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XAPURI AMAX

terça-feira, 22 de julho de 2014

Recrutamento dos jovens

A história se repete: 
As guerrilhas rural e urbana, 
das décadas de 60 e 70, 
começaram exatamente 
como está acontecendo 
com estes estudantes e 
professores que estão 
presos ou foragidos.
Já vimos este filme antes!...
Fonte : A Verdade Sufocada- A História que a esquerda não quer que o Brasil conheça – Carlos Alberto Brilhante Ustra – 10ª Edição
Aproveitando o idealismo dos jovens, sua ousadia, sua esperança de poder reformar o mundo, o PCB reunia grupos e, discutindo política, incutia nos jovens as ideias do Manifesto Comunista de Marx e Engels. As organizações de esquerda, tendo como suporte experientes militantes comunistas, sempre dispensaram especial atenção ao recrutamento dos jovens - mesmo aqueles no início de sua adolescência -, conhecedores da sua impetuosidade, da alma sonhadora, inquieta e aventureira da juventude. A penetração de ideias subversivas era feita no momento em que o jovem sentia os problemas sociais no meio em que vivia.Todas as organizações deram destaque especial ao setor de recrutamento. Normalmente, esse setor era dirigido por elementos altamente politizados, verdadeiros líderes, de fácil trânsito no meio jovem. Os contatos eram estabelecidos entre os elementos mais permeáveis às novas idéias. Eles eram sondados pelos organismos de fachada das organizações. Por exemplo, a Dissidência da Guanabara (DI/GB), depois MR-8, tinha na sua estrutura os chamados Grupos de Estudo (GE), especialmente voltados para o aliciamento dos jovens.
O recrutamento começava, geralmente, em reuniões sociais, shows, bares, colégios e faculdades. Inicialmente, reuniões informais, sem intenções políticas. Depois, os indivíduos que mais se destacavam eram reunidos para discussões em torno de fatos políticos que haviam causado impacto no âmbito internacional ou nacional. Ardilosamente, o coordenador da reunião induzia o debate, conectando-o com a situação socioeconômica do Brasil e explorando o espírito contestador do jovem contra o sistema.
A discussão dos problemas era feita em nível mais amplo. Nessa etapa, distribuíam textos que, partindo dos problemas gerais, se dirigiam aos problemas brasileiros. Esses textos, normalmente escritos e publicados por membros da organização, não davam margem a qualquer discussão. Levavam a pessoa a concluir que o sistema vigente era totalmente ineficiente, incapaz, explorador e corrupto.
Adquirida a confiança dos jovens, o líder sugeria uma mudança estrutural do regime vigente no País.
Qualquer crise, insatisfação popular e reivindicação de grupos eram estopins a serem aproveitados como “ganchos”, e explorados para despertar no jovem o desejo de mudar a realidade existente, nem sempre agradável, e criar uma nova condição social. O próximo passo era sugerir aos jovens, aventureiros e “reformadores do mundo”, idéias para concretizar a mudança: a revolução social, inicialmente apresentada como pacífica, para quebrar resistências e comprometê-los com o grupo.
Aos poucos, encantados com a idéia de um mundo melhor, eram envolvidos de forma lenta e ardilosa. Ávidos por mudanças, propunham-se, inicialmente, a apoiar a organização. Contribuíam com dinheiro, mantinham material subversivo e militantes escondidos em suas casas, cediam automóveis para deslocamentos e locais para reuniões. Depois, praticavam pequenas ações, como panfletagem, entrega de mensagens, transporte de material e levantamentos.
Progressivamente, eram escalados para dirigir carros, sem saberem o que, exatamente, seria feito. Num crescente, iam se envolvendo em ações mais comprometedoras e perigosas, perdiam o medo e passavam a considerar questão de honra participar de atos arriscados e ter um bom desempenho perante o grupo. Nessa etapa, era chegada a hora de se afirmarem como guerrilheiros.
A organização, por sua vez, os envolvia cada vez mais. Até que um dia não só dirigiam carros, mas já os furtavam; quando “abriam os olhos” já estavam participando de ações armadas, explosões de bombas e, finalmente, participavam de um assassinato. Nesse momento, descobriam que não tinham mais volta. Largavam a família, o emprego, os estudos e passavam a viver na clandestinidade, usando nomes falsos. Tornavam-se cada vez mais dependentes da organização. Dependiam economicamente dela, ficando sujeitos a praticar qualquer ação para a qual tivessem sido designados. Passavam a viver em “aparelhos” com pessoas das quais apenas sabiam o codinome. Deslocavam-se por todo o País e perdiam a liberdade.
A prática de ações armadas tornava-se rotina. Em muitos casos, eram enviados ao exterior para cursos de guerrilha e de capacitação política. Cerca de 150 militantes foram para Cuba, 120 para a China e outros para a União Soviética. Seus princípios se alteravam e se submetiam às condições impostas pela organização.
Depois dos cursos, ocupavam cargos de coordenação ou chefia dentro da organização. Nessa altura, sua formação ideológica tinha normas tão rígidas de comportamento que não havia mais volta. Em casos de arrependimento, corriam o risco de serem “justiçados”. Frente à repressão, esses quadros eram orientados a não se entregarem vivos. Eram ensinados a resistir até a morte.
A lavagem cerebral e o comprometimento com as organizações subversivas os tornavam reféns do terror e verdadeiros autômatos. Família, pátria, religião passavam a ser “alienações da burguesia”. Em suas mentes só havia espaço para as convicções ideológicas que lhes impregnaram e que, em muitos casos, levaram-nos à morte em enfrentamentos com os órgãos de segurança.
O recrutamento dos jovens talvez tenha sido o pior crime cometido pela esquerda armada no Brasil, pois levou rapazes e moças a crimes hediondos, corrompendo-os e tornando-os verdadeiras “buchas de canhão”.
Manipular criminosamente o idealismo da juventude foi mais uma demonstração de que, para a esquerda revolucionária, os fins, realmente, justificam os meios.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A Guerra Moral entre Israel e o Mundo


Como toda semana, em preparação para este programa, eu leio os principais jornais, assisto os diversos canais de notícias e pesquiso o que falam os comentaristas. Pela primeira vez, me senti cansada. A falta de moral do mundo neste século XXI é enojante.

Estou cansada dos líderes mundiais que dizem que Israel tem o direito de se defender mas sempre com alguma ressalva; cansada de outros líderes que nem este direito dão a Israel. Farta daqueles que se acham no direito de opinar sobre um conflito situado a mais de 10.500 km de distância quando não abrem a boca sobre os verdadeiros massacres por outros na região ou fazem qualquer coisa em seus próprios países sobre a segurança. Acho que sabem de quem estou falando.

Estou farta de ouvir que Israel “bloqueia” Gaza quando 6 mil toneladas de mercadorias, incluindo material de construção, alimentos e remédios são entregues todos os dias só para serem usados para construir mísseis e túneis contra Israel. Mas ninguém fala sobre o “bloqueio” do Egito, um país muçulmano que não deixa passar nem um alfinete para Gaza.

Estou farta da esquerda festiva, a mesma esquerda do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores da Alemanha, os nazistas, que nunca abandonaram seu antisemitismo e hoje se orgulham de chama-lo “antisionismo”. O sionismo não é um palavrão. É o direito dos judeus a autodeterminação, como qualquer outro povo.

Estou farta de ver o mundo aceitar dúzias de países muçulmanos e cristãos mas é a idéia de um estado judeu menor que o estado de Sergipe que lhes tira o sono. Que seja normal em 2014, quando 2 milhões de árabes vivem dentro de Israel, o mundo exige a expulsão de 600 mil judeus da Judéia e Samária por serem um “obstáculo à paz” pois os palestinos só aceitam um país Judenrein, livre de judeus.

Estou farta da UNRWA que só agora admitiu que suas escolas são usadas para esconder mísseis mas reconhece qualquer um que se encontrava em Israel entre 1946 e 1948 a qualquer título e incluindo seus descendentes, como refugiados palestinos. E estou farta da ONU que não tem outro assunto a tratar além de condenar Israel.

Estou farta da mídia, como Diane Magnay da CNN que ontem chamou os israelenses de “escória” na sua conta twitter, e da BBC, France 24, Al-Jazeera que não cansam de chamar Israel de criminosa mas ficam completamente calados quando os líderes do Hamas e suas famílias se escondem como ratos no subsolo do hospital Shifa de Gaza ou então, como Khaled Mashaal, que nunca pôs os pés em Gaza, mora ricamente em Qatar, mas expõem as familias palestinas e as usam como escudos humanos. Ninguém abre a boca quando milhares são massacrados e gaseados na Síria e no Iraque. Hoje o grupo ISIS deu até sabado para os cristãos do Iraque se converterem ao islamismo ou serem mortos. Alguém ouviu algum protesto? Houve alguma passeata? Alguma condenação?

Estou cansada do New York Times que continua a impor um equivalência moral entre os mísseis e túneis dos terroristas que alvejam tão-somente civis israelenses, e o exército de Israel que alveja somente objetivos militares e tenta de todas as formas minimizar as perdas civis.

Que país em guerra avisa o inimigo aonde irá atacar para que os civis procurem abrigo? Que país em guerra continua a fornecer energia elétrica, comida e remédios ao seu inimigo?  Que país em guerra monta um hospital no campo de batalha para tratar do inimigo? Que país aguentaria 10 anos e dezenas de milhares de mísseis sobre seus cidadãos, tentativas de sequestro de seus soldados e civis, e assassinatos de familias inteiras sem qualquer resposta? Apenas um destes túneis chegava no meio do kibbutz Netsiv Asarah. Os terroristas encontrados nele levavam além de armas, algemas e tranquilizantes.

Estou farta daqueles que continuam a querer dar lições de moral a Israel sobre as pobres mães de Gaza quando os próprios líderes do Hamas, eleitos por estas mães, procuram o derramamento de seu sangue para alcançar seus objetivos políticos.

Meu cansaço não é único. As nações árabes do Oriente Médio estão começando a se dar conta que a mesma versão violenta e anti-semita do Islamismo que impulsiona a agressão do Hamas contra Israel é a força por trás da violência no Iraque, na Síria e em seus próprios países. Que o regime brutal do Hamas em Gaza, que perseque mulheres, cristãos e homossexuais, que glorifica a morte violenta, e está usando a população de Gaza é um perigo para todo o mundo árabe.

Os egípcios, pela primeira vez, começaram a dizer na mídia que o Hamas, a Irmandade Muçulmana e os outros grupos islâmicos que operam no Sinai, são uma ameaça a sua segurança nacional. Neste final de semana a elite intelectual egípcia publicamente acusou o Hamas de causar o sofrimento em Gaza. O jornal Al-Ahram chegou até a elogiar o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu.

O presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi tentou conseguir um cessar-fogo que foi totalmente rejeitado pelo Hamas. Enquanto isso, Mahmoud Abbas, tomando as dores do Hamas, está viajando pelo mundo advogando sem sucesso em prol do grupo terrorista, difamando Israel com supostos “massacres”, provando mais uma vez aonde fica sua lealdade.

Pela primeira vez, o Hamas está frustrado com as nações árabes. Seu porta-voz, Sami Abu Zuhri declarou que “não há uma atividade oficial árabe para salvar Gaza”. O site oficial do Hamas disse que o grupo se sente “traído pelos regimes árabes”.

Zuhri fez esta declaração depois de uma sessão de emergência da Liga Árabe em que a Arábia Saudita e o Egito mandaram os palestinos resolverem suas diferenças políticas.

O Rei da Jordânia por seu lado, tem sido ameaçado há anos pela Irmandade Muçulmana e hoje pelo grupo islâmico ISIS que está na sua fronteira com o Iraque. Apesar de ter condenado Israel publicamente, Abdullah não autorizou a reabertura dos escritórios do Hamas em Amman. O rei sabe que um Hamas enfraquecido, é uma Irmandade Muçulmana enfraquecida.

Desde 2005, quando Israel, numa ação dolorosa em prol da paz, demoliu todas as comunidades judaicas em Gaza e evacuou seus 8 mil residentes, não houveram postos de inspeção, obstáculos ao tráfego e principalmente nenhum assentamento ou soldado israelense na Faixa. Mas em vez de construir a Cingapura do Oriente Médio como os politicos prometeram, os palestinos em Gaza se dedicaram à morte e destruição. Em vez de gastarem seu tempo e energia em contrabandear armas, munição e explosivos e construirem centenas de túneis para dentro de Israel, a liderança do Hamas poderia ter usado todos estes recursos para melhorar a vida da população de Gaza. 

E é Israel que toma a lição de moral…

Finalmente, estou farta de ouvir que não há solução militar para este conflito. Esta é a maior imbecilidade já proferida por alguém mas é repetida indiscriminadamente sem qualquer ponderação sobre o seu significado. Eu digo e repito: Só há uma solução militar para este conflito. Tem que haver um ganhador e um derrotado que aceitará os termos da rendição. Foi assim e será assim até o fim dos tempos. Não houve qualquer conflito na história humana, resolvido de outra forma.

E o Hamas sabe disso e está desesperado por algo que possa chamar de vitória. Isto poderia ser um ataque espetacular contra Israel, a morte de um número expressivo de civis num ataque israelense ou mesmo a comunidade internacional forçar Netanyahu a aceitar as condições absurdas impostas pelo Hamas.

Se Israel conseguir negar esta vitória ao Hamas e infligir uma humiliação à esta organização terrorista, eliminando seus líderes na Faixa e destruindo os túneis que levam a Israel, terá então alcançado uma vitória neste round. É isso que temos esperar.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Objeto que caiu do céu pode ser tanque de foguete




Nos últimos dias uma noticia tomou os noticiários do Estado por conta de um objeto que foi encontrado na mata próximo a cidade de xapuri e deixou moradores e curiosos a espera de imagens que comprovem a noticia circulada na internet.

Localizado  pelo senhor José Maria Ferreira de Souza na colônia Rei Davi  no seringal Porto Franco distante cerca de 12 quilômetros o objeto que tem formato redondo e duas aberturas semelhantes, encontra-se parcialmente deteriorado devido o impacto na queda com as árvores da floresta e deixando um rastro de galhos e arvores quebradas até o local onde caiu abrindo um buraco no chão.

As fotos foram mostradas a um professor de Física da cidade que pesquisou em livros e na internet e tudo leva a crer pela semelhança do objeto ser um tanque de combustível de foguete nível 3.

Fotos Eguinaldo Siqueira de Almeida
Fonte: http://xapuriemdestaque.blogspot.ae/2014/07/exclusivo.html

O futebol socialista: a Copa do Mundo em 2030


Convidado de honra acena para multidão de voluntários
Estamos em 2030, e a Copa do Mundo será realizada na União dos Estados Bolivarianos, que engloba Venezuela, Argentina, Uruguai, Bolívia, Equador e, sim, Brasil. A Fifa, após receber bilhões de “argumentos” da cúpula da Unasul, financiados pela PDVSA, aceitou mudar todas as regras do jogo, para organizar a primeira Copa totalmente socialista.
Para começo de conversa, o salário de todos os jogadores deve ser igual. Sem essa de craques goleadores receberem milhões a mais só porque fazem o espetáculo mais incrível, atraindo milhões de espectadores extras. O nome do jogo é igualdade, não meritocracia.
Haverá cotas raciais também. Cada time deve ter um percentual de 20% de indígenas e mais 40% de afrodescendentes, apesar de alguns neoliberais terem argumentado que, no caso do futebol, talvez fizesse mais sentido adotar cotas para brancos.
Os árbitros gozam de total autonomia para intervir a qualquer momento no jogo se acharem que há muita desigualdade em campo. Podem, por exemplo, atribuir que um gol do time mais fraco vale dois do time mais forte, para equilibrar a partida. Podem também estipular que qualquer falta, mesmo fora da área, é pênalti para o time que estiver perdendo. Os fracos precisam ser protegidos.
Os jogos serão realizados em nada menos do que 20 “arenas”, construídas do zero com dinheiro público. O transporte oficial será o jegue, em nome da simplicidade, pois é pura babaquice da elite branca demandar metrô com acesso aos estádios. Só a comitiva dos governantes terá limousines e tapetes vermelhos à disposição, pois todos são iguais, mas alguns mais iguais que os outros.
Todos os torcedores terão de ir aos estádios vestindo roupas vermelhas, em homenagem ao socialismo redentor. Os Estados Unidos foram devidamente barrados da Copa, pois o imperialismo não combina com confraternização tão linda. Coreia do Norte e Irã são os convidados de honra.
Aos latino-americanos foi facultado o direito de morder os adversários, como medida compensatória pela vergonhosa decisão da Fifa em 2014, de punir o pobre jogador uruguaio só por ser de país colonizado em vez de colonizador e estar com fome durante o jogo, por culpa do capitalismo e dos ianques.
Ao término das partidas, foi decidido que não haverá um vencedor, o que seria um estímulo à meritocracia burguesa. Para impedir tamanha injustiça e fomentar o coletivismo igualitário, a final terminará empatada, e todos os times entrarão no gramado para receber o troféu Fidel Castro, simbolizando a vitória coletiva. Competição é coisa de capitalista insensível, afinal de contas.
Alertados pela Fifa para a possibilidade de retumbante fracasso de público, os organizadores bolivarianos já se comprometeram a criar o Bolsa Copa, distribuindo ingressos gratuitos nas comunidades carentes. Caso nem assim haja grande adesão, “médicos” cubanos foram contratados para garantir, com táticas modernas de persuasão da era Lênin, a presença de todos nos estádios.
Ainda bem que a Copa não é mais um evento capitalista e competitivo!
Rodrigo Constantino

“O mercado tem que funcionar”, afirma Pastor Everaldo em entrevista ao blog

Pastor Everaldo

Recebi hoje o candidato a presidente pelo PSC, Pastor Everaldo, para um bate-papo de uma hora. Abaixo, os principais trechos da entrevista:
Seu partido fez parte da grande coalizão do governo sob o comando do PT. Por que romper? Por que se colocar agora como oposição ao modelo atual?
Quando a parceria foi realizada, havia uma esperança de que o projeto seria inclusivo, tinha uma proposta de melhorar a vida dos excluídos. Na época da eleição de Dilma, o partido já estava mais dividido, não havia a convicção de que aquela era a melhor alternativa para o país. Mas, como milhões de brasileiros, nós também acreditávamos que era possível fazer alguma coisa nesse sentido. Quando Dilma montou seu governo, vimos que não seria bom para o país. No dia 25 de janeiro, portanto logo depois de ela ter assumido, o partido reunido decidiu que teria candidatura própria, pois nenhum lado – nem PSDB, nem PT – representava nossos ideais. Ficamos na base parlamentar, mas nunca fomos governo, nunca tivemos nenhum “garçom” no governo. Aquilo que representava o melhor para o Brasil, o partido acompanhava, e o que ia contra a população em geral, votava contra.
Quais seriam os principais pontos negativos do governo Dilma?
A primeira coisa que não é muito notada pela população em geral é o aparelhamento do estado, o inchaço da máquina pública. Inverteu-se a lógica: enquanto o Estado existe para servir a população, esse governo que está aí se serve, suga tudo do cidadão brasileiro, com uma das cargas tributárias mais elevadas do planeta. Temos impostos de primeiro mundo, mas os serviços não são nem de terceiro mundo, mas de submundo. Para nós, o governo deve atender a população, não o que vemos hoje. Por exemplo, o governo hoje é até plantador de cana, tem posto de gasolina. Foi feita uma concessão do aeroporto de Brasília – eu faria privatização mesmo, sem esse financiamento do BNDES, que usa dinheiro do povo – e já tivemos bons resultados. Eu sou a favor da privatização. No Rio de Janeiro, o Galeão está pior do que a rodoviária do Novo Rio. O dinheiro do BNDES tem que ser para fomentar o pequeno e médio empreendedor brasileiro. Os grandões apaniguados conseguem financiamento, e sabe-se lá com que lobby e comissão isso acontece. Nosso parâmetro é esse: enxugar o estado, a máquina, cortar na carne, para poder atender no básico, que é saúde, educação e segurança. Eu vim de uma comunidade humilde, era camelô na feira muito novo, mas tive acesso a uma boa educação pública.
Sua visão de estado seria, então, contra o paternalismo e favorável à meritocracia? Qual sua visão do Bolsa Família?
100% a meritocracia. Não podemos deixar nossos irmãos brasileiros com fome, isso é um princípio cristão, repartir o pão. As pessoas devem ter condições, mas é preciso trabalhar. Está escrito: com o suor do teu rosto comerás o pão. Sou um dos principais responsáveis pelo primeiro Bolsa Família que teve nesse país, o Cheque Cidadão, que foi adotado no Rio de Janeiro em 1999. O objetivo era que a família pudesse ter comida e material de higiene, mas era obrigatório ter a carteira de vacinação em dia e os filhos na escola. Esse era o foco principal. Acredito nisso. Cada família quer ter a oportunidade de vencer na vida, ter carteira assinada. A proposta é oferecer capacitação para que cada um possa ser inserido de verdade no contexto nacional. Essa é a porta de saída. Devemos celebrar quando cada um consegue vencer na vida.
No Brasil, o poder é muito concentrado em Brasília, e os milhares de municípios acabam reféns do governo central. Qual a sua visão sobre o federalismo?
Hoje, os municípios arrecadam 12% do total, os estados em torno de 23%, e o governo federal o restante. Defendemos um pacto federativo em que os municípios teriam uma participação maior nesse bolo, assim como os estados. Precisamos de mais Brasil e menos Brasília. O cidadão está no município, é ali que ele mora, paga imposto, precisa de segurança, vai ao trabalho. Faremos uma reforma administrativa, cortando na carne mesmo, para que possamos dividir com maior equidade esse bolo para os entes federais.
O senhor já disse que pretende cortar os ministérios quase pela metade. Poderia dizer quais seriam extintos?
Estamos estudando com atenção isso, e achamos que é possível ter apenas 20 ministérios. Há, por exemplo, um ministério que chamo de Ministério da Enrolação Institucional. Como a atual presidente não quer conversar com ninguém, precisa ficar enrolando. Hoje tem Secretaria da Aviação Civil, Secretaria de Portos, dá para enxugar muita coisa.
Qual a sua opinião sobre o tripé macroeconômico, formado pelo câmbio flutuante, a responsabilidade fiscal e um Banco Central independente ou com autonomia para perseguir a meta de inflação?
Temos analisado vários exemplos do mundo, e não há um só caso com total independência do Banco Central. Meu estilo seria na linha de Henrique Meirelles, com relativa independência. O câmbio flutuante, o mercado tem que funcionar. E responsabilidade fiscal, não tem jeito. Tem que apertar o cinto, todo mundo deve contribuir. Isso que está acontecendo nem é contabilidade criativa, mas malvada, perniciosa, uma coisa fraudulenta, feita para enganar mesmo. Em resumo, o retorno do tripé macroeconômico fará parte do meu projeto de governo.
Brizola foi uma influência em sua visão política, e era um nacionalista, acreditava na ideia de formar campeões nacionais. Qual sua opinião sobre o protecionismo comercial?
A liberdade tem que ser a máxima possível. Em algum momento pode ser necessário agir para evitar uma catástrofe, pontualmente, para salvar em caso de necessidade. Mas temporariamente, e isso deve ser a exceção, não a regra.
O Brasil tem, além de uma carga tributária absurda, grande complexidade de impostos, um verdadeiro “manicômio tributário”. Qual a sua proposta para reforma tributária?
A nossa ideia é fazer todo o possível para que não aconteça como aquele livrão com toneladas só de legislação. Ou seja, a ideia é mesmo simplificar, e abolir algumas contribuições. Vamos extinguir 1/20 ao ano, sem sermos levianos. Cofins, CSL, isso tudo nós vamos extinguir. Hoje vai só para o governo federal. Se queremos ter um país daqui a cem anos, todo mundo tem que contribuir. Como dizia Lincoln, um exemplo vale mais do que mil palavras. Como o governo atual não é transparente, todo mundo fica com o direito de não sê-lo. O governo tem que dar o exemplo.
Há um elefante na sala que todo mundo finge que não existe, pois estoura só lá na frente. Falo do rombo previdenciário. Qual a reforma previdenciária que o senhor pretende propor?
A taxa de natalidade hoje está muito baixa, em torno de 1,8. Nem repõe o casal. Temos um envelhecimento fora da pirâmide normal. Vamos tratar isso com o carinho que se deve ter. Não vamos massacrar o aposentado. Defendo a extinção do fator previdenciário. Acredito que com a formalização da economia, trazendo esses 40 a 45% que ainda estão na informalidade, simplificando o estado e facilitando as condições para que essas pessoas venham para a formalidade, isso vai ajudar a estancar o rombo da Previdência. O equilíbrio virá da inclusão desses novos contribuintes. Há ainda muitos penduricalhos, muitos que foram incluídos na Previdência sem sentido. Devemos fazer um estudo para consertar isso.
O Mercosul está completamente ideologizado, e muitos falam da infiltração dos “barbudinhos” do PT no Itamaraty, deixando de lado o interesse nacional. Qual a sua visão sobre a política externa do país?
A política externa foi um dos pontos na discussão para apoiar ou não a atual presidente, e eu coloquei que, lamentavelmente, o governo o tempo todo se alinhou com os ditadores do mundo. Precisamos de uma nova abertura dos portos, para o mundo todo. Procurar parceiros para nosso desenvolvimento, respeitando as escolhas de cada povo, mas valorizando a questão democrática. É preciso combater esse aparelhamento da política externa atual.
Muitos falam hoje em degradação de valores morais da nossa sociedade. A família, por exemplo, sofre ataques constantes dos progressistas. Qual a sua visão sobre isso?
Acreditamos na família como está na Constituição brasileira, que é entre homem e mulher. Agora, vivemos em uma democracia, felizmente. Isso aqui não é Venezuela ou Cuba. Eu tenho direito de defender meu ponto de vista, e cada cidadão tem o direito de escolha do que ele quer da sua vida. Não é o estado que vai dizer o que ele deve fazer. O cidadão tem que ser respeitado.Defendemos isso sem preconceito, sem querer segregar a população. Mas há valores que têm se perdido hoje, e preocupam mais. Alegam que nunca se prendeu tanta gente, mas nunca se viu tanta corrupção. O exemplo vem de cima. O sujeito acha normal o “gatonet”, o “gato” de luz. A criança vê o pai fazendo um “gato” e acha que pode fazer um “tigre” na frente. Esses valores é que temos que recuperar. O respeito ao próximo: a minha liberdade termina onde começa a do outro. A mudança deve vir de cima, e a máquina estatal precisa ser desinchada, pois estimula essa situação.
O senhor é o candidato dos evangélicos?
Sou um evangélico, mas sou um cidadão comum. O Brasil é um país laico, graças a Deus! Sou o candidato do Partido Social Cristão, que não é um partido religioso nem de igreja, mas um partido que se norteia por princípios cristãos. Quando Jesus diz que devemos amar o próximo, isso é um valor que serve para todos. Se eu quero boa educação para mim, então quero para meu próximo. Se quero boa saúde, então vale para todos. Se a pessoa acredita ou não em Jesus, isso é questão da fé pessoal de cada um. Mas o princípio que ele deixou independe disso.
O PT em particular e a esquerda em geral adotam a velha tática de dividir para conquistar, segregando a população brasileira em conflitos, colocando empregado contra patrão, mulher contra homem, gay contra heterossexual, negros contra brancos. O que pensa disso e qual a sua opinião sobre as cotas raciais?
Minha opinião é realmente oposta a essa. Vai contra o princípio universal que acabei de defender. Se você ama o próximo, então essa divisão toda não faz sentido. Em relação às cotas, eu sou contra. Sou a favor da meritocracia. Vamos sempre defender isso: dar condições, ter escolas públicas de boa qualidade. Hoje as pessoas não aprendem a ler e fazer conta direito. Basta ver nossas posições nos rankings de ensino.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) protege verdadeiros criminosos hoje. A impunidade acaba sendo um convite ao crime. Qual a sua opinião sobre a maioridade penal?
Nosso partido já apresentou projeto para a redução da maioridade penal. Nossa ideia é trazer o jovem para uma inserção de aprendizado, treinamento, aproveitar as Forças Armadas, que hoje estão sucateadas. Se a pessoa comete um crime, então ela tem um potencial que está encaminhado para o mal. Então vamos tentar caminhar isso para o bem, para o esporte.
Ao analisar essas propostas, vemos um alinhamento maior com a candidatura de Aécio Neves do que de Dilma. Em um eventual segundo turno, qual dos candidatos hoje na frente o senhor apoiaria?
Confesso que nunca pensei nessa hipótese. Tenho uma convicção de que vou para o segundo turno, e vou ganhar as eleições.
Fonte: blog do Rodrigo Constantino

PESQUISA DATAFOLHA É BALDE DE ÁGUA GELADA NO LOMBO DO PT. AÉCIO NEVES JÁ APARECE EMPATADO COM DILMA NO SEGUNDO TURNO. E,NESSE RITMO, PODE ATÉ MESMO VENCER NO PRIMEIRO TURNO!

LEIA MAIS CLICANDO ABAIXO:

DILMA PROMOVE ENCONTRO DE DITADORES COMUNISTAS: MADURO, O TIRANETE DA VENEZUELA É RECEBIDO PELO DITADOR RAÚL CASTRO NA GRANJA DO TORTO, UMA DAS RESIDÊNCIAS OFICIAIS DO GOVERNO BRASILEIRO.

O ditador comunista Raúl Castro, irmão de Fidel, é o único chefe de Estado hospedado em residência governamental brasileira. Maduro já está no Torto em reunião oficial com Castro.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou à Granja do Torto, uma das residências oficiais do governo brasileiro, para um encontro com o presidente de Cuba, Raúl Castro, que está hospedado no local. Maduro chegou em carro blindado e acompanhado de batedores da Polícia Rodoviária Federal.
A agenda do encontro ainda não foi divulgada pelas embaixadas dos dois países. Eles estão em Brasília para encontros de chefes de Estado em reuniões do grupo Brics, Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
Segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, Castro é o único dos chefes de Estado a receber a deferência de se hospedar na casa de campo da Presidência brasileira.
O fato está sendo tratado como segredo de Estado pelo governo brasileiro, mas foi confirmado ao Broadcast por duas fontes do governo. Não foi dada nenhuma explicação sobre o assunto. Do site Yahoo Notícias
via blog do aluizio amorim

MAIS GASTOS DO GOVERNO COM DELÍRIO BOLIVARIANO: DILMA QUER CRIAR FUNDO PARA BANCAR OS SOVIETES DO PT.

EXEMPLO – Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez: foto é do ano passado, mas o alinhamento de ideias segue atual (Foto:Veja)

Depois de garantir acesso privilegiado ao governo para integrantes de movimentos sociais, o Palácio do Planalto planeja criar um fundo para bancar os conselhos populares em órgãos da administração pública criados pelo decreto bolivariano assinado pela presidente Dilma Rousseff em maio. E o fará, novamente, por meio de uma canetada, como indicou na quarta-feira o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, czar dos movimentos sociais no Planalto. "Estamos trabalhando na ideia de um Fundo Financeiro da Participação Social. Vamos fazer também por decreto, a presidente Dilma pode fazer isso", afirmou Carvalho, durante reunião com integrantes do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em Brasília.
Na terça-feira, a Câmara dos Deputados aprovou pedido de urgênciapara votar uma proposta que pode derrubar o decreto bolivariano de Dilma. Dessa maneira, o texto ganha prioridade e pode ser votado em plenário desde que haja quórum mínimo de 257 deputados, o que não deverá ocorrer até agosto já que a Casa iniciou férias não oficiais. Carvalho cobrou dos representantes da CNS um posicionamento público a favor do decreto – e os instou a mobilizarem-se contra a derrubada do texto pelos parlamentares. "É provável que no dia 5 de agosto volte à pauta o debate do decreto no Congresso Nacional. Queria deixar a vocês o desafio de uma ação, porque o governo sozinho não vai conseguir segurar isso. Fica esse desafio para que vocês pensem em forma de mobilização", afirmou. Presente à reunião, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, também cobrou um posicionamento público a favor do decreto por parte do CNS.
O apelo se dá porque o governo, segundo o próprio Carvalho, só providenciará a nova canetada se a primeira não for derrubada pela Câmara. "Isso vai depender, naturalmente, do destino do decreto no Parlamento. Temos agora que esperar um pouco. Fundamentalmente, o fundo custearia passagens e infraestrutura mínima", afirmou o ministro. Após o encontro com representantes do CNS, Carvalho não deu detalhes sobre a finalidade do novo fundo – como, por exemplo, de que forma seria financiado.

ATAQUE À DEMOCRACIA
O decreto de Dilma instituiu a participação de “integrantes da sociedade civil” em todos os órgãos da administração pública e, feita numa canetada, representa um assombroso ataque à democracia representativa. O texto ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. O decreto do Palácio do Planalto é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito.
Na terça-feira, diante da ameaça de derrota, PT e PCdoB entraram em obstrução e conseguiram barrar a votação esvaziando o plenário. O pedido de urgência passou com 294 votos a favor e 54 contrários. Houve três abstenções. Foi uma das poucas votações da Câmara desde o começo de junho, quando os deputados deixaram Brasília e teve início a Copa do Mundo. A Medida Provisória 641, que altera a lei de comercialização da energia elétrica, tranca a pauta, mas não impede a votação do Projeto de Decreto Legislativo contra o texto de Dilma. Para pautá-lo, é necessário retirar a MP da pauta ou invertê-la, o que depende de vontade política da Casa. Do site da revista Veja
via blog do aluizio amorim

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A MISTERIOSA CONEXÃO BRASILEIRA DO GRUPO TERRORISTA HAMAS, OS PSICOPATAS NO PODER E A AUSÊNCIA DE LEI BRASILEIRA ANTITERROR.

Segundo o depoimento do ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega ao Congresso dos EUA em julho de 2010, as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira — região entre Brasil, Argentina e Paraguai — eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din.Nesta foto El-Din posa como papagaio de pirata com Lula, em foto postada pelo xeque no Facebook. (Reprodução: Veja)

Manequins com os véus islâmicos que começam a aparecer cada vez mais cobrindo a cabeça de mulheres em todas as cidades brasileiras
Por meio do Facebook, um leitor do blog me enviou o link desta matéria da revista Veja, publicada em julho de 2011 e republicada na coluna do jornalista Ricardo Setti no ano passado, conforme pode ser verificado aqui. Trata da conexão entre brasileiros e o terror islâmico.

Como é sabido, sem qualquer explicação plausível, cresce no mundo ocidental a influência do fanatismo islâmico, agasalhada pela ideologia do pensamento politicamente correto e pelo relativiso cultural professado pelo "comunismo do século XXI".  Os comunistas tem uma verdadeira tara por islâmicos, o que também não deixa de ser algo muito estranho. Tanto é que cada vez mais se vê nas cidades brasileiras mulheres usando o véu islâmico. Isso sem falar em mesquitas que já existem em São Paulo e em outras cidades brasileiras. 

Todavia, os homens islâmicos não aparecem com turbantes ou vestindo aquele camisolão que é usado nos países árabes, optam pelas vestimentas ocidentais, pelo menos por enquanto.

Essa reportagem de Veja, no entanto levantou o véu que cobre muitos mistérios. Dentre esses mistérios está a conexão brasileira do Hamas, o grupo terrorista islâmico que aparece muito no noticiário internacional, já que essa organização controla a Faixa de Gaza e está determinada a varrer Israel do mapa. 

O fato é que o Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, e que coordena a transformação do Brasil e da América Latina numa extensão de Cuba, é o principal entrave para que prosperem as investigações sobre a ação terrorista no continente latino-americano, especialmente na tríplice fronteira. Isso porque os psicopatas esquerdistas são tarados por qualquer ideologia que se manifeste contra os Estados Unidos, como e o caso do islamismo que está determinado a liquidar não só Israel e os Estados Unidos, mas toda a civilização ocidental!

Como o governo brasileiro, sob o domínio do PT é uma extensão do Foro de São Paulo, organização transnacional esquerdista que tem Lula como fundador e dirigente maior, as tentativas de levar avante qualquer investigação voltada a apurar ação do terrorismo internacional em solo pátrio (êpa!) é detonada de saída.

Essa situação é reforçada pelo governo de Barack Obama, haja vista que Obama além de vínculos islâmicos professa o "socialismo do século XXI", razão pela qual fecha os olhos para todos os ataques aos direitos humanos levados a efeito pelos psicopatas do Foro de São Paulo. Tanto é que até hoje não moveu um dedo para coibir os assassinatos, torturas e prisões de dissidentes cometidos pelo tiranete Nicolás Maduro na Venezuela. Obama e o partido Democrata, que aliás foi o responsável pela transformação de Cuba numa republiqueta comunista, são os principais difusores da ideologia do pensamento politicamente correto. Como disse certa vez o filósofo Olavo de Carvalho, os maiores inimigos dos Estados Unidos estão dentro do próprio território norte-americano!

Feita essa digressão que tem tudo a ver como o que vem ocorrendo - só os idiotas e oportunistas negam o ataque brutal à civilização ocidental que inclui o assassinato de cristão e judeus - transcrevo a reportagem de Veja (vejam só, de 2011) a partir da coluna do jornalista Ricardo Setti. E, como se pode verificar e apesar das provas incontestáveis, ficou o dito pelo não dito. Além disso, o governo do PT impede que o Brasil tenha uma lei antiterrorismo. E isso prova o que eu afirmei: os petistas, como todos os comunistas, são adoradores de islâmicos, incluindo os homens-bomba e os pilotos suicidas que lançam aviões contra torres cheias de gente em New York. São na verdade os psicopatas no poder, parafraseando o título do livro do polonês Andrew Lobaczewski, à venda aqui no blog na coluna ao lado. Transcrevo a reportagem de Veja:
O brasileiro Shukri Abu Baker deixa o tribunal em Dallas, no Texas, em outubro de 2007. Ele cumpre pena nos EUA por financiar entidade terrorista; seu irmão Jamal, também brasileiro, foi dirigente do Hamas no Sudão e no Iêmen, e hoje está na convulsionada Síria (Foto: Veja)
A MISTERIOSA CONEXÃO BRASIL-HAMAS
Documentos da maior entidade de financiamento do grupo terrorista, fechada em 2001, revelam que seu ex-chefe é brasileiro e que seus agentes atuaram no país
Por mais que as autoridades brasileiras neguem, seguem aparecendo provas de que organizações terroristas de orientação islâmica estendem seus tentáculos no país. Em abril de 2010, uma reportagem de VEJA revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil.
Agora, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expõe laços de extremistas que vivem aqui com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que durante treze anos financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.
A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul.
Em 2001, entrou para a lista de organizações consideradas terroristas pela ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land, que hoje cumpre a duríssima pena numa cadeia do Texas.
UM BRASILEIRO DE TURBANTE
Curiosamente, passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.
Shukri Abu Baker nasceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em 3 de fevereiro de 1959. Sua mãe, Zaira Guerzoni, é filha de italianos e seu pai, Ahmad Abu Baker, um imigrante palestino.
Em 1965, Shukri, seus pais e seus dois irmãos mudaram-se para a Cisjordânia.
Ele terminou os estudos no Kuwait, mudou-se para a Inglaterra, onde fez faculdade, e em 1980 se estabeleceu nos Estados Unidos. Em 1988, com Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, fundou a Holy Land. Enquanto isso, seu irmão Jamal Abu Baker, também brasileiro, adotava o nome de Jamal Issa e subia as escadas de poder do Hamas — primeiro na filial do Sudão e, depois, na do Iêmen.
Jamal, atualmente radicado na Síria, foi um dos líderes do Hamas a receber os 1 027 presos que Israel libertou em troca do soldado Gilad Shalit, em outubro passado.
Na transcrição de uma ligação telefônica feita no dia 30 de janeiro de 2000, Jamal e Shukri Baker discutem as vantagens de usar um programa de computador para fazer chamadas internacionais para o Brasil.
Os contatos com o país natal que realmente interessavam aos irmãos terroristas não eram os familiares. Eles tinham “negócios” por aqui. Prova disso é que a Holy Land pagou viagens de representantes do Hamas ao Brasil, a fim de arrecadar fundos.
El-Mezain esteve no país por três semanas em 1993, para conseguir dinheiro e “avaliar como andavam as atividades da Holy Land”, diz um documento da fundação. Entre os planos de ação para o ano de 1992 estava “aumentar o número de Ikhwans (milícias jihadistas) no Brasil”.
ESQUEMA NA TRÍPLICE FRONTEIRA
Segundo o depoimento do ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega ao Congresso dos EUA em julho passado, as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira — região entre Brasil, Argentina e Paraguai — eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din.
De fato, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um contato “importante” na América do Sul. Noriega também confirmou informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001.
O xeque estava à frente da mesquita de Guarulhos havia onze anos, mas pediu demissão em junho passado. Hoje, é diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras).
Procurado por VEJA, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira.
O libanês chegou a ser preso em 1998 pela Polícia Nacional do Paraguai, suspeito de envolvimento com o grupo terrorista Hezbollah. Depois do fechamento da Holy Land, Ghotme teria passado a comandar uma célula do Hamas especializada em contrabando e tráfico de drogas em Foz do Iguaçu, onde reside até hoje. Na semana passada, a reportagem de VEJA foi informada por seus parentes na cidade de que Ghotme está no Líbano.
GOVERNO DO PT TRANCA INVESTIGAÇÃO
Documentos secretos divulgados pelo WikiLeaks revelam que os Estados Unidos não têm conseguido sensibilizar o governo brasileiro para prestar atenção nas conexões do terror estabelecidas no país.
Entre novembro de 2002 e fevereiro de 2010, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília produziu 279 telegramas que tocam nessa questão. Em duas dezenas deles, informa-se que os americanos pediram ao governo brasileiro a investigação de dezesseis pessoas e organizações ligadas ao terrorismo internacional.
As autoridades daqui se limitaram a pesquisar no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). No âmbito policial, a julgar pelo relato dos telegramas, nenhuma medida foi tomada. O governo brasileiro também hesita em estabelecer uma lei antiterror, alegando que ela atrairia terroristas, o que em raciocínio inverso equivale a dizer que ladrões só roubam porque existem leis de crimes contra o patrimônio.
“Não se percebe a relevância de uma lei antiterror porque até agora fomos poupados de ataques”, diz Rubens Ricupero, ex-embaixador nos Estados Unidos. Enquanto isso, extremistas estão livres para conspirar no Brasil.
(Reportagem de Julia Carvalho publicada na edição de VEJA de 21 de dezembro de 2011 reproduzida na coluna do jornalista Ricardo Setti)

via blog do Aluizio amorim