sábado, 4 de agosto de 2012

Estreia no Brasil reality show de viciados em todos os tipos de droga


Reality show com drogados promete causar polêmica

A verdade sobre o drama vivido por usuários de drogas vai ser mostrada num reality show no Brasil. Sucesso nos Estados Unidos, o programa ‘Intervention’ ganha formato brasileiro, no canal A&E, e estreia nesta quarta-feira (1º), às 23h.

Na atração, casos de oito dependentes químicos — viciados em todos os tipos de droga — são apresentados até eles serem internados. O drama é acompanhado por dois médicos, terapeutas, familiares dos participantes e a produção do programa.

“É um reality sem maquiagem ou glamour. Acompanhamos desde a rotina do uso até o trato com os familiares. Só não os gravamos comprando a droga para manter a segurança da equipe”, conta a produtora do canal, Krishna Mahon, que esteve com cada um dos dependentes durante uma semana.

Os usuários têm de 22 a 37 anos e pertencem a diversas classes sociais. “Tivemos problemas em encontrar viciados da classe A. As pessoas com dinheiro acham que o filho é excêntrico e não drogado”, revela Krishna.

Nos Estados Unidos, o reality conseguiu uma média de 70% de recuperação dos participantes e levou dois Emmys, o Oscar da TV americana. Por aqui, segundo a produtora, os participantes não voltaram às drogas. “Um deles está inclusive trabalhando na clínica em que esteve internado”, revela Krishna, que viveu em casa o drama do vício com um parente. “Quando eu era criança, vi cenas de pessoas consumindo cocaína que não devia ter presenciado, me lembrei muito gravando o programa”, relata.

Entre os oito participantes do reality, dois são cariocas, um é de Niterói e outro de Teresópolis. “Foi difícil conseguir pessoas. Chegamos a um número de 100 e depois fomos reduzindo. Aos familiares, explicávamos o formato do programa. Ao usuário, dizíamos que se tratava de um documentário sobre o vício. Chegamos a acompanhar uma intervenção por quatro horas”, detalha Krishna.

Fonte: O Dia

HOMENS e MULHERES CASADOS não podem. HOMOSSEXUAIS, podem: casal de atiradores reclama de PRECONCEITO contra HÉTEROS na VILA OLÍMPICA


VÍRGULA

Redação
Lauryn Mark

Muitos colocam a distância da família durante os Jogos Olímpicos como uma grande dificuldade da competição. Russell e Lauryn Mark não teriam de passar por esses problema, pois ambos competem pela Austrália, exceto por um detalhe. Eles não poderão ficar juntos.

Mark foi comunicado pelo Comitê Olímpico Austrália (AOC) que ele e a esposa não poderiam dividir o mesmo quarto. O que revoltou o casal, pois ambos sabem que atletas gays poderão ficar no mesmo dormitório.

“A parte estúpida disso, que eu tentei mostrar para eles, é que existem toneladas de casais homossexuais nas Olimpíadas que ficarão no mesmo quarto. Então, nós estamos sendo discriminados porque somos héteros”, disse em entrevista ao "Daily Mail".

Segundo o atleta, a posição do AOC foi de que se quisesse dormir com sua esposa durante os jogos, ele deveria procurar um quarto de hotel as suas custas.

Fonte: adht: defesahetero.org

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Canibalismo na China hoje, direito humano amanhã?

canibongsEm certos casos o “canibalismo político” de inimigos da revolução comunista foi exigido como prova de fidelidade e adesão ao regime marxista durante a Revolução Cultural dos anos 1966-1976.

Grupelhos radicais de “direitos humanos” começam a reclamar o reconhecimento da prática abominável apenas em certos casos.

A China deu a partida a uma série de notícias recentes sobre repugnantes fatos de canibalismo, não apenas entre pagãos incultos, mas entre ocidentais ex-cristãos.

De início, a polícia da Coréia do Sul interceptou carregamentos de cápsulas com aparência de medicamentos, contendo carne humana seca, verossimilmente de fetos, proveniente do gigante socialista. Seu destino provável era alimentar o mercado de afrodisíacos...
A China negou a denúncia, mas logo depois a polícia deteve Zhang Yongming, 56, na província de Yunnan, suspeito de ter assassinado e decepado 20 jovens. Ele vendia depois os horrendos “cortes” como “carne de avestruz”, entregando os restos aos cachorros. As macabras revelações vieram à luz na imprensa de Hong-Kong.

A imprensa oficial e a Internet da China nada disseram. Mas, segundo a revista francesa “Le Point", o silêncio se deveu à pesada censura do governo, que caiu também sobre esse assunto.

Qualquer procura pelas palavras “Yunnan” ou “desaparecidos” não forneciam resultado algum, por causa da “Muralha de fogo” da censura.

canibalchinês“Zhang Yongming (foto) é um monstruo canibal”, diziam os moradores de sua cidade. Alguns diziam ter visto sacos de plástico verde pendurados na casa do criminoso, onde podiam se perceber ossos humanos.

Segundo o jornal “The Standard”, de Hong-Kong, a polícia descobriu na casa de Zhang dezenas de glóbulos oculares conservados em garrafas de licor e, pendurados, pedaços de carne humana secando.

O canibalismo é um tema sensível na China, por ter sido muito praticado durante o Grande Salto Adiante de Mao Tse Tung, nos anos 50. Na ocasião, a reforma agrária e a industrialização forçada causaram dezenas de milhões de mortes por fome. E, no desespero, essa prática atroz se generalizou.

Mas não foi só o desespero. Em certos casos o “canibalismo político” de inimigos da revolução comunista foi exigido como prova de fidelidade e adesão ao regime marxista durante a Revolução Cultural dos anos 1966-1976, acrescentou “Le Point”.

O Instituto pela Unificação Nacional – KINU, da Coreia do Sul, expôs em seu Livro Branco sobre os Direitos do Homem na Coreia do Norte a existência de tão horríveis práticas nesse genuíno satélite da China.

O Instituto baseia suas conclusões num aprofundado inquérito realizado em 2011, que recolheu o testemunho de 230 fugitivos da Coreia comunista. Entre 2006 e 2011, foram apurados pelo menos três casos de execuções públicas com a finalidade de obter carne para o canibalismo. Os refugiados e testemunhas falaram da venda de carne humana em mercados fingindo ser carne de ovelha.

O relatório cita casos de pais de família que mataram seus filhos para usá-los como alimento. Em 2011, a missão Caleb, realizada por missionários sul-coreanos, obteve documento da polícia norte-coreana de 2009, dando a entender que a prática estava muito mais estendida do que se supunha numa população que vive na penúria alimentar extrema.

De acordo como o Programa Alimentar Mundial – PAM da ONU, em 2011 cerca de seis milhões de norte-coreanos estavam gravemente ameaçados pela fome. No outono de 2011, ONGs que mantêm contato com redes de opositores obtiveram dados que confirmam esses panoramas autenticamente socialistas.

Os próprios membros do exército roubam aos civis suas magras “bolsas” para se alimentarem, informou o “Daily HK” site da Coreia do Sul.

O diário parisiense “Le Figaro” acrescentou que a ONG Citizens Alliance for North Korean Human Rights – NKHR recolheu outros testemunhos de fatos análogos acontecidos em situações de fome enlouquecedora.

No caso de um homem que devorou a própria filha “a população tinha pena dele, porque a fome te deixa louco, ela te transforma num animal”, explicou Kim Eun-sun, que era criança na época e lembra do homem fora de si. Kim conseguiu fugir e estuda hoje em Seul, mas seu pai foi morto pela fome.

O que não são explicáveis pela fome são os recentes casos de canibalismo acontecidos nos EUA e na Europa. O mais clamoroso deles aconteceu em Miami, onde um drogado nu devorava embaixo de uma ponte outro homem nu e inconsciente, porém vivo.

O canibal não reagiu à ordem da polícia, que só pôs fim ao atentado matando o drogado na hora em que ele devorava um olho da vítima. Esta foi levada ao hospital com 80% do rosto danificado.

Entrementes, o canibalismo se anuncia como uma nova fronteira a ser conquistada pelos “direitos humanos”. Alguns antropólogos encerrados em suas bibliotecas dos EUA e da Europa defendem a prática quando acontece no contexto de uma “cultura tradicional”, leia-se indígena.

Alguns outros, em entrevistas ou artigos acadêmicos, avançam a teoria de o canibalismo ser válido se consentido pela vítima. O caso do canibal de Kassel, na Alemanha – que acabou sendo libertado pela justiça –deu pano para a manga na discussão dessa monstruosa teoria.

A referida teoria faz também fugazes aparições em desenvolvimentos ambientalistas radicais que falam de uma Terra cujos recursos naturais estão esgotados e cuja população seria super-excessiva, devendo ser drasticamente reduzida para garantir o futuro do planeta.

A entrada e o desenvolvimento de um “novo direito humano” costumam seguir um percurso bastante definido. Após seus teorizadores falarem muito dele nas nuvens, é a vez de a mídia espalhar, em sucessivas ondas, fatos que sugerem que a chocante prática está mais generalizada do que se pensa.

Por fim, grupelhos radicais de “direitos humanos” começam a reclamar o reconhecimento da prática abominável apenas em certos casos.

E os “certos casos” depois vão crescendo em extensão até o momento em que os propagandistas do “novo direito humano” acham que a opinião pública já está bastante “amaciada” para aceitar a aberração.

Chega então o momento de os órgãos da ONU, do Parlamento Europeu e dos PNDHXYZ assumirem a nova bandeira. O resto da história, já conhecemos...

Luis Dufaur
, escritor, edita o blog Pesadelo Chinês.
fonte: midia sem mascara

Apesar da ameaça dos eurocratas, prefeitura de Moscou de novo proíbe parada gay

Matthew Cullinan Hoffman

2012 (LifeSiteNews.com) — A prefeitura de Moscou recusou dar uma licença para a parada do orgulho gay pelo sétimo ano consecutivo, desafiando uma decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos contra a cidade em 2010 que resultou em dezenas de milhares de dólares em multas.
Prometendo que “recorreria no tribunal na segunda-feira”, o ativista homossexual Nikolai Alexeyev acrescentou que “realizaremos a parada de qualquer jeito”.
Em anos anteriores ativistas gays buscaram desafiar a proibição às suas paradas, mas a polícia rapidamente os prendeu ou dispersou.
O site homossexualista Rússia Gay informa que a prefeitura de Moscou respondeu à petição deste ano declarando que tal parada provocaria “uma reação negativa na sociedade”.
“Na opinião dos cidadãos, atividades associadas ao debate de relações sexuais, abertas em áreas públicas, é uma provocação, causando danos morais às crianças e adolescentes”, declarou a prefeitura, acrescentando que tais paradas “insultam o senso religioso e moral” dos cidadãos e mostram “condições abjetas e desumanizadoras”.
O local proposto para a parada, comentou a prefeitura, está “no centro histórico de Moscou, que é um lugar favorito para crianças e famílias de moscovitas e visitantes. Nesse aspecto, a realização de eventos públicos pode provocar ações ilegais contra os indivíduos que não compartilham suas opiniões”. A prefeitura avisou que se a parada gay for em frente conforme está planejado, os participantes “poderão ser levados a juízo do jeito prescrito”.
Os organizadores da parada prometeram excluir palavras obscenas e nudez, mas não conseguiram convencer as autoridades a permitir o evento. As paradas de orgulho gay no mundo inteiro são muitas vezes cenários de nudez, gestos e sinais obscenos, zombaria aos símbolos religiosos e atos simulados e até mesmo reais de sodomia, à vista de todo o público.
Tanto o atual prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, quanto seu antecessor, Yury Luzhkov, são conhecidos por sua firme oposição às paradas gays desde que os ativistas gays propuseram pela primeira vez tais paradas há sete anos, e Luzhkov de modo particular chamou-as de “satânicas”.
Uma oposição semelhante foi expressa pelos líderes de todos os grandes grupos religiosos da Rússia, inclusive do patriarca ortodoxo russo Alexis II, o rabino-mor da Rússia Berl Lazar e o mufti Talgat Tajuddin, cabeça da Junta Muçulmana Espiritual Central.
Oposição à propaganda homossexual na Rússia é uma posição que a vasta maioria dos cidadãos tem, de acordo com pesquisas de opinião pública.
Uma pesquisa de opinião pública deste ano conduzida pela agência estatal de pesquisa de opinião pública VTsIOM mostrou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados na Rússia inteira disseram que apoiam leis proibindo a promoção das relações homossexuais. Uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “moralmente depravados ou aleijados” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental amoral”.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

STF começa a escrever o capítulo final do escândalo do mensalão

 
Sete anos depois da descoberta da mais bem organizada quadrilha agindo na estrutura de um governo no Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) começará nesta quinta-feira (02) o julgamento do mensalão, o caso criminal mais importante da história do tribunal desde a redemocratização do país.

Ao julgar os 38 réus, os 11 ministros do STF poderão também estabelecer um marco na trajetória do Judiciário brasileiro, rompendo a tradição de não condenar políticos.

O escândalo, que ficou conhecido popularmente como mensalão, foi investigado pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e por duas CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Congresso.

A revelação do mensalão começou em 2005, com a publicação, pela revista Veja, do conteúdo de uma fita em que Maurício Marinho, então chefe de departamento nos Correios, aparecia recebendo propina de empresários em nome do presidente do PTB, Roberto Jefferson, à época deputado federal aliado do Palácio do Planalto.

 
Acuado, Jefferson decidiu detalhar em entrevista à Folha de S. Paulo a existência de uma intrincada teia de corrupção, montada para pagar parlamentares no Congresso. Em troca, o governo Luiz Inácio Lula da Silva conseguiria aprovar seus projetos prioritários. O esquema, camuflado por empréstimos de bancos privados e irrigado por dinheiro público, tinha como chefe o deputado federal e então chefe da Casa Civil, José Dirceu (PT).

As denúncias do presidente do PTB atingiu em cheio líderes dos partidos que sustentavam a gestão Lula no Legislativo e fez o Brasil conhecer o operador do esquema, Marcos Valério de Souza, dono de agências de publicidade.

As declarações de Jefferson implodiram o chamado núcleo duro do PT e deram início a uma derrocada sem precedentes de ministros. O principal deles foi José Dirceu. O petista voltou à Câmara e acabou banido da vida pública até 2015 junto com o algoz do PTB – o deputado Pedro Corrêa (PP-PE) também foi cassado.

A crise que assombrou Brasília chegou ao ápice em agosto de 2005, quando o marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela campanha que elegeu Lula, afirmou à CPI dos Correios que recebeu R$ 10,5 milhões do partido por meio de caixa dois, depositados no exterior. Pela primeira vez, políticos da oposição e até aliados do PT debateram a possibilidade de Lula não terminar o mandato. O ex-presidente foi à TV pedir desculpas ao país.

Com o avanço das investigações da CPI e da Polícia Federal, quatro mensaleiros renunciaram para escapar da cassação. Outros 12 foram absolvidos em sequência pela Câmara dos Deputados, num arranjo que ficou marcado pela vergonhosa “dança da pizza”, coreografada pela ex-deputada Ângela Guadagnin (PT-SP).

Crimes

Dois anos depois, em 2007, o mesmo Supremo Tribunal Federal que hoje decidirá o destino dos protagonistas do mensalão aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra 40 integrantes da quadrilha. Desse grupo, dois não serão julgados: o ex-secretário-geral do PT, Silvio Pereira, que fez um acordo com o Ministério Público para prestar serviços comunitários, e o ex-deputado José Janene, morto em 2010.

A tese de que o mensalão não passou de “caixa dois” para pagar dívidas de campanhas será duramente confrontada pela Procuradoria-Geral da República, que analisou toneladas de documentos e viu provas consistentes da ocorrência de sete tipos de crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa ou passiva, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta.

O histórico julgamento também põe à prova a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sob o argumento de que desconhecia as falcatruas, ele se livrou das possíveis consequências jurídicas. Mas a condenação dos réus que frequentavam a antessala do seu gabinete, entretanto, colocará em xeque o que Lula negou.

As linhas finais do escândalo começam a ser traçadas nesta quinta-feira, num julgamento que se estenderá até setembro e que poderá terminar como uma nova página na evolução política do Brasil.

Transmissão ao vivo
 
O STF transmitirá ao vivo, a partir das 14h, pela TV e pela internet, o julgamento do mensalão. A íntegra das sessões também poderá ser acompanhada ao vivo no site do Globo, com comentários de especialistas da Fundação Getúlio Vargas.

O julgamento será transmitido pela TV Justiça no canal a cabo e no site. Além disso, o sinal da transmissão será disponibilizado via satélite a todas as emissoras do país. A Globonews também transmitirá o julgamento. Pelo canal do Supremo no YouTube e pela Rádio Justiça (104.7 FM) também será possível acompanhar as defesas dos acusados até o voto dos ministros.

A expectativa do STF ao diversificar a transmissão do julgamento é atingir o máximo de lares brasileiros. De acordo com a assessoria de imprensa do STF, o julgamento também será transmitido para vários países. Diversas agências de notícias internacionais fizeram credenciamento para cobrir o evento, como France Press e Reuters. Emissoras de vários estados também confirmaram presença na cobertura. Ao todo, foram 500 solicitações de credenciamento, para jornalistas de todo o país. No entanto, só 65 poderão ficar dentro do plenário – os demais acompanharão da sala de imprensa.

Ainda não foram definidos critérios de escolha dos jornalistas que ficarão no plenário. Advogados, réus e ministros farão as entrevistas coletivas somente do lado de fora do Supremo, sempre nos intervalos e términos das sessões.

Fonte: Veja

Quem roubou a cultura dos EUA?

Nota do editor: Este artigo foi extraído do novo livro do Dr. Ted Baehr e Pat Boone “The Culture-wise Family: Upholding Christian Values in a Mass Media World.” (“A Família do Ponto de Vista Cultural: Defendendo Valores Cristãos em um Mundo de Mídia de Massa”). No livro, o especialista em entretenimento, Dr. Ted Baehr, e o lendário músico Pat Boone recomendam que as pessoas façam decisões sábias para si mesmas e para suas famílias, para que possam proteger seus filhos das mensagens tóxicas da cultura.
O que se segue é o capítulo 10, escrito pelo historiador Williams S. Lind.
Em algum momento, durante o século passado, alguém roubou nossa cultura. Há apenas 50 anos, na década de 50, os EUA eram um ótimo lugar. Era seguro, e era decente. As crianças recebiam boa educação nas escolas públicas. Até os trabalhadores braçais traziam para casa rendas de classe média, para que as mães pudessem ficar em casa e cuidar das crianças. Os programas de TV refletiam valores sadios e tradicionais.
Onde foi parar tudo isso? Como foi que os EUA se tornaram o lugar sórdido e decadente em que vivemos hoje, tão diferente que as pessoas que nasceram antes da década de 60 sentem como se estivessem em um país estrangeiro? Será que simplesmente “aconteceu”?
É claro que não. De fato, foi colocada em prática uma agenda deliberada para roubar a nossa cultura e deixar uma outra completamente diferente no lugar. A história de como e por que é uma das partes mais importantes da história dessa nação; e é uma que quase ninguém conhece. As pessoas por trás dela quiseram que fosse assim.
Basicamente, o que aconteceu foi que a cultura tradicional dos EUA, que se desenvolveu ao longo de gerações a partir das nossas raízes ocidentais e judaico-cristãs, foi desprezada por uma ideologia. Essa ideologia é mais conhecida como “politicamente correto” ou “multiculturalismo”. Na verdade, trata-se do marxismo cultural: o marxismo traduzido da economia para a cultura, em um esforço que data não da década de 60, mas da Primeira Guerra Mundial. Por incrível que pareça, à medida que o marxismo econômico da União Soviética se dissipava, um novo marxismo cultural se tornava a ideologia dominante das elites americanas. O objetivo nº 1 do marxismo cultural, desde que foi criado, é o de destruir a cultura ocidental e a religião cristã.
Para entender qualquer coisa, precisamos conhecer sua história. Para entender quem roubou a cultura americana, precisamos olhar para a história do “politicamente correto”.

O início da teoria marxista

Antes da Primeira Guerra Mundial, a teoria marxista dizia que se a Europa algum dia entrasse em guerra, as classes trabalhadoras de todos os países europeus iriam se revoltar, derrubar os governos e criar uma nova Europa comunista. Mas quando a guerra eclodiu em julho de 1914, não foi o que aconteceu. Em vez disso, os trabalhadores de todos os países europeus se juntaram aos milhões para lutar contra os inimigos do seu país. Finalmente, em 1917 ocorreu a Revolução Comunista, na Rússia. Mas as tentativas de espalhar a revolução para outros países falharam porque os trabalhadores não a apoiavam.
Após o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, os teóricos marxistas tiveram que se fazer a pergunta: O que deu errado? Como bons marxistas, não poderiam admitir que a teoria marxista estava incorreta. Em vez disso, dois dos principais intelectuais marxistas, Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria (Lukacs foi considerado o mais brilhante pensador marxista desde o próprio Marx), independentes um do outro, pensaram na mesma resposta. Eles disseram que a cultura ocidental e a religião cristã haviam cegado a classe trabalhadora dos seus verdadeiros interesses de classe marxistas de tal forma que a revolução comunista era impossível no Ocidente, até que esses dois elementos fossem destruídos. Esse objetivo, instituído como o objetivo do marxismo cultural desde o início, nunca mudou.

Uma nova estratégia

Gramsci expôs notoriamente uma estratégia para destruir o Cristianismo e a cultura ocidental, que se mostrou altamente bem sucedida. Em vez de exigir uma revolução comunista logo de cara, como fizeram na Rússia, ele disse que os marxistas do Ocidente deveriam tomar o poder político por último, após uma “longa marcha nas instituições”: as escolas, a mídia, e até as igrejas, todas as instituições que pudessem influenciar a cultura. Essa “longa marcha nas instituições” é o que os EUA experimentaram, principalmente desde a década de 60. Felizmente, Mussolini reconheceu o perigo representado por Gramsci e o colocou na cadeia. Sua influência se manteve pequena até a década de 60, quando seus trabalhos, principalmente os “Cadernos do Cárcere”, foram redescobertos.
Georg Lukacs se mostrou mais influente. Em 1918, ele se tornou comissário de cultura no curto regime bolchevique de Bela Kun na Hungria. Durante esse período, ao perguntar “Quem nos salvará da civilização ocidental?” ele instituiu o que chamou de “terrorismo cultural”. Um dos seus principais componentes foi a introdução da educação sexual nas escolas húngaras. Lukacs percebeu que se ele pudesse destruir a moral sexual tradicional do país, teria dado um enorme passo no sentido de destruir sua moral tradicional e sua fé cristã.
Longe de se unirem ao “terrorismo cultural” de Lukacs, a classe trabalhadora da Hungria ficou tão escandalizada que quando a Romênia invadiu a Hungria, os trabalhadores não lutaram pelo governo de Bela Kun, que acabou sendo derrubado. Lukacs desapareceu, mas não por muito tempo. Em 1923, ele apareceu em uma “Semana de Estudos Marxistas” na Alemanha, um programa patrocinado pelo jovem marxista Felix Weil, que havia recebido uma herança milionária. Weil e outros que estiveram naquela semana de estudos ficaram fascinados pela perspectiva cultural do marxismo apresentada por Lukacs.

A Escola de Frankfurt

Weil reagiu utilizando parte da sua fortuna para abrir um novo think tank na Universidade de Frankfurt, na Alemanha. Ele originalmente seria chamado de “Instituto para o Marxismo”. Mas os marxistas culturais se deram conta de que seria muito mais eficaz ocultar sua verdadeira natureza e seus objetivos. Eles convenceram Weil a dar ao novo instituto um nome que parecesse neutro, o “Instituto para Pesquisa Social”. Logo conhecida simplesmente por “Escola de Frankfurt”, o Instituto para Pesquisa Social se tornaria o lugar onde o politicamente correto, da forma como conhecemos, foi desenvolvido. A resposta básica à pergunta “Quem roubou a nossa cultura?” é: foram os marxistas culturais da Escola de Frankfurt.
Primeiramente, o Instituto trabalhou principalmente com questões marxistas convencionais, como o movimento trabalhista. Mas isso mudou drasticamente em 1930.  Naquele ano, o Instituto recebeu um novo diretor, o brilhante jovem intelectual marxista chamado Max Horkheimer. Horkheimer havia sido fortemente influenciado por Georg Lukacs. Ele rapidamente se esforçou em transformar a Escola de Frankfurt no lugar onde o trabalho pioneiro de Lukacs sobre o marxismo cultural pudesse ser desenvolvido até se tornar uma ideologia completa.
Para esse fim, ele trouxe alguns novos membros para a Escola de Frankfurt. Talvez o mais importante fosse Theodor Adorno, que se tornaria o colaborador mais criativo de Horkheimer. Dentre os outros novos membros estavam dois psicólogos, Eric Fromm e Wilhelm Reich, dois célebres promotores do feminismo e do matriarcado, e um jovem estudante de pós-graduação chamado Herbert Marcuse.

Avanços no marxismo cultural

Com a ajuda desse novo sangue, Horkheimer fez três grandes avanços no desenvolvimento do marxismo cultural. Primeiro, ele derrubou a visão de Marx de que a cultura era meramente parte da “superestrutura” da sociedade, que era determinada por fatores econômicos. Ele disse, ao contrário, que a cultura era um fator independente e muito importante para moldar a sociedade.
Segundo, mais uma vez contrariando Marx, ele anunciou que no futuro, a classe trabalhadora não seria a agente da revolução. Ele deixou em aberto a questão de quem desempenharia esse papel, questão essa que foi respondida por Marcuse em 1950.
Terceiro, Horkheimer e outros membros da Escola de Frankfurt decidiram que a chave para destruir a cultura ocidental era cruzar Marx com Freud. Eles argumentaram que, da mesma forma que os trabalhadores eram oprimidos pelo capitalismo, assim todos, sob a cultura ocidental, viviam em um estado constante de repressão psicológica. “Liberar” todos dessa opressão se tornou um dos principais objetivos do marxismo cultural. E ainda mais importante, eles se deram conta de que a psicologia lhes oferecia uma ferramenta muito mais poderosa do que a filosofia para destruir a cultura ocidental: o condicionamento psicológico.
Hoje em dia, quando os marxistas culturais de Hollywood querem “normalizar” algo como o homossexualismo (“liberando”, portanto, as pessoas da “repressão”), eles colocam um programa de TV atrás do outro em que único homem branco aparentemente normal é um homossexual. É assim que o condicionamento psicológico funciona: as pessoas absorvem lições que os marxistas culturais querem que eles aprendam sem sequer perceberem que estão sendo ensinados.
A Escola de Frankfurt estava prestes a criar o politicamente correto. Mas, de repente, o destino interveio. Em 1933, Adolf Hitler e o Partido Nazista assumiu o poder na Alemanha, onde a Escola de Frankfurt estava localizada. Uma vez que a Escola era marxista, ideologia odiada pelos nazistas, e todos os membros da instituição eram judeus, eles decidiram deixar a Alemanha. Em 1934, a Escola de Frankfurt, incluindo os seus principais membros da Alemanha, foram reestabelecidos na cidade de Nova York, com a ajuda da Universidade de Columbia. E logo o seu foco foi transferido de destruir a cultura ocidental tradicional na Alemanha para fazê-lo nos Estados Unidos. Isso também se mostrou bastante bem sucedido.

Novos avanços

Aproveitando-se da hospitalidade americana, a Escola de Frankfurt logo deu prosseguimento ao seu trabalho intelectual de criar o marxismo cultural. Para as suas conquistas anteriores na Alemanha, ela acrescentou esses novos avanços.

A Teoria Crítica

Para cumprir o seu propósito de “negar” a cultura ocidental, a Escola de Frankfurt desenvolveu uma poderosa ferramenta chamada de “teoria crítica”. O que era essa teoria? A teoria era criticar. Ao sujeitar todas as instituições tradicionais, incluindo a família, a críticas persistentes e infindáveis (a Escola de Frankfurt teve o cuidado de nunca definir o que ela defendia, apenas o que reprovava), ela esperava destruí-las. A Teoria Crítica é a base dos departamentos de “estudos” que agora existem nas faculdades e universidades americanas. Não é de se surpreender que esses departamentos são a origem do politicamente correto acadêmico.

Estudos sobre o Preconceito

A Escola de Frankfurt buscou definir as atitudes tradicionais em todos os aspectos como “preconceitos” em uma série de estudos acadêmicos que culminaram no livro altamente influente de Adorno “The Authoritarian Personality” ("A Personalidade Autoritária”), publicado em 1950. Eles inventaram uma fraude chamada “escala F”, que buscava associar ao fascismo as crenças tradicionais com relação à moral sexual, às relações entre homens e mulheres e às questões familiares. Hoje em dia, o termo politicamente correto favorito contra qualquer um que discorda deles é “fascista”.

Dominação

A Escola de Frankfurt divergiu mais uma vez do marxismo, que argumentava que toda a história era determinada por quem possuía os meios de produção. Em vez disso, disseram que a história era determinada pelos grupos (definidos como homens, mulheres, raças, religiões, etc.) que tinham poder ou “domínio” sobre outros grupos. Alguns grupos, principalmente o de brancos do sexo masculino, foram rotulados de “opressores”, enquanto que outros grupos foram definidos como “vítimas”. As vítimas eram automaticamente boas e os opressores ruins, levando em conta apenas o grupo do qual faziam parte, independente do comportamento pessoal.
Embora fossem marxistas, os membros da Escola de Frankfurt também se utilizaram de Nietzsche (outra pessoa que eles admiravam por sua oposição à moral tradicional era Marquês de Sade). Eles incorporaram no seu marxismo cultural o que Nietzsche chamou de “transmutação de todos os valores”. O que isso significa, em linguagem clara, é que todos os antigos pecados se tornam virtudes, e todas as antigas virtudes se tornam pecados. O homossexualismo é bom e belo, mas qualquer um que pense que os homens e mulheres devem ter papéis sociais diferentes é um “fascista” malvado. É isso que o politicamente correto agora ensina às crianças nas escolas públicas pelo país. (A Escola de Frankfurt escreveu sobre a educação pública americana. Ela disse que não importava se as crianças estavam aprendendo quaisquer habilidades ou fatos. Tudo o que importava era que elas se formassem nas escolas com as “atitudes” certas em relação a determinadas questões.)

Mídia e entretenimento

Liderados por Adorno, a Escola de Frankfurt inicialmente se opôs à indústria cultural, que consideravam uma cultura “comoditizada”. Mas depois eles começaram a escutar o que dizia Walter Benjamin, um amigo próximo de Horkheimer e Adorno, que argumentava que o marxismo cultural poderia fazer um uso muito eficiente de ferramentas como o rádio, os filmes e mais tarde a televisão para condicionar psicologicamente o seu público. A visão de Benjamin prevaleceu, e Horkheimer e Adorno passaram os anos da Segunda Guerra Mundial em Hollywood. Não é por acaso que a indústria do entretenimento é agora a arma mais poderosa do marxismo cultural.

O crescimento do marxismo nos Estados Unidos

Após a Segunda Guerra Mundial e a derrota dos nazistas, Horkheimer, Adorno e a maioria dos outros membros da Escola de Frankfurt retornaram à Alemanha, onde o Instituto se reestabeleceu em Frankfurt com a ajuda das forças de ocupação americanas. O marxismo cultural na época se tornou a ideologia não oficial, mas predominante na República Federal da Alemanha.
Entretanto, o inferno não se esqueceu dos Estados Unidos. Herbert Marcuse ficou nos EUA e começou a traduzir todos os difíceis escritos acadêmicos de outros membros da Escola de Frankfurt para uma linguagem mais simples que os americanos entenderiam facilmente. Seu livro “Eros e Civilização” utilizou o cruzamento feito pela Escola de Frankfurt de Marx e Freud para argumentar que, se nós “libertarmos o Eros não procriador” por meio da “perversidade polimórfica”, poderíamos criar um paraíso de pura diversão e nenhum trabalho. “Eros e Civilização” se tornou um dos principais textos da Nova Esquerda na década de 60.
Marcuse também ampliou o trabalho intelectual da Escola de Frankfurt. No início da década de 30, Horkheimer havia deixado em aberto a questão de quem iria substituir a classe trabalhadora como agente da revolução marxista. Na década de 50, Marcuse respondeu a essa pergunta, dizendo que seria uma coalizão de estudantes, negros, mulheres feministas e homossexuais: o coração da rebelião estudantil da década de 60 e dos sagrados “grupos de vítimas” do atual politicamente correto. Marcuse mais tarde tomou uma das palavras favoritas do politicamente correto, “tolerância”, e lhe deu um novo significado. Ele definiu a “tolerância libertadora” como a tolerância para todas as ideias e movimentos que surgiam da esquerda, e intolerância como todas as ideias e movimentos que surgiam da direita. Quando você vê hoje os marxistas culturais pedirem “tolerância”, eles querem dizer a “tolerância libertadora” de Marcuse (assim como quando pedem "diversidade", querem dizer uniformidade de crença na sua ideologia).
A rebelião estudantil dos anos 60, motivada em grande parte pela oposição ao serviço militar obrigatório para a Guerra do Vietnã, deu a Marcuse uma oportunidade histórica. Talvez como o “guru” mais famoso da Escola de Frankfurt, ele injetou seu marxismo cultural na geração dos Baby Boomers. É claro, eles não entendiam do que realmente se tratava. Pelo princípio que existia desde o início do Instituto, Marcuse e outros poucos do círculo não anunciavam o politicamente correto e o multiculturalismo como uma forma de marxismo. Mas o efeito foi devastador: uma geração inteira de americanos, principalmente a elite universitária, absorveu o marxismo cultural como deles, aceitando a tóxica ideologia que buscava destruir a cultura tradicional e a fé cristã dos EUA. Aquela geração, que domina todas as instituições de elite nos EUA, agora trava uma guerra sem fim contra todas as crenças e instituições tradicionais. Em grande parte, eles ganharam essa guerra. A maior parte da cultura tradicional dos EUA está em ruínas.

Uma contra-estratégia

Agora você sabe quem roubou nossa cultura. A questão é: o que nós, como cristãos e conservadores culturais, faremos a respeito?
Podemos escolher entre duas estratégias. A primeira é tentar retomar as instituições existentes (as escolas públicas, as universidades, a mídia, a indústria do entretenimento e a maior parte das grandes igrejas) dos marxistas culturais. É o que eles esperam que tentemos fazer, e estão preparados para isso; estaríamos com nada além de uma pequena voz e poucos recursos comparados aos deles, fazendo uma investida frontal contra posições defensivas de prontidão. Qualquer soldado pode lhe dizer que isso quase sempre leva a: derrota.
Há outra estratégia, mais promissora. Podemos nos separar, junto com nossas famílias, das instituições que os marxistas culturais controlam e construir novas instituições para nós, que nos reflitam e nos ajudem a recuperar a cultura ocidental tradicional.
Há muitos anos, meu colega Paul Weirich escreveu uma carta aberta ao movimento conservador sugerindo essa estratégia. Embora a maioria dos outros líderes conservadores (republicanos, melhor dizendo) hesitassem, a carta ressoou intensamente entre os conservadores de base. Muitos deles já fazem parte de um movimento para se separar da cultura corrupta dominante e criar instituições paralelas: o movimento de educação escolar em casa. Movimentos similares estão começando a oferecer alternativas sólidas em outros aspectos da vida, incluindo movimentos para promover pequenas fazendas familiares (geralmente orgânicas) e para desenvolver mercados comunitários voltados para os produtos dessas fazendas. Se o lema do Admirável Mundo Novo é “Pensar globalmente, agir localmente”, o nosso deveria ser “Pensar localmente, agir localmente”.
Portanto, a nossa estratégia para desfazer o que o marxismo cultural fez para os EUA tem um certo paralelo com a sua própria estratégia, da forma como expôs Gramsci décadas atrás. Gramsci convocou os marxistas para empreender uma “longa marcha nas instituições”. Nossa contra estratégia deveria ser uma longa marcha para criar as nossas próprias instituições. Isso não acontecerá rapidamente, ou facilmente. Será um trabalho de gerações, assim como foi o deles. Eles foram pacientes, pois sabiam que as “forças motrizes da história” estavam do lado deles. Não podemos ser igualmente pacientes e perseverantes sabendo que o Criador da História está do nosso?
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Who stole our culture?”
Fonte: www.juliosevero.com

JORNAL RUSSO DENUNCIA POLITICAS ABORTISTAS DO GOVERNO DE DILMA ROUSSEFF

Jornal Pravda, da Rússia, denuncia políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff
Julio Severo
O que parecia impossível até algum tempo atrás, está acontecendo hoje. O famoso jornal Pravda, da Rússia, está denunciando publicamente as políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff.
O jornal russo acusa a presidente Dilma Rousseff de quebrar as promessas de sua campanha eleitoral e estabelecer convênios com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz para introduzir o aborto no Brasil, destacando também fundações americanas que financiam as iniciativas de pressão política para legalizar o aborto no Brasil. 
O artigo russo divulgou link da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul, que faz parte da esquerdista CNBB, mas tem posturas conservadoras diferentes da CNBB. A matéria completa está aqui: http://port.pravda.ru/news/russa/27-07-2012/33419-dilma_aborto-0/
O que é fascinante nesse caso é que em seus tempos de criminosa e terrorista, Dilma Rousseff se espelhava na Rússia comunista em sua meta ideológica de derrubar o governo do Brasil e instaurar um regime comunista ditatorial que, se não fosse pela intervenção dos militares, teria derramado muito sangue no Brasil.
A Rússia, cuja população deu meia-volta volver no comunismo, está dando uma lição de moral para sua antiga admiradora no Brasil.
Dona Dilma, sua antiga Mãe Rússia deu meia-volta volver. Agora é sua vez!
Fonte: www.juliosevero.com

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

VISITAS SOLIDÁRIAS





A polícia militar de Xapuri continua com suas atividades, tendo como foco principal as famílias e em especial, as pessoas que foram ou estão sendo vítimas de algum tipo de violência. Todos os meses, a polícia militar faz esse tipo de acompanhamento, visando o bem estar das famílias e de toda comunidade. Já se observou que essa modalidade de policiamento vem surtindo efeitos satisfatórios tanto pra polícia militar quanto pra toda comunidade. Essa nova modalidade tem aproximado ainda mais o cidadão comum da instituição militar que passa por um momento de quebra de paradigmas e na busca de novos horizontes para toda sociedade de uma forma geral.

Rússia: Bebês assassinados para Cosméticos


Gays publicam cartilha proibindo voto em evangélicos

por Redação

 Batizado "Cartilha LGBT para as Eleições 2012/2014", o material é assinado por membros da LGBT (Lésbicas, Gays, Bisexuais, Transexuais e Transgêneros) Brasil. O material está sendo divulgado pelo Facebook e Orkut.

Segundo a cartilha, candidatos do PR não devem receber votos dos homossexuais, pois o partido pertence a um grupo que deve ser "combatido pelos LGBT". "A maioria de seus membros tem
posições conservadoras e são contrários a qualquer extensão dos direitos dos LGBTTs, com participação de 11 de seus 36 deputados federais na Frente Parlamentar Evangélica", relata um trecho da publicação. Fazem parte do partido o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), citados como os principais articuladores de propostas que prejudicam os gays.

O mesmo vale para o PP. A cartilha cita que "embora o partido tenha apenas 2 deputados na Frente Parlamentar Evangélica, a grupo oferece espaço para nomes como Afanásio Jazadji16 e
também tem sido uma opção eleitoral para candidatos homofóbicos." Deste partido fazem parte os deputados federais Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Paulo Maluf (PP-SP).

Ausência de representação política
Álvaro de Lima Oliveira, 38, foi uma das pessoas que ajudou a escrever o documento. Oliveira, que é medico e vive em Guaxupé (MG), disse que contou com outros membros da comunidade na elaboração do trabalho que foi feito todo pela internet.

A ideia de produzir um material que orientasse a comunidade LGBT na hora de escolher seus candidatos surgiu a partir da ausência de uma representação política para esse público. "Todos conhecem a bancada evangélica, mas ninguém sabe quem faz parte da bancada de livre expressão sexual", disse Oliveira.
Dicas de como identificar um político que apoia as causas LGBT e de como votar bem, na ótica do movimento, ocupam parte das 37 páginas da cartilha. Uma avaliação detalhada de cada partido foi feita, sendo que 12 deles são citados de forma negativa, por supostamente atuarem contra as lutas do grupo.
Outro lado

O deputado federal Jair Bolsonaro disse que se sente "orgulhoso" por fazer parte da lista dos políticos não recomendados pelo movimento. Magno Malta informou que irá pedir a retirada do seu nome. Anthony Garotinho e Maluf preferiram não se pronunciar sobre o assunto.

O trabalho foi lançado em março e os autores não têm estatísticas de visualizações do mesmo, todavia, afirmam que a página criada no Facebook para divulgar o trabalho já conseguiu alcançar mais de 62 mil pessoas.

Fonte: fé em Jesus