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XAPURI AMAX

quinta-feira, 21 de julho de 2016

"Meus irmãos, não orem pelo fim da perseguição, mas peçam a Deus para nos fortalecer enquanto somos perseguidos e que nos alcance com sua cura e milagre" (Sarah*)

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Quando Sarah, uma cristã iraniana perseguida, esteve no Brasil, ela deixou uma importante lição que pode servir de estímulo para a igreja brasileira se unir à Igreja Perseguida através de uma oração sábia e estratégica. Segundo a jovem, é a oração que mantem a igreja de pé e que sustenta o cristão que enfrenta os piores momentos de perseguição de sua vida. "Através das orações de cada um de vocês eu pude sentir a presença de Deus me sustentando e eu sabia que Cristo estava sempre ao meu lado, eu podia senti-lo em todo o tempo em que estive lá", contou Sarah.
"Eu dou o meu testemunho para que vocês sejam encorajados a orar sempre pelos nossos irmãos perseguidos. Por favor, orem com fé e com autoridade, porque o Senhor está respondendo às suas orações", disse ela. Em uma reflexão sobre os tempos bíblicos, quando Jesus instruía os discípulos a serem pescadores de homens, Sarah comparou a condição de sua família, que mantém a igreja viva no Irã, como pescadores instruídos pelo próprio Jesus, mas nos nossos tempos. "Eu sei que ele tem instruído meu pai em seu ministério, mostrando exatamente para que lado jogar a rede. O Senhor tem mostrado para minha família exatamente o que deve fazer para continuar pregando o evangelho naquele país", diz confiante.
A iraniana contou também que apesar de seu pai já ser idoso, ele ainda sente que tem muito a fazer pelas almas perdidas. "Meu pai é o único líder cristão reconhecido oficialmente pelo governo e ele não deixa aquela nação por dois motivos: o primeiro é porque ele vê o agir e a manifestação de Deus naquele lugar; e o segundo é porque ele jamais abandonaria a igreja de Jesus. Os cristãos iranianos precisam uns dos outros, agora mais do que nunca", explica ela.
Para finalizar, Sarah nos mostra qual, na sua visão, é a melhor forma de orar pelos cristãos perseguidos. "Dói o meu coração pedir a vocês que orem dessa forma, mas nós aprendemos isso através da Bíblia. Pedro ergueu seus braços para o alto e orou: ‘Senhor nos dê coragem para proclamar o seu nome’. Meus irmãos, não orem pelo fim da perseguição, mas peçam a Deus para nos fortalecer enquanto somos perseguidos e que nos alcance com sua cura e milagre. Eu quero servir a Deus em minha nação e eu quero ver o Irã livre. Mas se não fosse pela perseguição, o meu país não seria o lugar onde existe o maior número de muçulmanos se convertendo ao cristianismo. Apenas ore para que o Senhor nos sustente com suas fortes mãos. Por favor, não parem de orar pelos cristãos perseguidos", pede Sarah.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Fonte: https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/07/como-devemos-orar-pelos-cristaos-perseguidos

A força do "eles" no imaginário discursivo popular


"Eles querem é tacho". "Eles vão a lá é para se governarem". "Isso é lá com eles". "Eles é que têm os livros". "Eles é que sabem". "Eles é que mandam" A força do "eles" no imaginário discursivo popular de quem, por contingências da vida, ficou toda a vida pobrezinho de espírito, sem grande poder argumentativo e capacidade de interpretação, coitados do "a minha política é o trabalho".

Ele é um personagem perigoso, não porque não saiba mais do que eles, mas porque se dirige a eles, por interpostas pessoas e por boa imprensa em prime time, não parecendo falar para quem fala e recorrendo a uma linguagem que eles percebem, não percebendo eles mais do que aquilo.

[Imagem de Sammy Slabbinck]
 Fonte: http://derterrorist.blogs.sapo.pt/a-forca-do-eles-no-imaginario-3332051

terça-feira, 21 de junho de 2016

Centenário da PMAC - Programação Oficial





















            Culto de ação de graças realizado na Igreja Batista do Bosque. Evento faz parte da programação oficial alusiva ao centenário da Polícia Militar do Estado do Acre. Momento de comunhão, adoração e da palavra abençoada de Deus ministrada pelo Pastor e Sargento Ismar.

"És por Deus abençoada"
Trecho da canção da PMAC




quinta-feira, 14 de abril de 2016

A mente da esquerda na visão de um insider

O que eu testemunhei dentro de uma doutrina de mentiras.
Antes de tudo: esqueça os anos 60. Esta situação vem fermentando há mais de 100 anos. Eu nasci em uma família de classe operária socialista na Nova Zelândia em 1960. O socialismo democrático tinha sido estabelecido por reformas populares na década de 1930. Ao final dos anos 50, quase todas as crianças da classe trabalhadora na Nova Zelândia foram criadas como socialista.
Mas nós não chamávamos de socialismo. Nós chamávamos de "direitos dos trabalhadores." Na minha família, meus irmãos mais velhos e eu éramos a terceira geração de socialistas. Nós nunca escolhemos o socialismo, nós o herdamos. No final dos anos 60, a classe média mais nova se juntou a nós.
Foi especialmente na Comunidade Britânica que milhões de pessoas foram criadas por esquerdistas, que foram criados por esquerdistas, que foram criados por esquerdistas, e assim por diante. Algumas famílias de esquerda têm sido assim há mais de um século. Eles se consideram esquerdistas realmente.
Para os milhões criados como esquerdistas, não é uma ideologia é uma cultura. Desde a infância, eles têm vivido e respirado isso todos os dias em casa. Eles não conhecem outra coisa. Como qualquer cultura, é uma maneira de falar, pensar e agir, com suas próprias narrativas e rituais. As narrativas são tidas como sagradas, repetidas, reforçadas e, ao longo do tempo, adicionadas. Aquilo que desafia as narrativas sagradas, até mesmo a própria realidade, é recebida com confusão e hostilidade. Como acontece com qualquer cultura agressiva, intolerante, se você entrar nela, ele entra em você.
Contrariamente à opinião, o esquerdismo não é apenas sobre o ódio. Esquerdistas são mais complexos do que isso. Do meu tempo como esquerdista de fralda vermelha (1), eu posso te dizer que toda uma gama de emoções está envolvida. Ódio, raiva, medo, amargura, ciúme, inveja, raiva, ganância, orgulho, presunção e paranóia (não tecnicamente uma emoção, mas é generalizada entre os esquerdistas).
Com tal desfile de emoções negativas, não é nenhuma surpresa que tantos esquerdistas sofram de depressão crônica, muitas vezes desde tenra idade. Mesmo que eles percam a raiva, eles ainda mantêm a atitude: que o governo deve resolver os problemas de todos, independentemente do custo e que há uma enorme conspiração de direita na primeira esquina.
A narrativa vitimista da esquerda é muito infecciosa. Você é sempre a vítima e sempre te devem algo. Os ricos são sempre maus, enquanto você é sempre bom e íntegro. Convertidos são muitas vezes mais intensos do que aqueles que nasceram nisso. Meu pai criou um esquerdista, que finalmente amadureceu e começou a questionar algumas crenças esquerdistas. Minha mãe, não foi criada como esquerdista, mas tendo-se tornado uma, jamais amadureceu.
A narrativa do vitimismo estava em todas as conversas.
A narrativa da luta de classes/vítima oprimida é parte da vida diária na esquerda. Quando criança, eu ouvia os adultos falando. Com amigos e colegas de trabalho, com as mães conversando sobre o chá, era parte de todas as conversas. Eles falavam sobre o tempo, seus filhos, televisão, mas antes de partir, um deles sempre dizia algo relacionado à opressão gananciosa dos ricos – e o outro tinha de concordar. Não concordar era suicídio social.
Embora houvesse diferenças entre os esquerdistas da classe trabalhadora e da classe média, certas atitudes eram universais:
Um esquerdista que nunca trabalhou, se sente muito generoso em relação a qualquer um que alegue precisar de ajuda, que se encaixe na narrativa. Eles são generosos com suas emoções.
Quando eles obtêm o seu primeiro emprego de verdade, eles ficam muitas vezes chocados com a quantidade de impostos retidos e têm um momento de dúvida. Mas esse momento de dúvida dá a não-esquerdistas uma abertura. Então, o jovem esquerdista, aterrorizado em que ele/ela mudará, de forma rápida isola essa dúvida em sua mente e se recusa a tocar no assunto, até que desapareça.
A economia não é geralmente considerada parte de uma cultura, mas para os esquerdistas de fralda vermelha, a sua atitude em relação à economia é cultural. É parte do núcleo, a narrativa sagrada. Eles geralmente têm uma visão pueril da economia, que muitas vezes eles herdaram de seus pais. Isto é provavelmente porque a dúvida desencadeada por seu primeiro choque fiscal é tão facilmente esquecida por esquerdistas. A visão infantil é confortável e familiar. Uma vez que a amnésia se instala e o conforto retorna, as discussões sobre a realidade econômica são vistas como propaganda de direita.
Esquerdistas ouvem grandes números e visualizam o cofre do Tio Patinhas, e não infra-estrutura, manutenção, equipamentos especializados, transporte, treinamento, folha de pagamento, etc.
Para os esquerdistas, a indústria tem muito dinheiro. As empresas obtêm enormes lucros. O preço de tudo é demasiado elevado. O governo tem bilhões. Eles querem manter tudo para si e seus amigos ricos. Então os esquerdistas acreditam que essas pessoas más devem ser obrigadas a gastar o dinheiro em coisas que os próprios esquerdistas escolham.
Esquerdistas combinam ingenuidade infantil e agressão paranóica em todas as suas narrativas. É um emparelhamento notável e muito prejudicial. A ingenuidade pueril protege a narrativa dos fatos, enquanto a agressão paranóica protege a mente da dúvida. Para os bebês vermelhos de fralda, este pensamento concorre com o seu desenvolvimento emocional e intelectual normal, causando uma luta interna em que pode acontecer qualquer coisa.
Numa mesma família, uma criança poderá ser um esquerdista suave, sem convicção, enquanto outra será um comunista dedicado. Aquele que sente maior necessidade de agradar os pais provavelmente será o comunista dedicado. A esquerda, na superfície, pode parecer para alguns como um movimento de jovens desajustados, mas é antiga, enorme e culturalmente arraigada, não só na Europa, mas também na maioria dos países de língua Inglesa. O esquerdismo é uma história familiar, uma mentalidade cultural e um modo de vida para milhões de famílias. É um conjunto de narrativas sagradas básicas e de conversas diárias.
Os filhos herdam o esquerdismo como um sistema de convicções, sem conhecer outra coisa. No momento em que eles tiverem idade suficiente para ouvir outros pontos de vista, eles já estão doutrinados. Torna-se sua bússola moral.
O esquerdismo incentiva e é impulsionado pelas emoções mais negativas, prejudiciais. Ele se aproveita de emoções infantis e processos de pensamento paranóico. Suas narrativas são um filtro pelo qual a realidade tem que tentar lutar, muitas vezes falhando.
O pensamento pueril resolve todos os problemas sem detalhes incômodos e fatos que interfiram, levando a ilusões de brilho intelectual.
É realmente muito difícil desistir de ser um esquerdista, mesmo quando você quiser. Conheço pessoas cujas famílias foram assassinadas pelos comunistas e eles ainda são esquerdistas. Não é suficiente ver os problemas. Se você é um bebê de fraldas vermelhas, é tudo o que você sabe. Você foi doutrinado (com a ajuda da mídia) a pensar que a chamada Direita é gananciosa e má e que os religiosos são hipócritas e delirantes. Mesmo que você tenha dúvidas, não há outro lugar para ir, não sem literalmente mudar de opinião.
Eu vi as rachaduras cedo. Meus pais tinham um ódio fanático da classe média e, se fosse possível nunca falavam com eles. Na minha adolescência eu percebi que meu pai odiava os ricos, porque ele não era um deles. Mesmo entendendo, não me impediu de ser um esquerdista. Isso me fez querer ser um esquerdista melhor do que os meus pais. Comecei a ver que a luta de classes estava se tornando uma farsa para obter mais coisas grátis. Eu ainda procurei uma forma perfeita de comunismo. Eu conheci esquerdistas de classe média alta e fiquei chocado com sua arrogância e esnobismo. Eu viajei pelo mundo e não havia nenhuma forma de comunismo que não dependesse de capitalismo para salvá-lo do colapso.
Voltando para casa, tive conversas diárias com um médico judeu que era pró-vida. Todos os dias nós discutámos moral e fé. Comecei a entender o conceito de fé, moral absoluta e auto-sacrifício tudo novo para mim. Algumas semanas mais tarde, Deus falou comigo.
Eu tentei ser um cristão e um esquerdista moderado. Eu não estava sozinho. Esquerdistas moderados não acreditam em si mesmos como esquerdistas. Eles pensam em si mesmos como equilibrados e razoáveis. Eu trabalhei com os refugiados e eles me disseram sobre a tortura, escravidão e assassinato em massa pelos comunistas "combatentes da liberdade". Isso matou qualquer sentimento que ainda persistisse sobre o comunismo.
Casei-me com uma refugiada e ela tentou me esfaquear. Eu também achei que os refugiados tinham segredos muito obscuros. Meu multiculturalismo tolerante lentamente morreu. Comecei a ver a força da civilização judaico-cristã. Eu vi a desonestidade e crueldade das marxistas-feministas, que tinha dominado a esquerda. O feminismo, que minha mãe tinha me empurrado goela abaixo dia a dia, tinha morrido. Quando eu discutia com esquerdistas, sua raiva quase psicótica me chocava. Eu senti que estava falando com lunáticos.
Apesar de tudo isso, é difícil deixar totalmente o pensamento de esquerda porque ele o rodeia. Tornou-se dominante. É como tentar socorrer um barco com furos no fundo. É preciso um esforço intelectual persistente para deixar isso para trás. Mas há outra razão pela qual é preciso tempo para extrair o parasita esquerdista do cérebro. Uma poderosa mentira vive ali. É a mentira mais poderosa que eles têm. É de que a esquerda "se importa." Você deve abraçar plenamente o fato de que isso é uma mentira. Todo "cuidado" esquerdista tem uma agenda oculta.

Nota
:

(1) Red Diapers: Growing Up in the Communist Left (Vermelhos de Fraldas) é a primeira antologia de escritos autobiográficos de "Red Diaper Babies" – filhos de comunistas ou outros pais radicais de esquerda. Editado por Judy Kaplan e Linn Shapiro, consiste de memórias, contos e poemas. Entre os 40 autores estão comunistas bem conhecidos como o jornalista Carl Bernstein, escritora feminista Kim Chernin, cientista Richard Levins, e autor / ativista Robert Meeropol (filho de Julius e Ethel Rosenberg).

Michael Faraday descreve-se como um ex-idiota útil. Ele trabalhou como advogado de refugiados e professor de história. Ele agora ensina os jovens com autismo. Passou três décadas para desaprender o pensamento de esquerda.

Publicado no Frontpage Magazine.

Divulgação: Papéis Avulsos http://heitordepaola.com
Tradução: William Uchoa
via msm

Do marxismo ao livre mercado


A tentativa de reduzir a desigualdade econômica com o aumento da desigualdade política, que é a essência do marxismo, custou a vida de milhões de pessoas sob o poder de Stalin, Mao, Pol Pot, e muitos outros.

Como e por que eu larguei o esquerdismo de minha juventude para adotar as opiniões que tenho hoje, as quais são a favor do livre mercado e valores tradicionais? De certa forma, minha visão de como os seres humanos agem mudou mais do que a filosofia subjacente.
Quando eu era marxista, minha preocupação principal era em relação às pessoas comuns, pois achava que mereciam melhores condições de vida, mas a elite se aproveitava delas. Essa continua sendo minha maior preocupação, mas conforme os anos se passaram, aprendi que a elite cultural e a elite política fazem muito mais danos do que a elite econômica poderia um dia pensar em fazer.
Há uma explicação: as elites econômicas competem entre si. Se a General Motors não produz um tipo de carro que te agrade, você pode procurar na Ford, Chrysler, Honda, Toyota, etc. Mas se a Agência de Proteção Ambiental (EPA) chega no fundo do poço em relação ao serviço que presta, não há agência alternativa prestando o mesmo serviço ao qual se possa recorrer.
Mesmo quando uma empresa privada parece deter o monopólio da produção de um bem de consumo, como aconteceu com a Alcoa (Companhia de Alumínio da América), ela competirá com produtos alternativos. Se a Alcoa tivesse aumentado o preço do alumínio para aproveitar seu monopólio, muitas coisas fabricadas com alumínio passariam a ser produzidas com ferro, plástico, e outros tipos de materiais. O resultado final das forças do mercado foi, meio século depois do monopólio da Alcoa, o mercado passar a cobrar mais barato pelo alumínio do que cobrava inicialmente. Isso não se deu por altruísmo dos diretores da empresa, mas porque os competidores não lhes deixaram outra escolha.
A forma que você olha para o livre-mercado depende de como você enxerga o ser humano. Se todos fossem amáveis e gentis, o socialismo seria o melhor caminho. Em uma família tradicional, por exemplo, os recursos são gastos com as crianças, pois não ganham nenhum centavo sozinhas. Isso é socialismo doméstico, e até os capitalistas mais mesquinhos o praticam. Talvez um dia descobriremos criaturas em uma galáxia distante que conseguem conduzir uma sociedade inteira dessa forma. Mas a história dos seres humanos mostra que é inviável uma nação com milhões de pessoas funcionar dessa maneira.
O discurso do socialismo é inspirador, mas seus rastros na realidade são sombrios. Países que exportaram comida durante séculos, de repente se viram forçados a importar comida para evitar a fome, depois que a agricultura foi socializada. Isso aconteceu por todo o mundo, com pessoas de todas as raças. Qualquer um que tenha visto o contraste entre Berlim Ocidental e Berlim Oriental, nos tempos em que metade da cidade era controlada por comunistas, não possui dúvidas em relação a qual sistema produz mais benefícios para o povo. As duas partes da cidade eram habitadas por pessoas de mesma raça, cultura e história, mas os que viviam na parte comunista eram muito mais pobres, além de terem menos liberdade.
Uma história parecida aconteceu na África, quando a Gana dependia de programas socialistas e a Costa do Marfim se baseava no livre-mercado, depois que ambos os países se tornaram independentes, na década de 1960. Gana começou com todas as vantagens. Sua renda per capita era o dobro da Costa do Marfim. Mas após duas décadas, com cada país sob influência de um sistema econômico diferente, 20% dos habitantes mais pobres da Costa do Marfim possuíam renda mais alta do que 60% da população de Gana.
Ineficiência econômica não é o pior aspecto de um governo socialista. A tentativa de reduzir a desigualdade econômica com o aumento da desigualdade política, que é a essência do marxismo, custou a vida de milhões de pessoas sob o poder de Stalin, Mao, Pol Pot, e muitos outros. Não se deve confiar o monopólio do poder sobre a vida das pessoas à políticos. Temos milhares de exemplos na história.
A minha vontade de que o povo tenha melhores condições de vida permanece, mas a experiência me mostrou, amargamente, que a maneira de alcançar este objetivo é o oposto do que eu imaginava.

Thomas Sowell,
From Marxism to the Market”. Capitalism Magazine, 2 de Janeiro de 2002.
Tradução: Laan Carvalho
Revisão: Rodrigo Carmo
via msm

terça-feira, 22 de março de 2016

Loja lança ovo de Páscoa em homenagem a Sérgio Moro

Por essa ninguém esperava, em meio a protestos e investigações, uma loja de chocolates do Paraná resolveu lançar um ovo de Páscoa para homenagear o juiz federal Sérgio Moro, responsável por julgar os crimes identificados pela Operação Lava Jato.
Desde a semana passada, a Schimmelpfeng (com filial em Brasília), vende o ovo de Páscoa “Moroango”. A guloseima tem a embalagem dourada, ornada com uma fita verde e amarela, além do slogan “o verdadeiro sabor brasileiro”. Uma placa avisa que o produto foi produzido como uma homenagem.
De acordo com o jornal ‘Extra’, mais de 50 unidades do ovo de Páscoa são vendidas por dia em cada loja — só na manhã desta segunda (21), mais de 180 unidades foram produzidas. Feita de chocolate ao leite e recheado com bombons de morango, o ovo de Páscoa foi lançado em dois tamanhos: o menor custa 42 reais e o maior, 59 reais.
Nas redes sociais usuários comentaram a homenagem feita pela loja. Mas de forma geral a atitude foi bem recebida.
Fonte: Veja SP

sexta-feira, 18 de março de 2016

Reflexão para o Brasil de Hoje


A DELINQUÊNCIA DO GOVERNO DILMA ROUSSEFF

Sérgio Alves de Oliveira - Advogado

As provocações do Governo Dilma contra a sociedade civil brasileira e a decência na política passaram de quaisquer limites. O clímax dessas provocações aconteceu hoje (16.03.2016), mediante a nomeação do ex-Presidente  Luiz Inácio Lula da Silva como Ministro do Governo, da Casa Civil, com o objetivo único  de conceder-lhe “foro por prerrogativa de função”, também conhecido como “foro privilegiado”, junto ao Supremo Tribunal Federal-STF, hoje infestado por  Ministros  que na sua maioria foram escolhidos pela “dupla” Lula e Dilma, e que compactuam com quase todas as grandes indecências governamentais, só contrariando aqueles  interesses em questões de somenos, pouca relevância, com a finalidade única de  disfarçar essa  “parceria” que se tornou escancarada aos olhos de todo o povo brasileiro.

E vou até trocar o meu nome se antes dessa atitude do Governo não teria acontecido uma espécie de “consulta” informal  ao STF, com a finalidade de  obter desse tribunal uma “carta branca” para expedição do respectivo ato administrativo de nomeação de Lula. O Governo não ousaria a tal ponto e não se arriscaria se não tivesse essa cobertura e aval do Supremo, instância originária da Presidência da Republica em qualquer demanda judicial em que esteja envolvida.

Esse golpe “jurídico” do Governo, nomeando Lula ministro, foi sem dúvida um atentado contra a Organização da Justiça Brasileira, tentando retirar do juiz natural do caso, o Dr. Sérgio Moro, da Justiça Federal de Curitiba, a competência para prosseguir na persecução criminal contra  o ex-Presidente, um dos protagonistas possivelmente envolvidos na “Operação Lava Jato”, dando-lhe  foro privilegiado no STF, com o único objetivo de favorecê-lo, assim escapando  do “cerco” de Curitiba, de onde ele dificilmente escaparia. Esse objetivo único hoje é do domínio público, dispensando qualquer outra prova. Dita artimanha governamental, retirando das mãos de Moro a competência para  continuar tratando do eventual envolvimento de Lula nas falcatruas ocorridas nos dois governos, dele próprio, e de Dilma, tem que ser travada, por bem ,ou por mal. O uso de alternativa  para obstaculizar  esse ilícito pretendido  pelo Governo  tem pleno amparo na lei ,na doutrina e na jurisprudência do próprio Supremo. Essa medida não afetaria a nomeação de Lula, propriamente dita, da exclusiva competência da Presidente da República, porém teria força para não deslocar o foro competente de Curitiba para o Supremo, que certamente teria sido o  objetivo central da nomeação do Sr.Lula  para o Ministério. Portanto a nulidade do ato desse ato de nomeação  seria tão somente PARCIAL, impedindo o escandaloso deslocamento de foro pretendido.

A tese da NULIDADE dessa nomeação foi recentemente - e com  brilhantismo- defendida por renomados juristas, dentre os quais Vladimir Passos de Freitas, Desembargador aposentado do TRF da 4ª Região, Mestre e Doutor em Direito, no artigo “Nomeação para dar foro privilegiado a réu é ato administrativo nulo” (CONJUR 13.03.16),onde ele se apega ao argumento de que a nulidade dessa nomeação provém do seu  DESVIO DE FINALIDADE, arrematando com a invocação da Lei da Ação Popular, Nº 4.717/65,cujo artigo 1º preceitua ser “nulo o ato administrativo praticado com desvio de finalidade”, e no artigo 2º,parágrafo único, alínea “e”, explicitando que “e) o desvio de finalidade se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência”. Sem dúvida esse dispositivo da Lei da Ação Popular se ajusta como uma “luva” ao caso da nomeação “ilícita” de Lula, acarretando a sua nulidade plena.

A tese de nulidade dessa questionada nomeação  é reforçada em outro artigo, escrito por  Leonardo Sarmento, Professor  Constitucionalista (Jusbrasil,14.03.2016),também invocando o DESVIO DE FINALIDADE do ato de nomeação, que acarretaria a sua NULIDADE.

Outro “peso pesado” que intervém nesse assunto é Marcelo Rodrigues da Silva, LL.M em Direito Civil pela Universidade de São Paulo ,no artigo “Nomeação de Lula para Ministro seria nula por desvio de finalidade (ou desvio de poder?)”. O autor também conclui pelo DESVIO DE FINALIDADE da nomeação, concluindo que  :“Em suma, continuaria sendo da competência  do juízo em que atua Sérgio Moro, o processo e julgamento do ex-Presidente Lula. Ou seja, tornando-se Lula Ministro, não haveria deslocamento da competência para o Supremo Tribunal Federal ,isso em razão do entendimento do próprio Supremo acima colacionado”.

Não caberia aqui nesse reduzido espaço comentar inúmeros outros pronunciamentos, no mesmo sentido, de não menos brilhantes juristas e operadores do direito.

Mas tenho uma visão um pouco diferente dos meus ilustres colegas, não no sentido de divergir da conclusão a que chegaram,  com a qual concordo inteiramente, todavia trazendo à baila mais um  item legal para a fundamentação apresentada, mais um suporte ,que considero “mortal”, para chegar-se  à mesma conclusão, ou seja, que a nomeação de Lula para o cargo de Ministro do Governo  é ato NULO , e não simplesmente anulável, hipótese  essa que acarretaria a indispensabilidade de pronunciamento judicial nesse sentido, para que a nulidade fosse decretada.

O diploma legal que define o “negócio jurídico” é o Código Civil Brasileiro, independente de sua configuração em leis especiais, como a Lei da Ação Popular, aplicando-se a todos os ramos do direito, sem distinção. Tratando da NULIDADE dos negócios jurídicos, dispõe o artigo 166 do Código Civil :  “É Nulo o negócio jurídico quando: I).....; II) for ILÍCITO....o seu objeto; III) o motivo determinante comum a  ambas as partes, for ILÍCITO”.

Trocando em miúdos, o ilícito tem força para anular os atos ou negócios jurídicos. Não é só a “ilegalidade”, portanto, que tem essa força.  E qual é a definição do ILÍCITO ?  Pode ser resumido como o substantivo/adjetivo que se refere ao que não é permitido em lei, na ÉTICA ou MORAL. Etimologicamente, ”ilícito” se origina do latim, ”illicitus”, definindo o que é ilegal, proibido ou moralmente errado.

Ora, apesar de não se enquadrarem na categoria de ILEGAIS, tanto o DESVIO DE FINALIDADE, quanto a  OBSTRUÇÃO DA JUSTIÇA ocorridas ,por não estarem tipificadas na lei, não impedem de concluir  que a nomeação de Lula foi flagrantemente ILÍCITA, por infringir normas éticas/morais, também contaminadas irreversivelmente de NULIDADE, por expressa disposição de lei, mais precisamente, do artigo 166,II e III do Código Civil, e também da Ação  Popular. Bom é lembrar, entretanto, que a “obstrução da justiça”, além de ilícita, capaz de anular atos jurídicos, está aguardando na “fila” da Câmara Federal, para sua inclusão e  tipificação como crime, desde 2005. Mas se a obstrução da justiça ainda não é crime, nem por isso ela deixa de ser um ilícito ,capaz de acarretar a nulidade de qualquer ato jurídico ,onde  e quando ele se apresente. Resumidamente, tudo que é ilegal  é  também ato ilícito, mas nem todo o ato ilícito é ilegal. Significa dizer, então, que o ato jurídico pode ser ilícito e ilegal, tanto quanto ilícito e legal, porém imoral. E basta o “ilícito” moralmente para configurar a nulidade do ato jurídico. Essa distinção deve ser feita para melhor explicar a colocação que se empresta ao tema ora discutido.

Poder-se-ia resumir a situação em debate montando um silogismo, a afim de que a lógica desse a sua contribuição para desvendar a questão jurídica ora em debate. Ele poderia ser assim construído:

“- Todo  ato jurídico ilícito é ato nulo;
 -Ora, a nomeação de Lula para ser Ministro de Dilma foi um ato jurídico ilícito;
 -Logo,  a nomeação de Lula como Ministro deve ser considerado ato nulo.”

A consequência dessa nulidade é que o Juízo natural de Curitiba nem deve tomar conhecimento dessa nomeação de Lula, já que ato nulo corresponde a ato inexistente, ineficaz, no mundo jurídico, prosseguindo na sua persecução criminal, que só poderia ser afastada mediante determinação judicial de Instância Superior, competente para apreciar eventual recurso dessa postura jurisdicional. É evidente que essa quase “rebeldia” de Moro, não tomando conhecimento dessa fraudulenta nomeação de Lula, não seria contra a Organização da Justiça que ele integra e respeita, porém contra o conluio de Lula, que aceitou, com a Presidente, que o nomeou, atropelando todas as regras da decência política e administrativa e da própria lei. Mas na verdade “eu pagaria para ver” onde poderia ser encontrada alguma fundamentação jurídica razoável para afastar Moro da competência de prosseguir na condução da “Operação Lava Jato”, relativamente ao ex-Presidente  Lula. Poderiam até cavar,  muito fundo,todavia para nada encontrar.

Fonte: http://resistenciamilitar.blogspot.com.br/2016/03/a-delinquencia-do-governo-dilma-rousseff.html

Folha de SP fecha com o PT e ataca Sérgio Moro em editorial

Nas ligações de Lula interceptadas pela Polícia Federal, ele e outros petistas criticam diversos órgãos de imprensa. Mas poupam a Folha. Hoje ficou muito claro o motivo da satisfação petista com o jornal.
Em editorial, a Folha repete todos, TODOS os argumentos petistas contra Sérgio Moro, diz que o juiz está desmoralizando o poder judiciário e que isto é o pior que pode acontecer para o país – sim, pior do que toda a roubalheira do PT.
via http://reaconaria.org/blog/reacablog/folha-de-sp-fecha-com-o-pt-e-ataca-sergio-moro-em-editorial/