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terça-feira, 22 de abril de 2014

O comunismo real


Escrito por Olavo de Carvalho 
Publicado no Diário do Comércio Artigos - Cultura -  09 Abril 2014 
Essa é a definição real do comunismo: controle efetivo e total da sociedade civil e política, sob o pretexto de um “modo de produção” cujo advento continuará e terá de continuar sendo adiado pelos séculos dos séculos.Nos dicionários e na cabeça do povinho semi-analfabeto das universidades, a diferença entre capitalismo e comunismo é a de um “modo de produção”, ou, mais  especificamente, a da “propriedade dos meios de produção”, privada num caso, pública no outro. Mas isso é a autodefinição que o comunismo dá a si mesmo: é um slogan ideológico, um símbolo aglutinador da militância, não uma definição objetiva. Se até os adversários do comunismo a aceitam, isto só prova que se deixaram dominar mentalmente por aqueles que os odeiam – e esse domínio é precisamente aquilo que, no vocabulário da estratégia comunista, se chama “hegemonia”.



Objetivamente, a estatização completa dos meios de produção nunca existiu nem nunca existirá: ela é uma impossibilidade econômica pura e simples. Ludwig von Mises já demonstrou isso em 1921 e, após umas débeis esperneadas, os comunistas desistiram de tentar contestá-lo: sabiam e sabem que ele tinha razão.

Em todos os regimes comunistas do mundo, uma parcela considerável da economia sempre se conservou nas mãos de investidores privados. De início, clandestinamente, sob as vistas grossas de um governo consciente de que a economia não sobreviveria sem isso. Mais tarde, declarada e oficialmente, sob o nome de “perestroika” ou qualquer outro. Tudo indica que a participação do capital privado na economia chegou mesmo a ser maior em alguns regimes comunistas do que em várias nações tidas como “capitalistas”.

Isso mostra, com a maior clareza possível, que o comunismo não é um modo de produção, não é um sistema de propriedade dos meios de produção. É um movimento político que tem um objetivo totalmente diferente e ao qual o símbolo “propriedade pública dos meios de produção” serve apenas de pretexto hipnótico para controle das massas: é a cenoura que atrai o burro para cá e para lá, sem que ele jamais chegue ou possa chegar ao prometidíssimo e inviabilíssimo “modo de produção comunista”.

No entanto, se deixaram a iniciativa privada à solta, por saber que a economia é por natureza a parte mais incontrolável da vida social, todos os governos comunistas de todos os continentes fizeram o possível e o impossível para controlar o que fosse controlável, o que não dependesse de casualidades imprevisíveis mas do funcionamento de uns poucos canais de ação diretamente acessíveis à intervenção governamental. 

Esses canais eram: os partidos e movimentos políticos, a mídia, a educação popular, a religião e as instituições de cultura. Dominando um número limitado de organizações e grupos, o governo comunista podia assim controlar diretamente a política e o comportamento de toda a sociedade civil, sem a menor necessidade de exercer um impossível controle igualmente draconiano sobre a produção, a distribuição e o comércio de bens e serviços.

Essa é a definição real do comunismo: controle efetivo e total da sociedade civil e política, sob o pretexto de um “modo de produção” cujo advento continuará e terá de continuar sendo adiado pelos séculos dos séculos.

A prática real do comunismo traz consigo o total desmentido do princípio básico que lhe dá fundamento teórico: o princípio de que a política, a cultura e a vida social em geral dependem do “modo de produção”. Se dependessem, um governo comunista não poderia sobreviver por muito tempo sem estatizar por completo a propriedade dos meios de produção. Bem ao contrário, o comunismo só tem sobrevivido, e sobrevive ainda, da sua capacidade de adiar indefinidamente o cumprimento dessa promessa absurda. Esta, portanto, não é a sua essência nem a sua definição: é o falso pretexto de que ele se utiliza para controlar ditatorialmente a sociedade.

Trair suas promessas não é, portanto, um “desvio” do programa comunista: é a sua essência, a sua natureza permanente, a condição mesma da sua subsistência.

Compreensivelmente, é esse mesmo caráter dúplice e escorregadio que lhe permite ludibriar não somente a massa de seus adeptos e militantes, mas até seus inimigos declarados: os empresários capitalistas. Tão logo estes se deixam persuadir do preceito marxista de que o modo de produção determina o curso da vida social e política (e é quase impossível que não acabem se convencendo disso, dado que a economia é a sua esfera de ação própria e o foco maior dos seus interesses), a conclusão que tiram daí é que, enquanto estiver garantida uma certa margem de ação para a iniciativa privada, o comunismo continuará sendo uma ameaça vaga, distante e até puramente imaginária. Enquanto isso, vão deixando o governo comunista ir invadindo e dominando áreas cada vez mais amplas da sociedade civil e da política, até chegar-se ao ponto em que a única liberdade que resta – para uns poucos, decerto – é a de ganhar dinheiro. Com a condição de que sejam bons meninos e não usem o dinheiro como meio para conquistar outras liberdades. Ao primeiro sinal de que um empresário, confiado no dinheiro, se atreve a ter suas próprias opiniões, ou a deixar que seus empregados as tenham, o governo trata de fazê-lo lembrar que não passa do beneficiário provisório de uma concessão estatal que pode ser revogada a qualquer momento. O sr. Silvio Santos é o enésimo a receber esse recado.

É assim que um governo comunista vai dominando tudo em torno, sem que ninguém deseje admitir que já está vivendo sob uma ditadura comunista. Por trás, os comunistas mais experientes riem: “Ha! Ha! Esses idiotas pensam que o que queremos é controlar a economia! O que queremos é controlar seus cérebros, seus corações, suas vidas.” 
E já controlam.


Fonte: http://www.averdadesufocada.com/index.php/voc-sabia-especial-89/10526-120414-o-comunismo-real-

Em defesa da meritocracia (parte 1)

Autor Pedro Albuquerque

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Churchill uma vez celebremente declarou que “a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as outras formas que foram experimentadas de tempos em tempos”. É interessante notar que Churchill foi sábio ao excluir formas de governo ainda não experimentadas de sua afirmação. De fato, se comparada aos regimes políticos que durante a história se ofereceram como alternativas aos regimes democráticos, como a monarquia absolutista, a teocracia, o fascismo e o comunismo (entre outras formas de oligarquias) e a eventual anarquia revolucionária, não creio que existam dúvidas entre pessoas politicamente sensatas de que a democracia tenha sido a forma de governo que mais contribuiu para o avanço da humanidade.
Para evitar, porém, que caiamos na armadilha do fetichismo democrático, aqui definido como a crença ingênua de que o “governo do povo, pelo povo e para o povo” (de acordo com Lincoln) seria condição suficiente para que uma nação encontre seu nirvana político, é necessário fazer duas observações a respeito da declaração de Churchill. Primeiro, que quando ele usou o termo “democracia” ele se referiu evidentemente às formas de governo mistas encontradas nas sociedades abertas ocidentais, que jamais representaram democracias puras. Segundo, que a frase mostra que Churchill acreditava que tal “democracia” é um sistema imperfeito de governo, que pode ser aperfeiçoado, como provado pelas inúmeras causas e reformas políticas, nem sempre liberais ou democráticas, diga-se de passagem, que patrocinou como estadista.
Outra crença ingênua do fetichismo democrático é a de que a cura para os problemas das democracias reais passa por torná-las ainda mais democráticas. É perfeitamente possível, porém, que o excesso de democracia seja o verdadeiro problema. É bem sabido, por exemplo, que o poder democrático deve ser moderado por uma constituição (regras formais) e por regras informais que estão acima da vontade da maioria. Por exemplo, numa democracia pura uma maioria formada por pessoas de olhos escuros pode decidir plebiscitariamente pelo extermínio da minoria de olhos claros. Ainda que absurda, a decisão seria democrática e legítima, pois representaria a vontade da maioria expressa pela via do voto. É para evitar tais absurdos e limitar os poderes democráticos que servem os regimes constitucionais e as regras informais de interação social.
Os limites aos poderes democráticos não estão restritos, porém, à existência de regras universais. É fundamental reconhecer o papel alternativo ou complementar na democracia de um dos principais pilares das sociedades abertas: a meritocracia. Regimes meritocráticos alocam poder decisório de acordo com o mérito, definido como o grau de capacitação no exercício de funções socioeconômicas. A aquisição de competência via educação e treino e sua certificação é um típico arranjo meritocrático, onde a capacidade de decidir é reconhecida publicamente via titulação. Infelizmente, a meritocracia tem sido frequentemente esquecida, pouco compreendida, e até mesmo difamada no debate político contemporâneo.
A meritocracia está presente em diversos aspectos de sistemas políticos e econômicos tidos como bem sucedidos. O mercado livre, por exemplo, é uma das mais importantes instituições meritocráticas descentralizadas existentes, um fato ignorado até mesmo por economistas. Nele, aqueles que ofertam bens ou serviços obtém uma contrapartida à sua cessão equivalente ao valor determinado pelo mercado, e aqueles que os demandam os adquirem desde que dispostos a arcar com a necessária contrapartida. O arranjo é meritocrático, pois o poder decisório decorre da capacidade econômica de quem oferta e de quem demanda.
Na segunda parte deste artigo, explicarei como a meritocracia oferece uma alternativa à alocação via mercados livres nos casos onde estes inexistam ou não sejam considerados aceitáveis como regra de alocação. Falarei também sobre o estado da meritocracia nas sociedades abertas, e sobre a importância da meritocracia para países nos quais ela permanece pouco desenvolvida.
Fonte: http://ordemlivre.org/posts/em-defesa-da-meritocracia-parte-1--4

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Chega de ser bonzinho

Escrito por Flavio Quintela
Durante as últimas semanas fiz a revisão da tradução de um livro que será em breve publicado, chamado Ponerologia. O autor, Andrew Lobaczewski, viveu na Polônia e passou pela amarga experiência da ditadura Soviética. É uma obra sensacional, daquelas que mudam a vida de quem lê. O título, “Ponerologia”, é o nome que Lobaczewski dá à sua nova ciência, cujo objeto de estudo é a gênese do mal, ou seja, os mecanismos pelos quais as sociedades permitem que psicopatas assassinos cheguem ao poder e de lá comandem as mais terríveis tragédias humanas.

O autor usa como base de seu trabalho um estudo minucioso sobre as doenças da personalidade, causadas tanto por hereditariedade como por danos físicos ao cérebro. O destaque é sempre para os psicopatas, que têm seu modo próprio de pensar e enxergar a vida, totalmente diferente daquele das pessoas normais. O psicopata vê seus semelhantes – os outros psicopatas – como humanos, da mesma espécie, mas vê as pessoas normais como seres inferiores, cuja vida não vale nada a não ser que possa ser útil aos seus propósitos. Infelizmente, esse tipo de gente – pessoas doentes, sem cura – encontra nas sociedades modernas uma estrutura que os catapulta aos cargos de liderança política, de onde podem colocar em prática todos os seus planos de dominação e poder. É o que estamos vivendo hoje no Brasil.

Como lidar com essa gente? Com certeza não é tentando curá-los, pois a psicopatia não tem cura. O ideal, como o próprio autor do livro recomenda, é criar defesas da sociedade contra a ascensão desses tipos ao poder. Mas no nosso caso isso já não é mais possível, pois temos psicopatas nos governando neste momento, nos levando cada vez mais para dentro de seus infernos particulares. E volta a pergunta: como lidar com essa gente? Minha sugestão particular, e título deste artigo: chega de ser bonzinho. Nós somos educados a dar a outra face, a transcender, a relevar, e ao mesmo tempo que o revide é ruim, que responder é falta de educação e que palavrão é a coisa mais feia do mundo. Tudo isso pode ser verdade quando estamos falando de uma relação entre duas pessoas normais, mas não quando estamos lidando com desequilibrados de alma assassina.

Estamos numa guerra cultural com a esquerda, não há como negar. Nesta guerra enfrentamos diariamente oponentes dos mais diversos tipos. Precisamos saber identificá-los e aplicar estratégias de ataque diferentes para cada um deles, tendo sempre como objetivo vencer as batalhas individuais para, quem sabe, daqui trinta anos, vencer a guerra também.

O primeiro tipo que encontramos pela frente é o esquerdista bocó. Ele gosta da esquerda por uma questão meramente de aparências – a esquerda parece legal e justa para ele, já que prega a igualdade social e uma sociedade melhor. Ele nunca parou para ler sobre os regimes de esquerda e suas consequências nefastas, por isso acha confortável e bonito defender essa causa. Por não ter o menor embasamento ideológico e também por não militar ativamente pela causa, este é o tipo mais fácil de libertar. Mas não se engane: você não pode ser bonzinho com ele mesmo assim. A estratégia para este tipo de esquerdista é o uso de fatos incontestáveis que destruam as falácias em que ele acredita. Confronte o bocó com fatos, mostre a ele que toda essa bobagem poética de igualdade não passa de fachada para regimes assassinos, e bata sem dó até o nocaute. Aliás, usando a figura do esporte, o oponente mais forte nunca pode ficar com dó do mais fraco, sob pena de perder o jogo; da mesma forma, não podemos abrir mão da superioridade intelectual sobre o esquerdista bocó.

Seguindo, o segundo tipo com o qual nos deparamos frequentemente é o esquerdista acéfalo. Ele é algo como um esquerdista bocó que perdeu a virgindade intelectual. Explico: quando você confronta o bocó com a realidade, geralmente ele percebe o engodo em que havia caído, e abandona a “fé vermelha”. Mas, em alguns casos, mesmo após a exposição do sujeito à verdade, ele opta por continuar acreditando nas mentiras que o têm mantido cativo. Não sei bem se isso ocorre por falta de inteligência ou por falta de amor próprio, ou ainda por algum trauma psicológico, mas a esses esquerdistas, que escolhem viver em engano mesmo diante da verdade, eu dei o nome de acéfalos. Afinal, se não usam a cabeça para nada de útil, é como se nem a tivessem. No confronto com o esquerdista acéfalo não há muito o que fazer além do uso de xingamentos inteligentes. Afinal, se a verdade e a lógica não resolvem, não é um cafuné que irá fazer efeito.

O terceiro tipo é o esquerdista canalha. Alguém que não é ingênuo o suficiente para acreditar no esquerdismo sem nenhum estudo sobre o mesmo, e não é idiota o suficiente para acreditar no esquerdismo após estudar sobre o mesmo, só pode ser canalha para continuar defendendo algo que só trouxe desgraça para a humanidade. Aqui cabe a cautela de um bom lutador, sempre buscando o ataque. A estratégia com esse tipo de esquerdista é o desmascaramento puro, ou seja, atacar o discurso do canalha com perguntas desconcertantes que o forcem a admitir a maldade e a canalhice do que ele defende, ou que o façam cair em contradição imediata.

O último tipo é o que já mencionei no início do artigo, o esquerdista psicopata. Enquanto a luta for com psicopatas que ainda não têm acesso ao poder, é possível desmascará-los e trabalhar ativamente para que não cheguem a qualquer tipo de posição de liderança, sempre com os olhos bem abertos para possíveis retaliações, já que os psicopatas são extremamente vingativos. Assim como eles nos consideram seres sub-humanos, nós devemos entendê-los como quase não humanos, já que são capazes de atos cruéis que uma pessoa normal jamais aceitaria. Quase sempre os psicopatas, embora tenham uma facilidade muito grande de trabalhar no campo dos sentimentos das pessoas, são portadores de inteligências no máximo medianas, o que torna fácil vencê-los no campo das ideias e da intelectualidade. Infelizmente muitos psicopatas ocupam hoje cargos de poder, que os blindam contra o confronto direto. Contra esses não há nada a fazer a não ser trabalhar contra sua continuidade no poder. Em outras palavras, esses monstros não podem ser reeleitos, de modo algum.

Espero ter aguçado sua curiosidade sobre o assunto. Meu blog irá divulgar, com certeza, o lançamento do livro de Lobaczewski no Brasil, oportunidade em que o leitor poderá adquirir tão importante obra. Enquanto isso não acontece, vale a pena praticar o embate com os diversos tipos de esquerdistas que cruzam a nossa frente. Já passou da hora de quebrar essa hegemonia que eles têm no Brasil. E chega de psicopatas no poder.

Flavio Quintela, escritor, edita o blog Maldade Destilada e está lançando, pela Vide Editorial, seu primeiro livro, Mentiram (e muito) para mim.
via midia sem mascara

Brasil tem 2,86% da população mundial e 11,4% dos assassinatos!

arma

O Brasil possui cerca de 200 milhões de habitantes. Em um mundo com 7 bilhões de almas, aproximadamente, isso corresponde a 2,86% do total. Mas quando o assunto é assassinatos, aí o Brasil cresce, e muito, em relação ao resto do mundo: temos 11,4% do total. É o que diz estudo da ONU recente:
Segundo o estudo da ONU , 437 mil pessoas foram mortas em 2012 no mundo; desses, 50.108 foram no Brasil. As maiores taxas de homicídios no planeta estão na América Latina e África.
O levantamento relata preocupação com o crescimento dos casos no Norte e Nordeste do país.
Segundo o texto, a taxa média de homicídios brasileira — 25,2 por cada 100 mil habitantes– é quatro vezes maior que a mundial, que ficou em 6,2 para 100 mil. 
A África é aqui! Segurança é tema prioritário no Brasil. Nossos jovens, principalmente os homens (um cínico, se quisesse agir como a esquerda faz com a questão das “minorias”, poderia dizer que é preconceito contra o sexo masculino!), morrem como moscas por conta da violência, da criminalidade, das guerras por poder no tráfico.
Mas a esquerda ainda acha que a solução é desarmar civis inocentes, blindar as favelas da ação da polícia “fascista”, e tratar os assassinos como “vítimas da sociedade”. Aí só nos resta disputar no photochart com os países africanos e com a Venezuela, líder em homicídios na América Latina e sob o modelo político-idológico que o PT defende…
blog do Rodrigo Constantino

Polícia para quem precisa????

BAHIA: Escolas e faculdades suspendem atividades após greve da PM

Da Redação

Algumas escolas particulares de Salvador decidiram suspender as atividades nesta quarta-feira, 16, por conta da greve dos policiais militares (confira abaixo lista de instituições que estão fechadas). Como a maioria das atividades entram em recesso a partir desta quinta, 17, as aulas só devem ser retomadas nesta terça, 22, após os feriados de Semana Santa e Tiradentes.
As faculdades e universidades de Salvador também suspenderam as atividades em decorrência do movimento dos PMs. A medida foi tomada pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Católica de Salvador (Ucsal), Faculdade da Cidade e Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge).

Fonte: Portal A Tarde
via blog 4 de maio

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Comunista apresenta projeto de lei para beneficiar a mídia chapa-branca dos esquerdopatas do governo



Deputada Luciana Santos, do PCdoB/PE
Alguns gostam de repetir, com ar de superioridade, que a Guerra Fria acabou, tentando, com isso, pintar anticomunistas como ultrapassados, gente parada no tempo. Há só um detalhe: tem que avisar aos próprios comunistas que a Guerra Fria não só acabou, como foi com a derrota dos comunistas!
Porque a turma ainda não sabe disso. Basta ver a própria Venezuela. Mas não é só lá. Aqui tem o pessoal bolivariano doido para transformar o Brasil em Cuba logo de uma vez, o sonho (pesadelo) perdido na década de 1960.
Vejam o projeto de lei que a deputada Luciana Santos, do PCdoB (não entendo porque partido nazista é vetado, mas comunista não), encaminhou ao Congresso. Seu objetivo: Cria o Fundo de Desenvolvimento da Mídia Independente, e dá outras providências. Eis parte do teor do monstro:
FDMI
Como justificação para o projeto, consta o seguinte:
Os trabalhos realizados pela subcomissão para analisar formas de financiamento da mídia alternativa, criada no âmbito da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, apontaram a necessidade da inovação legislativa no aspecto do fomento à mídia independente, o que se reflete na necessidade de instituir um Fundo destinado a garantir a viabilidade dos veículos de mídia independente dentro de um mercado de comunicação especialmente. 
Traduzindo: o governo tornaria o financiamento da imprensa chapa-branca mais transparente e oficial, com nossos impostos de forma direta. É que deve estar pesando no orçamento da Caixa, do Banco do Brasil e da Petrobras bancar tanta propaganda para fazer financiamento indireto dos soldados da causa, e acaba chamando a atenção a desproporção entre quanto vai para tais veículos e quanto representam da audiência da mídia.
O objetivo é claro: ter uma imprensa subserviente ao governo, bancada pelo estado, obediente. O eufemismo é o de sempre: democratizar a comunicação no país. A deputada disse: “Nossa intenção é promover o equilíbrio da balança da comunicação no Brasil e garantir que os veículos de comunicação independentes tenham condições para desenvolver bem o seu trabalho, que é fundamental para a democratização da comunicação no nosso país”.
Sei… é fundamental para a sovietização do Brasil, isso sim! É fundamental para ter militância fazendo proselitismo com nossos impostos, isso sim! É fundamental para transformar o Brasil em uma nova Cuba ou Venezuela, isso sim!
Alguém precisa avisar à esquerda radical que a Guerra Fria acabou e que eles perderam…
Rodrigo Constantino

A indústria das invasões: bandido continua sendo bandido com diploma de sociologia



Fonte: GLOBO
“Os comunistas sempre souberam chacoalhar as árvores para apanhar no chão os frutos. O que não sabem é plantá-las…” (Roberto Campos)
As cenas ontem na zona norte carioca impressionaram: invasores de um grande terreno da empresa Oi resistindo à ordem de reintegração de posse da Justiça, partindo para o ataque à polícia. Criminosos que se julgam acima das leis porque se protegem sob o manto do coitadismo, alegando que possuem o “direito” de ter uma moradia. O que vemos, na verdade, é uma verdadeira “indústria das invasões”.
editorial do GLOBO de hoje toca no assunto, demandando punição para esses que lucram com as invasões. Diz o jornal:
A maneira organizada como se deram invasão e ocupação, bem como o aparecimento imediato de “lideranças” a falar em nome dos invasores e a “infraestrutura” logística, além do histórico de casos similares, geralmente nas áreas mais carentes, são evidências de que o que houve na propriedade da Oi foi consequência da atuação de uma máfia fundiária, com lastro político, que evolui no subúrbio e na periferia do Rio.
O mascaramento da ação por alegadas motivações sociais e a manipulação política dos invasores, sempre um aspecto a considerar nessas ocasiões, são relevantes na invasão. Outro fato é que na raiz desses movimentos está a lucrativa atividade de fomentação de favelas. Sobre esta questão os organismos de segurança do estado parecem ainda não ter feito até hoje uma investigação mais profunda — pelo menos não se conhecem resultados. A gravidade da situação exige que a isso se proceda urgentemente.
A leniência em substituição à prevenção e a ações que se antecipem às invasões estimula ocupações, que levam a explosões de violência como a de ontem. Os prejuízos à cidade são enormes, desde o custo da mobilização policial e da depredação de propriedades, passando pelas pessoas envolvidas, que pagam pelos “lotes” e pelo material adquirido. É um caldo que reclama uma dura reação, baseada na investigação e punição judicial de quem manipula e de quem lucra com isso.
O Estado Democrático de Direito pressupõe como pilar básico o respeito às leis. A garantia da propriedade privada é o mais elementar de todos os direitos. Sem ela, estamos totalmente à mercê dos bandidos. Ninguém tem o “direito” de invadir a propriedade de terceiros. Infelizmente, ainda vivemos em um país cuja mentalidade é intoxicada pela esquerda radical, que rejeita essa conquista mais preciosa das sociedades desenvolvidas: a propriedade privada.
Por trás da invasão do terreno da Oi, havia, entre outras lideranças, um sociólogo (tinha que ser!). O líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) de São Paulo, Guilherme Simões, de 29 anos, era um dos invasores, e confirmou, em entrevista, ser “um dos representantes autorizados pelos líderes da ocupação a falar em nome das famílias dos trabalhadores”.
Trabalhadores trabalham, não vivem de invadir propriedade privada alheia. Quem prefere esse caminho normalmente é vagabundo e criminoso, mesmo que use a justificativa “sociológica” para seus crimes. São os “trombadinhas” que usam, de forma oportunista, sua ideologia coletivista para pilhar os bens de suas vítimas. Mas não se enganem: continuam apenas “trombadinhas”, com ou sem diploma de sociologia.
Rodrigo Constantino

As feministas e a cultura da castração


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Vejamos a história de Jackson, um jovem de 25 anos que mora no interior, em uma cidadezinha de não mais que 30 mil habitantes. Um local onde todos se conhecem. Namorando Angela, com a mesma idade que ele, ambos compõem um casal invejado por ambos os lados. Os homens invejam Jackson por namorar Angela. As mulheres invejam Angela por ela namorar Jackson.
Após três anos de namoro e mais 8 meses de noivado, um casamento é marcado. Entretanto, o relacionamento desmorona e poucos dias antes do cerimônia Jackson decide declinar do compromisso. Revoltada, Angela contrata dois capangas para castrar Jackson em uma emboscada sua própria casa às 4 horas da manhã. Seu pênis decepado é completamente destruído no liquidificador, para evitar qualquer possibilidade de reimplante. O objetivo de Angela estava atingido: destruir por completo a vida de Jackson.
Humilhado, Jackson decide viver como anônimo, enclausurado para sempre na casa dos pais. Não tem mais vontade de trabalhar, nem coragem de sair às ruas. Vítima de chacota, sua família é conhecida como a “família do castrado”. Nem sequer seus pais saem às ruas sem serem motivos de piadas e ridicularizações diversas.
Angela, por outro lado, vive para comemorar o sofrimento abominável ao qual condenou Jackson por toda sua existência. Sem a menor fibra e coragem para se vingar de Angela, Jackson hoje em dia não é mais nem sequer uma sombra de um ser humano. Sem coragem para se matar, ele sabe que cada dia de sua existência humilhada significa um dia a mais de regozijo para sua ex-noiva. Tudo poderia se resumir a uma história de sadismo inacreditável, mas ela não termina nos arredores do relacionamento do casal.
Angela é condenada a ridículos 6 anos de prisão em regime semi-aberto, tudo por causa de uma cultura de guerra de classes criada pelas feministas. Por isso, hoje em dia se uma mulher recebe um soco de homem, isso pode gerar para ele uma pena muito maior do que a de uma mulher que destrói a vida de um homem pela mutilação genital. (Na verdade, em uma sociedade com uma ética sadia, homens e mulheres deveriam sofrer penas similares por crimes similares)
Nada se compara, no entanto, à diversão descomunal que a castração de Jackson causa nas redes sociais. Muitas feministas, e outras tantas influenciadas por esse discurso, comemoram a emasculação de Jackson como se fosse um troféu. Piadas sádicas e desumanas são lançadas em quantidades descomunais.
Como podemos julgar uma sociedade na qual esse tipo de tratamento desumano a Jackson é incentivado? Como podemos avaliar um momento no qual seu sofrimento é tratado como um deleite para uma legião de pessoas influenciadas por um discurso de ódio? Como pode ser possível que uma parte dos formadores de opinião tenha se tornado tão orgulhosa de propagar um discurso somente cabivel para psicopatas?
Se você sentiu ânsia de vômito com essa história, saiba que ela não passa de um plágio descarado de um evento real, relatado recentemente na notícia do UOL falando de uma médica levemente condenada por mandar cortar o pênis do ex-noivo em Minas Gerais.
Na caixa de comentários da notícia, vemos a sensação de euforia de várias mulheres com o sofrimento de Jackson, ops, com a vítima da médica Myriam (foto). O ex-noivo de Myriam hoje é obrigado a viver anonimamente, diante de não apenas uma quantidade inacreditável de humilhações automáticas em sua cidade, como também a satisfação psicopática de pessoas que hoje entendem os homens como não merecedores de respeito.
Em tempos onde temos a Lei Maria da Penha, não existe nenhuma lei para fazer justiça ao relação ao ocorrido com ex-noivo de Myriam. Ao contrário, ele é obrigado a ver Myriam “curtindo a vida adoidado”. Coisa que ele jamais vai poder fazer de novo.
A reação na caixa de comentários da notícia é apenas a reprodução de um padrão duplo criado pelas feministas, no qual um estupro contra uma mulher é condenável (com justiça), mas a castração de um homem é não apenas tratada como engraçada, mas também motivo de inacreditável euforia. Estou exagerando? Então veja abaixo um vídeo da TV norte-americana:



Jackson (nome fictício) é mais uma vítima da cultura da castração criada pelas feministas. Por exemplo, quando o Pagu Funk lançou um vídeo dizendo que as mulheres deveriam cortar a genitália dos homens que elas não gostassem, Lola Aronovich saiu em defesa exacerbada do grupo. Em outras palavras, as feministas promovem esse tipo de barbárie intencionalmente.
Já passou do momento de uma campanha mostrando que os homens não merecem ser castrados e que todas as feministas que apoiarem essa ideia (e que hoje vibram com o “sucesso” de Myriam) não passam de monstros morais, dignos de rejeição social e denunciações nos termos mais fortes possíveis.
Fonte: http://lucianoayan.com/2014/04/04/as-feministas-e-a-cultura-da-castracao/

domingo, 13 de abril de 2014

Brasil: Governo financia ditaduras com dinheiro público


A ótima reação de Rachel Sheherazade contra a escória dos censores governistas

 


wallace
Na guerra política, se for para morrer, é melhor morrer atirando. Essa deveria ser uma regra para grande parte da direita. Hoje em dia Rachel Sheherazade resolveu encarar esse princípio.
Ciente de que a escória moral do Brasil se juntou para tentar censurá-la, ela resolveu abrir a boca na hora certa, ou seja, antes dos seus inimigos conseguirem seu intento.
A apresentadora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, negou rumores de que foi afastada de seu posto no telejornal e de que sofre retaliações no SBT. Em entrevista por e-mail à Folha, disse que a emissora “sempre apoiou a liberdade de pensamento e expressão”.
Sheherazade não aparece na bancada do telejornal do SBT desde 28 de março, quando anunciou suas férias até o dia 14 de abril no Twitter. Ela ficou conhecida por seus comentários de teor conservador e causou revolta quando disse compreender o comportamento de pessoas que amarraram um assaltante a um poste no Rio.
A apresentadora diz que sofre retaliação fora do SBT. “Há uma pressão política muito forte para que eu seja calada. PSOL e PCdoB entraram com representações contra meu direito de opinião e tentam cercear minha liberdade de expressão chantageando a emissora onde trabalho”, disse.
Ela diz que os partidos “ameaçam cortar verbas publicitárias estatais e até pedir a perda de concessão da emissora”.
“É clara a tentativa de censura por meio de intimidação. Não é possível que, em plena democracia, a mordaça prevaleça sobre a liberdade de expressão”, afirma a apresentadora.
Sheherazade se refere a representações movidas pelos partidos políticos na Procuradoria-Geral da República. Em fevereiro, a bancada do PSOL no Congresso protocolou uma representação para que SBT e Sheherazade respondam civil e criminalmente por apologia ao crime.
Em março, foi a vez do PCdoB. A bancada do partido na Câmara entrou com representação também contra a apresentadora e a emissora por crime de apologia e incitamento ao crime, à tortura e ao linchamento.

Liderada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a recomendação pediu ainda à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República que reveja as verbas publicitárias repassadas pelo governo ao SBT.
“Nós não queremos calar a Sheherazade. O que a gente não admite é que o SBT dê guarida à incitação ao crime. Uma coisa é a liberdade de expressão e de opinião. Outra coisa é cometer apologia ao crime”, disse Feghali à Folha.

O Ministério Público Federal em São Paulo confirmou que avalia a parte da representação que diz respeito às verbas publicitárias da União.
Em entrevista ao site Congresso em Foco, falando em tese e ressaltando não conhecer bem o caso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse ver com “muita preocupação” a denúncia contra a apresentadora.
Agora é momento de averiguarmos a “lógica argumentativa” da extrema-esquerda. Eu espero que Jandira Feghali seja muito melhor produzindo esfirras e kaftas em seu restaurante árabe (onde uma Coca Cola custa R$ 8,90) do que elaborando argumentos, pois, em termos lógicos, ela é tão intelectualmente desonesta quanto simplória.
Veja como funciona a heurística que ela repete em ritmo bate-estaca:
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