadas ou inalteráveis. Embora Deus não mudava em Si mesmo (Nm
23:19; Tg 1:17), Ele mudava Seus planos em resposta às orações e em
relação ao Seu julgamento (Êx 32:9-14). Deus tinha o direito de mudar de
ideia e alterar Suas promessas e ameaças declaradas. Qualquer teologia
que nega a liberdade soberana de Deus não é uma teologia bíblica (Ez
18:21-28; 33:13-16).
Tradução: Douglas Ferreira da Silva
Revisão: Paulo Cesar Antunes
Fonte: Unconditional Eternal Security – Myth or Truth?, 32-34
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Estamos no pior momento da nossa história em termos éticos, diz Bernardinho
Estive
pessoalmente com Bernardinho somente duas vezes, e guardei dele a
melhor impressão possível, que já era boa antes, por meio da
figura pública. Com fala rápida e agitada, o treinador campeão do vôlei
brasileiro consegue transmitir valores e exalar liderança em seus
discursos e conversas, mas sempre preservando a fundamental humildade.
Comentei sobre uma de suas palestras aqui, com admiração.
Agora foi a vez de Alexandre Salvador
entrevistá-lo para as páginas amarelas da Veja desta semana. Na
entrevista, em que sua recente descoberta de um tumor maligno já
extirpado de seu rim é tratada pela primeira vez, sem sensacionalismo
algum, Bernardinho volta ao tema da liderança, explicando o que é
necessário para criar uma juventude com melhores valores, e ataca também
a corrupção em sua causa principal, a impunidade. Eis um trecho:
Tendo chegado hoje de Israel, um país
diferenciado quando o assunto é ética, confesso ficar ainda mais mexido
com esse discurso. Por que o Brasil abandonou tanto os valores éticos e
morais fundamentais para a construção de um país civilizado e
respeitado? Por que não conseguimos combater a impunidade que campeia e é
inclusive aceita por boa parte da população, como se fosse normal
roubar, mentir, delinquir?
A resposta exige um tratado sociológico,
cultural e histórico. Só sei que de nada adianta culpar sempre nosso
passado, abraçar um tipo de fatalismo pessimista, de que o povo
brasileiro sempre foi e sempre será assim mesmo, de que não há nada a
ser feito, pois esse é o caminho da desgraça.
Cabe justamente a elite liderar, incutir
nos jovens a importância do respeito às regras e ao próximo, o senso de
pertencimento a algo maior, que merece ser preservado, o processo
civilizatório no trato da coisa pública, enfim. Os esportes podem
ajudar, como outras atividades coletivas que ensinem a importância da
meritocracia, da responsabilidade individual, do “fair play”.
Mas o Brasil está virado ao avesso. A
corrupção se espalhou por todo canto, inclusive nos esportes, como
atesta o caso da CBV. Todos querem apenas “se dar bem”, não importa
como. As elites, quando podres, não conseguem criar nada além de
podridão. O sujeito pode ter um iate e curtir os balneários de luxo,
degustar dos melhores vinhos, viajar o mundo de primeira classe. Mas se
isso é possível apenas com dinheiro sujo, então ele só não pode gozar de
uma coisa: do nosso respeito.
Um povo que julga o sucesso apenas pela conta bancária, não importa como ela
foi conquistada, é um povo perdido, condenado. Precisamos de líderes
que busquem resgatar os valores éticos abandonados. Ou isso, ou o caos.
Rodrigo Constantino
Tudo aquilo que nos foi ensinado sobre as nossas origens é mentira
(Nota do tradutor: O texto que se segue faz várias referências à anti-científica crença nos mitológicos “milhões de anos”, mas elas não espelham a posição mantida pelo blogue e nem estão de acordo com as evidências científicas disponíveis. Paralelamente, porções do texto que lançavam críticas aos criacionistas e ao Criacionismo Científico foram removidas, mas podem ser vistas no original)
Uma equipa de arqueólogos analisou e datou o achado; a rocha que envolvia o martelo foi datado como tendo mais de 400 milhões de anos, e veio-se a descobrir que o próprio martelo tinha mais de 500 milhões de anos. Para além disso, uma secção do cabo de madeira do martelo já tinha começado a metamorfose para carvão. A cabeça do martelo, que era mais de 96% composta por ferro, é muito mais pura do que qualquer coisa que pode ser atingida sem a ajuda de métodos de derretimento relativamente modernos.
No ano de 1889, perto de Nampa (Idaho), enquanto os operários perfuravam um poço artesiano, uma pequena figurinha feita de barro foi extraída duma profundidade de 97 metros. Para se atingir esta profundidade, os trabalhadores tiveram que cortar através de 4,5 metros de lava basáltica e muitos outros estratos abaixo eles. Isto, por si só, não parece espantoso até que levamos em consideração que a camada do topo foi datada como tendo 15 milhões de anos!
É actualmente aceite pela ciência e pela geologia que o carvão é um subproduto da vegetação em decomposição. A vegetação é enterrada com o passar do tempo, e é coberta por sedimentos. Eventualmente, esse sedimento fossiliza e torna-se em rocha. Até estar concluído, este processo natural de formação de carvão demora até 400 milhões de anos [ed: Na verdade, o processo é bem mais rápido desde que existam as condições certas]. Qualquer objecto que seja encontrado em pedaços de carvão tinha que ter sido colocado ou largado lá (dentro da vegetação) antes de ter sido enterrado nos sedimentos.
Estas descobertas extraordinárias, embora bizarras, não são únicas e nem incomuns. Existem literalmente milhares de objectos deste tipo a ganhar pó nos cofres dos museus um pouco por todo o mundo, trancados longe do escrutínio público. Foram reportados outros achados igualmente pouco usuais tais como os que se seguem:
No dia 11 de Junho de 1891, o The Morrisonville, Illinois Times, reportou a forma como a Senhora S. W. Culp encontrou uma corrente circular de ouro de 8 quilates, com cerca de 25 centímetros, embutida num pedaço de carvão depois dela o ter partido como forma de o colocar na sua escotilha. A corrente foi descrita como “antiga” e de “mestria singular”.
Em exibição num museu em Glen Rose (Texas) está um panela de ferro fundido alegadamente encontrada em 1912 num enorme pedaço de carvão por um trabalhador que alimentava com carvão a fornalha duma usina. Quando ele partiu o carvão ao meio, o trabalhador disse que a panela caiu, deixando a sua marca no carvão.
O Cubo de Salzburg [Salzburg Cube] é mais um puzzle antigo encontrado por um trabalhador chamado Reidl numa fundição Austríaca em 1885. Tal como os outros, este homem partiu um bloco de carvão e encontrou um cubo de metal embutido no seu interior. Análises recentes concluíram que o objecto era constituído de ferro forjado e era claramente artesanal. O carvão onde o cubo foi encontrado tinha milhões de anos.
A lista de tais items continíua por aí além.
Sejam bem vindos ao mundo da OOPART, ou Out of Place Artefacts.
Os “artefactos fora do lugar” [inglês: Out of place artefacts = Ooparts] são assim chamados porque a sabedoria científica convencional (expressão que é um oxímoro), declara que, com base nas crenças em torno das nossas origens actualmente aceites, estes artefactos não deveriam existir. Segundo a linha temporal usada para a históra humana, estas descobertas estão “fora do lugar”.
Quando a conformista comunidade científica se depara com tais anomalias, a forma oficial de lidar com elas é desacreditar a idade reportada, ou, talvez, seguir o caminho de se desacreditar a fonte da notícia (ou até o repórter). Se esta abordagem falha, então os artefactos são normalmente banidos para compartimentos sombrios de museus e armazéns para nunca mais serem vistos.
Se estes artefactos fossem escassos então sería possível perdoar o ponto de vista mantido pelas comunidades centificas e arqueológicas mainstream de que os artefactos são um logro ou histórias erradamente reportadas. No entanto, quando nos apercebemos que milhares e milhares destes artefactos anómalos foram descobertos e reportados ao longo dos anos, então temos que re-avaliar a nossa aceitação da integridade da ciência e da arquelogia oficial.
Ocasionalmente, um arqueólogo honesto irá tentar revelar ao público a verdadeira idade e a verdadeira origem de tais objectos, colocando em causa as crenças aceites pelos seus colegas mainstream. Normalmente, as suas carreiras acabam de modo bem abrupto. Infelizmente, a maioria apenas aceita o que lhes foi ensinado nas escolas e nas universidades sem colocar nada em causa. É desta forma que o nosso sistema de ensino está construído; ele não não encoraja o individualismo, mas apenas indoutrina os estudantes com as crenças e os dogmas estabelecidos.
Se queremos evidências da mentalidade “mainstream” basta-nos olhar para a área da psiquiatria, onde as pessoas que se desviam da norma são demonizadas e declaradas “mentalmente doentes”. Estes supostos “profissionais da saúde mental” inventaram até uma nova desordem mental com o nome de Oppositional Defiant Disorder[Transtorno Desafiador de Oposição], ou ODD (adoro a ironia da abreviação). Esta recém-inventada condição encontra-se listada na mais recente edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, ou DSM, que declara como mentalmente doentes as pessoas que não se conformam com o que aqueles que se encontram no topo declaram como normal. (…)
Dum lado do campo temos os Darwinistas e a sua teoria da evolução, tentanto estabelecer a extremamente falha visão de que, de alguma forma, nós evoluímos para seres altamente inteligentes a partir duma poça de líquido viscoso, milagrosamente trazida para a vida por tempestades eléctricas que ocorrem há milhares e milhões de anos atrás. (Talvez algum membro desta seita me possa explicar como foi que a “consciência” evoluíu, e diponibilizar algum tipo de evidência; aguardo ofegante!). Do outro lado temos os criacionistas com a sua crença de que Um Ser Omnipotente Invisível . . . agitou a Sua Mão . . . há 7,000 anos atrás e criou a Terra e tudo o que está nela. (….)
Mesmo que tentassemos, seria impossível obter crenças diametricamente mais opostas; ambos os lados aderem com fervor inabalável e de modo voraz às suas crenças. (…) A realidade dos factos é que a origem do ser humano é um enigma completo [ed: Não, não é.] Ninguém, em lugar algum, realmente sabe o quão antigo é o ser humano, ou onde e como ele se originou. (….)
O problema que o mainstream tem com estas anómalas Ooparts é que elas colocam em causa todas as crenças aceites em torno do nosso passado. Parece que por todo o sítio onde olhamos, vemos coisas que contradizem muito do que actualmente é ortodoxia científica. O establishment científico nunca irá aceitar ou admitir que os artefactos são autênticos visto que fazê-lo seria admitir que eles estão completamente errados em torno das nossas origens, e consequentemente invalidar todos os livros escolares que são usados para indoutrinar as nossas crianças.
A descoberta das Ooparts aniquila por completo a [comparativamente recente] teoria da evolução. Se, como a hipótese [evolutiva] quer que acreditemos, os seres humanos modernos evoluíram há 200,000 anos atrás (ou algo por aí perto), temos que perguntar de que forma é que artecfatos feitos por seres humanos se podem encontrar em estratos geológicos com milhões e milhões de anos. (…) No entanto, o establishment psiquiátrico quer qualificar-nos de malucos por colocarmoos em causa estas bobagens. Imagine-se!
Sem dúvida que haverá leitores que, agindo de forma semelhante aos arqueólogos mais conservadores, e muito provavelmente devido ao sistema de crenças que lhes foi indoutrinado, irão rejeitar as em cima mencionadas Ooparts e qualificá-las de enganos ou falsificações. Talvez eles estejam dispostos a disponibilizar uma explicação para o seguinte:
A reacção imediata dos evolucionistas, arqueólogos e cientistas no geral, foi a de desacreditar o achado e qualificá-lo de fraude. “As pegadas foram esculpidas nas rochas por impostores” ou “Essas pegadas não são de humanos; são pegadas de dinossauro que se corroeram e tomaram a aparência de pegadas humanas”. No entanto, este tipo de argumentação falha quando perguntamos o porquê de só as pegadas humanas terem entrado em erosão mas as 3 pegadas de dinossauro não terem. Para além disso, temos que levar em consideração que, se as pegadas humanas foram esculpidas como forma de enganar quem as achasse, como foi que os impostores conseguiram esculpir pegadas humanas que continuavam por debaixo do leito firme que foi mais tarde removido da parte lateral do leito do rio?
Desde a sua descoberta inicial, centenas de outras pegadas foram entretanto descobertas e desenterradas – tanto em Paluxy como em muitos outros locais do globo. Ou estes impostores têm tempo e dinheiro ilimitado ou alguém nos está a contar uma mentira!
Outra coisa que temos também que levar em conta é algo encontrado em calcário com 100 milhões de anos: o dedo fossilizado dum caçador (mais tarde submetido a numerosos testes cientificos e análises), achado perto dum dente duma criança e perto de cabelo humano. O seccionamento do dedo encontrou a típica estrutura óssea porosa normal dos dedos humanos. Para além disso, um CAT-scan e um exame de ressonância magnética identificaram juntas e localizaram traços de tendões por todo o fóssil. Este é um tipo de achado que a ciência não pode qualificar de fraude.
Existe, no entanto, um outro achado mais recente que destrói todos os outros no que toca à sua idade.
Os geólogos tentaram desacreditar estes artefactos, identificando-os como formações naturais ou “concreções de limonita”, mas falharam ao não explicaram como foi que estas formações ocorreram naturalmente, com linhas perfeitamente direitas e perfeitamente espaçadas em redor das esferas. Talvez o verdadeiro motivo por trás de tão fervorosa tentativa por parte da comunidade científica de se falsificar estes achados prende-se com o facto da rocha onde estas esferas foram achadas pertencerem ao Pré-Cambriano e terem sido datadas com 2,8 mil milhões de anos!
Na minha opinião, quer alguém escolha aceitar estes artefactos fora do lugar como genuínos ou não, essa decisão gira em torno das crenças pessoas. Os evolucionistas recusam-se a aceitar estes achados como genuínos visto que fazer isso iria forçá-los a re-avaliar todo o sistema de crenças indoutrinado. Eles baixarão ainda mais o seu intelecto e produzirão fantasias óbvias como forma de desacreditar estas descobertas. Se por acaso isso não funcionar, eles irâo fingir que estas achados não existem, e irão escondê-los – para sempre
Por outro lado, os criacionistas irão aceitá-los como … prova de que o universo só tem cerca de 7,000 anos. (….) Pessoalmente, não faço parte de nenhum dos campos no que toca às nossas origens. Não tenho qualquer tipo de “filosofia” sobre este assunto, preferindo adaptar o meu entendimento à medida que mais evidências se vão tornado disponíveis. (…)
Tudo aquilo que nos foi ensinado nas nossas escolas e nas nossas universidades em torno das nossas origens e da nossa história baseia-se em nada mais que hipóteses e especulações. (….)
Fonte: http://bit.ly/ZeziYB
* * * * * * *
Embora o texto original esteja repleto de erros e alegações que contradizem as evidências que ele mesmo cita no seu texto, o que o autor do texto diz está essencialmente correcto:tudo aquilo que as escolas e as universidades nos ensinaram sobre as nossas origens está cientificamente errado.
Embora o texto original esteja repleto de erros e alegações que contradizem as evidências que ele mesmo cita no seu texto, o que o autor do texto diz está essencialmente correcto:tudo aquilo que as escolas e as universidades nos ensinaram sobre as nossas origens está cientificamente errado.
Não é possível manter um fé racional nos “métodos de datação” quando estes dizem, por um lado, que o ser humano só existe há 200,000 anos, ao mesmo tempo que encontramos objectos feitos por seres humanos em camadas alegadamente com “milhões de anos”. Ambas não podem estar correctas.
Pior que isso, e se as palavras do autor do texto estiverem correctas, os museus mundiais têm na sua posse (embora escondidos do público) objectos que não só colocam em causa os “milhões de anos”, como também a fiabilidade dos seus “métodos de datação”.
Se isto é assim, convinha saber o porquê desses museus não revelarem ao público dados empíricos que não estão de acordo com a sabedoria recebida. Uma verdadeira conclusão cientifica baseia-se na avaliação de todos os dados, e não só dos dados que podem ser usados em favor da hipótese. Os evolucionistas, ao esconderem do público dados que colocam em causa a sua fé neo-Darwinista, revelam claramente que a teoria da evolução não tem qualquer valor científico.
Para os criacionistas, a existência da OOPArt é mais uma confirmação de que a Terra não têm os milhões de anos que os evolucionistas pensam que tem. O próprio nome “OOPArt”está errado visto que essa arte só está “fora do sítio” se a linha temporal evolucionista estiver correcta; como se pode ler no texto, os métodos de datação usados não são cientificamente fiáveis.
As conclusões são mais ou menos óbvias: A Terra não têm milhões de anos, e evoluçãonunca aconteceu. A Terra foi criada por Deus há cerca de 6.000/7.000 anos, e as formas de vida apareceram na Terra totalmente funcionais e operacionais. O ser humano e os dinossauros sempre viverem lado a lado até que a maior parte deles foi desaparecendo com o tempo.
Os evolucionistas são livres para ter a sua fé, mas não são livres para chamar de “ciência” às suas crenças religiosas. A Bíblia, e não o naturalismo evolutivo, tem a verdadeira história das nossas origens.
Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 20:11
Êxodo 20:11
http://darwinismo.wordpress.com/2014/10/29/tudo-aquilo-que-nos-foi-ensinado-sobre-as-nossas-origens-era-mentira/
Pode a ciência distinguir entre o que tem causas naturais e o que tem causas inteligentes?
Publicado por Mats
O Naturalismo é a doutrina de que as leis mecanicistas da natureza são suficientes para explicar todos os fenómenos. Crença nesta doutrina cresceu com a física Newtoniana, e recebeu um impulso considerável com Charles Darwin. Muitos cientistas actuais têm o Naturalismo como suposição inconsciente.Alguns evolucionistas estão a tentar embutir o Naturalismo dentro da ciência, redefinindo a ciência de modo a que ela rejeite explicações não-naturalistas.
Estes evolucionistas buscam assim formas de invalidar a teoria da criação com base nisso mesmo, mostrando que a criação “não é científica por definição”, e tentando desta maneira obter uma rápida vitória no debate sobre as nossas origens. Niles Eldredge tenta esta abordagem:
Os cientistas estão constragidos a enquadrar todas as suas declarações simplesmente em termos “naturalistas” de modo a que possam sr capazes de testá-las….´´E simplesmente uma questão de definição — sobre o que é ciência e o que não é. Pela sua própria definição, o criacionismo científico não pode ser ciência (“The Myths of Human Evolution”, Eldredge, 1982, páginas 80, 87 e 90).
Eldredge afirma que as ideias científicas têm que usar apenas explicações naturalistas, mas o problema com isso é que ele usa isso como critério para a ciência – isto é, para distinguir entre o que é ciência e o que não é ciência. Os seus esforços são feitos como forma de tornar a evolução “científica” e a criação “não-científica” através de definições, algo bastante comum.
No entanto esta definição de ciência está mal-direccionada visto que o Naturalismo não é critério da ciência, e a ciência não começa assumindo que todos os fenómenos são naturalistas. Em vez disso, a base da ciência é a busca pela verdade. A ciência pode colocar mais ênfase nas explicaçôes naturais (visto que normalmente elas nos são mais úteis e os fenómenos naturais são os mais comuns) mas o cerne da ciência é a busca pela verdade (onde quer que ela se encontre).
Imaginemos que um detective investiga o desaparecimento dum carro; ele não está restringido a só considerar um agente inteligente (ladrão) visto que é possível que os travões de tenham avariado e o carro tenha descido, sozinha, a rua e para fora da estrada. Esta hipótese é uma hipótese naturalista e ela tem que ser levada em conta como causa do desaparecimento do carro.
O detective, tal como o cientista, está em busca da verdade e o que realmente importa é que a sua explicação dependam das evidências empíricas observadas com os nosso cinco sentidos. No entanto, esta dependência não nos impede de reconhecer um efeito como havendo sido causado por um agente inteligente.
A ciência histórica aceita o design inteligente como explicação científica visto que a arqueologia estuda (entre outras coisas) pedras e outro tipo de artefactos que nos podem dar evidências suficientes para concluirmos que são o efeito de design inteligente e não de processos naturais. A arqueologia faz isto e vai mais longe ainda ao entender a cultura dos agentes inteligentes por trás de tais criações. Mão há qualquer motivo científico para o design inteligente ser aceite na arqueologia mas rejeitado na biologia.
Examinemos esta explicação:
Os dados são o trabalho dum planeador inteligente que os organizou em segredo, sem ser visto por alguém, e que propositadamente os colocou aqui.
Muitas pessoas podem achar que esta explicação não é científica, mas esse é um erro da sua parte. O falso fóssil evolutivo com o nome de “Piltdown Man” ajusta-se na perfeição à explicação dita em cima.
O fóssil de Piltdown foi uma mentira mas apesar do autor da mentira ainda ser uma incógnita, os cientistas foram capazes de deduzir a sua existência. Os cientistas não tiveram que apanhar o mentiroso em pleno acto como forma de estabelecer como facto a sua existência. Os detalhes do caso fizeram com que a hipótese de planeador inteligente fosse a mais correcta.
A mandíbula tinha a aparência de pertencer um macaco – tendo dois ossos molares achatados, tal como é encontrado nos seres humanos mas nunca nos macacos. Infelizmente a mandíbula estava partida em dois locais que poderiam ter determinado relação com o crânio: oa região do queixo e a área da articulação com o crânio. Durante mais de 40 anos os cientistas discutiram o Homem de Piltdown e o seu lugar na linhagem evolutiva pré-humana.
No entanto, na década 50 do século passado, os cientistas finalmente detectaram a mentira através de 3 linhas de evidências:
1) Primeiro, quando os ossos são enterrados, eles rapidamente absorvem flúor do solo. Um teste químico revelou que os ossos continham muito poucos traços de flúor, provando que os mesmos nunca poderiam ter estado enterrados há muito tempo.
2) As superfícies dos dentes tinham marcas de arranhões pouco usuais, provavelmente duma lixa usada para a remodelação dos dentes.
3) Os ossos tinham marcas de bicromato de potássio, como forma de os fazer parecer mais antigos.
Os cientistas consideraram estes três dados como evidências convincentes para fraude intencional. Mais tarde os cientistas mostraram a forma como o Homem de Piltdown havia sido fabricado a partir dum crânio humano e uma mandíbula dum orangotango.
Os cientistas deduziram também algumas coisas em relação ao falsificador: ele sabia o que incluir como forma de dar mais credibilidade ao fóssil, no entanto a principal habilidade do falsificador era o de saber o que deixar de fora. De forma hábil, o falsificador deixou de fora o queixo e a articulação da mandíbula – precisamente as duas estruturas que iriam revelar a fraude se por acaso estivessem presentes no “fóssil”. O falsificador tinha uma percepção apurada do clima científico.
Este exemplo demonstra como a ciência pode distinguir entre causas inteligentes e causas naturais, e demonstra também como a ciência pode ir mais além e deduzir os traços de personalidade e os motivos do planeador inteligente. E tudo isto é feito não observando o designer em pleno acto de criação, mas sim com base nos dados observáveis e testáveis.
Conclusão:
Uma vez que a Biologia actual está sob o controle ideológico do Naturalismo, nenhuma explicação pode de alguma forma violá-lo, mesmo quando as evidências claramente refutam o Naturalismo (como no tópico da origem da vida).
O importante a reter do exemplo do Homem de Piltdown é que a ciência aceita o design inteligente, e a inferência para o mesmo é feita com base na análise nos dados. Qualquer pessoa/evolucionista que aceita a inferência para o design na arqueologia não tem motivoscientificos para rejeitar a mesma metodologia científica na Biologia.
Fonte: “The Biotic Message”, ReMine, Walter, páginas 29, 30, 31
http://darwinismo.wordpress.com/2014/10/12/pode-a-ciencia-distinguir-entre-o-que-tem-causas-naturais-e-o-que-tem-causas-inteligentes/
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Em luta contra a realidade
ESCRITO POR COLOMBO MENDES | 22 SETEMBRO 2014
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
Como um bom "coxinha", "opressor", "fascista" e "reaça", estou trabalhando na sexta-feira à noite, enquanto aquela gente linda, revolucionária, do bem, está por aí, chapando o melão por um mundo melhor. De repente, chega a mim, desde a sala, uma voz afetada a latir algo assim: "PELO CONTROLE DAS FÁBRICAS E DO CAMPO PELOS TRABALHADORES!". Era um candidato a deputado estadual pelo Partido Comunista do Brasil.
Se por aqui 1 mais 1 fossem 2, só ouviríamos esse tipo de besteira em documentários. Socialistas e comunistas, os irmãos ricos, chiques e bem-sucedidos de nazistas e fascistas, mataram mais de 100 milhões de pessoas e destruíram talentos, obras de arte, bibliotecas e países. Entretanto, seguem por aí, firmes e fortes, a fazerem campanha política paga por nós, contribuintes, enquanto deveriam habitar a lixeira da história, junto com seus irmãos ítalo-germânicos.Ademais, o mais importante a ressaltar é que esse tipo de discurso, em favor dos trabalhadores, é sustentado, em geral, por gente que não trabalha.
Os maiores supostos defensores dos trabalhadores, dos operários e dos campesinos são professores universitários, sindicalistas e massa de manobra de partidos políticos. Ou seja, gente que, em geral [é óbvio que há exceções!] sequer sonha com o que venha a ser a realidade.Ou nunca trabalharam ou ignoram completamente a experiência laboral que tiveram. Caso contrário, saberiam que o trabalhador médio quer mais é ser aquilo que chamam de “explorado”.A imensa maioria dos trabalhadores quer cumprir seu horário e esquecer-se dos problemas depois de bater o cartão, de preferência tomando uma "gelada". Já fui office boyem fábrica e ouvia, horrorizado (esquerdista que eu era), meus colegas "peões" dizerem que queriam mais é ter um chefe, alguém que desse as ordens e assumisse a responsabilidade pela produção, pois desejavam apenas cumprir suas tarefas e ir embora sem problemas.Eu tinha 15 anos e ouvia de meus professores do ensino médio que os burgueses, os patrões, os donos dos meios de produção eram uns malditos exploradores, que passavam a vida viajando, freqüentando restaurantes badalados e fazendo festa. Num turno eu ficava empolgado, cheio daquele furor juvenil que a esquerda bem sabe explorar, após ouvir o belo discurso de meus professores; noutro turno ficava confuso, atônito, ao saber que o dono da empresa em que eu trabalhava fora o primeiro a chegar e seria o último a ir embora, certamente cheio de problemas na cabeça, tomado pela gravidade de ter de preocupar-se com produção, comercialização, legislação trabalhista, legislação tributária e toda sorte de burocracias a que um empreendedor brasileiro está submetido.Depois, na faculdade, segui ouvindo que os donos dos meios de produção eram uns malditos exploradores, que passavam a vida viajando, freqüentando restaurantes badalados e fazendo festa. Mas aí eu já estava vacinado pela realidade. Aprendera – trabalhando e, depois, empreendendo – que o empresário brasileiro é praticamente um herói, que sustenta a si mesmo e aos seus com muita dignidade, além de garantir o sustento de muitas outras famílias.Já os professores universitários, os sindicalistas e demais “intelectuais” de esquerda, bem, esses são uns exploradores malditos, que vivem à custa do erário ou de contribuições compulsórias, produzem absolutamente nada e ganham dinheiro para falar mal de quem os sustenta pagando impostos. Ademais, passam a vida viajando, freqüentando restaurantes badalados e fazendo festa – e cacarejando por direitos inviáveis de trabalhadores que não existem.
Um empresário é um sujeito que ganha a vida organizando a atividade econômica. Ele acumula um capital, investe, ganha, paga suas dívidas para com os fornecedores, os empregados e o Estado, e no fim, se todo dá certo, tem um lucro. A quase totalidade do lucro é reinvestida no mesmo ou em outros negócios. Uma parte ínfima ele pode gastar em benefício próprio e da família. Se seu negócio é muito, muito próspero, mesmo essa parte ínfima basta para que ele compre mansões, iates, jatinhos e jatões, carros de luxo, cavalos de raça, e tenha, se é do seu gosto, múltiplas amantes. Em geral ele se contenta com muito menos.
Um político de esquerda é um sujeito que ganha a vida tentando jogar os empregados contra os empregadores. Ele mostra aos operários os aviões, os cavalos de raça e os carros de luxo do patrão e grita: "É roubo!" No começo ele faz isso de graça. É um investimento. Assim como o empresário investe dinheiro, ele investe insultos, gestos, caretas de indignação, apelos à guilhotina. Em troca, dão-lhe dinheiro. Ele vive disso. Quando alcança o sucesso, pode dispor de mansões, iates, jatinhos e jatões, carros de luxo, cavalos de raça e amantes em quantidade não inferior às do mais próspero capitalista.
Olavo de Carvalho (http://www.olavodecarvalho.org/textos/dutra.htm)
Assinar:
Postagens (Atom)