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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Marqueteiro de Dilma

Autoridade moral da mentira

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 2 de janeiro de 2006

Durante décadas os regimes comunistas e islâmicos praticaram a tortura em massa de prisioneiros políticos, usando métodos que iam das camisas-de-força e choques elétricos até à mutilação e à morte. A quase totalidade dos intelectuais esquerdistas e a mídia chique (a começar, entre nós, pela Folha de S. Paulo , nos EUA pelo New York Times , na Inglaterra pela BBC) não apenas se omitiram de denunciar esses crimes, ao menos com alguma ênfase, mas na maioria dos casos se esforçaram para minimizá-los e até para ocultá-los por completo.

Bastou, porém, a notícia de que os militares americanos gritavam com terroristas iraquianos presos, vestiam calcinhas nas cabeças deles para humilhá-los ou os obrigavam a ouvir CDs de heavy metal, para que uma onda gigante de protestos varresse o planeta, gritando contra a “tortura” e apresentando-se com ares de nobilíssimo apelo aos mais altos sentimentos da humanidade.

São justamente os mais cínicos e brutais que com maior facilidade envergam o manto da autoridade moral, impressionando pelas caretas de compunção e dignidade em que só a parte sonsa da platéia não reconhece o fingimento, a macaqueação histriônica, as lágrimas de crocodilo.

Não espanta que o modelo supremo de virtudes cultuado por essa gente seja Noam Chomsky, um monstro de mendacidade capaz de fazer a apologia do regime Pol-Pot no auge da matança sistemática de dois milhões de civis e logo em seguida acusar de genocídio nazista o seu próprio país por conta de feitos macabros incomparavelmente mais modestos praticados, aliás, nem mesmo pelos EUA, mas por um seu aliado remoto, a Indonésia (ele insiste nisso num recente artigo da revista inglesa Prospect).

Os critérios perversos instituídos pelos Chomskys na mídia internacional, onde pelo menos encontram alguma oposição, são copiados servilmente pelos jornais brasileiros, onde praticamente ninguém os contesta. Com exceções que se tornam tanto mais honrosas porque se contam nos dedos, jornalismo, no Brasil, é militância esquerdista e nada mais. Militância esquerdista subsidiada por empresários covardes, irresponsáveis, oportunistas. Sobretudo incultos, incapazes de informar-se por si próprios e por isto dependentes dos gurus esquerdistas a quem entregam o poder total sobre suas redações, tratam com devoção subserviente e pagam salários indecentemente elevados.

Nessas condições, não há critério de honestidade jornalística que sobreviva.

Argemiro Ferreira, o correspondente da Globonews em Nova York, tem a imensurável cara de pau de negar que haja um esforço organizado para erradicar o cristianismo da cultura americana, e atribui a inocentes considerações mercadológicas a substituição do tradicional “Merry Christmas” por “Happy Holidays” nos cartazes do Walmart, do Target etc., substituição que na verdade atendeu a pressões crescentes exercidas pela ACLU e por outras organizações anti-religiosas desde há mais de cinco décadas. Ele está tão satisfeito com a própria ignorância que chega a escrever que os evolucionistas “não vetam a teoria bíblica ou intelligent design , mas acham que deve ser ensinada na aula de religião, não de ciências”. Bem pago para viver nos EUA e informar-se do que aí se passa, não sabe sequer que aulas de religião não existem no ensino público americano. E depois disso ainda se sente à vontade para chamar de “semi-analfabeto” o comentarista da Fox News, John Gibson, que comparado a ele é Isaac Newton.

Alberto Dines, como comentei na semana passada, proclama que a direita católica domina os jornais, mas desafiado por Diogo Mainardi a citar um potentado católico imperando sobre alguma redação, não consegue encontrar um só. Mainardi, em resposta, mencionou dúzias de comuno-petistas nos altos postos da mídia. Como reage Dines agora? Confessa a derrota? Nada. Acusa o adversário de fazer “perseguição macartista” aos senhores da mídia, como se a desproporção numérica entre um só Mainardi e a multidão dos que o odeiam já não bastasse para mostrar quem é o perseguidor, quem o perseguido.

A entrega das redações ao guiamento desses iluminados explica por que a circulação dos jornais diários continua mais ou menos a mesma dos anos 50, enquanto a população do país dobrou, o analfabetismo foi praticamente erradicado e o número de revistas empresariais e especializadas quase centuplicou. A TV, é claro, tem outros atrativos, inclusive a exploração sexual, e vive deles. Mas jornais não sobrevivem à ocultação ideologicamente seletiva das noticias.

Mundo maravilhoso

Duas dicas que você não encontrará em nenhum jornal brasileiro:

1) Ramsey Clark, o ex-procurador geral que está atuando voluntariamente na defesa de Saddam Hussein, foi advogado do governo comunista do Vietnã do Norte na época em que este torturava prisioneiros americanos a granel. Depois trabalhou também para a ditadura dos aiatolás do Irã, e organizou uma campanha em favor de Slobodan Milosevic. A revista Salonpublicou sua biografia sob o título “Ramsey Clark, o melhor amigo dos criminosos de guerra”. A ONG que ele fundou, International Action Center, é constituída quase que inteiramente de membros do Workers World Party, marxista-leninista.

2) O Canadá acaba de se tornar o paraíso dos pedófilos. A idade mínima para o cidadãozinho poder ser convidado, sem crime, para participar de qualquer atividade sexual, incluindo sadomasoquismo, foi baixada para 14 anos. Prestem atenção: a liberação mundial da pedofilia está no programa das ONGs milionárias e se tornará realidade antes de transcorrida uma década. O filme em louvor de Alfred Kinsey, estrelado por Liam Neeson, já é pura preparação psicológica das massas para que aceitem isso sem reclamar. As pesquisas de Kinsey foram patrocinadas pela Fundação Rockefeller, que as impôs como verdade científica a todo o establishment universitário. Hoje sabe-se que Kinsey era pedófilo praticante, que abusou até de recém-nascidos e que subsidiou as “pesquisas de campo” feitas por um criminoso de guerra nazista, contratado por ele para ter relações sexuais com meninos e depois descrever suas reações. Descobriu-se também que suas descrições do comportamento sexual dos americanos não se basearam em pesquisas com pessoas comuns, mas com estupradores e molestadores de crianças, sendo depois falsamente apresentadas como retratos fiéis da média normal dos cidadãos. Em suma, Kinsey era um monstro, um psicopata perigoso. Depois de todas essas descobertas, jamais seriamente contestadas, fazer um filme glorificando o sujeito é, obviamente, estratégia de dessensibilização.

Presunção afirmativa

No jornal O Globo do último dia 24, Letícia Sardas, desembargadora no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, atribui aos juízes a função de “ transformar direitos” por meio de “ações afirmativas” e, assim, “reescrever a história do ser humano, colocando as novas questões de acordo com nossa experiência e sensibilidade”.

Essa senhora já está grandinha o bastante para saber que “transformar direitos”, assim como instituí-los e revogá-los, é função de legisladores eleitos pelo povo e não de qualquer funcionário público que se arrogue essa função.

Do mesmo modo, “colocar as novas questões de acordo com a nossa experiência e sensibilidade”, na medida em que dessa discussão podem nascer ou perecer, ampliar-se ou restringir-se direitos, é também incumbência do Parlamento eleito. A tarefa dos juízes começa justamente quando essa discussão terminou.

Funcionários públicos que prometem eliminar as injustiças sociais foram Robespierre e Lênin, Stalin e Hitler, Mao e Pol-pot. O Brasil não chegou a tanto, mas já tem Letícia Sardas.

Não há desigualdade maior que a do funcionário que se investe da autoridade de definir a seu belprazer sua própria função, seus próprios poderes e seus próprios direitos, enquanto todos os demais funcionários e cidadãos devem ater-se ao que lhes prescreve a lei. Se, por exemplo, os jornalistas, num acesso de autoadoração grupal semelhante àquele em que se embriagam certos juízes, resolvessem decretar que a função do jornalismo não é contar o que se passou ontem, mas “reescrever a história de acordo com a nossa experiência e sensibilidade” (e não tenho dúvidas de que muitos fazem precisamente isso), a população perceberia imediatamente estar lidando com charlatães ambiciosos. Por que o critério deveria ser diferente com juízes que, de repente, decidem criar e revogar direitos como se fossem legisladores?

Guerras culturais

“O segredo é da natureza mesma do poder”, dizia René Guénon. Quem ignore essa regra hoje em dia está condenado a servir de instrumento cego e dócil para a realização de planos políticos de enorme envergadura que lhe permanecem totalmente invisíveis e inacessíveis. Isso é particularmente verdadeiro no caso das chamadas “guerras culturais”, cujos movimentos, sutis e de longuíssimo prazo, escapam à percepção não só das massas como da quase totalidade das elites políticas, econômicas e militares. Todos sofrem o seu impacto e são profundamente alterados no curso do processo, inclusive nas suas reações mais íntimas e pessoais, mas geralmente atribuem esse efeito à espontaneidade do processo histórico ou a uma fatalidade inerente à natureza das coisas, sem ter a menor idéia de que até mesmo essa reação foi calculada e produzida de antemão por planejadores estratégicos.

A idéia de ter sido usado inconscientemente por outro mais esperto é tão humilhante que cada um instintivamente a rejeita indignado, sem notar que a recusa de enxergar os fios que o movem o torna ainda mais facilmente manejável. O medo de ser ridicularizado como crédulo é um poderoso estimulante da ingenuidade política, e na guerra cultural a exploração desse medo se tornou um dos procedimentos retóricos mais disseminados, erguendo uma muralha de preconceitos e reflexos condicionados contra a percepção de realidades que de outro modo seriam óbvias e patentes.

Uma longa tradição de lendas urbanas em torno de “teorias da conspiração” também ajudou a sedimentar essa reação. A guerra cultural não é, evidentemente, uma “conspiração”, mas a sutileza das suas operações, raiando a invisibilidade, faz com que a impressão confusa suscitada pelo conceito em quem ouça falar dele pela primeira vez seja exatamente essa, produzindo quase infalivelmente aquele tipo de resposta que mereceria o nome de suspicácia ingênua, ou incredulidade caipira.
Outra dificuldade é que as armas usadas na guerra cultural são, por definição, uma propriedade quase monopolística da classe dos intelectuais e estudiosos, escapando não só à compreensão como aos interesses do cidadão comum, mesmo de elite, não envolvido em complexos estudos de história literária e cultural, filosofia, lingüística, semiologia, arte retórica, psicologia e até mesmo sociologia da arte. Em todo o Congresso Nacional, na direção das grandes empresas e nos comandos militares não se encontrará meia dúzia de portadores dos conhecimentos requeridos para a compreensão do conceito, quanto mais para a percepção concreta das operações de guerra cultural. Sobretudo em países do Terceiro Mundo, a formação das elites governantes é maciçamente concentrada em estudos de economia, administração, direito, ciência política e diplomacia. Para esses indivíduos, as letras e artes são, na melhor das hipóteses, um adorno elegante, um complemento lúdico às atividades “peso-pesado” da política, da vida militar e da economia. Suas incursões de fim de semana em teatros e concertos podem alimentar conversas interessantes, mas jamais lhe darão aquela visão abrangente do universo cultural sem a qual a idéia mesma de uma ação organizada e controlada sobre o conjunto da cultura de um país (ou mais ainda de vários) seria impensável. De fato, para essas pessoas, ela é impensável. A cultura lhes aparece como o florescimento autônomo e incontrolável de “tendências”, de impulsos criativos, de inspirações multitudinárias que expressam o “senso comum”, o fundo de opiniões e sentimentos compartilhados por todos, a visão espontânea e “natural” da realidade. Que, para o estrategista da guerra cultural, o “senso comum” seja um produto social como qualquer outro, sujeito a ser moldado e alterado pela ação organizada de uma elite militante; que sentimentos e reações que para o cidadão comum constituem a expressão personalíssima da sua liberdade interior sejam para o planejador social apenas cópias mecânicas de moldes coletivos que ele mesmo fabricou; que a direção de conjunto das transformações culturais não seja a expressão dos desejos espontâneos da comunidade mas o efeito calculado de planos concebidos por uma elite intelectual desconhecida da maioria da população – tudo isso lhe parece ao mesmo tempo um insulto à sua liberdade de consciência e um atentado contra a ordem do mundo tal como ele a concebe. Mas essa reação está em profundo descompasso com o tempo histórico. A característica essencial da nossa época é justamente a transformação cultural planejada, e quem não seja capaz de percebê-la estará privado da possibilidade de lhe oferecer uma reação consciente: por mais dinheiro que tenha no bolso ou por mais alto cargo que ocupe na hierarquia política, jurídica ou militar, estará reduzido à condição de “massa de manobra” no sentido mais desprezível do termo. O sonho dos iluministas do século XVIII – uma sociedade inteira à mercê dos planos da elite “esclarecida” – tornou-se realizável dois séculos depois graças a três fatores: a expansão do ensino universitário, criando uma massa de intelectuais sem funções definidas na sociedade e prontos para ser arregimentados em tarefas militantes; o progresso dos meios de comunicação, que permite atingir populações inteiras a partir de uns poucos centros emissores; e a enorme concentração de riquezas nas mãos de alguns grupos oligárquicos imbuídos de ambições messiânicas. Explicarei mais sobre isso nos próximos artigos.

Bittar assina carta de intenções em agenda com militares

Jairo Carioca - da redação de ac24horasRio Branco - Acre

Começou com quase uma hora de atraso o encontro promovido pela Associação dos Militares do Acre (AME) com o candidato ao governo do Acre, Marcio Bittar (PSDB). Com a ausência de Sebastião Viana (PT) o tucano foi o único postulante a comparecer no auditório da FAAO, na noite de ontem (21) para falar sobre segurança pública.
Marcio dividiu sua palestra em dois momentos, o primeiro destacou as propostas do presidenciável Aécio Neves para o setor no Brasil; e o segundo a sua visão de segurança para o Acre.
“Precisa de pulso firme para resolver o problema de segurança pública no Acre e no Brasil”, disse.
Ele criticou o pensamento da esquerda sobre o tema afirmando que para os que estão no poder “o bandido é uma vitima da sociedade, alguém que não teve oportunidades e chances e que por isso pratica o delito”, afirmou.
Assegurando ser este um discurso equivocado, mas que ainda predomina no Brasil, Marcio disse que a política de segurança pública praticada é responsável pelo crescimento da violência em todo o país. “O acreano vive preso e os bandidos soltos”, acrescentou.
Sobre as leis que em sua opinião facilitam o crime, o tucano afirmou que ele e Aécio Neves têm noção exata do que fazer para melhorar os índices de violência.
“Precisa mudar a legislação do Brasil. O Aécio e eu defendemos a redução da maioridade penal propondo que jovens maiores de 16 anos que tenham cometido crimes como homicídio qualificado ou estupro cumpram tempo maior de detenção do que o atualmente estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente” defendeu o candidato.
Marcio lembrou a proposta de federalização do crime organizado que vai entregar esse combate ao governo federal e a guarnição das fronteiras. Para ele, o estado não vai conter de forma eficaz a entrada de drogas e outros problemas pela fronteira sem a atuação efetiva do governo federal em parcerias com as policias dos estados.
“O Aécio defendeu como senador e agora defende como candidato, a proibição do contingenciamento do orçamento da segurança pública. Isso significa que o planejamento feito junto com a sociedade para combater a violência vai ter orçamento”, comentou.
BITTAR E MILITARES
Depois de ouvir a leitura do documento chamado de Carta de Intenções feito por Joelson Dias, presidente da AME, Marcio Bittar assinou o compromisso de dialogar com as associações militares durante a transição, caso seja eleito governador do Acre no próximo domingo.
“Eu me sinto seguro quando vejo um policial nas ruas, contem comigo, serei amigo das policias, não vou passar a mão da cabeça de bandido”, finalizou.
Fonte: http://www.ac24horas.com/2014/10/21/bittar-assina-carta-de-intencoes-e-pede-pulso-forte-para-combater-a-violencia/

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Yuri Rodrigues e a Ortodoxia Humilde









A verdade é para a glória de Deus, não nossa.” Joshua Harris

 A verdade importa como também a atitude.
Ortodoxia significa “crença correta.” No contexto da fé cristã, a ortodoxia é opinião ou pensamento sobre Deus, seus ensinamentos e crenças , as verdades da fé, estabelecidas com base  comprovada. Essas verdades são claramente ensinadas nas Escrituras e firmadas nos credos históricos da fé cristã.

O que é “ortodoxia humilde”? Ortodoxia humilde é  se preocupar com a verdade, acreditar, defender e compartilhar esta verdade com compaixão e humildade.

      Alternativas para a “ortodoxia humilde”:
a. Ortodoxia arrogante – Este termo pode ser aplicado à pessoa que recebe  doutrina, mas é cruel, sem amor, auto-justa e rancorosa em palavras e comportamento.
b. Heterodoxia humilde - Este termo pode ser aplicado à pessoa que é muito boa e não pode suportar  ofender os incrédulos ou a cultura. No entanto, eles abandonaram a fé cristã histórica e abraçam qualquer ensino em nome da bondade, inclusão e abertura de espírito.
 
Será que nada disso importa para Deus? Sim!
Devemos  nos importar profundamente com a sã doutrina e a ortodoxia. Judas 3 nos exorta a “batalhar pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.” Deus, uma vez por todas entregou a mensagem salvadora do Evangelho a seu povo através da sua Palavra. Devemos estar dispostos a lutar  por sua integridade e transmissão fiel. Em outras palavras, precisamos nos preocupar com a ortodoxia, o pensamento correto sobre o caráter de Deus e como ele salva através de Jesus Cristo. A Ortodoxia é importante!

Ao mesmo tempo, a Palavra de Deus nos chama a “amar ao próximo como amamos a nós mesmos” (Mateus 22:39). Jesus mesmo nos disse para “amar os vossos inimigos” (Mt 5:44). 1 Pedro 5: 5 diz: “Revesti-vos, todos vós, com humildade em direção ao outro, pois ‘Deus resiste aos soberbos mas dá graça aos humildes.” Em outras palavras, o amor genuíno e o humildade  de coração diante de Deus e dos homens  é essencial.
O exemplo de Moisés
Números 20:1-13   “Chegando os filhos de Israel, toda a congregação, ao deserto de Zim, no mês primeiro, o povo ficou em Cades; e Miriã morreu ali, e ali foi sepultada.E  não havia água para a congregação; então se reuniram contra Moisés e contra Arão.E o povo contendeu com Moisés, dizendo: Quem dera tivéssemos perecido quando pereceram nossos irmãos perante o SENHOR!E por que trouxestes a congregação do SENHOR a este deserto, para que morramos aqui, nós e os nossos animais?E por que nos fizestes subir do Egito, para nos trazer a este lugar mau? lugar onde não há semente, nem de figos, nem de vides, nem de romãs, nem tem água para beber.Então Moisés e Arão se foram de diante do povo à porta da tenda da congregação, e se lançaram sobre os seus rostos; e a glória do SENHOR lhes apareceu.E o SENHOR falou a Moisés dizendo:Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha, perante os seus olhos, e dará a sua água; assim lhes tirarás água da rocha, e darás a beber à congregação e aos seus animais.Então Moisés tomou a vara de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado.E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes, porventura tiraremos água desta rocha para vós?Então Moisés levantou a sua mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu muita água; e bebeu a congregação e os seus animais.E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Porquanto não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso não introduzireis esta congregação na terra que lhes tenho dado.Estas são as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com o SENHOR; e se santificou neles.
Esta é uma história incrível. Moisés, o homem de Deus, com quem Deus falou face a face, deixa de cumprir as ordens de Deus de forma precisa e é disciplinado  não sendo permitido entrar na Terra Prometida. Deus lhe disse para falar com a rocha, mas em sua ira contra o povo, Moisés bateu na rocha.

A transgressão aparentemente menor de Moisés nos surpreende se  compararmos com o comportamento ultrajante do povo que estava com ele, estavam sempre discutindo, resmungando,  eram incrédulos, rebeldes  e insubordinados. No entanto, mesmo esses tipos de rebeldia, não justificavam a menor desobediência por parte de Moisés. Aqui está o ponto: O erro e o  pecado dos outros nunca nos dá licença para ignorarmos a Palavra de Deus.

Mesmo quando as pessoas em nossa cultura estão pecando, difamando e derrubando a verdade, não há desculpa para  ignorarmos a ordem de Deus. Em Miquéias 6:8, “para fazer justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus.” Os pecados do mundo não nos dão o direito para também  pecarmos. Não é isso que a história da vida de Moisés nos ensina? É possível estar certo,  ser um homem de Deus,  ser o portador da palavra de Deus e ainda assim agirmos de uma forma que desonra aoDeus que dizemos servir.

Não importa o quão errado alguém esteja, Deus está sempre avaliando também o coração. Podemos dizer que a ortodoxia humilde começa por ver a Deus e só Deus como nossa maior preocupação.
 
Exemplo de Josué

Josué 5:13-15    “E sucedeu que, estando Josué perto de Jericó, levantou os seus olhos e olhou; e eis que se pôs em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua; e chegou-se Josué a ele, e disse-lhe: És tu dos nossos, ou dos nossos inimigos?E disse ele: Não, mas venho agora como príncipe do exército do SENHOR. Então Josué se prostrou com o seu rosto em terra e o adorou, e disse-lhe: Que diz meu senhor ao seu servo?Então disse o príncipe do exército do SENHOR a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim.”
Josué perguntou ao homem dem pé diante dele com uma espada desembainhada, “Você é para nós ou nossos inimigos?” Quando se trata de questões de disputa entre diferentes movimentos, denominações ou campos teológicos, todos nós temos uma tendência a tornar a verdade mais sobre nós do que sobre Deus.Dizemos a nós mesmos que estamos lutando pela ortodoxia e pela fidelidade bíblica, mas de forma sutil a nossa luta  torna-se uma luta sobre a nossa identidade, nossa retidão, nossa pureza, nossa ortodoxia. Por causa da nossa tendência pecaminosa transformamos o conhecimento de Deus em um ídolo que adoramos, em vez de Deus.

Se esse conhecimento sobre Deus não se traduz em exaltá-lo com nossas palavras, pensamentos e ações mas em  auto-exaltação, vamos  então atacar qualquer um que ameace nosso Reino , ou seja , nosso ego. Quando fazemos isso, acabamos chegando a Deus com uma pergunta: “O Senhor é por nós? O Senhor está do nosso lado? Vai defender o nosso reino? “Essa é a pergunta errada.

Quando o capitão do exército do Senhor responde à pergunta de Josué, Josué o adora. Essa é a postura de ortodoxia humilde quando se está diante de Deus, adorando-o pelo que Ele é. Deus e sua verdade não são nossos, no sentido de que eles existem para a construção de nosso reino. A verdade de Deus é sua, e é para a sua glória e a sua adoração. Ele não assina a nossa agenda. Nós é que devemos assinar a Dele. Nós nos curvamos a Ele. (http://meusestudos.org/2011/07/a-verdade-e-para-a-gloria-de-deus-nao-nossa-joshua-harris/)

SINOPSE DO LIVRO ORTODOXIA HUMILDE

“Adoro a mensagem de Ortodoxia Humilde. Este livro alimentou mais a chama que arde dentro de mim para um compromisso apaixonado pela verdade, que me levaria a me pôr de joelhos em vez de inflar meu ego. Deus se opõe aos arrogantes, porém dá graça aos humildes. Oro para que Deus use a mensagem deste livro para derrubar torres elevadas de orgulho, que não combinam em nada com a igreja de Jesus Cristo. Que a mais pura adoração flua da ortodoxia humilde!”
Jason Meyer


“Suponho que o oposto de ortodoxia humilde seja ortodoxia arrogante — realmente uma combinação horrorosa de palavras, pois ‘ortodoxia’ nos leva ao Rei Jesus, que é ‘manso e humilde de coração’. Defender a ortodoxia, uma responsabilidade sempre urgente, é algo que facilmente pode se desvirtuar para uma defesa de nós mesmos e de nossas opiniões, uma forma de idolatria sempre enganosa. Que este singelo livro de Joshua Harris encoraje muitos a amar e articular a verdade com as mesmas lágrimas de compaixão que Jesus derramou sobre a cidade.”
D. A. Carson

O livro Ortodoxia humilde (Joshua Harris – Eric Stanford) da Edições Vida Nova mostra aos leitores como defender as verdades bíblicas com humildade e firmeza.

Desmontando a farsa criada por Laís Gouveia, a “proletária comunista oprimida pelo PSDB de MG”

POR 


laisgouveia
Algumas pessoas se surpreendem quando digo que a lição mais fundamental para adentrarmos o território da guerra política contra a extrema-esquerda é a capacidade de nos defrontarmos com psicopatas. Se você mantiver o sangue frio suficiente para entrar nesse tipo de conflito contra os abismos mais depravados da mente humana, terá boas chances de vencê-los. Sem isso, quase sempre irá perder, ao ser vítima de uma série de embustes tão grande que você não terá agilidade mental para rebater os ataques.
A tese da moral psicopática foi elaborada por este blogueiro para explicar como a mente da extrema-esquerda funciona. Ocorre que os arquitetos da forma de pensar dessa gente, Marx, Lenin, Trotsky e Gramsci, sempre colocaram como um valor “moral” o ato de dissimular para obter dividendos políticos. Essa “inserção” (para usarmos a terminologia do filme “A Origem”, de Christopher Nolan) na mente deles os ensinou que os melhores, dentre seu grupo, serão “eleitos” pela capacidade de mentir. Como resultado, enquanto nós ficamos assustados com a quantidade de mentiras propagadas por eles, os vemos morrer de dar risada pois esse é o grande mérito para eles: conseguir mentir e dissimular em alta quantidade para obtenção de dividendos políticos.
Vale dizer que a tese da moral psicopática não diz que todos os seus adeptos são clinicamente psicopatas. Isso pode ser dito de muitos arquitetos dessa forma de pensamento, e de vários líderes beneficiários. Porém, pelo fenômeno da histeria, muitos militantes da extrema-esquerda acabam copiando discursos e ações de seus líderes. Com isso, mesmo sem serem clinicamente psicopatas (na maior parte dos casos), agem como se fossem. Por isso, lutar mesmo com esses militantes que não sejam clinicamente psicopatas, mas estão motivados pela moral psicopática, é o mesmo que se defrontar com psicopatas. A partir daí, sem sangue frio e a capacidade de prever o cúmulo da vileza você se torna vítima fácil. Simples assim.
Agora, veremos no comportamento da militante petista (na verdade, é do PCdoB, mas dá no mesmo, pois é base governista) um exemplo do que acabei de tratar. Em sua página de Facebook, Laís Gouveia fez o seguinte truque: fingiu-se de “cidadã oprimida” para denunciar o governo de Aécio Neves. A tática usada por ela se baseava em ser “alguém do povo, sem interesses”, e portanto as pessoas deveriam prestar atenção à sua “carta aberta”. Leia a “carta aberta”:
CARTA ABERTA DE UMA MINEIRA A AÉCIO NEVES
“Você destruiu meu estado”
Passei 20 anos da minha vida morando em Juiz de Fora, estado de Minas Gerais. Já na minha infância, no ápice do neoliberalismo dos anos 1990, sentia com força o que era ter um prefeito, governador e presidente tucanos.
Comida contada, meu pai pulando de emprego e tendo de vender bijuterias para complementar a renda, escola pública caótica, professores desmotivados, despreparados.
Uma professora, racista, utilizava termos como “macacos do morro” e “traficantes mirins” para nós, refirmando que não tínhamos futuro.
E, realmente naquela conjuntura a tal professora não estava dizendo nenhuma mentira. Afinal, o método de aprovação automática permitia que o aluno passasse de ano sem saber absolutamente nada.
Assim, éramos tratados como gado. Mais tarde soube que até em uma tal de UFRJ, faltou luz. Vivi os tempos em que o tucano Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas, criou o que se convencionou chamar na mídia hoje de “Mensalão Mineiro” (aquele que nunca vai ser julgado). Ele torrava dinheiro aos montes, com showmícios faraônicos (lembro bem de Zezé de Camargo e Luciano em vários deles, será coincidência?), largando os mineiros à mercê da sua própria sorte.
Com Aécio eleito, em tempos de Lula na presidência e que as pessoas diziam que esperança tinha vencido o medo, percebi que Minas não estava acompanhando o desenvolvimento do país.
O estado estava completamente engessado, atrasado, setores estratégicos sucateados e terceirizados. Professores que lutavam por um piso salarial decente (e que era então o pior do país) na eram tratados na base da pancada pela tropa de choque em atos diante da sede do governo do estado.
Vi senhoras de idade espancadas e jogadas no chão feito pacotes de jornal pela polícia. Vi que o governador, que se dizia tão “preocupado com seu povo”, governava de fato um bairro do Rio de Janeiro, o que os mineiros chamavam de estado do Leblon, um dos metros quadrados mais caros do mundo na zona sul do Rio.
Seu atrevimento e cinismo era um dos pilares de sustentação da campanha midiática: Eu finjo que governo, você finge que acredita.
Outra tática que o eterno netinho do vovô utilizava era comprar a imprensa mineira. O tratamento era simples, bastava falar bem dele para acessar um mundo de privilégios. O jornalista falou mal? À sua espera havia até o popular xilindró, para que ele não voltasse a mexer naquilo que não podia.
Algo parecido acontecia com os jornalista nos tempos da ditadura militar, quando eram tratados de forma semelhante.
Nos últimos dez anos o governo mineiro deixou de investir R$ 16 bilhões em Saúde e Educação, descumprindo o mínimo constitucional.
Na empresa mineira de eletricidade, a Cemig 100% dos lucros são repassados a acionistas, dentre os quais se destaca a empreiteira Andrade Gutierrez.
Para não dizer que ele não construiu nada, construiu sim. Fez cinco aeroportos em cidades com menos de 25 mil habitantes. Um deles, na cidade de Cláudio, custou quase 15 milhões de reais e foi feito na fazenda de um tio seu. Esse escândalo escabroso, como sempre, foi abafado pela mídia mineira e do resto do Brasil. Aquela mídia que se diz “imparcial”.
Ai você pensa que no senado algo poderia ter mudado. Bem, sei lá, vai que o cara amadureceu não é? Só que não, como diz o jargão popular. Enquanto você ai fala mal do Tiririca, ele, Aécio, coleciona muito menos projetos apresentados no Senado que o palhaço paulistano. Sem contar que Tiririca nem faltou às sessões do Congresso, algo que o mineiro fez dezenas de vezes.
Da até pra entender, afinal Aécio não curte muito o ar “seco” de Brasília e, como eu já disse aqui, quem realmente conquistou seu coração foi o Rio de Janeiro.
Aliás, ele gastou 63% do dinheiro recebido por ele no seu mandato de senador com passagens de avião pagas pelo senado com viagens para… o Rio de Janeiro!
Apenas 27% das viagens foram para o estado que o elegeu senador, Minas Gerais. E vamos ser honestos, a presença dele é sempre impactante. O ex-governador de Minas foi parado em uma blitz de trânsito, no Rio e alterado, “deu” uma aula de cidadania e se recusou a fazer o teste do bafômetro.
Outra coisa que a imprensa esconde de Aécio é até pior, para quem é mulher. O Playboy frequentava festas e mais festas no Rio. Até que um dia, segundo o blog do conceituado jornalista Juca Kfoury, Aécio deu um soco em uma namorada. Isso é que é dar aula de Direitos Humanos, não é? Apesar de tentar censurar todos que informaram mais esta atitude do senador mineiro, a Justiça não permitiu a Aécio barrar a informação, pois não considerou caluniosa a nota publicada por Kfoury.
Quem não conhece o passado de Aécio, procure pesquisar e se informar. Não vote em quem quer destruir nosso país, como fez com Minas Gerais, que acabou de se libertar, após anos de destruição realizada pelas hostes tucanas. Aécio não me representa e tenho certeza que não representa você, cidadão que quer o melhor para seu país.
A quantidade de mentiras é tão grande que não vou perder tempo refutando. O site Aécio de Verdade já refuta toda essa baixaria.
O que mais importa para mim neste momento é investigar a alegação de que ela é uma “mineira” fazendo “carta aberta”. Na verdade, ela dissimula o que não é, pois todas as mentiras propagadas por ela fazem parte da agenda do PT.
Observe a foto que “essa simples mineira” postou no Facebook:
militantepetralha
Agora anote bem essa parte de sua “carta aberta”: “Comida contada, meu pai pulando de emprego e tendo de vender bijuterias para complementar a renda, escola pública caótica, professores desmotivados, despreparados.”.
Agora é hora de desmascará-la, definitivamente. Veja a imagem abaixo:
ev1
E que tal descobrimos o e-mail usado por ela?
une_email
Mas a coisa consegue ficar ainda mais degradante. Veja a imagem abaixo:
ev3
Como disse Denise Abreu, muito acertadamente:
Quanto sofrimento, não é mesmo? Notebook proletário, vinho tinto proletário, meias proletárias de seda (?), roupa chique do proletariado, maquiagem proletária, cabelos proletariamente arrumados… Uma autêntica sofredora, vocês têm que concordar.
Laís Gouveia não passa de militante do PCdoB (assalariada?) fingindo-se de “proletária oprimida” na Internet, mesmo mantendo um nível de vida não acessível aos pobres. O fingimento é parte do jogo. Quanto mais pessoas ela conseguir enganar com esse fingimento, mais capitalização política ela obtém para a coligação bolivariana (liderada pelo PT, mas da qual o PCdoB é parte fundamental).
Sobre Aécio, melhor ouvir o que dizem os brasileiros que não atendem agenda para se fingirem de sofredores quando não são. Leia o texto do site mineiro, brasileiro, Aécio:
Aécio Neves foi governador de Minas Gerais duas vezes consecutivas. Em seus mandatos colocou em prática projetos tão modernos e inovadores que não só melhoraram a qualidade de vida dos cidadãos mineiros como também tiraram o estado de Minas Gerais de uma crise que durava mais de 10 anos.
Essa competente administração fez com que no final de sua gestão ele tivesse 92% de aprovação dos mineiros (Vox Populi/Fiemg) e ainda  alcancasse uma marca inédita: ser apontado três vezes o melhor Governador do Brasil (DataFolha).
A história de Aécio não para por aí. No passado, foi constituinte e deputado federal por 16 anos, presidiu a Câmara dos Deputados e hoje é senador da República e presidente nacional do PSDB, partido que ele ajudou a fundar.
Sempre envolvido em projetos que pudessem fazer alguma diferença, Aécio mantém o foco em seu maior sonho: mudar o país.
Aécio fez muito por Minas e o pode fazer ainda mais para o Brasil.
E abaixo veremos Aécio Neves em boa companhia. Enquanto Eduardo Campos era o segundo governador melhor avaliado do Brasil, Aécio Neves era o primeiro, com 92% de aprovação:
aecio_eduardo
Em quem você confia? Em petralhas que atendem a direção de um partido governista para fingir “sofrimentos” inexistentes e lançar mentiras ou em pessoas que respondem de forma espontânea a uma pesquisa em uma época em que não havia ocorrido o escândalo do uso dos Correios em MG para beneficiar o PT?
(Créditos a Denise Abreu e Alex Brum pelo material investigativo e contribuições dialéticas)
http://lucianoayan.com/2014/10/11/desmontando-a-farsa-criada-por-lais-gouveia-a-proletaria-comunista-oprimida-pelo-psdb-de-mg/

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O verdadeiro filhinho de papai

Lulinha

O ex-presidente Lula, provando que sempre é possível descer mais mesmo quando se está lá embaixo, acusou o candidato Aécio Neves de “filhinho de papai” em um comício em Minas Gerais, ao lado do governador eleito Fernando Pimentel.
Mas cabe perguntar: quem é o verdadeiro “filhinho de papai”? Aquele que governou o estado de Minas por dois mandatos e saiu com aprovação de 90%, e depois se tornou senador, ou um monitor de zoológico que ficou milionário da noite para o dia graças à influência do “papi poderoso”?
Resgato o caso da Gamecorp diretamente de meu livro Privatize Já, pois recordar é viver:
Adam Smith tinha percebido isso, quando escreveu: “As pessoas do mesmo ramo raramente se reúnem, mesmo para o lazer e a confraternização, sem que a conversa acabe numa conspiração contra o público ou em alguma manobra para aumentar os preços”. O perigo quando o capitalismo se transforma em capitalismo de compadres, protegidos pelo estado, não pode ser desprezado.
Um caso escandaloso ilustra bem isso. Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, é formado em biologia e recebia um parco salário até 2002. Menos de um ano após da posse de seu pai na Presidência da República, ele se tornou sócio de uma empresa especializada em jogos. Os filhos do político Jacó Bittar, um dos fundadores do PT, também participavam do negócio.
Em janeiro de 2005, a Telemar (Oi) fez um aporte de mais de R$ 5 milhões na empresa, já denominada Gamecorp. A operação que marcou a sociedade entre elas foi extremamente complexa. Em 2006, a Telemar injetou outros R$ 10 milhões na Gamecorp, como antecipação de compra de comerciais na TV, pois a empresa tinha um contrato de aluguel com a Rede Bandeirantes para programação diária na grade da emissora.
A suspeita era que a Telemar estaria ajudando o filho do então presidente Lula na esperança de ser atendida em sua demanda pela compra da concorrente Brasil Telecom. Para que esta transação pudesse ir adiante, seria preciso alterar a Lei Geral das Telecomunicações, que impedia tal fusão. Lulinha seria, portanto, um lobista.
Curiosamente, no final de 2008 a lei foi efetivamente mudada por decreto presidencial, e a Telemar finalmente conseguiu se unir à Brasil Telecom, recriando uma gigante de telecomunicações. Vale frisar que autoridades do governo e do PT sempre demonstraram interesse nessa união, que resgataria boa parte da antiga Telebrás, sob controle nacional e próximo do governo.
Quando o governo detém poder demais, parece natural que grandes empresas circulem como moscas diante do mel, fazendo de tudo para capturar os favores dos governantes. Os laços criados pelas medidas arbitrárias e protecionistas costumam se transformar rapidamente em “veículos de favoritismo, conluio e proteção não justificada”, como lembra Lazzarini.
Portanto, deixo a pergunta ao leitor: quem é o verdadeiro “filhinho de papai” nessa história?
Rodrigo Constantino

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

CARTA ABERTA ANTI PT.


Da área de comentários do blog do Augusto Nunes

"

"CARTA ABERTA AO SENHOR SENADOR E CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, AÉCIO NEVES DA CUNHA

Exmo.Sr.Senador Aécio Neves,
Ao cumprimentá-lo pela passagem para o segundo turno das eleições venho, representando os 14.000 membros do Grupo de Facebook Inglourious Doctor, declarar abertamente nosso apoio ao senhor numa campanha em que terá como adversário o “retrato do mal em si”.

Sabemos, senador Aécio, que muito mais do que o cargo para presidente, é o futuro das pessoas de bem que agora se encontra em jogo no Brasil. Desde 2003 estamos convivendo com os apóstolos da liberação das drogas, dos acordos com o narcotráfico, do aborto, do casamento gay e do alinhamento internacional com forças genocidas como a Al Qaeda, o Regime da Coréia do Norte, da China e do Estado Islâmico do Iraque e da Síria. Todas essas pessoas se reúnem sob a sigla PT (Partido dos Trabalhadores) – a mais corrupta, assassina, e estelionatária organização da história política brasileira que, sob as ordens do Foro de São Paulo, nos quer levar em direção ao regime cubano.

Senhor senador, há 20 anos sou médico, vi minha profissão ser destruída por colegas petistas que não tiveram dúvida em jogar nossa história na lata de lixo e pago hoje pessoalmente o preço de enfrentar essa gente aqui em Porto Alegre. Desde 2013 venho denuciando a farsa do Programa Mais Médicos e eu o tenho feito através do Blog Ataque Aberto, em artigos na Revista VEJA, no próprio grupo de facebook que acima mencionei, na primeira web radio conservadora do Brasil – a Rádio Vox – e na minha atividade diária. Devo dizer ao senhor que há anos venho anulando meu voto mas que, devido a gravidade do panorama político, não tenho dúvidas agora em oferecê-lo ao senhor no segundo turno como já o fiz no primeiro. Jamais fui filiado a partido político algum e longe estou de aceitar as teses do PSDB bem como sua visão de poder como um todo, mas nada me resta a fazer senão subscrevê-los no sentindo de evitar a permanência no poder dos marginais petistas que estão destruindo nossa nação. Comigo estão mais de 14.000 brasileiros que, comungando da mesma posição, acreditam na necessidade urgente de varrer do poder as forças que nos levam no caminho de uma ruptura constitucional completa, de uma crise econômica sem precedentes e de uma falência das nossas instituições. Jamais em toda minha vida escrevi nada em benefício de político algum. Abro agora essa exceção, digna de mais um entre tantos milhões de brasileiros desesperados com o futuro que espera seus filhos, e despeço-me desejando ao senhor nossos melhores votos e a esperança da justa vitória.

Cordiais Saudações,
Dr.Milton Simon Pires – CREMERS 20958
Porto Alegre, 5 de outubro de 2014.

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via http://roberto-menezes.blogspot.com/2014/10/carta-aberta-anti-pt.html

O massacre absoluto. Ou: Dilma deveria se preocupar com o preção, não com a pressão!

Estive fora nesta quinta o dia todo, em Jundiaí, para uma entrevista e uma palestra, que vão estar disponíveis no blog semana que vem. Após 18 horas fora de casa, cheguei exausto, mas sabia que não poderia deixar de ver o debate do SBT ontem mesmo.
Soube, afinal, que havia sido o mais aguerrido deles, e também o de mais baixo nível por parte da presidente, insinuando até que Aécio dirige bêbado ou drogado. O que o desespero não faz em gente sem escrúpulos?
Enfim, vi o massacre, digo, o debate até de madrugada. Que horror! No site da UOL, que organizou o debate com o SBT, mais de 80% dos 250 mil votos colocam Aécio como o melhor (tem uns 17% de cegos por ali). Aécio passou por Dilma como um trator.
O PT nos prova a cada dia não ter limites, mostra como o fundo do poço é cada vez mais embaixo. Dilma, que normalmente tem muita dificuldade de iniciar e terminar uma frase com algum elo lógico, estava particularmente desorientada ontem. Alguns maldosos especularam que era porque estava sem ponto eletrônico.
Resolveu partir para a briga, para ataques pessoais do mais baixo calão. Incapaz de responder uma só pergunta, e também de formular boas perguntas, o debate se tornou uma troca de acusações que servem para a diversão de muitos, mas não para ajudar aqueles ainda indecisos. O Brasil perde.
Parece que Dilma começou a ficar mais nervosa quando Aécio puxou da cartola que seu irmão foi funcionário fantasma em prefeitura do PT. Ali o discurso da presidente contra o nepotismo foi por água abaixo. O PT sempre foi muito hipócrita mesmo, seguindo o guru Lenin e acusando os outros do que faz.
O tucano voltou a acusar Dilma de mentirosa, olho no olho, e mostrando as provas. O PT fez a campanha mais suja, mais difamatória, mais baixa desde Collor, hoje aliado do PT, que contra Lula no passado falou até de aborto e coisa e tal.
Por fim, na hora da entrevista, Dilma gaguejou ainda mais, mostrou-se completamente incapaz de apresentar argumentos, e “passou mal”, ou simulou uma queda de pressão, como se pode ver:

A maior preocupação de Dilma não deveria ser a queda da pressão, e sim a alta do preção. É isso que tem assaltado os bolsos de todos os trabalhadores brasileiros diariamente, por conta de uma inflação fora de controle produzida pelo seu governo.
O Brasil não aguenta mais tanta mentira, tanta incompetência, tanto baixo nível, tanta demagogia e populismo. Como alguém como Dilma pode ter chegado à presidência do país? O que há de errado conosco? Não acho razoável alguém ter visto o debate ontem e ainda pretender votar em Dilma…
Rodrigo Constantino