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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

"O PT é Totalitário, Cínico, Criminoso e Antidemocrático"


imagem: http://www.afecatolica.com/products/sou-catolico-a-posso-ir-para-as-ruas-me-manifestar-/

Como desmascarar um Marxista

Cai mais um mito fundamental do PT: a desigualdade aumentou nos últimos anos!

Os milionários estão rindo à toa com Dilma e Lula, inclusive o próprio Lula
Não gosto do foco obsessivo de muitos na questão da desigualdade, e por motivo bem simples: o que importa é o nível absoluto de miséria, a qualidade de vida dos mais pobres, não a relação entre eles e os mais ricos. Afinal, ao contrário do que pregam os marxistas, economia não é jogo de soma zero, onde João é rico porque Pedro é pobre. João e Pedro podem melhorar de vida juntos, o que normalmente acontece sob o capitalismo de livre mercado.
Dito isso, a desigualdade parece ser a prioridade para a esquerda, especialmente para o PT. Incapaz de criar um ambiente propício ao crescimento econômico, tendo produzido apenas um quadro de estagflação, o governo Dilma apelou para a bandeira da redução da desigualdade, citada com ênfase ontem mesmo, no debate da CNBB. Mas é mentira!
Como mostrou a excelente reportagem de Ana Clara Costa na Veja nesta terça, o que aumentou nos últimos anos foi a concentração de renda! É mais um mito – um fundamental mito para a campanha petista – que vem abaixo. Eis o que mostra a estatística do Ipea, que ninguém dirá trabalhar contra os interesses do governo, tanto que esconde o resultado:
Está engavetado no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) um estudo inédito que mostra uma realidade bem diferente da que vem sendo pregada pelo PT na campanha eleitoral de Dilma Rousseff. O documento, ao qual o site de VEJA teve acesso, mostra que a concentração de renda aumentou no Brasil entre 2006 e 2012. Dados do Imposto de Renda dos brasileiros coletados por pesquisadores do Instituto mostram que os 5% mais ricos do país detinham, em 2012, 44% da renda. Em 2006, esse porcentual era de 40%. Os brasileiros que fazem parte da seleta parcela do 1% mais rico também viram sua fatia aumentar: passou de 22,5% da renda em 2006 para 25% em 2012. O mesmo ocorreu para o porcentual de 0,1% da população mais rica, que se apropriava de 9% da renda total do país em 2006 e, em 2012, de 11%. Os dados referentes a 2012 correspondem aos mais recentes apurados pela Receita Federal.
[...] A principal conclusão do estudo é que a concentração de renda entre a parcela mais endinheirada, segundo os dados tributários, é muito superior àquela verificada nos dados revelados pelos brasileiros ao recenseadores do IBGE, sem que haja qualquer tendência de queda. Entre 2006 e 2008, por exemplo, ano em que as políticas de transferência do governo eram alardeadas por Lula, houve o maior aumento de concentração de renda na fatia de 1% mais ricos. O mesmo salto ocorreu entre 2010 e 2011.
[...] Os dados do Ipea são significativos porque contrastam com a retórica de antagonismo à elite e aos bancos exibida pelo PT durante a propaganda eleitoral. Num Brasil onde os ricos ficaram mais ricos, o discurso do partido mostra-se artificial. Há cerca de duas semanas, ao ver sua candidatura ameaçada pela ex-senadora Marina Silva (PSB), que havia disparado nas pesquisas de intenção de voto, a presidente Dilma Rousseff vem lançando mão de ataques à rival. Sua estratégia preferida tem sido dizer que, se Marina ganhar, dará independência ao Banco Central — o que, na cartilha petista, significa entregar o país a banqueiros que, segundo imagens exibidas na TV, tirarão não só os empregos dos brasileiros, como também a comida de suas mesas.
Ao tratar os tais 1% dos mais ricos como um grupo estanque, esses economistas seguidores de Thomas Piketty cometem um grave erro. Pode haver mobilidade nas camadas dos mais ricos, nomes tradicionais podem sair com o tempo, e raramente lembramos de famílias abastadas que permanecem nessa situação por várias gerações.
Quanto mais liberdade econômica, mais verdade há na máxima “avô rico, filho nobre e neto pobre”. Não é fácil manter a herança em um mundo competitivo. Sem investir na competitividade, novos concorrentes logo desbancam impérios estabelecidos. Mas é bem mais fácil mantê-la ou expandi-la em um ambiente de capitalismo de estado ou de laços, análogo ao feudalismo.
Em simbiose com o estado, esses grandes grupos conseguem erguer barreiras que dificultam a competição e garantem seus privilégios. É exatamente o que o PT vem fazendo. Subsídios do BNDES, barreiras protecionistas, isenções pontuais, seleção de “campeões nacionais”, tudo isso leva ao aumento da concentração de renda, e da pior forma possível, pois não há meritocracia. É a “amizade com o rei” que vale mais. Por que outro motivo o grupo JBS doaria mais de R$ 100 milhões para as campanhas?
O BNDES talvez seja o maior instrumento de concentração de renda do Brasil, e ele aumentou muito de escopo durante a gestão do PT, chegando a desembolsos anuais na casa dos R$ 200 bilhões. Aécio Neves já declarou: se vencer, acaba o “Bolsa Empresário”. É esse o caminho se quisermos retirar os entraves para o livre funcionamento da economia, para que possa prevalecer a meritocracia, a justa remuneração pela eficiência.
O PT de Dilma não foi capaz de produzir mais riqueza, apenas muita corrupção, mais inflação e, agora sabemos, mais concentração de riqueza também. Não resta mais bandeira alguma ao partido. Apenas as mentiras…
Rodrigo Constantino

Ignorância Abençoada

por 

Artigo publicado no Correio Popular de Campinas, seção Opinião, edição de 22 de agosto de 2014.
O final do século vinte nos trouxe uma das mais poderosas ferramentas de disseminação de conhecimento já vistas pelo homem, a internet. Desde o primeiro e-mail que enviei, quando ainda estava na faculdade, até hoje, passaram-se apenas vinte anos, mas a quantidade de avanços tecnológicos na área de telecomunicações foi imensa, permitindo que atualmente qualquer pessoa que possua um celular com plano de dados acesse desde o último vídeo do funkeiro do momento até as obras da maior biblioteca do mundo, a Biblioteca do Congresso, nos Estados Unidos. E é justamente esse amplo acesso à informação, jamais presente na história do homem em épocas anteriores, que se apresenta a nós como um paradoxo: mesmo diante de um oceano quase infinito de livros, dados, reportagens, aulas, poemas, contos, canções etc., todos a alguns toques de dedos de distância, a maioria das pessoas se aprofundou na ignorância, num movimento completamente oposto ao que o senso comum nos levaria a esperar.
Existe um ditado popular na língua inglesa que diz “A ignorância é uma bênção”. Esse ditado nunca pareceu tão verdadeiro como hoje. Parece que essa massa de dados e informações atingiu o homem comum como um grande peso sobre seu peito. Talvez uma analogia mais clara seja a de uma pessoa que está morrendo de sede e é jogada em um grande tanque de água, mas sem saber nadar. Assim como a água é o desejo físico do corpo sedento, a informação é o desejo da mente submetida à aridez de ideias. Mas assim como o corpo não treinado para nadar se afoga na abundância da água, também se afoga a mente não treinada na abundância de informações. E ali, circundada por algo que não pode vencer, ou que não acredita que pode vencer, a pessoa se agarra a qualquer coisa que a mantenha flutuando, e constrói sua ilha de ignorância. Afinal, a ignorância só pode ser uma bênção se ela for de alguma forma salvadora.
Mas há mais. Essa ilha não é deserta, de forma alguma. Uma das grandes atrações da ignorância é seu caráter inclusivo: sempre há espaço para mais gente, e lá nunca se está sozinho. Muitas pessoas que conseguem romper barreiras e ascender intelectualmente experimentam em seguida um sentimento de solidão. Acabam descobrindo que aquele ilha era na verdade um continente populoso, e que a viagem agora é através de lugares bem mais ermos. A busca pe
lo conhecimento acaba se tornando uma busca pela verdade, e a busca pela verdade se dá em caminhos cada vez mais solitários. Cada nova descoberta, cada esclarecimento que penetra a mente e depois a alma, traz consigo um pouco mais dessa solidão mental. E por mais que alguém nessa jornada queira se manter próximo a todos os que sempre estiveram ao seu lado, essa proximidade se torna cada vez mais predominantemente física. E então é chegado o ponto em que todo viajante intelectual já enfrentou ou irá enfrentar, quando aquela pergunta vem à mente: essa busca vale a pena? É realmente melhor buscar o conhecimento e a verdade, e fazer parte de um grupo cada vez menor? Não seria melhor simplesmente aceitar a bênção universal da ignorância e viver feliz com as coisas mais simples da vida?

Tenho uma notícia boa e uma ruim para você que já fez essas perguntas. Vamos primeiro à ruim: você não tem como voltar atrás. É como o cego que passa a enxergar e não consegue mais viver de olhos fechados. Mas não há porque se desesperar. A notícia boa é que você foi feito para isso. Nossa diferença para os outros animais é a capacidade de questionarmos nossa própria existência, e com isso mudarmos tudo ao nosso redor. Criamos coisas belíssimas em nossa breve história, tesouros radiantes que conseguem refletir o toque de divindade que nos foi dado em nossa criação. A humanidade tem muito de que se envergonhar, não há dúvida, mas há tanto mais para se orgulhar, na arte, na ciência, na filosofia. E o que foi produzido de melhor por aqueles que hoje chamamos de gênios, só o foi por uma simples razão: eles se dispuseram a abandonar o conforto da ignorância e se aventuraram pelo desafio solitário de conhecer, de superar, de exceder, de fazer jus à condição de ser humano.
 Flavio Quintela é bacharel em Engenharia Elétrica, escritor, tradutor, e membro do IFE Campinas. É o autor do livro “Mentiram (e muito) para mim”.
Fonte: http://maldadedestilada.wordpress.com/2014/08/24/ignorancia-abencoada/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

As minorias raivosas – artigo do GLOBO

Quem parece mais a KKK hoje são os movimentos das “minorias”, intolerantes e autoritários
Aquilo que começou como uma demanda legítima, a luta por direitos iguais para determinadas minorias, tornou-se um movimento organizado e intolerante que busca privilégios, rejeita a igualdade perante as leis e asfixia as liberdades individuais, ao ignorar a menor minoria de todas: o indivíduo.
O pêndulo exagerou para o outro lado, e hoje corremos o risco de viver sob uma ditadura do politicamente correto, em que a narrativa de vitimização coletivista impede qualquer debate racional. Gente rancorosa, sem senso de humor, sem capacidade de tolerar as divergências, tem tomado conta dessas bandeiras “progressistas” e, em nome das minorias, ataca com virulência todos aqueles que não rezam pela mesma cartilha.
Dois casos recentes demonstram como as coisas saíram do controle. No primeiro, uma torcedora do Grêmio se exalta em um estádio de futebol e xinga o goleiro de “macaco”, ato execrável que merece repúdio. Mas a reação é desproporcional. Os “fascistas do bem” assumem a face de herdeiros da abjeta Ku Klux Klan com o sinal invertido, e querem apedrejar sua casa, estuprá-la, queimá-la viva.
Uma turba ensandecida passa a aplaudir os “justiceiros”, como se não bastasse a punição legal. Querem sangue. Querem linchamento público. E todo esse ódio, claro, em nome de seu combate ao preconceito e à intolerância. São almas bondosas, dispostas a sacrificar alguns para purificar o mundo de todos os pecados.
Leia mais aqui.
Rodrigo Constantino

O islão é uma ideologia política


O islão não é uma religião; é um sistema político e social integral. Maomé não era só um líder espiritual mas um governante e um conquistador. O islão propagou-se desde o início da sua história porque tinha o poder político do estado islâmico por trás. Aqueles que alegam que o islão é uma religião estão apenas a propagar um mito islâmico.
No islamismo não há distinção entre a lei de Allah e a lei do estado. O mesmo Allah que criou o Alcorão criou as leis políticas que governam as sociedades islâmicas (com o "sucesso" que todos sabemos).
Os líderes políticos dos estados islâmicos governam na sombra de Allah, o deus dos maometanos. Durante a violenta história do islamismo os califas não eram só os líderes do estado islâmico, mas também o Amir al-Mu'minin, o "Comandante dos Fiéis".
Aos Cristãos é dito para “Dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21), no entanto não há tal distinção e obrigação na ideologia maometana. No islão não há "César": Allah é o chefe do estado, Muhammad é o seu profeta ele ensinou e governou no nome de Allah.
Um crença fundamental da ideologia islamita é que a sharia pode (deve) funcionar como a constituição dos países islâmicos; mais uma vez, não pode haver outra lei para além da lei de Allah a governar os destinos da sociedade política islâmica.
O islão é a única "religião" que tem a sua própria organização política, a OIC, composta por 56 países muçulmanos. Como se pode ler neste artigo, os islão e os valores democráticos dos países ocidentais são mutuamente exclusivos.
Enquanto que os países ocidentais são países com muitas religiões no seu interior, no mundo islâmico há uma "religião" dispersa entre muitas nações. Existe uma "Organization of the Islamic Conference" mas não há uma organização análoga para os Católicos, Budistas ou Hindus.
Se o islão fosse apenas uma religião não haveria problemas com a imigração islâmica, mas como o islão é um sistema político com leis próprias e a nação própria (dar al-islam), os muçulmanos a viver nos países ocidentais têm a obrigação de se tornarem Mujahideen e lutar para que o país anfitrião se sujeite à sharia.



Qualquer pessoa que diga que o islão não é um sistema político está a mentir ou é ignorante dos factos.

Fonte: http://perigoislamico.blogspot.com/2011/06/o-islao-e-uma-ideologia-politica.html

A aceitação da pedofilia ainda será pauta na agenda nefasta dos “progressistas”, podem apostar!

Ensaio sensual da Vogue Kids com crianças
Fenômeno da modernidade: juventude cada vez mais precoce e adolescência cada vez mais longa. As crianças na mais tenra idade já são estimuladas a agir como adultos em relação à sexualidade, enquanto verdadeiros marmanjos continuam agindo feito adolescentes mimados e irresponsáveis. É algo espantoso!
Nessa sexualidade cada vez mais precoce, em tempos de relativismo moral exacerbado, constará como pauta na agenda “progressista” a relativização da pedofilia também. Não digam que enlouqueci ou sou paranoico. Na verdade, já ocorre isso, e era para estar em estágio bem mais avançado, não fosse a estratégia de cuspir na Igreja Católica acima de tudo.
Como escândalos envolvendo padres e garotos vieram à tona nas últimas décadas, a esquerda revolucionária, que subverte todos os valores morais, achou melhor recuar no tema da pedofilia, pois tinha nele uma arma poderosa para denegrir a imagem dos católicos. Tratou-se de recuo tático.
Não poderiam ao mesmo tempo propagar a ideia de que a pedofilia não é nada demais e demonizar os casos dentro da Igreja. Na dúvida, acharam melhor focar as energias contra o catolicismo. Mas agora já ensaiam novos passos na defesa – ou relativização – da pedofilia. Duvida? Então veja o que aconteceu com essa revista:
Uma liminar (decisão provisória) da Justiça determinou que a editora Globo interrompa a distribuição e retire de circulação os exemplares já distribuídos da revista “Vogue Kids”, encartada neste mês com a “Vogue”. A publicação já vinha sendo criticada por publicar fotos de meninas menores de idade em poses sensuais, vestidas de biquíni.
A decisão foi divulgada na noite desta sexta-feira (12) pelo MPT (Ministério Público do Trabalho), que havia entrado com uma ação cautelar contra a venda da revista, acatada agora pelo Juízo Auxiliar da Infância e Juventude do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). A ação corre em segredo de justiça.
As queixas em relação ao ensaio “Sombra e Água Fresca” da revista chegaram ao Ministério Público Federal e Estadual e à Polícia Federal na quinta (11). Para o MPT, ela viola o princípio da proteção integral à criança previsto pela Constituição.
Fotos sensuais com meninas de dez anos! Que pais compactuam com isso? A revista tenta se justificar, diz que as fotos retratam as modelos infantis em um “clima descontraído”. Então é isso: vamos estimular pequenas Lolitas com o argumento de que tudo não passa de um “clima descontraído”. Afinal, ser mais recatado com crianças é coisa de “reacionário”, não é mesmo?
Em Esquerda Caviar, já havia cantado a pedra:
O jornal britânico de esquerda, The Guardian, publicou um artigo no começo de 2013 chamadoPaedophilia: bringing dark desires to light, em que até mesmo a pedofilia é tratada como algo quase normal. O jornal deu espaço para Sarah Goode, da Universidade de Winchester, expor sua opinião de que um em cada cinco adultos são capazes, em certo grau, de ser sexualmente despertados por crianças.
Não satisfeita, Goode pensa que a compreensão é o caminho para lidar com a questão, e que permitir que pedófilos sejam tratados como cidadãos ordinários, com os mesmos padrões morais dos demais, respeitando e valorizando aqueles que conseguem escolher a restrição autoimposta, só traria ganhos à sociedade.
Os resultados dessa propaganda esquerdista começam a aparecer. Um rapaz foi preso no interior de São Paulo no começo de 2013 por abusar de seus próprios sobrinhos. No depoimento, apelou para a vitimização: era “vesgo e feio”, e era muita “tentação” trabalhar com aquelas crianças. No mais, ele mesmo fora abusado na infância, segundo alegava. Logo, queria “tratamento”, em vez de prisão.
Os intelectuais de esquerda infantilizaram tanto a humanidade, com a crença de que ninguém mais é responsável pelos seus atos, que chegaram ao limite de tolerar ou mesmo até respeitar os pedófilos! São infantis “inocentes” defendendo os infantis monstruosos. Será que a revolução cultural marxista não tem mesmo limites? Até onde vai na confusão entre liberdade e libertinagem?
Todo cuidado é pouco, caros leitores, pois essa turma não vai abandonar sua revolução cultural em curso. É preciso rasgar todos os valores, toda a ética, pois somente assim aquilo que é mais podre, mais abjeto, mais nefasto poderá ser visto como absolutamente normal. Afinal, nada é normal, i.e., tudo é normal. Até mesmo os pedófilos…
Rodrigo Constantino

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Militantes do PT impedem comício de Marina. Mas é só “debate de ideias” viu?

Outros

A indústria de mentiras do PT agora surgiu com mais uma tática: converter todos os seus ataques torpes em “debate político”. É por isso que o partido tem a cara de pau de mentir dizendo que Marina vai acabar com o pré-sal, e que a autonomia do Banco Central (prática de todo mundo civilizado) é feita para dar poder aos banqueiros e daí por diante.
Qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe que estamos diante de interdições de debate por pessoas com problemas morais sérios. O que, na ótica trotskista/stalinista, é plenamente legítimo. Mas daí Dilma surge com o discurso de negação, mais falso que menstruação de travesti:
Acho que a campanha tem que ser do mais alto nível. Considero alto nível discutir proposta. Ninguém pode se dá por satisfeito por não discutir proposta. Não tenho atacado, eu divirjo. Isso é democracia. Uma eleição é onde se debate.
Então o truque é esse. Mentir feito um bando de psicopatas e a partir do momento em que alguém reclamar, é só dizer, com expressão angelical: “Jamais ataco, só divirjo de ideias”.
Que sabe ela também ache que a convocação de militantes para atrapalhar campanha de Marina em Brasília é apenas “debate”:
Em mais um esforço do PT para minar a campanha da candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, o partido convocou de última hora militantes para abafar o ato que a presidenciável realiza na manhã deste domingo em Ceilândia, cidade a trinta quilômetros de Brasília. Acompanhada por Rodrigo Rollemberg (PSB), que concorre ao governo do Distrito Federal, Marina viu seus jingles e peças de publicidade eleitoral serem abafados pelo aparato montado pelo PT.
Ao site de VEJA uma militante petista confessou que foi convocada nesta manhã para “atrapalhar” o ato e que recebe 900 reais mensais para ficar à disposição do partido. Bandeiras do PT, carros de som e militantes uniformizados invadiram o evento do PSB. Nas últimas eleições presidenciais, em 2010, Marina conquistou 41% dos votos no Distrito Federal.
Mais uma vez está claro que qualquer atributo que um petista usar para si próprio (como sempre, elogioso) e para o oponente (como sempre, ofensivo) sempre será baseado em truque para obter vantagem. Basicamente é assim: “debate” é qualquer coisa que eles fizerem em benefício próprio durante uma campanha, e “mentira” é qualquer argumento lançado contra eles.
Este é um dos grandes problemas do PT: eles são definitivamente um partido antissocial, e por isso qualquer forma de diálogo com eles torna-se impossível. A linguagem para eles é uma arma.
Fonte: http://lucianoayan.com/2014/09/14/militantes-do-pt-impedem-comicio-de-marina-mas-e-so-debate-de-ideias-viu/

POBRISMO IDEOLÓGICO


Vejam, leitores, que interessante: uma caveira cheia de baratas numa caixa vermelha. Dizem que é "arte", e argentina, como poderia ser de qualquer país, pois todos possuem essas excrescências chamadas "arte'. O tema foi tratado na revista Veja, ao comentar o que acontece na última edição da Bienal de Arte de São Paulo. Muitos dos nossos artistas plásticos cucarachas, que nutrem horror ao clássico e ao acadêmico, investem sempre pressurosos no "criativo". Mas nesta busca desesperada de "criatividade" só conseguem ser grotescos. Ou vocês, em sã consciência, têm admiração pela tal "arte" caveirosa?


Vejam outra cena grotesca. Um artista do Pará utiliza fotos de bandidos até bem providos fisicamente, para mostrar que são oprimidos. Tudo isso é de um pobrismo intelectual que dá pena.
Vejamos algumas considerações da revista sobre a arte engajada e esquerdista:
- O pobrismo é um angu de caroço em que cabe a militância em favor das "minorias", a denúncia de supostas injustiças sociais e o ataque contra os inimigos de sempre, do capitalismo ao papa. Não faltam exercícios de relativização moral típica do marxismo jacu.
- Chamam os bandidos de "caboclos", mais vítimas da sociedade do que bandidos. Ora, o fato de um bandido ser sueco ou caboclo não faz dele menos criminoso, como querem os artistas.
- Os curadores de arte também apreciam o primo-irmão do pobrismo, o coitadismo.
- A arte pobrista é profundamente chata e a nova bienal consegue ser mais intragável que as duas edições anteriores.
- 55 artistas se rebelaram contra a presença de Israel entre os patrocinadores (só isso já desnuda o perfil ideológico vermelho dos atoleimados, fãs dos terroristas muçulmanos).
- Uma das obras de um canadense consiste de uma casinha de madeira que lembra um barraco de favela (ops, favela não: comunidade).
- O elemento que dá liga ao pobrismo é a pobreza de espírito. O ataque ao catolicismo perpetrado por um argentino prima por uma vulgaridade acachapante.
- O visitante da Bienal pode subscrever um abaixo-assinado que pede ao papa a abolição do inferno (?). O jornal L'osservatore romano, do Vaticano, é mostrado coberto de preservativos. (Vai ter mau gosto assim na Bienal!).
-Os fãs do pobrismo são em geral bem nascidos. Pobres de verdade não se reconheceriam no pobrismo e nem frequentam a Bienal.
- Ironicamente, o mote da mostra é "a bienal do invisível". Porém, não há nada mais concreto e palpável do que esse pobrismo de butique.
(Assinam a reportagem Marcelo Marthe e Mário Mendes).
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O pedido de abolição do inferno vai do grotesco ao idiota. Pobres de espírito mesmo, assinam uma tolice dessas. Vão trabalhar, malandragem. Respeitem o credo dos outros, vermelhos.
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Rápidas:
O ministro do STF Gilmar Mendes está correto. Não há porque ter medo do Lula e de sua corriola vermelha e nem da Polícia Federal.
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A roubalheira na Petrobrás, o novo mensalão do PT, está sendo chamada de "petrolão".
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Uma candidata do PSTU (sempre brabinha) exige o imediato rompimento das relações diplomáticas da nossa Marmelândia com Israel. Olha, moça, o seu partido é irmão siamês do partido que está no poder há doze anos. Já deu muito tempo para romper. Fale com a Dilma ou com o Lula. Por sinal, o Lula é bastante ridicularizado em Israel. Consideram-no apedeuta, mas pensam que ele ainda é o presidente.
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Interessantes estes partidos de esquerda (Psol, PCB, PC do B, PSTU) que fingem ser oposição. A CUT, UNE e MST também agem assim. São pelegos dos mais deslavados. Ou eles pensam que enganam?
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Impressiona-me a mudez patética de faixa significativa do pueblo brasileiro. Ou o Ibope comanda este estado de coisas estranho? Sabido é que nunca na história dezzte paizz se roubou tanto, se corrompeu tanto, se degradou tanto a família, os costumes, nunca a igreja católica se mostrou tão muda para não desagradar os poderosos vermelhos, com exceção de alguns padres corajosos e abnegados. E a candidata desta corriola está à frente das pesquisas, podendo ganhar. Das ovelhas militantes se espera isso, pois para socialistas não interessa o que o partido faça. Balindo devotas, votarão nele sempre. Mas o que me causa pasmo é a indiferença bovina do pueblo, de uma forma geral.
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Fonte: http://roberto-menezes.blogspot.com/2014/09/pobrismo-ideologico.html

Mais mentiras da Revolucão Comunista - Intrigas bizantinas na Terceira Roma

Por Guilherme Dalla Costa, publicado no Instituto Liberal
A Revolução Russa é geralmente retratada como uma odisseia do povo do Império Russo para libertar-se de um governo atrasado e quase feudal que dominava praticamente todo o Norte da Eurásia. É essa imagem que é desconstruída em História Concisa da Revolução Russa, do historiador polonês Richard Pipes. Vasculhando os arquivos soviéticos, Pipes usa registros de telégrafo, cartas, relatórios e diários pessoais para reconstruir um dos eventos mais marcantes do Século XX.
A Rússia da virada do Século XIX era muito parecida com a China de hoje: um país em rápida industrialização, disposto a abraçar os métodos ocidentais, mas não suas instituições. A única monarquia absoluta da Europa era um gigante que despertava e assustava o mundo, e as projeções da época, baseada na velocidade da industrialização e o crescimento populacional do país, indicavam que em 1950 a Rússia seria mais populosa e produziria mais do que toda a Europa somada. Apesar disso, o país não era sem contradições: enquanto os âmbitos econômico e acadêmico eram cada vez mais livres, com mobilidade social, ampla entrada de capital estrangeiro, universidades e colégios técnicos, o governo czarista continuava a reprimir agremiações políticas e censurar publicações.
É desse último grupo, o acadêmico, que vieram os revolucionários russos. Esses jovens universitários, denominados intelligentsia, acreditavam que as massas, por serem alienadas, não eram capazes de liderar a revolução socialista, e por isso era necessário um núcleo duro de intelectuais dedicados à incitá-las. Há de se notar a clara contradição à teoria marxista, que diziam defender: o alemão Karl Marx deixava explícito que as massas se tornariam naturalmente conscientes da sua situação de exploração, ou seja, não poderiam ser lideradas por um grupo, quem dirá por jovens abastados e ociosos como ele mesmo fora.
Após uma competente contextualização da situação russa que culminou no Domingo Sangrento, em 1905, e em uma série de revoltas em 1915 que levaram, enfim, às sucessivas convocações da Duma (algo como os Estados Gerais franceses, um órgão legislativo). Com a marcante frase “revoltas são espontâneas, mas revoluções são fabricadas”, Richard Pipes nos mergulha nas mentes clinicamente sociopatas de Vladimir Lênin, Leon Trótski e Josef Stálin.
Os registros surpreendem: a população russa queria, sim, continuar lutando na Grande Guerra, em um surto patriótico. Vários membros da intelligentsia, Lênin em particular, foram exilados por pregarem a rendição já em 1914, e foram enviados de volta à Rússia patrocinados com dinheiro do Império Alemão, recebendo doações periódicas para a compra de armas, impressão de folhetins e a corrupção de agentes do governo. O motivo? Os alemães não queriam lutar a guerra em duas frentes e Lênin prometeu a eles que renderia a Rússia. Os sovietes, conselhos de classe muito semelhantes a sindicatos e que foram estabelecidos em 1905, foram comprados e aparelhados pelo Partido Bolchevique de Lênin – e esse nome, que significa “maioria”, ilude: ele era o menor dos partidos russos, contando no seu auge com 5 mil membros. Para comparação, o segundo menor, o Partido (e organização terrorista) Socialista Revolucionário, possuía 45 mil membros.
Após a queda do czar Nicolau II, em fevereiro de 1917, e uma sucessão de intrigas que levaram a outra em outubro do mesmo ano, a narrativa se torna repugnante. Os blocheviques representavam o proletariado industrial, que eram três milhões de russos – ou 1,25% da população do país. A única maneira de governá-lo, então, era através da força. O regime era mantido por nada mais que mercenários e bandoleiros, que não hesitavam em executar comerciantes e agricultores. Casas eram pilhadas, mulheres estupradas, cartões de racionamento distribuídos e a inflação era quase cômica. A Guerra Civil não foi ganha por apoio popular ou mérito militar, e sim por crueldade, dinheiro sujo e medo de retaliação caso resistissem.
História Concisa da Revolução Russa é uma leitura obrigatória para quem quiser entender por que a União Soviética cometeu genocídios posteriormente, e por que fracassou. Com curiosidades assustadoras, como o fato de Lênin ter tendinite por assinar listas de execução e estabelecer cotas mínimas de fuzilamento por província, e trechos de diários e discursos que exalavam ódio e rancor, logo se vê que os Expurgos de Moscou, o Holodomor e tantos outros eventos que somaram dezenas de milhões de mortes não foram parte de um processo político, mas a tentativa desesperada de algumas mentes doentias de se manter no poder. Richard Pipes nos mostra o mesmo que George Orwell expõe em 1984: apenas os piores seres humanos, quando munidos da certeza de que são moralmente superiores, podem levar em frente uma revolução socialista.
blog do rodrigo constantino